Negócios, Família e Paixão | O jogo começou - Parte III

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 3039 palavras
Data: 28/11/2025 17:43:45

Eu estava me sentindo essencialmente poderoso, tinha deflorado o meu filho por inteiro, havia deixado uma parte de mim dentro dele. Para algumas pessoas, soa estranho ou simplesmente a coisa mais horrível do mundo, mas eu costumo encarar as coisas sob outra ótica. É apenas sexo, corpos, troca de fluidos e energia.

Eu estava mais leve, com sensação de dever cumprido, sentia que ali todas as coisas iam se encaminhando bem. Descobri que acabara de me descobrir bissexual, pois gostava de transar com homens também.

As coisas foram fluindo.

Paulo caiu na minha chantagem emocional e logo assumiu um relacionamento com meu filho a contragosto dele, garantindo a sua parte na imobiliária e entrando, quase oficialmente, para a família.

A nossa dinâmica mudou enquanto família. Para Clarisse, estava tudo bem, nada de espanto para ela, até parecia que ela já sabia de tudo sobre o nosso filho e seu relacionamento com Paulo.

Minha relação com Paulo mudou – nada seria como antes, de fato –, mas somos homens suficientes para manter as aparências.

Paulo passou a frequentar mais vezes nossa casa. Lá ficávamos nós quatro até mais tarde, conversando, bebendo vinho e jogando conversa fora. Falávamos de trabalho e assuntos aleatórios. Esse tipo de encontro se tornou frequente em casa e aproximou Paulo da nossa família. Por vezes, Paulo dormia com Teo na minha casa.

Eu e Clarisse, no outro quarto, ouvíamos Teo gemer como uma gazela sem escrúpulos, o mocinho bonzinho que se transformava numa puta indecente, deixando evidente para nós quem era o passivo da relação.

Por vezes, enquanto eu e Clarisse transávamos no quarto, e ouvíamos Teo e Paulo transando no outro quarto, ouvíamos uma mescla de gemidos abafados, cama rangendo no chão, tapas e mais gemidos.

Eu sempre pensava em Teo e no nosso segredo. Eles não tinham nenhum decoro para transar na minha casa. Isso me incomodava porque comecei a ter uma certa inveja de Paulo. Minhas transas com Clarisse estavam sempre mórbidas e insossas.

Eu queria meu filho sempre comigo, mas precisei comentar a situação que me incomodava e, de fato, houve um distanciamento normal de Paulo e Teo da minha casa. Eles pareciam ser felizes e precisavam vivenciar outras coisas.

Enquanto a vida fluía, enquanto eu estava lucrando cada dia mais, e enquanto Paulo e Teo, que foi uma relação “arranjada”, pareciam felizes, minha relação com Clarisse estava de mal a pior. Raramente transávamos. Por vezes, eu me via no banheiro batendo uma punheta e gozando horrores de gala acumulada na parede.

Eu descontava essa tensão no trabalho, ficava por dias até tarde trabalhando, e isso virava um ciclo: as coisas sempre pioravam.

Era uma quinta-feira e eu estava com uma viagem programada. Na sexta cedo, teria um congresso de empreendedores do ramo imobiliário em São Paulo, ou seja, eu iria trabalhar na quinta pela manhã e à noite já seguiria para o aeroporto. Assim, evitaria a correria de chegar ao congresso na sexta-feira cedo. Saí de casa, deixei alinhado com Clarisse e talvez até estenderia minha ida à SP para uma curtição; eu estava disposto a trair mais uma vez a minha esposa, só queria gozar gostoso.

A quinta-feira tinha sido um dia exaustivo de trabalho. Entrei no meu carro e segui para o Aeroporto Santos Dumont. Estava uma chuva intensa no Rio, levei mais de uma hora no trânsito e lembro que reservei o último voo para SP.

Cheguei ao aeroporto, e os voos tinham sido todos cancelados devido à condição meteorológica no Rio naquela hora. Até cogitei ir ao Galeão para pegar algum voo, mas desisti. Voltei para o meu carro, decidi ir para casa. Eu estava com muito tesão, então decidi que naquela noite transaria com alguém. Se Clarisse não me quisesse, eu arranjaria outra pessoa a qualquer custo.

Meus pés latejavam no sapato marrom de couro, sem meias, que eu usava. Eu estava cansado e só queria chegar em casa, tomar um banho e dar uma aliviada.

Fui dirigindo, peguei mais trânsito para chegar em casa devido à forte chuva que caía no momento. Ao tentar entrar na garagem, havia um carro estacionado na frente. Desconhecia a origem, não era de Paulo, nem de Clarisse. De quem era? – pensei.

Estacionei ali na rua mesmo e desci muito irritado. Tive que pegar um pouco de chuva do meu carro até o portão de casa. Percebi as luzes apagadas, um clima mórbido e frio. Sentia uma brisa fresca bater no meu rosto, e o cheiro de chuva dominava o lugar.

Entrei na sala, completamente escura, e ao adentrar um pouco mais, percebi um feixe de luz saindo do meu quarto com Clarisse.

Uma cena surgiu na minha cabeça, como eu havia comentado no primeiro conto dessa série. Subi as escadas devagar, ouvi um barulho abafado; eram gemidinhos, a cama rangia no chão, mas nada muito escandaloso.

Entrei na porta e flagrei Clarisse com um outro homem.

Era um homem branco, estatura média, poucos pelos, barba preta e bem cheia. Ele devorava Clarisse. Eu via o pau dele penetrar por completo na buceta de Clarisse, percebi que entrava com um pouco de dificuldade; o pau do cara era um pouco torto, mas grosso, fazendo Clarisse abafar o rosto no travesseiro e gemer.

Fui tomado por um sentimento misto de indignação e tesão.

Eu, oficialmente, era corno.

Eu me sentia bonito, um cara de sucesso, eu tinha um sexo bom, pau grosso e grande. Eu provia tudo o que a minha família precisava; eu não entendia por que Clarisse estava fazendo isso. – pensei.

– QUE PORRA É ESSA, CLARISSE! - Gritei e dei um tapa forte na porta, fazendo um barulho estrondoso na casa, mostrando que o macho alfa do recinto havia chegado.

De imediato, os dois deram um pulo; ele caiu do outro lado da cama roubando todo o lençol, deixando Clarisse complemente nua. Eu vi aquele corpo pequeno e delicado completamente nu. A buceta estava toda molhada, como se já tivesse há muito tempo ali sendo deflorada.

O climão pairou no ar.

– Ca... calma, amor, eu posso te explicar...

– Você não vai explicar nada, sua vagabunda! Ei, você aí... levanta daí! – gritei alto e forte.

Eu vi que o pau dele ainda estava duro.

Aquela situação me deixou excitado e então resolvi participar da brincadeira deles.

– Estava se divertindo, né, sua vagabunda, e nem me chamou pra participar, mas mesmo assim eu vim.

Vraaap! Rodei a mão na cara dela.

– Anda logo, você aí... vai, continua comendo ela – ordenei a ele.

Ele estava sem graça e, de forma bem tímida, começou a penetrá-la novamente.

– Isso, muito bom. Vem cá, amor... – falei.

Tirei meu pau para fora, e Clarisse começou a me chupar. Ela sentia todo meu suor, meu cheiro de macho, meus pentelhos. O meu pau mal cabia na mão e na boca de Clarisse.

O outro cara, que eu nunca havia visto, começou a rir e a bombar em Clarisse com mais força, enquanto ela chupava o meu pau. Eu estava me sentindo o dono da matilha, eu estava dominando os dois e eu estava conduzindo o sexo.

– Hoje eu vou comer teu cuzinho, amor, ahhh eu vou.

– Não, amor, seu pau é grande.

– Não, amor? Mas para você dar para outro não dói, né? Tem que me prover, sua vagabunda, e se duvidar eu vou comer você também, seu viado.

O outro rapaz fez uma cara de desaprovação com meu comentário. Olhei mais uma vez para o pau torto do cara.

– Estão sem camisinha, caralho! Vai engravidar de outro e falar que é meu?

– Relaxa, cara, a gente tava sem camisinha aqui. Mas vou gozar fora.

– Tu vai gozar onde eu mandar, seu viado!

Aquilo me deixou irritado. Eu não sabia quem era aquele cara, e Clarisse foi irresponsável ao ponto de dar para ele sem camisinha.

– Sai daí – falei para ele.

– Fica de quatro – ordenei para ela.

Posicionei meu pau na buceta de Clarisse, e ele entrou sem muita dificuldade; o cara já tinha aberto o caminho, estava toda molhadinha. Soquei com vigor. Clarisse começou a gemer mais alto, como se falasse:

"Seu pau é maior que o dele."

Eu ainda estava de roupa, o suor escorria nas minhas costas e pernas.

O outro cara começou a brincar com o cuzinho de Clarisse, como se fosse prepará-la para eu penetrar. Ele começou a esfregar o dedo, eu parei de bombar e joguei um cuspe para lubrificar o cuzinho. Ele começou a espalhar o meu cuspe no cuzinho de Clarisse e penetrou um dedo; ela dava gemidinhos.

Tirei minha camisa, sem tirar o pau de dentro dela.

– Tira a minha calça e o meu sapato – ordenei para ele.

Enquanto ele tirava minha roupa, o cheiro de sexo e de putaria dominava o ar; meu corpo refrescava, mas o suor descia. Senti uma lambida no meu pé e levantei para que ele lambesse a minha sola, sentisse o gosto de macho trabalhador.

– Sabia que tu era viadinho, seu safado, gosta de lamber um pezão. Então, lambe, que daqui a pouco vou socar nesse cuzão.

Ele foi se soltando no sexo. Aquela cara de marrento agora já estava quase dominado por mim.

– Não, cara, eu não dou o cu, não. Só curto umas paradas diferentes, mas é só isso.

– Ahhh, que isso, meu irmão? Tu vai aprender hoje mesmo a fazer uma parada diferente, então. Você vai dar esse cuzão, sim, para mim... – dei um riso sarcástico.

Meu pau deslizava com certa facilidade na buceta de Clarisse, já bem lubrificada, aberta e relaxada.

– Anda, vem cá, me ajuda aqui – falei para ele.

Ele subiu, pegou no meu pau. A mão dele quase não fechava a minha pica e foi direcionando para o cu de Clarisse. A cabeça da minha pica entrou, mas ela começou a gritar de dor.

Ele tirou meu pau, como se soubesse o que estava fazendo. Dei um cuspão certeiro.

– Não, não, trabalho completo – ordenei para ele.

Soquei meu pau goela abaixo do rapaz. Ele, sem muito jeito, foi chupando e tentando vencer o meu pau.

– Sem encostar o dente, deixa bem molhado, seu safado, vai... orientei a ele

Ele direcionou novamente para o cu de Clarisse e tentamos mais uma penetração. Ele direcionou meu pau no cu de Clarisse e deu mais um cuspão. Fui socando devagar e sentindo as preguinhas do cu de Clarisse, pouco deflorado, se abrindo. Ela gemia, com os olhos marejados.

Eles se beijavam e ele brincava com a bucetinha dela, deixando-a mais relaxada. Eu já tinha socado o meu pau por completo no cu de Clarisse, sentindo somente minhas bolas de fora.

Ele começou a chupar a buceta de Clarisse, e então tirei o pau do cu dela e enfiei de uma vez na boca dele, fazendo-o engasgar.

– Greeer... kruu... faz isso não, cara, pau grande da porra – ele reclamou.

Aquela situação toda me deixava cada vez mais excitado, meu pau parecia que ia explodir e o pré-gozo já escorria.

– Vai, mete nela...

Ele começou a meter no cu que eu já tinha aberto e foi intercalando na buceta. Cu-buceta-cu-buceta. E eu ficava só observando ele brincar com a minha mulher. Eu ficava admirando o pau torto vencendo o cu e a buceta, ficava olhando o cuzinho dele e imaginando se ele já tinha dado para alguém, aquela bundinha redondinha, branca e com alguns pelos.

Eu cheguei por trás dele, meu pau estava muito duro de forma que encostou de leve na bunda dele. Ele se incomodou e meio que mudou a posição.

– Vamos fazer uma DP nela? – Falei baixinho no ouvido dele.

Ele riu e fez uma cara de safado, confirmando a minha proposta.

Eu deitei, do lado dela. Meu pau estava apontado para o teto, tão duro, soltando pré-gozo. Eu já tinha segurado o gozo algumas vezes.

– Vem cá, amor.

Clarisse, num pulo, sentou em cima de mim. Com um pouco de dificuldade, a sua buceta instantaneamente encontrou meu pau, e quando dei por mim, ela já estava cavalgando gostoso. Foi quando a prendi no meu peito, deixando seu cuzinho totalmente livre para o outro fazer a DP.

Ela sentiu o que eu queria fazer.

– Ah, não, amor, vai doer.

– Eu já deixei ele ir no cuzinho, porque meu pau é maior. Então, para de reclamar e relaxa. - falei baixinho no ouvido dela.

Ela só deu um gemido alto. Eu vi que o outro rapaz tentava colocar seu pau torto dentro do cuzinho de Clarisse. Começamos os dois num leve vai e vem.

– Aí, tá seco, ai meu cuzinho – Clarisse reclamava.

O outro rapaz retirou o pau e deu uma lambida no cuzinho de Clarisse, enquanto eu socava bem devagar na sua bucetinha.

– Amor, estou louco para comer o cuzinho do seu amante – falei baixinho no ouvido dela.

– Eu sei, eu percebi. Você não para de olhar para o cuzinho dele.

Nesse momento, ele deu mais uma cuspida e voltou a socar no cuzinho de Clarisse. Ela gemia.

Ficamos nesse vai e vem gostoso.

– Eu estou louco para gozar – ele falou.

– Não, de jeito nenhum.

– Ai, gente... preciso de um tempo – Clarisse falou.

Foi a deixa perfeita que eu tinha.

Como num relance, saí de baixo de Clarisse e fui para trás do amante dela. Dessa vez, ele não ia escapar. Eu meio que o derrubei de quatro em cima da cama e fui de cara no cuzinho dele. Dei umas boas lambidas naquele cu, cuzinho apertadinho, suadinho, mas cheiroso. Ele se entregou, mas estava tenso.

– Cara... eu não vou dar para você, não gosto de dar o cu.

– Mas está adorando eu lamber teu rabo, né?

Eu olhei para o pau dele, que permanecia duro e babando, e o meu seguia da mesma forma. Ele se contorcia de prazer, mas tinha um olhar um pouco preocupado e tenso. O meu pau estava pronto para dilacerar aquele cuzinho, mas, é claro que, apesar de parecer bruto, eu iria com calma.

Dei uma boa cuspida, preparando o terreno e anunciando que eu estava pronto para meter. Esperei ele recuar, mas ele estava no ponto para me receber e totalmente entregue.

Posicionei a cabeça do meu pau e fui tentando abrir caminho.

– Aí, cara, caralho! Está doendo – ele reclamava.

Ele reclamava e fazia uma expressão de dor, mas eu não sentia seu corpo recuar à minha estocada, por isso ignorei e continuei metendo. Meu pau foi deslizando cu adentro. A cara dele estava fechada, como se não estivesse curtindo, mas ignorei. Ele estava todo posicionado e estoquei até o talo devagar e deixei meu pau parado, até ele se acostumar.

– Cara, tira... seu pau é muito grande.

– Calma, vou deixar paradinho assim até você acostumar.

Ele passou a mão no meu saco; só tinha o saco e os pentelhos de fora. Meu pau estava todo estocado dentro daquele cu bruto, cheio de preguinhas ainda, e que eu estava disposto a amaciar. Fui socando devagar, dei mais uma generosa cuspida.

Eu via Clarisse olhar incrédula a cena, ela observava a cena e ficou sem muita reação e de repente o jogo tinha virado.

Eu simplesmente ignorei e continuei metendo, fui aumentando as estocadas. Eu segurei meu gozo mais uma vez.

– Vai, cara, goza logo – ele pedia sério.

Ele insistia como se não tivesse gostando, mas eu estava adorando aquela cena: estava fodendo o amante da minha mulher.

Continuei socando sem pressa e ignorando qualquer reclamação dele. Sei que ele, àquela altura, estava gostando e talvez não quisesse dar o braço a torcer por Clarisse estar perto e ele perder a seu respeito de amante hétero e forte.

Eu tirei o meu pau para ver o estrago. O cuzinho dele estava vermelho, todo fodido, todo aberto. Eu via cuspe misturado com pré-gozo naquele cuzinho; eu tive vontade de meter a língua ali e dar mais uma chupada naquele cu.

Soquei de uma vez; ele deu um grito, mas cedeu.

A partir desse momento, fui socando mais forte. Meu saco batia na sua bunda, fazendo um barulho característico: ploc, ploc, ploc...

Eu ia socando sem dó e sem piedade. Ele começou a dar uns gemidinhos, se entregando.

Começou a formar uma camada de espuma branca entre meu pau e seu cu, ali foi o prenúncio que eu precisava...

– Vou gozar – anunciei.

– Goza fora, goza fora – ele falou.

Segurei no seu quadril, estoquei fundo e gozei no fundo do seu cu.

– Te falei para não gozar dentro. Porra, mano – ele reclamou comigo.

– Sentiu minha porra quente? – Perguntei irônico.

Ele ainda estava de pau duro. Clarisse estava deitada, e ele resolveu comer a minha esposa mais um pouco.

Socou o pau torto dentro dela; ela gemeu.

– Aiiii, caralho!!

Ele, meio sem jeito e meio bruto, socou de uma vez em Clarisse, socou o seu pau torto na minha mulher. Eu fiquei olhando e observando a cena, já de pau mole.

Eu o via socar na minha esposa e via também minha porra escorrer do cu dele; aquilo foi me dando mais tesão.

Ele anunciou que iria gozar. Fiquei preocupado e pensei em impedir, mas ele foi mais rápido. Encheu a buceta da minha mulher de porra, numa estocada certeira e funda.

Clarisse deu um gemido profundo, ficou parada.

Observei ele calado.

Ele, calmamente, sem se limpar e sem tirar o resto da minha porra do cu, e sem falar uma palavra, procurou a cueca, colocou a calça jeans e logo em seguida calçou o tênis e vestiu a camisa. Pegou a carteira, o celular e as chaves do carro que estavam na cabeceira.

– Tchau! - ele falou num tom seco

Deu uma despedida seca e saiu.

Eu estava me sentindo vingado, mas, ao mesmo tempo, estava puto. Eu havia gozado nele, e ele, por pirraça, encheu minha esposa de gala, me desafiando. Eu tentei ignorar.

Trocamos poucas palavras, eu e Clarisse, naquela noite.

– Qual o nome dele?

– Bruno!

– Estão juntos há quanto tempo?

– Agora que você já sabe de tudo, essa informação é irrelevante para você. - ela falou ríspida e seca

Eu entendia um pouco da rispidez de Clarisse, afinal acabara de fuder o seu amante.

Eu dormi satisfeito e acabara de descobrir que gostei de transar com duas pessoas.

Será que caberia mais um na relação de Paulo e Teo? Será que eu seria capaz de desbancar a marra de Paulo? – Fui dormir, martelando esse questionamento na minha cabeça.

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