A proposta do Cunhado

Um conto erótico de Roberta
Categoria: Grupal
Contém 1360 palavras
Data: 30/10/2025 08:36:27
Última revisão: 12/03/2026 12:46:54

Sou muito boba e confesso que esse relato me trouxe reflexão. Foi difícil aguentar sozinha tudo o que tive de passar, mas acho que encontrei uma renda extra e vou abraçar essa oportunidade.

​Sou casada com o Roberto há dez anos e somos felizes. Eu sou a Roberta, uma morena de vinte e nove anos, magrinha, mas "peituda". Gosto de abusar no decote, já que não tenho tanta bunda quanto gostaria. Meu marido até gosta quando exibo meus seios; ele fica contando os homens que me admiram e, em casa, sempre fala com detalhes sobre como foi. Eu gosto de ouvi-lo falando e já fiquei excitada com seus comentários, mas não digo nada; deixo-o à vontade com sua fantasia de ver a esposa sendo desejada por outros.

​Em casa, geralmente ando sem sutiã. Fico, às vezes, de top, blusinha pequena ou cropped, porque meus seios ficam mais livres. Meu marido peca porque tem mania de chamar os dois irmãos para passar os finais de semana na nossa casa, justo quando poderíamos curtir sozinhos. Uma vez ou outra tudo bem, mas sempre é cansativo. O negócio deles é fazer churrasco e piscina, o que, de certo modo, tira a minha privacidade. Não posso andar de calcinha e não é legal ficar olhando meus cunhados de sunga; são solteiros e, se tivessem mulheres, daria até para conversar com alguém, mas sou a única mulher cercada de homens. Isso quando não levam mais amigos; outro dia foi um rapaz enorme, a sunga sofria para segurar tudo, marcava na roupa e o volume era assustador. Deu até calor só de lembrar da cena.

​Meu cunhado Marcus é safado e não me respeita como mulher do irmão dele. Ele me olha de um jeito diferente do Fernando; sinto-me invadida. Além disso, não perde a oportunidade de elogiar meus seios. Basta meu marido sair de perto e a "gracinha" surge. Não comento nada com o meu marido para não estragar a união deles, mas o canalha já disse que vai chupar meus seios na minha cama. Eu ouvi e fiquei arrepiada; de fato, tenho muita sensibilidade nessa região e o fdp acertou em cheio no meu ponto fraco.

​Nesse dia, bastou a turma ir embora para eu agarrar o Roberto. Transamos na piscina; pedi para ele me possuir ali mesmo, justo onde ouvi a piadinha do meu cunhado pilantra.

​Como eu estava passando por uma dificuldade financeira, já que estava há seis meses desempregada, o babaca do meu marido contou isso para o irmão. Estava eu em casa, em plena segunda-feira, por volta das nove da manhã, quando a campainha tocou. Conferi pelo olho mágico: era o Marcus, uniformizado. Tomei um baita susto, imaginei que algo tivesse acontecido com o Roberto, mas ele me acalmou e disse que trazia uma proposta irrecusável. Atendi-o no portão mesmo, nem o convidei para entrar. Ele me deu bom dia, elogiou meus seios como sempre faz e disse:

​— Você está dura, desempregada... e eu quero te chupar na tua cama. Tenho umas economias e quero abusar do teu corpo por uma hora. Te pago seiscentos reais para fazer tudo. Você tem quarenta e oito horas para pensar. Quinta-feira estou de folga e, se a resposta for sim, estarei aqui nesse horário para te comer como merece, puta.

​Beijou a minha mão e apalpou meus seios por cerca de dez segundos. Nesse momento, fiquei toda arrepiada e não esbocei reação, perdida com o que ouvi.

​Fiquei tão ansiosa que não entrei em detalhes; voltei para casa atordoada. Não parava de pensar na proposta. Meu marido avisou que tinha chegado bem ao trabalho, desejei-lhe bom serviço e fiz os afazeres de casa com aquela proposta martelando na mente. Quando deu 17h, chegou uma mensagem no meu celular: "Faltam quarenta horas. Pensa direitinho: seiscentos reais em sessenta minutos". Aquilo foi o estopim. Masturbei-me na sala usando a minha escova de cabelo e relendo a mensagem. Estava decidida a aceitar, e o pior de tudo era não ter com quem conversar.

​À noite, meu marido chegou falando do trabalho, estressado com problemas de perseguição. Fiz sexo oral nele na hora do banho e deixei que ele gozasse na minha boca. Ele adora quando o beijo logo em seguida. Ajudei-o a se secar, servi o jantar, conversamos um pouco à beira da piscina e dormimos agarradinhos.

​Terça-feira, às nove da manhã, nova mensagem do cunhado: "Faltam vinte e quatro horas. Quinta-feira está chegando. Setecentos reais e uma surpresa, ou seiscentos sem surpresa". Marcus sabia mexer com a minha mente. O aumento do valor com a tal surpresa era para me deixar ainda mais instigada. Foi difícil passar o dia com aquilo na cabeça. Ele postava no status do WhatsApp que não se deve perder oportunidades — mensagens subliminares para me provocar. À noite, antes do marido chegar, ele aumentou a proposta para oitocentos reais e duas surpresas.

​Não dormi naquela noite. Estava muito ansiosa e, enquanto o marido dormia, fui para a varanda e acendi um cigarro — só fumo quando estou nesse estado. Mandei a mensagem aceitando as duas surpresas e optei pelos oitocentos reais. Precisava da grana. Pedi para ele trazer camisinha e um jogo de lençol, já que eu iria descartar o usado.

​Às nove e quinze da manhã, eu estava completamente nervosa; já tinha fumado três cigarros em quinze minutos. A campainha tocou e entrou uma mensagem do banco informando o crédito de oitocentos e cinquenta reais. Fui até o portão sem entender o valor a mais. Ao abrir, estavam meu cunhado, o irmão dele, Fernando, e o primo, Flávio. Eu não sabia o que fazer.

​Eles entraram sem dizer uma palavra. Eu estava em choque. Como eu estava de calcinha e blusinha, assim que fechei o portão, os três partiram para cima de mim e rasgaram minha roupa ali mesmo na piscina. Eu parecia um objeto. Mandaram-me agachar e tive que satisfazer os três. Marcus pedia para não me marcar e ficava anunciando o tempo que restava. Estaria mentindo se dissesse que não gostei de algumas partes, apesar da surpresa louca e da humilhação.

​Quando o tempo acabou, eles se foram. Voltei para casa acabada e catei a roupa rasgada no chão. Então, chegaram duas mensagens: a primeira do meu marido, dizendo que estava voltando para casa porque tinha sido demitido; e a segunda do meu cunhado, dizendo que tinha mais oitocentos reais disponíveis para a virada do mês, mas que seria em um motel com cinco homens.

​Faltavam três dias para a virada. A notícia da demissão do meu marido me empurrou para a proposta. Respondi que aceitaria mil reais pelos cinco homens, ou mil e quinhentos se o foco fosse apenas o sexo anal. Marcus disse que eu estava com disposição e que levaria a proposta ao grupo.

​Meu marido chegou e me encontrou nua. Perguntou o que houve e respondi que estava chateada com a notícia da demissão e que iria tomar banho de piscina. Na piscina, Roberto comentou que o irmão dele o chamou para um "biscate" na virada do mês e que envolveria cinco homens. Gelei ao ouvir aquilo. Enviei mensagem para o Marcus perguntando se ele estava louco de envolver meu esposo. Ele riu e disse que fez de propósito, que a turma aceitou os mil e quinhentos reais por sessenta minutos.

​Aceitei. No dia combinado, lá estava eu. Para o marido, disse que iria ao ginecologista. No motel, sofri; nunca fui tão exigida fisicamente. Os caras foram brutos e diziam que, como estavam pagando, não precisavam ser carinhosos. Marcus apenas pedia para não deixarem marcas, mas permitia que puxassem meu cabelo.

​Saí de lá muito machucada. Comprei pomada e passei no banheiro de uma loja, pois não conseguia nem sentar. Em casa, deitei e pedi para o marido fazer tudo, alegando cansaço. Ele, prestativo, fez o almoço e serviu na cama. Marcus continua mandando mensagens perguntando como estou e rindo da situação. Ele ofereceu dinheiro para sairmos só nós dois; aceitei e conto na próxima oportunidade.

​Estou fazendo esse "job" sem pretensões. Fui levada a isso e estou gostando. Afinal, dinheiro é dinheiro e não sinto que estou fazendo nada desonesto.

​Beijos, até a próxima.

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Comentários

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Que cena hein

Te imaginar sendo enrabada por 5, deixa qualquer um louco. Parabéns pelo conto

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Negao_RJ
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