Insana - Parte 8

Um conto erótico de Lucas (Por Mark da Nanda)
Categoria: Heterossexual
Contém 2527 palavras
Data: 27/11/2025 19:40:21
Última revisão: 27/11/2025 20:44:07

Amigos, peço desculpas pelo sumiço, mas as coisas andam bem sobrecarregadas aqui em casa.

Nanda assumiu uma gerência regional e está sem tempo sequer para dar continuidade no conto dela.

Mary está prestando vestibulares e para quem tem filho que já passou por essa fase, já pode imaginar os nervos em frangalhos. Estamos nos desdobrando para acalmá-la, mas não tem sido fácil.

E a Mirian está com várias atividades além da escola, o que tem ajudado para nos esgotar.

Enfim, agora consegui dar uma controla e vou tentar dar sequência nos contos não finalizados.

Comecemos por este.

Forte abraço,

[RELEMBRANDO]

Dei um sorriso amarelo ovo e se tivesse cheiro seria choco, fedido, podre. Inspirei profundamente e dei um passo para dentro do meu calvário. Naquele momento, esqueci-me até de cumprimentá-lo, como se isso fosse fazer alguma diferença. Ele fechou a porta atrás de mim e me indicou uma escada com a mão. Subimos, mas já no meio da escada, ouvi sons que eu conhecia bem: corpos se batendo e mais, a voz dela, da minha Clara, agora deles.

Parei no último degrau da escada, de onde eu já tinha visão livre do quarto. O motel era um oásis de luxo e devassidão, com uma suíte ampla em dois níveis, paredes escuras, uma piscina, hidromassagem e uma cama king-size coberta por lençóis de cetim vermelho. Luzes embutidas emitiam um brilho suave, criando uma atmosfera íntima demais. Espelho espalhados pelo ambiente pareciam querer obrigar que testemunhássemos o intestemunhável. O ar condicionado mantinha o ambiente fresco, mas eu suava em bicas.

[CONTINUANDO]

Sobre a cama, aliás, sobre o Vicente, Clara cavalgava tomada por um instinto puramente sexual e confesso, aquilo me atordoou. Congelei novamente, o corpo ficando tenso instintivamente, a boca travada. Eu me sentia o derrotado, o fracassado. Apesar de estar ciente daquela realidade, vê-la ali pessoalmente era diferente e me atingiu de uma forma que eu não esperava:

- Vem, irmão. Vamos tomar algo. – Disse o Agenor.

Dele, olhei para ela, nua em pelo, resplandecendo de suor, os cabelos soltos e úmidos caindo em ondas sobre os ombros, a tatuagem de flores no braço parecendo pulsar sob a luz indireta. Vicente a ajudava a se jogar para cima e para baixo vigorosamente, segurando-a pela cintura, hipnotizado pelas curvas de seus seios que balançavam de uma forma extremamente sedutora.

Eu estava presente, mas com a alma ausente. Acabei deixando Agenor me guiar até um bar lateral. Sentei-me numa banqueta e ele me serviu uma dose de uísque, dupla, sem gelo. Virei sem piedade alguma do meu fígado. Ele me serviu outra, acompanhada de um conselho:

- É só sexo, Lucas. Não muda nada entre vocês, aliás, só apimenta. Sabe como é, né? Você já deve ter visto ela em ação antes...

Eu o olhei rapidamente e baixei o olhar para o meu copo de uísque... e suspirei profundamente:

- Nunca!? Você nunca assistiu ela... assim!? – Ele perguntou.

Neguei com a cabeça. Ele se serviu de uma dose e também virou:

- Mas... como assim!? Vocês pareciam tão... liberais. Sei lá, tão... decididos.

- É uma história complicada, cara.

- Mas ela nos disse que estava liberada. – Resmungou ele, olhando na direção deles agora, o que também fiz só para ver Clara de quatro e Vicente a comendo por trás: - A gente até falou que sem você seria chato, mas ela disse que estava tudo bem, tanto que te ligou, lembra?

- Pois é... Como eu disse, é uma história complicada...

- Porra! Fode! Fodeeeeee! Arregaça a minha buceta, seu preto safado. Fode a branquinha. FODE! – Gritou a Clara, chamando a nossa atenção novamente.

- Quer o meu pau, é? Quer que o negão aqui enfie tudo em você?

- QUERO! Enfia tudo! Quero sentir a cabeça do seu pau entrar no meu útero. Quero que você goze tudo bem lá dentro, lá no fundinhooooooo...

Uma rápida vertigem me abateu ao ouvi-la falar daquela forma e me escorei no balcão do barzinho. Agenor nesse momento só me observava, numa mistura de surpresa, medo, consternação. Olhei ao meu redor e vi uma poltrona de couro no canto do quarto, num local cuidadosamente mais escuro. Decidi me jogar lá. Minha cabeça girava com uma mistura de emoções - ciúme, insegurança, tristeza, mas quase nenhuma excitação. Digo quase porque Clara se desdobrava como uma verdadeira atriz pornô e era impossível não sentir alguma coisa vendo-a em ação. Acho que o problema era eu, afinal, eu nunca havia feito algo assim, ainda mais na presença de dois homens tão imponentes como Agenor e Vicente, o que me fazia sentir pequeno:

- Clara! – Falei, a voz seca, direta, objetiva.

Ela nem olhou na minha direção, certamente perdida nas sensações que o Vicente lhe proporcionava. Antes de tentar uma segunda vez, desisti, pois ser ignorado novamente não me faria sentir bem. Achei melhor deixar que ela terminasse.

Entretanto, o Agenor foi até eles e se sentou na beirada da cama, observando-os em silêncio. Clara olhou na sua direção e sorriu, mas ele não reagiu. Depois de alguns segundos, ele inclinou-se na direção dela e foi agarrado por ela, que o beijou na boca, procurando mais ação. Ele não recusou o beijo, mas assim que ela lhe deu espaço, vi que ele disse algo bastante sério. Só então ela olhou na minha direção, mesmo com o Vicente macetando sem parar a sua buceta. Ela sorriu para mim e mandou um beijo, mas eu não retribuí. Ela me chamou com a mão, mas eu não fui. Não iria nem que quisesse, pois minhas pernas não me obedeciam naquele momento. Vi que o Agenor lhe disse alguma outra coisa e também ao Vicente, que só então parou, aguardando alguma decisão dela. Clara se desengatou e falou algo para o Vicente que não pareceu ter gostado.

Então Agenor e Vicente foram na direção do barzinho e ela veio até onde eu estava, sentando-se no meu colo. De imediato notei que parte do suor, não era suor: sobre o seu rosto e seios havia porra, recente, o cheiro e a imagem eram indiscutíveis. Ela tentou me beijar a boca, mas eu desviei o rosto. Ela me encarou, meio invocada, mas logo sorriu:

- Demorou, amor...

- Foi. – Resmunguei, mas não resisti: - Mas você não perdeu tempo, não é?

- Desculpa. É que você estava demorando e... aí a gente decidiu começar, porque se você não chegasse, eu já iria embora e te esperaria em casa.

- Tá bom...

Ela me encarou, tentando analisar o semblante que só um cego não notaria estar o pior possível. Assim, ela tentou ser cautelosa:

- Ficou chateado?

- Não sei, Clara. Eu só... – A encarei sem reconhecer a mulher por quem havia me apaixonado: - Acho que isso não é para mim.

- Bobeira, amor. Você só ficou chateado porque eu não te esperei e não te dei atenção. Eu é que tenho que te pedir desculpas.

Ela fez menção de vir em minha direção para me beijar novamente, mas vendo que eu já me retraía, sorriu:

- Desculpa outra vez. Vem comigo. Vamos tomar um banho gostoso, só eu e você. Você precisa relaxar e eu preciso ficar mais apresentável para o meu amor.

Ela se levantou do meu colo e esticou uma mão, insistindo no convite. Eu continuei imóvel, apenas olhando para o seu corpo, notando algumas marcas nos seios e outros em sua bunda. Sua buceta também, a poucos centímetros de mim, comprovava que aquela trepada não devia ser a primeira, pois estava inchada e avermelhada. Perdido em meus pensamentos, nem notei quando ela se abaixou e pegou em minhas mãos:

- Vem comigo, Lucas. Você precisa relaxar. Vem. Vai ser bom para nós dois.

Levantei-me e deixei que ela me levasse a reboque. Vi ela avisando aos dois que iríamos tomar um banho e logo voltaríamos. Eles acenaram amistosamente e voltaram a conversar entre si. No banheiro, Clara me despiu como se eu fosse uma criança. Ligou o chuveiro, regulou a temperatura e me puxou. Ela se banhou rapidamente com água e sabonete, provavelmente para retirar os excessos das trepadas anteriores e me encarou:

- Vem, amor. Deixa eu te lavar também.

E assim ela fez. Ensaboou-me e me lavou como uma criança assustada. Quando se deu por satisfeita, se colocou a minha frente e aproximou sua boca da minha. Não a recusei agora, mas o beijo não era o mesmo de antes. Havia algo diferente, algo emocional, algo físico, algo biológico:

- Você... está com um gosto estranho... – Resmunguei.

- Eu... Eu... – Ela se afastou um pouco, olhando-me encabulada: - Desculpa.

Ela então saiu e foi até a pia, onde pegou um pouco de antisséptico bucal e fez um rápido gargarejo. Eu saí do box e comecei a me enxugar. Quando ela terminou, virou-se para mim, ainda encabulada:

- Desculpa, amor. Eu... É que eu e o meninos... Bem... A gente...

- Eu já entendi, Clara. – Resignei-me enquanto ainda me enxugava: - Acabei virando chupador de pau por tabela.

- Ai, Lucas, por favor... Foi sem querer! – Ela insistiu, se aproximando de mim e me abraçando.

- Tá. Tá bom. Já foi... – Resmunguei.

Ela voltou a me beijar e por um instante esqueci de todo aquela situação. O beijo estava agora muito bom, quente, intenso e ela demonstrava com o calor do próprio corpo que me queria. E isso me confundia, afinal, se ela me quer tanto, porque insistir em transar com outros? Rapidamente saímos para a suíte novamente e fui arrastado até a cama. Os dois permaneciam no bar, bebendo e lá ficaram. Não sei se eles acharam que o casal precisava de um momento, ou se ela já havia combinado isso com eles, mas fato é que não vieram até onde estávamos.

Clara veio por cima de mim, insinuando-se cada vez mais explicitamente. Seu corpo quente era uma doce memória que ativava os meus mais íntimos e primitivos sentimentos. Não demorou muito e meu pau endureceu entre o meu corpo e o dela. Ela sentiu e sorriu para mim:

- Safadinho... Aposto que está louco para assistir a sua mulherzinha ser a putinha de um negão safado, não está?

Antes que eu respondesse senti parte da minha ereção ir embora quase tão rápido quanto chegou. Ela me encarou preocupada e começou a me punhetar. Como o efeito não parecia ser o esperado, desceu e passou a chupá-lo também. Por mais que a situação não me agradasse, não posso negar que fiquei excitado. Ela quando se deu por satisfeita, subiu em cima de mim e passou a me cavalgar deliciosamente. “Para o infernos com esses caras. Eu vou aproveitar também.”, pensei.

E eu iria mesmo aproveitar muito, pois estava realmente muito bom. Clara se desdobrava em gemidos, reboladas, sentadas e olhares que só não endureceriam um eunuco. Mas, como nem tudo é bom que não possa ficar ruim, notei que sua buceta estava mais melada e começando a “espumar”, e bastante. Minha ereção começou a ir embora novamente e ela me encarou:

- Amor, o que tá acontecendo? Não... Não tá mais gostando de fazer amor comigo?

Tentei me concentrar nela, em lembranças nossas, no tesão que sempre tive por ela, mas meu pau amoleceu até escorregar de sua buceta. Ela se sentou ao meu lado e me encarou. Depois, olhou no meu pau lambuzado e voltou a me encarar, e sua expressão agora era algo mais voltada para o encabulado do que para o chateado:

- Eu adoro fazer amor com você, mas só você e eu. – Falei, enquanto me sentava: - Olha a situação em que nos colocamos: você me beijou com gosto de porra na boca e agora transou comigo com... – Apontei para o meu pau espumado e branco: - Acha mesmo que eu gosto disso, que eu sinto algum tesão nisso?

- Mas... Mas... Lucas, é só sexo! Não tem envolvimento algum. Quantas vezes você já me chupou todas molhada, até gozada de você mesmo!? Isso... – Ela apontou para o meu pau e depois me encarou: - Isso não é nada. Nada mesmo.

- Talvez para você isso seja nada, mas para mim é.

Desci da cama e fui na direção das minhas roupas. O Vicente veio na direção da cama e se sentou ao lado dela, cochichando algo em seu ouvido. Agenor permaneceu no bar.

Enquanto eu me vestia ouvi ela dizer algo como um “Não. Agora não dá.”. Em segundos, ela veio na minha direção e eu a encarei:

- Vai lá, Clara. Aproveita a sua noite. Eu concordei com tudo e vou aguentar. Eu espero você na salinha ali de baixo.

Ela me olhou com uma ternura que há tempos eu não sentia e colocou a sua mão no meu rosto:

- O Vicente só gozou uma vez e disse que queria terminar a transa. Então, você me espera?

- Espero, já disse. Vai lá. – Falei enquanto beijava a palma da sua mão.

Só que ela me abraçou e respirou fundo. Quando se afastou, havia lágrimas em seus olhos e ela me disse:

- Eu já falei para ele que hoje não dá mais. Eu posso ser meio louquinha, mas não sou uma covarde, sádica e insensível, Lucas. Você não curtiu e você é quem me importa. Eu só vou me vestir para irmos embora.

- Tem certeza?

Ela sorriu, meiga e consciente:

- Absoluta.

Resolvi testar a minha sorte:

- E se eu pedisse para você transar com eles?

- Você estaria fazendo apenas a minha vontade, não a sua, e assim eu não quero.

Ela me deu um selinho caprichado e me puxou pela mão até o barzinho. Aproveitou e chamou também o Vicente para um conversa. Ali ela explicou que tinha adorado tudo o que havia acontecido até então, mas que não iria continuar porque eu não estava curtindo. O Vicente não gostou:

- Possa, mas... e eu!?

- Desculpa, Cente, mas eu pensei que o Lucas fosse curtir e acabou não curtindo. Quem sabe um outro dia, né? – Ela disse.

Vicente ainda quis insistir, claramente inconformado, dizendo que havia gozado só uma vez e ainda estava com o pau duro do Viagra que havia engolido. Acho até que a Clara queria terminar o que já havia começado, mas não deu o braço a torcer e ainda foi ajudada pelo Agenor:

- Centão, o casal decidiu! A gente respeita.

- Porra, meu! Cê fala isso, mas já gozou quantas vezes? Três!?

- Isso não vem ao caso. Se o casal diz que terminou, então terminou. – Ele me deu um toque no ombro e olhou para a Clara: - Cês tem o meu número. Se quiserem marcar alguma coisa num outro dia, é só ligar.

Nós nos vestimos e a cara do Vicente era impagável. Ele olhava para a Clara como se fosse um pitbull com focinheira encarando um bife suculento. No final, nos despedimos deles e ela veio comigo na minha moto. Agenor fez questão de pagar o motel.

Já em casa, pedi desculpas para a Clara pelo papelão de ter sido o “empata foda” da noite, mas ela me surpreendeu uma vez mais:

- Amor, eu... eu acho que estou realmente mudar a minha medicacao. Será que a Mariana ou aquele outro psicólogo não me atenderiam antes?

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 323Seguidores: 701Seguindo: 28Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Mark que bom que você tá de volta.

Li todos os comentários e tenho algumas conclusões tiradas deste conto.

1 - Jamais em hipótese alguma admitiria uma traição de minha companheira, não só por ser monogâmico e não sentir tesão algum em vê-la com outro (a), mas por uma questão de conduta.

2 - Depois do capítulo sete me parece que a "psicóloga" está manipulando a moça e o rapaz, ou o que é muito pior ela e a moça estão de comum acordo levando ele em banho maria para aceitar a devassidão da garota.

3 - Ele ficar chateado com os três no motel e com ela estar cheia de porra pelo corpo inteiro é extremamente ridículo e sem o menor sentido, se ele estivesse mesmo chateado não teria nem ido ao encontro dela no motel.

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Sobre o item 3, na loucura dela, ela achava que o Lucas iria gostar pois eles tinham feito um acordo para cada vez que ela tivesse aquela vontade louca de transar, ele autorizaria ou negaria, podendo participar ou não. Ele autorizou e ainda disse que participaria. Então, ela foi.

O ponto chave nisso tudo foi a reação que ela teve quando Lucas reagiu desgostoso, derrotado, cabisbaixo e humilhado. Ela sentiu pena e resolveu acabar com a festa dos negões, voltando para casa com o namorado. Ela poderia ter ignorado e continuado a farra com os caras, mas escolheu o namorado. Foi estranho, mas talvez seja revelador de que ela não esteja mancomunada.

Mas, porém, contudo, todavia, ainda acho que ela está mancomunada sim.

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Isso de parar com a festa e voltar para casa com o corno, faz parte do treinamento Cuckold, a Clara não se comporta mais como uma menina vítima de uma doença traiçoeira, ele está se comportando como uma Hotwife experiente, já é a segunda vez que ela joga com os limites do Lucas e retrocede, para depois avançar mais um pouco, técnica prevista que quase sempre funciona.

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Amigo, agora que você explicou parcialmente o universo hotwife, entendo a ação dele por outro ângulo. As falas que ela diz - "não sou uma covarde, sádica e insensível" - torna tudo pior para o Lucas.

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Exatamente a Hotwife pode até humilhar ao homem dela, mas somente quando ele sente um prazer, ao meu ver inexplicável em ser humilhado, caso contrário ela na verdade evita qualquer tipo de humilhação, inclusive do comedor, lógico que tudo isso varia de acordo com as personalidades dos indivíduos envolvidos, não há um roteiro que tem que ser seguido, mas o objetivo sempre é pelo menos emparelhar com o consensual. Inclusive em grupos que deixam a coisa toda fluir naturalmente, tentam introduzir alguma palavra chave de segurança para evitar grandes constrangimentos, apesar de ser um método a meu ver duvidoso, e que pode até gerar mais constrangimento aínda quando a palavra de segurança não surte o efeito esperado ou desejado.

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Muito bem vindo de volta, Mark! Seus contos fazem muita falta! E que capítulo bom, caramba, o Lucas ficou até desnorteado, coitado hahahah estou bem curioso para ver o que esse novo psiquiatra vai falar.

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Que bom que sumiram por correria.

A gente, que tem minhoca na cabeça, fica pensando um monte de bobagem...

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Os termos Ninfomaníaca e Hotwife são para designar uma mesma condição?

O negão Agenor é um CAE, Comedor Alfa Experiente, será que "CAIU" exatamente neste momento de transição no estilo de vida do casal, somente pelo acaso do destino?

Se a Clara conseguiu se controlar melhor que a maioria das Hotwife, em uma situação no qual ela mesmo se colocou, agindo com maturidade e conseguindo controlar qualquer impulso sexual numa situação extremamente erótica, agora, imagina para uma mulher diagnosticada com TDSH, seria uma vitória e tanto para o avanço positivo do tratamento, então por que trocar de medicamento agora que está dando resultado???

O comportamento passivo do Lucas em várias situações, pedindo desculpas por atrapalhar a foda da mulher dele com dois negões e disse não gostar, mas reagiu com uma piadinha quando a mulher dele o beijou com a porra do negão na boca a ponto dele sentir o gosto, no mesmo instante, logo após enxaguar a boca, achou o beijo delicioso, no famoso "Lavou Tá Novo", fora outros menos importantes, esses FATOS são comportamentos condizentes com um sujeito hetero sem grandes fetiches ou é o comportamento claudicante de um Corno Manso que não saiu do armário? Ele ainda consegue enganar alguém???

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Sensatez eu acho que este conto ficou claro o eu chamo de alguém que está sendo condicionado, ou seja, conduzido pra uma situação que não deseja estar.

Vamos realmente nos colocar na situação dele...ele tem alguém que ele ama que teoricamente foi diagnosticado com uma doença e que para o tratamento precisa lidar com algo que ele não quer.

Só teria um jeito de o personagem mostrar que não está satisfeito com a situação, que é simplesmente desistindo e dando as costas para a noiva. No fundo foi mais ou menos o que ele fez em relação a ver e estar presente durante o fato. O problema é...o que fazer nessa situação??? Eu acho difícil me colocar nessa situação pq sinceramente eu nunca vi esse tipo de diagnóstico e, menos aínda, esse tipo de conduta induzida por um terapeuta. Então p mim a situação é absurda por motivos até mais "técnicos". Mas, tirando isso, a questão do conto, na minha opinião, é saber como o cara vai lidar com isso. Muitas vezes eu me mostro limitado para entender até certas histórias pq a situações que meu cérebro simplesmente não foi feito para entender...os contos do Leon pra mim são impossíveis, por exemplo....eu digo isso pq desse mesmo jeito, é preciso tentar entender a situação na cabeça do rapaz (não sei se foi a intenção do Mark, mas acho impossível não ir por esse lado): se vc não tem essa percepção de que o sexo é apenas sexo e etc, vc estar na situação dele é torturante. Ele estar junto nestas situações, para alguém que não tem essa cabeça, é angustiante...leva a situação como insegurança, ciúme e etc...causando um efeito negativo no psicológico do cara que é quase irreversível...na cabeça dele, e eu entendo a cabeça dele de agora, não a do provável futuro...será que realmente a namorada tem essa doença ou ela precisa disso pq ele não é suficiente??? Isso só como ponto de partida, aí vem muitas outras coisas...só não vou me estender muito...pq já está enorme.

Ele não é corno manso...não quer ser corno, muito menos manso, mas como que ele lida com esse "problema" da noiva??? E ela vai ter realmente um pouco de sentimento de cuidado e preservar o noivo ou vai insistir p destruir o psicológico e a auto estima do cara aos poucos?? Será que ela ama mesmo ele?? Ou melhor, ela entende ele?? Ela quer entender ele??? Enfim...muito bom e complexo essa história, pelo menos na minha opinião...

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Boa noite Manfi, sempre e bom dialogar contigo.

Eu entendo seu posicionamento, mas para mim a consciência dele, formada pelos arquétipos de comportamento no qual ele foi exposto, realmente não quer ser corno, e talvez não seria corno manso nunca, nisso você tem razão, mas ele está sendo exposto a esse mundo de cornitude e o subconsciente dele está gritando em aceitar, inclusive com reações físicas de excitação incontroláveis, eu tenho a firme compreensão que um ser humano não tem culpa de ser corno, mas Corno Manso só é quem quer. Se o cara realmente não quiser, pode ter a personalidade que for, pode ser manipulado da maneira que for, mas ele virará corno manso só se quiser, lógico que para toda regra há exceção, chantagens e problemas psicológicos que destroem o discernimento do indivíduo, podem realmente forçar o indivíduo que está em estado de vulnerabilidade, mas nesse conto não houve isso, houve sim uma manipulação habilidosa, num conluio entre pessoas que conhecem os caminhos psicológicos para quebrar a resistência de uma pessoa, sendo que esse tipo de abordagem só funciona com pessoas que já tem a predisposição a aceitar ser traído, pois naquele que não tenha essa predisposição, na primeira traição do cônjuge, já corta o mal pela raiz, e quanto mais amor sentir pela pessoa, mais proporcionalmente negativa será a reação da pessoa, lógico que como eu cito sempre, sempre há exceções, mas no caso do nosso protagonista, não vejo essa exceção, veja que no episódio de hoje, ele ficou é com vergonha de estar sendo corno na frente dos outros, mas se ele estivesse em outro cômodo, estaria de boa, por exemplo, sabe quando que eu me excitaria, broxaria e depois excitaria de novo, num quarto com dois negões pelados e de pau duro doidos para meter em alguém, mesmo depois de ter arregaçado a minha mulher, meu amigo, eu não me colocaria nem de longe numa situação dessas, mas se por um acaso do destino acontecesse, não ficaria de pau duro em sinal de excitação de jeito nenhum e em momento algum, tentaria é sair o mais rápido e mais longe possível do lugar, sem nem olhar para trás para ver se alguém estaria vindo junto. Kkkkkk

O Lucas é igual ao Guilherme de um outro conto, que é também "sem noção" igual a esse, no bom sentido é claro, quando falo sem noção, estou falando de relatos em situações um tanto inverossímeis, mas que se liquefazem em uma liberdade popularmente poética.

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Sensatez, receio não concordar quando você diz que o "subconsciente dele está gritando em aceitar". Lucas teve dificuldade para manter ereção. Ele broxou dentro da boceta da Clara quando sentiu o liquido pegajoso de um dos caras escorrendo de dentro dela. E os caras estavam distantes, dando um tempo para o casal se conectar. Isso é sinal claro que ele não quer, que ele é monogâmico mesmo.

Também vejo semelhanças entre Lucas e o Guilherme do conto da Mariana. A diferença é que Lucas se foi e só voltou por um senso de responsabilidade por saber que Clara tem um transtorno sexual. Para ele, é um motivo altruísta.

Já o Guilherme foi aceitando as coisas devagarinho. Penso que o caso de Mariana pararia na troca de fotos. Depois do talarico ter gozado na bunda dela. Depois de ganhar dinheiro para fotos para ajudar a mãe dela no tratamento. Em nenhum momento ele se foi e depois voltou. Ele ficou do começo ao fim do lado. Ele viu desde ela gostando até o momento em que ela gritava para sair. Fico pensando em como seria se Guilherme tivesse abandonado Mariana. Ela estaria a mercê do Pedro por muito mais tempo. Ao passo que Clara, sem Lucas, apenas arrumaria outro namorado e continuaria trepando com geral, traindo sem parar.

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Bom dia meu amigo Carlos, você discordar de mim me agrada muito, pois o contraditório me diz que com meus argumentos eu te fiz refletir, eu acho isso sensacional.

Dito isso, vamos chegar ao meio termo, pois os comportamentos do Lucas são ambíguos em alguns momentos e em outros são claros em demonstrar tesão em ver a mulher dele transando com outro.

Quando você cita que ele se incomodou quando a porra do negão dentro da buceta da Clara começou a espumar e broxou, cara essa situação por si só é surreal, quando que um monogâmico convicto aceitaria isso, nem um liberal convicto aceitaria, porra, cacete, é o cúmulo da irresponsabilidade e humilhação, transar com um negão que acabou de conhecer, sem camisinha, encher a buceta e a boca de porra, logo a seguir beijar e abraçar o corno com porra na boca e pelo corpo todo ainda, então o corno reage fazendo piadinha de estar chupando pau por tabela, mas foi pior, bebeu porra de negão comedor por tabela, essa foi a brandissima reação negativa dele, após uma higiene pessoal meia boca, ela transou com o corno até a porra do negão espumar, o corno apenas perdeu o tesão por isso, e ainda pediu desculpas e ofereceu que ela acabasse o serviço irresponsável de putaria sem limites, enquanto ele esperaria na salinha, mesmo assim vocês acham que é um comportamento monogâmico convicto, somente devido a ele ficar descrevendo uma angústia e contrariedades hipócritas em estar sendo corno.

Sim na minha opinião, você pode estar até certo em dizer que ele é monogâmico, mas com certeza seria o monogâmico mais hipócrita que a humanidade já se deu Registro. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Dizer que ele aceita todas essas barbaridades por altruísmo, que está querendo ajudar uma pessoa que ele sente afeto, se sujeitando a uma espécie de tratamento sem noção ou sentido, me desculpa, mas acho até ingenuidade acreditar nisso, não tem ninguém tão tapado assim, um sujeito acreditar que a mulher ser arregaçada por dois negões pirocudos é tratamento clínico para qualquer coisa que seja, é quebrar outro recorde, o do homem mais Tapado do Mundo. Kkkkkkkkk

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Exatamente...por isso comecei falando que a situação do tal "tratamento" já é absurda...

Acho que chegamos num meio termo sim...e o pior é que provavelmente sabemos p onde isso vai e eu acho que estamos juntos em não gostar do que virá.

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Sim, exatamente, acho que a discrepância de entendimento é só que não me compadeço com a situação do Lucas, apesar que admito que exista algum tipo de conluio para leva-lo para a vida de Corno Manso, devido a achar que ele está participativo demais, conivente demais, compreensivo demais e ousaria a dizer que ele está sentindo prazer demais, não em todas as situações, mas principalmente naquelas no qual ele não fica exposto, mostrando um grande grau de hipocrisia, portanto, não tem minha empatia não, aliás nesse conto, respeito todos os personagens, mas não tenho empatia ou mesmo simpatia por nenhum, ao contrário, a terapeuta, se é que seja terapeuta é uma pessoa nociva a sociedade com certeza, usa a posição privilegiada dela para manipular os sentimentos daqueles que ela outrora jurou cuidar e curar.

Os fins não podem justificar os meios, ela é um exemplo maior disso.

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Boa tarde, amigos Sensatez e Manfi82. É sempre bom debater com vocês, refletir, me ajuda a pensar e me dão ideias não só para contos, como para a vida também. Fico muito grato por isso.

Sensatez, eu entendi seu ponto. Admito que ri bastante quando você disse que Lucas seria o monogâmico mais hipócrita que a humanidade registrou (e eu concordo 100% agora) kkkkkk

Quando falei do altruísmo que o Lucas acha que tem, quis dizer no sentido de que ele acha que está sendo assim, ajudando a Clara, sem perceber que isso é uma grande enganação que ele mesmo criou para si. Entendo que é uma forma dele aceitar tudo o que está acontecendo, sem perder a noção que tem de si mesmo quanto ao amor próprio e a própria dignidade.

Também admito que seu argumento é muito bom quando diz que ele aceitou muito facilmente situações que normalmente os cornos-ferozes reagiriam de forma muito diferente, bem nuclear. Realmente, beijar pau por tabela, depois esperar a mulher usar listerine para então aceitar beijar, depois transar com a mina sem se dar conta que ela estava trepando sem camisinha, toda gozada por dentro, sem preocupação com doença, é uma atitude de quem tem os conceitos monogâmicos no mínimo enfraquecidos.

Não acho que ele seja um corno-manso, ele não tem aura disso. Porém, parece estar havendo uma armação clara (desculpa o trocadilho) da Clara e de outros para transformá-lo nisso ou no mínimo num cara liberal. E, repito, a forma como Lucas nos foi apresentado, ele não tem nada de aceitar ser corno ou liberal, mas a forma como ele foi ludibriado, tem feito ele cada vez mais ficar aberto a isso, sem perceber. E quando perceber, pode ser tarde demais.

E isso me leva a outra questão quanto a crueldade do negócio. Clara sabe que Lucas não é assim e mesmo assim que transformá-lo em liberal e corno manso, mas a troco de que? O que Lucas tem? É o homem mais bonito do universo? O mais rico? Tem o maior pau que a humanidade já viu? Ou ela simplesmente o ama e apenas quer coincidir esse amor com o desejo de viver de forma depravada que ela tem?

Para concluir, não posso deixar de concordar com o Manfi82, parece claro onde isso vai dar e acho que não vamos gostar mesmo.

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Cara, a resposta é simples, diferente de vocês e alinhada com o que eu vejo nas atitudes dele, a Clara identificou no Lucas um potencial Cuckold, e desde então está trabalhando em transforma-lo, afinal ninguém já nasce um Cuckold, isso é uma invenção comportamental criada para satisfazer as Hotwifes sem os grandes transtornos causados por ciúmes em ver a companheira com outro, a solução foi encontrar um homem que sinta tesão em vez de ciúmes, é a solução perfeita, tem mais, um potencial Cuckold, bonito, bem sucedido, bom de cama, não se encontra em qualquer esquina, para uma Hotwife é como acertar na loteria, é como um Mestre Dominador encontrar uma submissa apaixonada, na vida real não é fácil como em alguns contos, que a pessoa vai comprar pão e se encontra com uma mulher extremamente linda e liberal dando atenção do nada e transando loucamente, ou uma Hotwife te abordando para acompanhá-la numa suruba com dois negões, ou um casado cantando qualquer mulher bonita que apareça, conseguindo e levando como um troféu para casa e junto com a esposa fazer um ménage esplendoroso, na vida real não é assim, um Cuckold, novinho, bom de cama, bem sucedido e apaixonado, não se encontra nem em leilão para arrematar com o maior lance e levar para casa, se consegue quase tudo com dinheiro, menos a paixão e o amor de uma pessoa, até às Hotwifes sabem disso. Por isso o valor inestimável e a paciência em doutrina-lo.

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Vc tem razão!!! P mim essa história poderia ser uma das do Leon facilz fácil...quem lembra daquela que a mãe manda o comedor p convencer o cara a virar corno igual o pai...só que lá não teve esse método cruel que vcs constataram...

Eu já usei essa analogia e vou usar de novo e gostaria que o amigo sensatez levasse em consideração...um condicionamento emocional em humanos é semelhante aquele experimento com os ratinhos...vc coloca uma ratoeira que dá choque e com um pedaço de queijo ou qq outro tipo de alimento que eles gostam...no início o instinto relacionado a fome ou seja intrínseco ao ratinho, vai prevalecer e ele vai tentar por dias seguidos pegar o alimento que estar na ratoeira... porém, com o passar do tempo, este instinto vai se esvaindo e no final ele se sente grato quando o cientista da apenas a quantidade que ele quer e no momento que ele o cientista quiser...e o ratinho ainda vai demonstrar felicidade por receber esse pedaço de alimento.

Na maioria desses tipos de contos eu vejo exatamente isso acontecendo com os homens (pq nunca é ao contrário)...o cara é tão diminuído, sua auto estima é tão rebaixada que ele simplesmente aceita passar por situações que não passaria anteriormente e ainda se sente grato por isso...o prazer dele acaba sendo ver a esposa ter prazer pq ele foi "condicionado" a achar que só merece e só precisa disso. Esse foi o meu medo no conto das meninas do ménage, por exemplo...e vcs dois lembram o pau que eu quebrava lá...

É exatamente isso que está acontecendo nesta história, amigo sensatez...o cara reagiu, tanto no início, tanto que se separou como agora nesse último episódio...mas imagina situação que ele se encontra...BORA concorde que eu não me sujeitaria a isso...mas ele pode ter ficado curioso e ter comprado a ideia da fdp da psicóloga, essa a mais mal caráter da história, mas ele no fundo não investiria neste caminho se não fosse está situação específica com a pessoa específica.

E eu concordo...a namorada é uma sociopata, pq não está realmente preocupada com os sentimentos dele....essa é minha opinião...

Mas a questão do condicionamento nesta história está clara...desculpa o trocadilho...kkk

Ahhh e apenas manfi, por favor!!!

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E só para lembrar...o modo apenas de qq abusador social...seja uma mulher narcisista seja um homem sociopata que abusa de mulheres (na vida real) é exatamente esse...vc sempre diminuir, calar a voz da pessoa por conta de toda insegurança que é diariamente importa silenciosamente associada ao isolamento social e familiar...isso é o que acontece na prática, na vida real...vc tem diversos estudos, autores e etc que se especializam apenas nisso. Sem falar que com ctz todo mundo conhece alguma vítima ou até um desses...

Essas pessoas para os outros se esforçam p serem não só aceitados, mas admirados... normalmente são populares, boa pinta e etc...e utilizam de pessoas próximas para diminuir suas vítimas e para usar para se reaproximar qd necessário...por isso que a questão da mãe nem me incomoda tanto... é algo corriqueiro...vc usar a família da vítima para calar qq tentativa de socorro é algo comum... infelizmente...

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Confundi as histórias..messa é a do Nicolas...kkkk...dei 12 hrs de plantao hj...kkk...por favor relevem

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Bom, já que você misturou as estórias, gostaria que você também fizesse uma reflexão, em muitos aspectos, os protagonistas se parecem, fragilidade e dependência emocional, personalidade discreta e tímida, gostam de sexo, os dois estão sofrendo persuasão de uma terceira pessoa com influência relevante, suas parceiras são lindas e impositivas e ambas estão usando o amor que seus parceiros sentem por elas como barganha para conseguir seu intuitos, incluindo estarem usando de tramóias, chantagem emocional, sendo que a aliada da Jane é a própria mãe do Nicolas, já a aliada da Clara é uma terapeuta nitidamente picareta.

Dito isso, olha o comportamento e as ações e reações de um e do outro, os dois estão sofrendo um tipo muito parecido de pressões e manipulações, os dois tem personalidades similares e comportamentos totalmente distintos, se conseguirem fazer do Nicolas um Corno Manso seria totalmente nos seus argumentos, pois ele não demonstra nenhum viés de corno, seria uma subversão de valores através de coersão, mas para Lucas o processo é muito parecido com o de uma borboleta em diapausa, só esperando na segurança do casulo o inverno passar e num melhor momento do verão, sair do casulo triunfante, a Clara está sendo o verão do Lucas e mostrando a ele o melhor momento para sair do casulo, para mim essa é a grande diferença diferença.

Eu compartilho de sua indignação na subversão de valores sob coersão, o método utilizado pela Clara é nefasto, repleto de mentiras e manipulações, quando poderia ser com argumentos claros, sedução cristalina e incentivos libidinosos sem ardis, até utilizando a pré disposição do Lucas, mas de uma maneira justa e proveitosa.

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Só um detalhe, se fosse assim como eu descrevi no final, não teríamos um conto tão polêmico, que gera tantos debates e achismos, então dentro do meu já declarado cérebro quase disfuncional, o conto está perfeito dentro da imperfeição descrita.

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Eu concordaria com vc se não fosse por um detalhe, que não vdd é algo importantíssimo, que é a postura e os objetivos das MULHERES em cada história!.

As duas são traidoras, manipuladoras, insensíveis e etc...mas aqui nesta história a mulher claramente quer levar o cara para esse caminho de cornitude e mansidez...esse parece ser o objetivo dele e não apenas dominar o cara e manter a relação. Essa segurança ela já tem...e aí entra a minha analogia...o cara ficará muito satisfeito se a noiva simplesmente diminuir seu "apetite" (pelo menos que ele saiba) e se ela se mostrar disposta a manter o noivado com traições discretas, apenas como recaídas, hj ele já estaria no "lucro".

Já na outra história...a esposa (ou ex esposa) está lutando para que ele a aceite de volta. A manipulação, envolvendo sua família é até mais realista... é uma narcisista utilizando todos os meios para retornar para casa...há um caminho muito longo, pelo menos deveria ser assim se fosse a vida real, para que ela consiga reatar o relacionamento e ainda fazer o cara de corno...consegue ver a diferença?? Os objetivos são diferentes...a exposição a um tipo de situação que remeta a aceitar se submeter a ser corno e manso, são completamente diferentes.

Se vc voltar no início do conto do Mark, o cara reagiu de uma maneira muito mais ativa e com atitude do que a passividade que o cara do conto yarcano. Que se mantém passivo e demonstrando toda sua obsessão e dependência emocional pela mulher mesmo meses depois de casado...ele me parece muito mais passivo e submisso, só não foi posto a prova que o Lucas foi...ainda...kkk

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Mesmo com passividade ele se manteve inabalável na decisão que ele tomou em não ser um Corno Manso e mantém até agora, como você mesmo disse, mesmo com toda dependência emocional, toda passividade, toda chantagem, todo a manipulação, toda coersão emocional imposta pela própria mãe, e o pior, ele viveu anos em um casamento feliz com a infeliz da Jane, sem saber que poderia acabar de uma hora para outra, ela se declarou apaixonada por outro homem, agora se diz extremamente arrependida e que sempre o amou, que foi o pior erro da vida dela te-lo abandonado.

Essa pressão emocional gera uma insegurança fenomenal no sentido de estar certo ou não em manter a decisão de não retomar o casamento, isso em um indivíduo, já naturalmente permissivo, passivo e inseguro se torna exponencialmente mais intenso, mas até agora ele se manteve impassível na decisão de não ser Corno Manso, já o Lucas...

Você tem razão em afirmar que as motivações das esposas são distintas, mas os métodos aplicados são bastante similares e o objetivo pode não ser igual, mas são também similares, fazer do companheiro um Corno Manso, a diferença está nos desejos e despojos almejados, a Clara quer ser um Hotwife clássica com um Cuckold a tiracolo, já a Jane quer um marido submisso, no qual ela poderá se aventurar onde, quando e com quem quiser, que ele estará sempre em casa, impassível e indefectível, esperando por ela.

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Valeu Mark nota mil o importante e a sua volta não esqueceu dos seus leitores kkkkkkk

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Mark não precisa se desculpar! Você tem uma vida fora do site o qual exige muito mais atenção do que aqui . XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

QUANTO a Clara ela está enrolando direitinho o Lucas com essa desculpa da doença

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Seja bem vindo de volta, Mark. A vida real é prioridade sempre, não precisa se desculpar. Todos entendemos isso. Sou fã dos seus contos, sempre vou prestigiar.

Agora, como eu tenho raiva da passividade e da falta de amor próprio do Lucas. Pelo menos, ele não se excitou ao ver a namorada fodendo com os negões, quando beijou pau por tabela, quando sentiu a boceta dela toda gozada. Isso é um bom sinal, talvez haja esperança dele não ser um corno manso.

Mas, porém, entretanto, todavia, eu duvido que ele vai superar isso, de ter uma namorada mais rodada que saia de baiana, por mais que seja um problema de saúde. Ele sempre vai ter a desconfiança.

Sinceramente, situação dificil do nosso protagonista. Não vejo como ela possa ser feliz com Clara.

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O que importa é que vc está de volta! Não importa (muito!! Rsrsrs) o tempo de espera!!! Sucesso para sua família!!

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Que boa notícia para fechar bem a noite!!!

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