Chuva caiu na hora certa

Um conto erótico de Katia
Categoria: Heterossexual
Contém 1797 palavras
Data: 16/10/2025 21:05:34
Última revisão: 12/03/2026 14:16:32

Nosso casamento foi impecável. Eu, Kátia, fui a noiva mais linda do mundo — com certeza a torcida do Flamengo toda concordou! A festa foi maravilhosa, nossos pais foram perfeitos, a grana da "gravata" foi generosa e fomos, literalmente, gozar a tão desejada lua de mel no mesmo dia. Vantagens de um casamento pela manhã; sorte que a chuva atrasou, já que a previsão era de muita água, e o dia não ficou frio nem com aquele calor escaldante que às vezes já começa cedo.

​O dia estava a nosso favor. Apesar de a lua de mel ter sido em outro estado, o clima era o mesmo da nossa cidade; o tempo estava nublado. Chegamos por volta das 14h e a fome já dava alerta da sua presença. Consumimos nossa caixa com o que foi guardado da festa, já que o rito não permite comer nada na hora. Depois, banho e tudo pronto para sair, mas o maridão o que queria era me consumir. Ficou atrás de mim o tempo todo, roçando a piroca no meu corpo, passando a mão, me beijando, me bolinando e me chamando de gostosa. Ele puxava meu braço enquanto eu tentava sair; ele enrolava para se arrumar, lembrando o tempo todo que tínhamos uma semana para curtir. Cedi aos carinhos — os beijos depois de casados parecem que ficam melhores. Os toques começaram a mudar a temperatura do meu corpo e a chuva fechou com o esposo, resolvendo desabar.

​Nessa hora, meu amor me olhou, me beijou e disse:

— Viu? Falei que era melhor ficarmos em casa.

​Ele me puxou e eu fui seguindo a sua vontade. Quando vi, estava do lado de fora; a água da chuva estava gelada. Como o local era uma casa bem privada, ele tirou minha roupa e minha calcinha e foi beijando meu corpo. Ele, como disse, estava peladão. A chuva dava um toque a mais no clima e começamos a curtir a lua de mel em pé, comigo encostada na palmeira que adornava o quintal. Eu só falava para ele me foder gostoso na chuva 🌧️. Tivemos uma noite maravilhosa; o tempo escureceu muito rápido devido às nuvens negras. Curti a chuva nua por quase uma hora, nem aí para resfriado. Puxamos a espreguiçadeira da piscina e a usei para sentar no colo dele, como ele gosta; afinal, tinha que saciar meu macho. E tudo isso sóbrios, kkkkk!

​Depois de ele gozar na minha ppk, entramos em casa. No banheiro nos secamos e finalizamos o nosso primeiro dia debaixo da coberta, nus, bebendo vinho e ouvindo uma música boa. Só faltou o fondue, e a concordância foi unânime.

​Já na alvorada, café da manhã na cama. Eu dei muita sorte; meu marido é lindo e romântico. Mais sexo, óbvio. Meu gato pegou o cinto da calça que veio na viagem e colocou no meu pescoço. Eu, ainda completando o "download da alma" sem entender, deixei que ele me guiasse pela coleira; parecia uma cadela com seu dono. Ele dizia que ia comer meu cu e eu só falei para comer gostoso, já que tudo deveria ser marcante.

— Só a coleira já é marcante — comentou ele.

​Diante do espelho no quarto, eu com as mãos nos joelhos como se estivesse dançando funk, ele me chupando por trás... restou rebolar na cara dele. O "bichinho" dele é enorme, ainda bem que é fino, por isso dou o rabo para ele; se fosse grosso, acho que não aguentaria. Em compensação, o pau é grande. Pedi para ele meter e, já em pé, ele puxava o cinto. Aquilo era muito excitante! Eu ficava às vezes sem ar, mas não reclamava. Meu receio era que ficasse hematoma, já que sou branca, mas pouco importa; estava com meu homem. Ele cadenciava a penetração com a puxada; era gostosa a sensação de ser dominada, domada, estar presa e ser "abusada". Mais uma vez ele gozou em mim. Sei lá o que deu... na cama, pedi para ele me bater com o cinto. Eu em "d4" na cama e o celular filmando, enquanto o chamava de corno, fraco e pau pequeno. Ele batia com força na minha bunda, que ficou marcada pela cintada.

​Nunca tínhamos feito desse jeito; a lua de mel estava fluindo e florescendo nosso momento íntimo. No banho senti arder um pouco, mas gostei de apanhar do meu homem. Já no quarto, falei para ele o quanto gostei e desejei que tivesse mais vezes.

​A postos para nosso passeio pela cidade, deixamos o carro na garagem e fomos a pé. Conforme eu andava, sentia um pouco de ardência da roupa roçando no local da cintada. Comentei com o marido, que disse:

— À noite terá mais chicotadas.

Pedi que as desse pela manhã, no outro dia, e ele aceitou a sugestão.

​O brilho nos olhos revelava a cada atendente que estávamos de lua de mel; o sorriso também deve ter sido outro "caguete". A cidade, de fato, era estonteante. O sol afastava o frio e secava o molhado da chuva que caiu horas antes. Já no primeiro comércio em que entramos — eu estava de vestidinho — pedi para ir ao banheiro, tirei a calcinha e a entreguei nas mãos do meu esposinho. Como deixei o cara louco nesse ato! Ele não parava de olhar para minha bunda quando eu passava na sua frente; eu abaixava de propósito para pegar algo no chão, e ele me chamava de puta.

​Fizemos algumas aquisições, almoçamos num restaurante chique e voltamos para casa no final da tarde. Entrei, tirei o vestido, coloquei o cinto no pescoço e sentei no chão como uma cadela à espera do seu dono. O cinto me excitou muito. Meu marido colocou o pau para fora; chupei o pau do meu homem com o cinto no pescoço, agachadinha e olhando para ele, vibrando a cada expressão do meu dono. Ele gosta quando chupo a cabeça do pau; eu chupava e lambia, chupava as bolas e pedia leite, pedia para gozar no meu "focinho". Aquela noite fui sua cadela. Dei novamente em "d4", desta vez no sofá. Chamei-o de canalha e fdp, e ele puxava o cinto me enforcando, mandava eu calar a boca e eu, como queria ser castigada e queria apanhar, não obedecia às suas ordens. Ele estava bem carrasco; apanhei mais de cinto.

​Meu marido não era carinhoso, e eu o ajudava a não ser, pedindo para me machucar, para não parar. Ele usava o cinto, eu rebolava, até que gozamos juntos. Foi a nossa primeira vez gozando juntos; o beijo foi perfeito. Momento sublime, marcante para nossa vida matrimonial.

​No outro dia não houve as cintadas, mas fomos tomar café em uma padaria que vimos no passeio. Assim que descemos do carro, ele passou a mão na minha bunda e eu falei que estava de calcinha — até porque, se não estivesse, teria dado a ele justamente para ele saber que eu estava sem. Aceitamos a promoção do café para casal, onde serviam espumante no final. Compramos algumas garrafas e nossas mentes já planejavam algo para a tarde/noite.

​Marcello disse que iria enfiar a garrafa em mim enquanto me comia por trás. Disse que poderia machucar, mas quem sabe um brinquedo apropriado que fosse colocado na frente, porque atrás eu queria ele. O homem ficou louco! O beijo dele estava caliente, a mão boba estava atacada e a sua piroca roçava na minha pelve. No seu ouvido eu dizia: "Fode meu cu e me dê cintada na bunda". Percebi que meu esposo estava cheio de más intenções comigo; eu queria era mais safadezas.

​Conhecemos outra parte da cidade. Levamos algo para comer em casa na air fryer, porque o sol pedia uma piscina, e a casa era só nossa; valia a pena curtir o imóvel locado. Na piscina, peladinha, maridão também. Cervejinha gelada, carne na air fryer, o almoço estava perfeito. Levei umas pirocadas na água e o mamei sentada na beirada, com as pernas na água. Ganhei uma bela gozada na boca e fiz questão de dividir a porra com ele no beijo.

​Depois, bem cansados, dormimos à tarde. Já à noite, o banho foi diferente: foi de espumante! Usei duas das três garrafas compradas para tomar banho com meu esposinho. Abria a garrafa e sacudia até o momento do "espirro" da bebida; com o dedo pressionando, direcionava o jato sobre ele. Já encharcado, pude secá-lo com a língua. Acredito que tenha sido o melhor oral que fiz nele; meu amor ficou louco, puxava minha cabeça contra o seu corpo. Em mim, fiz questão que ele rasgasse minha calcinha. Exigi que chupasse meu cu e lambesse todo o meu corpo. Senti-me um sorvete de chocolate, já que sou morena; a língua dele passeava pelas curvas e veredas do meu corpo, causando espasmos, arrepios e, principalmente, tesão. Chupou meus mamilos tão gostoso! A vontade de sentar nele era contida pelo desejo de ser chupada como estava sendo. Sentei no seu colo e bebemos o resto do espumante através da boca; ele virava a garrafa no gargalo e eu aproveitava através do beijo e quicando na sua piroca.

​Meu Deus, não sei o quanto amava cada foda! Já restabelecidos, fomos a um restaurante japonês e finalizamos a noite em grande estilo.

​No último dia na cidade, compramos um brinquedinho no sex shop local e fizemos minha primeira DP. Maridão atrás, como eu queria, os celulares estrategicamente filmando e mais uma novidade para minha vida sexual. No início foi incômodo, mas com jeitinho deu certo e foi muito prazeroso. O proprietário da casa passou por lá; tivemos prazer em conhecê-lo, já que foi indicação. O senhorio indicou um restaurante na parte mais alta da cidade, com uma bela vista, e assim fechamos nossa lua de mel.

​De volta para casa, na rodovia, tive que "dar" para o esposo — ideia dele. Carro parado no acostamento, pisca-alerta ligado. Mamei um pouco agachadinha na porta do carona, maridão em pé com o pau na minha goela, observando se alguém iria encostar. Depois de um tempo, fiquei debruçada no banco de trás e tomei no cuzinho gemendo gostoso, chupando meu brinquedo de plástico. Apesar do gosto de látex, eu estava imaginando outro macho ali. Marcello não demorou e gozou no meu cu. Voltei para o meu banco e vim brincando com o meu "Marquinho" (nome dado ao brinquedo) na bucetinha. O balanço do carro promovia prazeres indescritíveis, tudo isso ao som de xingamentos dizendo que eu era ninfomaníaca.

​Eu ri e pedi que, em casa, levasse mais cintadas. E disse que queria, na segunda parte da lua de mel, ir a um clube de swing. Impressionantemente, ele aceitou os pedidos sem questionamentos. Acho que vou dar para alguém na frente dele; o "piruzinho" que usava na DP me trouxe essa fantasia. Não custa tentar.

​Até a próxima!

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Para mulher virar a cabeça e se tornar uma Vagabunda bem puta, fogosa uma fudedeira!

MÀ Rainha Maria Padilha (Pomba Gira); Ao SÃO Cipriano; MÀ Maria Mulambo (Pomba Gira);

Ao Exu Duas Facas Musifim; Ao Exu Caveira; MÀ Arrepiada (Pomba Gira); MÀ Cigana Iris(em nome de todo povo cigano); MÀ Pomba Gira da Calunga (cemitério); MÀ Pomba Gira das Almas; MÀ IemanjÁ¡; MÀ Rosa Caveira(Pomba Gira); Ao Exu Marabó; MÀS DAS Almas. Bençãos e Salve 13

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vezes, em 7 sete dias seguidos, e vossos nomes serão também divulgados, e terão sempre minha gratidão, respeito e devoção, eu suplico me deem um sinal, agora. Que Assim seja, assim será, assim já¡ é.

Minhas Amadas 13 Entidades invocadas, tenho muito temor, amor, carinho, devoção e respeito por cada uma de vocês, me atendam vos suplico!! Sei que dominam tudo e a todos transformando qualquer pessoa em PUTA, VAGABUNDA, INFIÉL, FOGOSA e FUDEDEIRA!! Que assim seja, assim será, assim já é, pelo poder das 13 Amadas Entidades invocadas, está selado, está consumado, éstá selado, está consumado, está selado, está consumado.

Laroyê, Exu! Exu é Mojubá! Exu! A Vós, Meus respeitos

Orixá Exú e também entidades Pombagiras e Exús. Ogum yê! Ogunhê!7

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