Como todos esperam algo de um sábado à noite, fui à balada com a intenção de trabalhar — se é que me entendem. Trabalho produzindo conteúdo para canais adultos e, nas horas vagas, faço jobs. Naquela noite, em questão, eu estava com muita vontade de transar; com "fogo na bacurinha", literalmente fui à caça. Apesar de me quererem para o sexo, naquele dia não era só pelo dinheiro: eu queria escolher, e não ser escolhida. A ideia não era ficar com apenas um, mas sim com um batalhão. Eu estava muito excitada, "fogosa nível hard". Acho que a cena que produzi mais cedo me deixou assim, já que envolvia masturbação com meus brinquedos; só pode ter sido o uso do plug anal, que me deixa com um "comichão" e uma necessidade enorme de dar a bunda. Ativa algo em mim que não sei explicar.
Sou a Regiane: loira, com seios bem volumosos (já que coloquei próteses), bundão e 1,70 m de altura. Eu já chamaria a atenção sem as próteses e as tatuagens. Curto homens e mulheres e, voltando ao relato da boate, logo que cheguei já fui cortejada e convidada para ficar com um grupo, mas preferi dar uma conferida no ambiente; poderia haver algo mais interessante ao fundo.
O som estava uma delícia, aquele ritmo que te faz dançar mesmo sem vontade. Com a adrenalina a mil, eu estava dando piruetas. Encontrei alguns conhecidos e vi dois rapazes que não lembrava de ter visto antes. A química bateu. Imaginei que fossem um casal, mas, conforme eu os encarava, o "negão" fez sinal e eu fui. Ele se apresentou como Marcos e o outro como José. Ofereceram-me uma bebida e, como eram bem "raiz", questionaram por que eu estava sozinha e começaram a me cobrir de elogios.
Respondi que saí à procura de sexo, que queria algo diferente e sair da mesmice. Os rapazes foram tão incisivos que cada um me pegou por uma mão e fomos andando para o "matadouro". Eles estavam agindo exatamente como eu queria: sem delongas, sem voltinhas.
Paramos cerca de três ruas após o evento. Estava tudo escuro, havia um banco de praça e a rua estava deserta. O medo de assalto ou de qualquer covardia passou longe, até porque havia outro casal se pegando encostado na banca de jornal. A menina estava agachada, satisfazendo o rapaz, e era possível ouvir os xingamentos que ele dizia para ela.
Os dois machos me cercaram e me beijaram. O que estava atrás beijava minha nuca e apalpava meus seios, dando beliscões nos mamilos — que sensação gostosa! O da frente beijava minha boca e me masturbava por dentro da calcinha. Levei dedada com dois dedos e, como estava de vestido, facilitei bastante a vida dos dois enquanto eu apertava as duas pirocas grossas. Extremamente excitada, gritei que queria foder ali mesmo. Acredito que o grito saiu de forma extravasadora.
Fui arrastada para um banco sujo — provavelmente a cama de algum mendigo. Repito: era exatamente o que eu queria, viver aquele momento de loucura. Nos pegamos de todas as formas. O casal da banca de jornal já estava transando em pé, e aquela visão trazia mais fogo para o meu rabo. A menina gemia alto e o eco chegava até nós. Os postes não tinham lâmpadas; era um motel a céu aberto.
Chegaram outros casais. Eu estava sentada no colo do Marcos e satisfazendo o José, após já ter feito o inverso. A rua estava deserta e fazia muito frio, mas eu estava pegando fogo. Passava das três da madrugada e, entre o ruído de motos e carros, de repente ouvimos um barulho. O Marcos logo percebeu um catador atrás de um carro, olhando tudo. Segundo o Marcão, ele já estava ali há algum tempo, provavelmente se masturbando. Ninguém quis tirá-lo de lá ou afugentá-lo; continuamos nosso sexo à luz da safadeza. Fiquei de bruços com as mãos no banco e foi demais, porque eles alternavam a penetração, e a certeza de que havia alguém nos assistindo me deixava ainda mais excitada.
Quando os meninos gozaram na minha cara, vi que o mendigo estava muito sujo, mas tinha um dote considerável, enorme. Ele se masturbava enquanto eu olhava para a sua rola. Os rapazes perguntaram se eu estava com vontade de pegar o coletor também. Respondi que, se não fosse a sujeira, talvez com uma camisinha eu daria para ele, sim. O coitadinho estava tão excitado que gozou duas vezes, e eu só sabia olhar para ele enquanto era "maltratada" pelos dois fdp.
Voltamos para a balada depois da metida. Os rapazes pagaram outra bebida e se foram, mas eu não esquecia o dote do morador de rua. Que desperdício de pau! Caberia até uma cena no meu conteúdo digital; minha mente fervilhava. O visual dele, barbudo e cabeludo, cairia bem em uma cena de rua, exatamente como estávamos. Fiquei pensando em "adotar" o pobre coitado: banho, roupa limpa e, como recompensa, sentar nele. O cara era "roludo" demais e fiquei excitada com ele também. Acho que vale a pena investir e ganhar uma grana com um vídeo novo no canal. Já pensei até no título: "O mendigo da rola grossa".
Terminei a noite com um casal no motel. A mulher me contratou porque o esposo não gosta de certas práticas com ela, e eu tive que atender aos dois. No dia seguinte, voltei ao local onde tínhamos transado; passei por lá duas vezes na loucura de achar o tal morador de rua, mas não o vi. Estacionei o carro e o procurei, mas não tive sucesso.
Foi a maior piroca que já vi, e olha que sou profissional do sexo. Minha mente não parava de lembrar dele. Estou interessadíssima em investir nele; afinal, no lixo encontra-se tesouro. Com certeza um vídeo com aquele dote causaria inveja.
Sigo à procura dele. Até a próxima!
