Parceria fraterna

Um conto erótico de Josefa
Categoria: Heterossexual
Contém 1259 palavras
Data: 16/10/2025 23:35:40
Última revisão: 12/03/2026 14:14:41

Sou criadora de conteúdo, aproveito as oportunidades e, obviamente, abuso dos locais onde estou, principalmente quando a ideia surge. Às vezes é em uma cabine de loja escolhendo roupas; já criei no banheiro de uma rede de fast food e em um corredor de gôndolas de supermercado, onde levantei o vestido revelando que estava sem calcinha. No banheiro da academia, inclusive, consegui fazer alguns treinos com a minha amiga filmando. Já andei nua em um quarteirão deserto... Enfim, preciso levar entretenimento para os meus fãs e, nessa pegada, preciso ser versátil, aguçar sua imaginação e suas fantasias.

​Sou a Josefa, uma paraibana de 24 anos. Sou gêmea do José e nós viemos tentar a sorte na região Sudeste. Sem formação e sem interesse em ganhar pouco, estou nesse "trampo" graças à benevolência do Criador, que me presenteou com um belo corpo, e de uma amiga GP que conheci — minha vizinha, que me leva para fazer alguns programas quando a grana é bem sedutora.

​A descoberta do meu parceiro surgiu do nada. Precisei do mano que chegou do seu "trampo"; ele trabalha como estivador e, como estava esgotado e fétido (kkkk), tomou banho e veio de cueca pela casa. Deparou-se comigo nua na sala, onde eu tentava filmar uma cena usando a escova de cabelo para me masturbar, enquanto na outra mão segurava o cabo do pirulito que chupava, fazendo caras e boscas. Infelizmente, sozinha não estava ficando bom.

​Espontaneamente, José se prontificou a me ajudar e a filmagem ficou perfeita, pois os ângulos valorizavam minhas expressões faciais. Os gemidos eram sinceros e era perceptível, já que o vídeo estava bem light e o cabo da escova era grosso e roliço. Como já me aliviei usando esse cabo, a ideia do vídeo era justamente se aliviar com o que se tem em mãos.

​Quando o mano devolveu o celular, percebi que estava de pau duro. Perguntei se ele não tinha vergonha; ele riu, comentou que eu era gostosa e foi para a cozinha. Pedi que trouxesse água e, quando ele voltou com o copo, fiquei olhando para o seu pau — realmente estava duro. Estiquei a mão e segurei; a vara pulsou na minha mão. Já pensei em masturbá-lo para o canal, foi no automático.

​Sugeri usá-lo para o canal, já que estava "em ponto de bala". A princípio ele recusou; o problema é que meu irmão é muito tímido. Expliquei que ele não iria aparecer, até porque eu estaria filmando da ótica de cima para baixo, e ele só teria que gozar no meu peito. Depois de muito falar e muito alisamento na sua rola, ele aceitou. Ele acabou bebendo a água que seria para mim. Coloquei o pau para fora da cueca — e que cabeça vermelha, piroca grossa! Continuei chupando o pirulito e joguei a escova para o outro sofá. Pedi para ele filmar; ele estava parado, visivelmente nervoso. Expliquei que não precisava falar, apenas fazer expressões faciais. Eu olhava para ele, a câmera focada em mim, o pau diante da minha face... passei a cheirar e batê-lo no meu rosto, sem tirar a visão da câmera.

​Ele se contorcia na luta, tentando não se mexer muito. Masturbei um pouco, cuspi na mão e passei no pau para ajudar a deslizar. Fui chegando perto e coloquei a boca toda, e ainda faltou pau para engolir. Lambi a glande e meu irmão deu um gemido. Voltei a chupar o pirulito e pedi calma, enquanto continuava masturbando. Chupei com mais vontade a piroca linda do meu irmão e percebi que a sua pelve moveu para frente — ou seja, ele estava, ainda que involuntariamente, empurrando a piroca na minha boca.

​Mantive a concentração na filmagem. O pirulito acabou e eu só tinha a piroca do meu irmão para chupar; aí sim, canalizei toda a atenção em chupar aquela jeba gostosa. Fiz com mais volúpia, tirei a minha blusa e esfreguei a cabeça nos meus mamilos, enquanto beliscava meus bicos com a outra mão, sem soltar e sem parar de masturbar a vara do meu maninho. Beijei sua barriguinha, próximo ao umbigo, e perguntei se ele iria gozar para mim.

​O José estava tão desorientado que respondeu no áudio. Sorte que eu edito antes de enviar para a plataforma. Passei a massagear suas bolas e a insistir na gozada; pedia leite na minha cara, nos peitos, e meu irmão na luta, já que sua expressão facial era de quem estava prestes a gozar. Cheguei ao auge quando tive a ideia de falar:

— Vamos, caralho! Goza para sua puta! Meu marido está chegando e você tem que ir embora.

​O jato de porra veio na minha cara; estava quente, em grande quantidade e viscoso. Eu tomei um susto. Logo veio o segundo jato, meu irmão urrando, eu passando o pau na cara e nos seios, e a porra continuava saindo.

​Terminou a filmagem e ele foi tomar banho. Eu fui atrás, entramos no box — ele ainda de pau duro. Agradeci a participação especial; ele quis cobrar cachê e o pau ainda estava duro. Me ofereci para baixá-lo com outra masturbação, mas ele não quis.

​De volta para a sala, ele vestiu a cueca, mas o pau estava "meia bomba", até porque eu estava só de camiseta baby look, sem calcinha. Jantei uma "sopinha de entulho" e deitei no sofá para fazer a edição. A gravação ficou tão boa que, de fato, o maninho merecia uma grana.

​Combinei de fazer outros vídeos com ele, mas ele recusou; disse que tinha vergonha. Eu, atuando como empresária, o incentivei a fazer um canal e postar algumas fotos como começo. Prometi ajudá-lo, lembrei que ele tem um belo corpo, que é sexy e gostoso. Sem sucesso, mas penso que, com tempo e paciência, conseguirei plantar essa ideia na sua mente, principalmente como renda extra — e, tratando-se de grana, geralmente ninguém recusa.

​Antes de dormir, ainda dei uma "patolada" no seu pau por cima da cueca, que respondeu automaticamente, mesmo com os protestos e xingamentos dele. Disse a ele que ainda vou chupá-lo na praia à noite; ele riu e disse que sou louca.

​De madrugada, acordei excitada. Parei diante do meu maninho e toquei uma siririca imaginando sua piroca na minha boca. Foi um paliativo, mas gozei gostoso. No outro dia contei para ele que tinha me masturbado enquanto ele dormia, lembrando da mamada que tinha dado. Mais uma vez fui chamada de insana.

​Consegui convencê-lo e marcamos de ir à praia de madrugada. Expliquei que seria uma mamada na areia, com a água batendo na minha bunda. Eu estaria agachadinha, e o filtro da filmagem seria noturno, com a iluminação dos postes. No horário combinado, lá estava eu de minibiquíni, "felando" meu irmãozinho na praia praticamente deserta, com a onda batendo na minha bunda branca. A gozada, mais uma vez, veio com a insinuação de que meu marido era corno e a piroca do meu "amante" era muito melhor.

​Eu falava e isso era um gatilho para o José. Na filmagem, adicionei o áudio dizendo que chegaria em casa beijando a boca do maridão. Pós-filmagem, banho noturno na praia. Em casa, pedi uma pizza e, após o lanche, fomos dormir já muito tarde, curtindo o sucesso da postagem.

​Não imaginei que o meu melhor parceiro de conteúdo estava dentro da minha casa. Minha amiga Suzane quer ele emprestado; já disse que alugo por horas. Já deixei claro para ele que quero dar para ele na cozinha; mais uma luta para convencê-lo de que ele não vai aparecer. Enfim, já estou com experiência em convencimento.

​Até a próxima!

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