Esclarecimento:
Quando o vô viaja, ele deixa uma cópia das chaves do apartamento dele com um vizinho, pro caso de chegar um parente ou ele mesmo perder as chaves.
Eu sei quem é o vizinho e ele também me conhece pois eu passo sempre que vou lá no vô o vizinho me vê chegar.
Ele é um pouco mais velho que meu vô e já é bem coroão.
Antes de viajar o vô me comprou um presente mas não pôde me entregar, "isso foi ele quem falou".
Como a mãe sabia que o vô tava viajando não me monitorava muito.
O problema da mãe é a fama de taradão que meu avô tem, ela sempre me fala: se eu descuidar até minha bunda aquele velho tarado come.
Mas ela fazia questão de passar na frente da casa dele pra ter certeza que ele estava viajando.
Meu avô também é uma peça rara, gosta de mexer com minha mãe, por isso, sempre, antes de viajar liga pra ela informando.
dias depois fomos até a casa do vô e chegando lá o tal vizinho tava alimentando o cachorro que meu vô tem.
A mãe disse que ia limpar a casa.
ele sempre ligava pro meu vô pra avisar que alguém estava lá.
Depois da autorização ele abriu o portão.
Mamãe foi logo entrando enquanto fiquei brincando com o cachorro.
O vizinho veio logo falando na cara dura: É você a princesa que o o Franck come?
Seu pai sabe disso, ouvi falar que os dois tão brigados por sua causa, a última vez que eu o vi, ele me perguntou se você vinha aqui ainda.
Aquilo foi um tipo de chantagem do velho, e cabei aceitando
Pra ter certeza do que ele queria.
Depois que minha mãe terminou a limpeza, pedi pra ficar na casa assistindo filme, e como meu avô não estava lá ela aceitou.
Foi ela sair e o filho da puta do vizinho chegou e abri o portão
Ele foi logo me levando pro quarto do vô pra me comer.
E o pior, é que ele era quase igual ao meu vô, pois tinha uma caceta enorme e grossa" descobri na hora, claro".
mandou logo eu tirar minha roupa, pedi calma e ele me deu um tapão dizendo: talvez uns tapas te ajudem a entender o que estava acontecendo.
Pra evitar apanhar tirei a roupa e fui pra cama onde o velho fdp me esperava sorrindo, dizendo que era aquilo mesmo que queria.
Me virando de costas passou a me lamber sua boca deslizou por minhas costas contornando cada curva com admiração e desejo, enquanto um arrepio percorria meu corpo, fazendo minhas pernas tremerem pela excitação e medo.
Apesar da pouca idade já tinha passado por aquele momento várias vezes, não com qualquer um, mas com meu. Vô.
Como quem me acompanha sabe desde os nove anos meu avô me comia ou eu dava pra ele, "tanto faz",
Eu suspirava, entregue aquele homem e querendo ou não o prazer do sexo não tem preconceitos, ele se anuncia e vem.
Enquanto ele saboreava todas as minhas curvas, meu corpo, sentia a chegada de sua língua na pele macia do meu cu que piscava descontrolado.
Ele falava que minha bunda era linda muito maior que as das meninas da mesma idade que eu.
Senti um arrepio mais intenso percorreu meu corpo quando sua língua tocou meu cu.
Os beijos, mordidas e carícias ficavam fortes, mais rápidos e minha excitação cresceu, me levando ao limite, um prazer que eu já sabia que não tinha nada igual pra sentir.
Eu agora gemia, sentindo o desejo me consumir por completo
Ao mesmo tempo que sua língua dominava completamente meu cu, que já não tava mais sob meu controle.seus dedos já exploraram meu interior abrindo passagem pra sua enorme rola que viria depois,
ele foi metendo sem lubrificante ou analgésico, senti cada nervo adormecido do meu cu acordar.
Suspirei, fundo enquanto aquilo pois cada investida era mais profunda. E na verdade eu não controlava mais o que sentia e ou oque falava. "Me senti uma putinha, traindo meu homem".
A dor daqueles dedos entrando cada vez mais fundo no meu cu era aliviada pelas língua que entrava e saia da minha buceta e também do meu cu, porque agora eu estava sentada na boca dele e quando ele tirava o dedo pra eu relaxar. Chupava meus cu.
Minha bucetinha já babava com aquilo tudo e eu já não me continha e mesmo chorando pedia pré ele meter sua rola.
Quando ele deitou sobre meu corpo e senti a cabeça enorme de rola dele forçando pra entrar no meu cuzinho.
eu só conseguia dizer que meu vô ia saber daquilo tudo.
Por mais que a rola dele fosse um pouco menor que a do vô, quando uma rola grossa, entra no cu da gente sempre dói muito.
Gritei quando a cabeçona se encaixou dentro de mim quebrando a resistência do anel de entrada, como sempre nesse momento a dor é quase insuportável principalmente quando é com alguém que você não gosta.
Soltei um "aaaaai," forte e seco sem emoção apenas raiva e dor.
Ele nem parou pra eu relaxar, quanto mais eu gemia mais o tesão dele aumentava, e ele apertava meus pequenos seios, me chamando de gostosa, dizia que compreendia porque o meu vô não tinha resistido a tentação de me comer.
Nessa hora além de gritar pela dor também furiosa mandei ele tirar o nome do vô daquela boca imunda e que estava com a oportunidade de comer o cu de uma novinha, aproveitasse e não ficasse falando besteira.pois talvez se tivesse aprendido, algo me desse um pouco de prazer.
Ele ficou parado então tive de começar a fazer minha parte e com movimentos leves iniciei um vai e vem para que seu pau entrasse todo em uma entrega total fui gemendo e forçando o resto da rola entrar enquanto ele voltou com os carinhos e a cada toque, a cada carícia, a cada beijo, o tesão aumentava, me levando ao limite.
Suspirando forte eu falava baixinho sentindo seu rolão pouco a pouco tomando todo o espaço, indo cada vez mais fundo. Finalmente senti o toque de suas bolas em minha bunda anunciando que o cacete dele tava todo dentro do meu cu.
Cuzinho que até então eu só tinha dado a meu homem "aquele que me comia a qualquer hora bastava me chamar".
Como meu cu estava todo preenchido por um desconhecido aceitei aquele homem dentro de mim, relaxei o máximo e alimentei aos poucos o movimento da minha bunda, cada movimento um gemido de dor, cada suspiro meu, uma declaração de amor e entrega, da parte dele.
aquilo foi me dominando então tudo foi ficando mais intenso, eu só queria sentir o mesmo prazer que o vô me dava e isso ficou louco pôs as estocadas fortes já não eram somente dele, eu também socava forte, pedi pra ele acariciar minha buceta porque eu também queria gozar.
Por um tempinho ficamos esse ritmo até que perdi o controle do meu corpo começando a tremer eu gritava pra ele gozar dentro do meu cu que eu queria sentir sua gala bem fundo o membro dele começa a pulsar forte, e nossos corpos se fundiram enquanto eu apenas tremia sentindo choques ele me apertava forte beijando minha nuca, ficamos parados por um tempo.
Meu cuzinho tava todo ardido mais satisfeito, depois de um breve descanso pedi pra ele ir embora que depois eu ia até sua casa e entregaria as chaves pra esposa dele, pois não queria olhar pra cara dele, e que não se preocupasse pois pra ela eu não falaria nada pois com certeza ela merecia aquilo, só tinha pena dele pois com certeza não era homem pra comer o cu da esposa e com certeza outros já tinham comido Por isso eu tinha deixado ele me comer.
Mas que ele sabia que apesar da pouca idade eu já tinha um homem e que mesmo os dois quase da mesma idade, o meu homem não precisava chantagear ninguém pois, eu não tinha sido a primeira novinha a sentir a rolona dele mas todas as novinhas que ele comeu, incluindo eu, não foi pago e nem com chantagem.
E com toda certeza eu ia falar tudinho pra ele, então o homem baixou a cabeça sem falar nada se vestiu e foi embora.
Imediatamente liguei pro meu vô contando tudo, depois fui tomar um banho, descansei um pouco, e fui deixar.as chaves.
A casa é uma espécie de ateliê e a mulher estava costurando quando cheguei , falei que tinha ido entregar as chaves, então ela grita chamando o marido avisando que a neta do vizinho estava entregando as chaves.
Ele gritou de volta pra ela receber as chaves pois estava ao telefone falando com meu avô.
Quando o vô voltou de viagem pegou todas as chaves que deixava com o vizinho, trocou as fechaduras e deu uma cópia pra cada filho e é lógico deixou a minha também.