Eu não sei quanto tempo durou aquela reunião. O prazer de estar em contato com o cheiro daquele homem, mesmo que por meio de sua cueca, era algo que me deixou inebriado. Perdi a noção do tempo e do espaço, os olhos fechados, absorvendo o cheiro daquele homem. Meu pau explodia de tão duro, e, sem nem perceber, comecei a me tocar. Pressionava aquela cueca contra meu rosto com cada vez mais força. Foi tudo tão intenso que em determinado momento acabei gozando. Devo ter flutuado no paraíso por pelo menos um minuto até sentir algo quente caindo na minha testa e na mão que eu segurava a cueca, me fazendo tomar novamente consciência do que estava acontecendo. Instintivamente, tirei a mão e a cueca do rosto e acabei levando mais um jato quente, dessa vez no rosto, perto da minha boca. Só então entendi o que estava acontecendo. Eu estava deitado no sofá, Raul estava em pé, se masturbando enquanto gozava litros no meu rosto. Quando terminou de gozar, Raul levou o pau no rumo da minha boca, que instintivamente abri. Ele enfiou o pau na minha boca sem cerimônia, e só parou quando sentiu meus lábios encostarem sua virilha. Eu chupei seu pau alguns minutos, até que ele simplesmente o puxou pra fora da minha boca e disse:
- Eu nunca senti tanto tesão na minha vida! Eu te disse que não poderia me distrair da reunião, mas você não me deu escolha a não ser remarca-la pra daqui uma hora. Quando olhei pra você e o vi se masturbando enquanto apreciava meu cheiro, meu pau estourou e eu tive que parar a reunião na hora. Não consegui nem me conter, acabei gozando em você.
- Mestre, seu cheiro é divino. Obrigado por me permitir esse prazer, senhor! Foi uma honra receber sua porra na minha cara depois do privilégio de gozar sentindo seu cheiro. - Respondi, sorrindo.
- Eu fico louco com essa sua devoção. Você não sabe o monstro que está criando, Pedro. Mas não pare! Não pare, pois teu macho nunca se agradou tanto! Eu, como teu rei, lhe proíbo de parar.
- Eu nunca nem cogitei a ideia de parar, senhor, e agora, menos ainda!
- Que bom! Mas você merece ser castigado, pois me distraiu quando sabia que eu não poderia me distrair, você não acha? - Disse ele, em tom de desafio.
- Senhor, eu acho apenas o que o senhor disser que eu devo achar. Por favor, me castigue por distraí-lo. Eu mereço que o senhor me castigue. Faça de mim o que quiser. Eu sou seu. Só seu. - Respondi, da forma mais dócil que consegui.
- Porra, viadinho, onde você estava esse tempo todo que não estava me servindo? Pq só agora te encontrei? Você nasceu pra me satisfazer, para realizar meus caprichos! Tão submisso. Tão disposto aos meus desejos. Implorando por mim, implorando para que eu o castigue.
- Senhor, eu sou seu. Por favor, eu mereço ser castigado.
Raul sorria com visível orgulho. Sentou-se no sofá e mandou que eu deitasse por cima de suas pernas. Raul, então, começou a estapear minha bunda, enquanto dizia que eu o havia provocado e agora deveria aguentar as consequências. Cada tapa que Raul me dava parecia o melhor carinho que alguém poderia receber. Eu gemia em seu colo, mas isso só o instigava a me dar mais tapas. Seu pau já estava duro novamente, mas quando ele parou de me bater, apenas pegou sua cueca, dobrou, me mandou abrir a boca e a colocou lá dentro, dizendo:
- Sua próxima lição é reconhecer o gosto do teu homem. Por enquanto, você vai sentir o gosto por meio dessa cueca. Eu vou sair agora pra comprar algo para comermos, depois vou fazer minha reunião no seu quarto enquanto você fica na sala, pra não termos de novo esse tipo de imprevisto. Você vai ficar com essa cueca na boca até eu terminar, e não é pra tirar enquanto eu não mandar, entendido?
- Sim senhor! - Balbuciei, com a cueca na boca.
Raul saiu e eu resolvi aproveitar seu tempo na rua para fazer uma limpeza no quarto. Organizei tudo, arrumei a cama, varri o chão e deixei o quarto bem cheiroso pro meu homem fazer sua reunião confortavelmente. Assim que terminei de arrumar o quarto, fui pra cozinha e comecei a guardar as louças do café da manhã. Nesse momento, ele chegou. Colocou as compras em cima da mesa e me abraçou por traz, feliz por eu não ter tirado a cueca da boca até agora, o que nem havia passado pela minha cabeça. Raul seguiu para o quarto e fechou a porta. Vi que ele havia comprado uma carne e um pacote de batata congelada. Resolvi colocar tudo na airfryer e adiantar o almoço e, nesse meio tempo, organizei e limpei o restante da casa. Com tudo pronto, me deitei um pouco no sofá para esperar meu homem. Quando saiu do quarto, Raul deu uma volta pela casa antes de ir até a sala. Quando chegou a sala, mandou que eu levantasse a cabeça, sentou-se e colocou minha cabeça em seu colo. Raul começou a me acariciar, sorrindo.
- Você está me deixando tão satisfeito, viadinho! Limpou tudo aqui, adiantou o almoço, deixou o quarto brilhando pra minha reunião. E isso tudo sem descumprir minha ordem. Vem, - Disse Raul, tirando a cueca da minha boca - vamos almoçar
Saber que estava satisfazendo um homem daqueles me deixou em êxtase. Eu não podia ter ficado mais feliz que com aquela fala. Me enchia de orgulho saber que meu rei estava reconhecendo meu esforço, e isso só me dava mais gana de agradá-lo sempre mais. Eu não conseguia parar de sorrir, e via que ele também sorria radiante. Depois do almoço, Raul quis descansar um pouco. Ele se deitou e pediu que me deitasse junto, mas com a boca grudada em seu saco, para continuar a aprender sobre o gosto dele. Dormimos por umas 2 horas. Quando acordei, suas bolas ainda estavam na minha boca, extremamente babadas, o pau quente e duro feito aço. Raul estava no telefone, uma mão acariciando levemente a rola, e demorou um pouco pra perceber que eu tinha acordado. Quando me viu desperto, sorriu e ficou me encarando por três minutos.
- Muito bem, putinha! Não tirou meu saco da boca, aprendeu direitinho a só fazer o que eu mando, e a não fazer o que eu não mando. - Disse ele, depois desse tempo me encarando. - Pode sair daí agora, você vai aprender agora sobre o gosto de todo seu macho. Vejo que meu saco já é seu conhecido, e é no gosto dele mesmo que você deve se viciar. Mas para você aprender melhor, quero que vc passe a língua por todo meu corpo, começando pelos pés.
Eu fiz exatamente o que ele mandou. Desci ate seus pés, os beijei, olhei em seus olhos e agradeci ao meu homem. Ele sorriu, satisfeito, em resposta. Lambi seus pés em toda a extensão. Me concentrava pra cobrir toda a área, e, vez ou outra, o olhava com a cara mais devassa que eu conseguia. Subi beijando suas pernas e me deparei com seu pau duro, quente, pulsante. Cheirei seu saco, beijei e disse:
- Muito obrigado, meu rei, por me deixar lambe-lo
- Isso mesmo, vejo que não esqueceu! - Respondeu - É assim mesmo que é pra fazer quando for me chupar. Primeiro cheira meu saco, beije-o, me agradeça, e só aí pode começar a lamber.
Comecei a lamber novamente seu saco. Eu não tenho palavras para descrever o quão magnífico é poder chupar as bolas desse macho. Ele mandou que eu descesse mais a língua, e fui lambendo até chegar em seu cu. Sua bunda era um tesão, grande, firme, peludona. Ali também lambi com vontade, escutando os gemidos do meu senhor que, em um tempo, mandou que eu parasse e viesse lamber sua barriga. Eu, honestamente, quase gozei com a oportunidade de lamber aquela barriga grande, peluda, forte. Subi seu peitoral e Raul colocou os braços atrás da cabeça, abrindo o caminho para suas axilas. Lambi suas axilas com gosto, vez ou outra escutando os gemidos roucos de Raul. Eu não sei quanto tempo passamos nisso, mas percebi que, lá fora, pela janela, o sol já havia ido embora. Raul puxou meus cabelos, disse que eu já havia sentido quase todos os gostos e agora seria a disciplina final. Mandou que eu ajoelhasse no chão, abrisse a boca e colocasse a língua pra fora, o que fiz prontamente. Sem aviso, Raul cuspiu em minha língua e ficou me observando. Eu sorvi aquele cuspe, fechei os olhos, apreciei e engoli. Ainda estava com os olhos fechados quando senti mais uma cusparada, dessa vez no meu rosto. Quando abri os olhos, Raul estava me encarando e parecia um pouco apreensivo.
- Eu fui longe demais? - Perguntou, preocupado.
- Não senhor, mestre! O senhor é perfeito, e tudo que você faz é perfeito. Obrigado por tudo, é uma honra servi-lo. - respondi, sorrindo, o rosto molhado de cuspe. Raul sorriu sombriamente e retrucou
- Caralho, putinha, você que é perfeita. Nada do que eu quero é demais pra você e isso me fascina.
Raul começou a esfregar o pau duro no meu rosto, espalhando seu cuspe por todo lado. Bateu algumas vezes com o pau na minha cara, enquanto eu o olhada admirado, sorridente, com a língua pra fora. Ele mandou que eu chupasse apenas a cabeça e eu fiz com vontade. Chupei e lambi com maestria por alguns minutos, até ele enfiar tudo dentro da minha boca. Raul segurava minha cabeça e socava na minha boca com vontade, rindo do meu desespero para respirar enquanto eu chupava. As vezes ele fazia eu me engasgar de propósito, então puxava meus cabelos pra traz, tirando o pau da minha boca pra que eu pudesse respirar, e dizia:
- Eu sei que você está engasgando, seus olhos estão até lacrimejando. Mas está tão gostoso pra mim! Você não vai querer que eu pare, né!? Você está quase me fazendo gozar.
- Não, senhor, por favor, não pare. Por favor, me deixe fazê-lo gozar! - Respondia, quase alucinado, enquanto tentava desesperadamente alcançar seu pau novamente para, com sofreguidão, enfia-lo eu mesmo todo em minha boca.
- Eu vejo em seus olhos você implorar pra que eu foda sua boquinha. É isso que você quer? - Perguntou-me.
Eu apenas acenava freneticamente que sim com a cabeça, a boca entoxada com seu pau, os olhos marejados, realmente implorando por ele, enquanto o via sorrindo pra mim e recomeçando o movimento com a cintura. Raul fudeu minha boca o quanto quis. As vezes tirava o pau da minha boca, cuspia e voltava a colocá-lo e fazer tudo de novo. Eu, ajoelhado, me masturbando, no ápice do tesão. Raul finalmente tirou o pau da minha boca e me mandou chupar seu saco. Fiz com vontade, babando aquelas bolas como se minha vida dependesse disso. Raul urrou e gozou novamente, seu saco na minha boca, a porra pegando no meu cabelo, no chão, uma quantidade absurda. Eu gozei ao mesmo tempo, estava no paraíso pela segunda vez só aquele dia. Eu nunca havia me sentido assim. Era como se eu tivesse encontrado o sentido da minha vida: servir ao Rei Raul. Ele se sentou na cama também em transe, enquanto eu, ajoelhado, apenas pendi para o chão, caindo coincidentemente em cima do pe de Raul. Quando percebi, comecei a beijar seu pé e agradecê-lo pelo orgasmo incrível que ele tinha me proporcionado novamente. Ele me olhava do alto, sorrindo, maravilhado. Me chamou para tomar banho. No banho, Raul me tratou com toda delicadeza do mundo. Me beijava com carinho, passou o sabonete pelo meu corpo, o rosto sorrindo, radiante. Quando saímos do banho, percebi que ele estava um pouco cabisbaixo. Fiquei um pouco preocupado, pois tudo que me importava agora era a felicidade daquele homem, e resolvi que seria melhor perguntar o que havia de errado.
- Senhor, - disse, de forma meiga, sentando ao seu lado - eu fiz algo de errado? Pq o senhor está assim? Por favor, deixe-me concertar!
- Porra, Pedrinho, você me quebra. - Respondeu, sorrindo. - Você foi perfeito. Soube agradar teu rei como ninguém, e ele quer muito te recompensar por isso.
- O senhor já me recompensou - Respondi, prontamente, quase que de forma mecânica.
- Está vendo como você é um escravinho perfeito? Eu estou até revoltado, mas eu preciso voltar pra casa hoje.
Aquela notícia me pegou um pouco desprevenido. Eu não estava lembrando que íamos passar apenas aquele dia juntos e não o resto dos dias. Nesse momento, me lembrei que era nosso primeiro encontro e pensei que estava emocionado demais, pois ele já tinha até planos pro fim de semana com o tal de Luan e já estava ficando também cabisbaixo. Mas então ele me disse:
- Eu estive pensando desde de manhã. Sabe, hoje é quinta. O que você acha de eu vir pra cá amanhã depois do trabalho, e passamos o final de semana juntos? Sinta-se livre caso não queira, afinal de contas, a gente acabou de se conhecer e tudo o mais, não quero que fique desconfortável.
Meu mundo novamente ganhou toda a cor que havia perdido nos últimos minutos. Eu sorri pra ele e ele entendeu minha resposta e sorriu de volta.
- Senhor, nada me faria mais feliz que passar um fim de semana inteiro com o senhor! Por favor, me conceda esse privilégio!
Ele veio, ainda sorrindo, se aproximou e me beijou com ternura. Eu me desmanchei com aquele beijo, e, como se fosse possível, me entreguei mais ainda aquele macho. Eu era tão propriedade dele quanto sua moto ou seu celular. Eu faria de tudo por aquele homem. Raul me acariciou e, olhando em meus olhos, disse:
- Eu sempre soube que existia alguém que iria se entregar pra mim com tanto zelo, com tanta vontade. Eu sempre soube que te encontraria. E agora você é meu. Meu escravinho. Minha putinha. Meu viadinho. Só meu. Eu vou te usar tanto esse final de semana, vou te deixar tão viciado em mim que ficar longe de mim vai te deixar desesperado.
- Eu mal posso esperar, senhor. Todo meu corpo, todas as minhas células imploram pra que me use, que faça de mim o que eu quiser. Eu sou só seu, mestre, e tudo que eu quero é te servir.
Nós ficamos juntos, conversando banalidades e rindo até o início da noite, e Raul foi pra casa. O resto da noite foi completamente sem graça, e os momentos que passamos juntos não saiam da minha cabeça. Conversamos pelo WhatsApp um pouco, mas logo me banhei e fui dormir. Eram 3 da manhã quando acordei com meu celular tocando. Eu atendi meio dormindo.
- Viadinho? - Disse a voz do outro lado da linha quando eu disse “alô”
- Senhor? - Respondi, reconhecendo aquela voz instantaneamente. - O que houve?
- Eu não consigo dormir, não paro de pensar em você. Estou indo pra sua casa!