Uma fantasia armada que a minha mulher fez em um bar gay.

Um conto erótico de Hero(relato de um amigo)
Categoria: Gay
Contém 1571 palavras
Data: 19/06/2025 17:57:33
Última revisão: 04/05/2026 12:46:02

UMA FANTASIA ARMADA: O BAR EM PORTO ALEGRE.

Olá, pessoal. Sou o Rogério — Roger para os íntimos. Tenho 39 anos, 1,80m de altura e um estilo rústico, bem "homem do campo". Sou proprietário de uma madeireira aqui na região e sou casado há 15 anos com a Flávia, uma mulher deslumbrante de 37 anos. Somos parceiros de vida, apaixonados e, acima de tudo, grandes confidentes. Nossa regra sempre foi clara: conversamos sobre absolutamente tudo para que nada venha a envenenar nossa relação.

Sempre buscamos formas de esquentar o clima, de sair da rotina. Assistíamos juntos a filmes de ménage, voyeurismo e trocas de casais. Ela, em especial, tinha uma queda enorme pela temática bissexual masculina. Confesso que no início eu não era tão fã, achava estranho, mas fazia questão de acompanhar tudo só para vê-la excitada. Até então, porém, tudo não passava de pura imaginação e conversa de travesseiro.

Há um ano, sentimos que o sexo estava ficando meio mecânico, com mais amizade do que aquela paixão avassaladora de sempre. Decidimos então abrir o jogo de vez sobre nossas fantasias mais secretas. Eu confessei que adoraria a ideia de um trio com outra mulher, ou até mesmo transar com duas enquanto os maridos delas ficassem só olhando. Ela, com aquele olhar safado que só ela tem, sorriu e disse que realizaria meu desejo se eu realizasse o dela: ver-me com outro homem, talvez numa brincadeira a três, com ela ali no meio, ou ela sendo possuída por mim enquanto um cara nos estimulava.

Rimos muito, mas aquela conversa gerou um tesão absurdo que nos manteve acordados até o amanhecer. No dia seguinte, ela me presenteou com duas cuecas de tecido fino, daquelas bem transparentes na parte da frente, e anunciou: na sexta-feira, iríamos comemorar nosso aniversário de casamento com estilo no centro de Porto Alegre.

A Noite no Centro

Saímos sem rumo certo, dirigindo por ali mesmo, e acabamos parando na Avenida Salgado Filho, perto da Venâncio Aires. O movimento era intenso, alegre, e dava pra perceber logo de cara que o público era predominantemente formado por homens, muitos bonitões, de various estilos. Por volta da 1h da manhã, seguindo a dica de um garçom que conhecemos por acaso, entramos num lugar chamado "Discretus Bar".

Lá dentro, o clima era de pura festa: música eletrônia no talo, luzes coloridas e muitos homens sem camisa dançando, se exibindo, curtindo a noite. Confesso que na hora deu uma travada, pensei até em ir embora, mas a Flávia estava fascinada, com os olhos brilhando, e quis ficar. Enquanto eu me afastei um pouco para buscar nossas bebidas no balcão, vi um homem elegante, bem vestido, se aproximando dela e puxando assunto. Quando voltei com os copos, ele se afastou rápido.

— E aí, amor, quem era esse cara? O que ele queria? — perguntei, meio desconfiado.

— Nada demais, amor... só queria saber quem era você. Eu disse que você era meu irmão, que estava passando uns dias aqui na cidade pra conhecer.

— Nossa, por que disse isso? Que ideia foi essa? — estranhei.

— Ah, foi o que veio na cabeça na hora, kkkk... E sabe o que ele me falou? Disse que você é um "gostosão" da porra! Que chamou atenção dele logo de cara.

O Show de Stripper

A noite foi seguindo, rolou um show de strippers de muito bom gosto, homens sarados fazendo a festa. Depois, o apresentador pegou o microfone e anunciou um concurso rápido para os clientes: quem topasse subir no palco e fizesse um strip até ficar só de cueca, ganhava 5 cervejas liberadas e um prêmio em dinheiro de 500 reais.

A Flávia começou a me cutucar, me provocar, me animando:

— Vai lá garanhão! Mostra esse corpo de madeireiro pra geral! Você tem potencial pra ganhar!

Estava bem animado pela bebida e pelo clima, aceitei o desafio. Subi no palco ao som de "I’m Sexy and I Know It". A recepção foi eufórica, gritos, palmas. Fui tirando a roupa aos poucos, brincando com o público, até que restou apenas aquela cueca transparente que ela tinha me dado. Nossa, quando viram o volume do meu pau ali marcado, quase sem nada pra esconder, o público foi ao delírio!

Ganhei na certa, claro! Saí de lá com os 500 reais do prêmio, mais uma grana extra — umas notas de 20, 50 e até 100 que eles jogaram no palco pra mim, dando uns 320 reais a mais. Desci todo orgulhoso, a Flávia me abraçou toda radiante, sussurrando no meu ouvido:

— Você não imagina o tesão que eu senti vendo todos eles te querendo, te desejando... que coisa louca!

O Convite Estranho

Perto das 3h da manhã, acabamos conhecendo o Douglas, irmão do dono do bar. Um cara bonitão pra caralho, charmoso, simpático, bem cuidado. Ele nos convidou para continuar a festa na sua casa, que ficava ali perto, num bairro nobre. A Flávia aceitou na hora, nem piscou.

A casa era realmente luxuosa, com uma adega impecável, ambiente muito bom. A conversa fluiu solta, ele contou que estava separado há quatro meses e que aquela era a primeira vez que ele tinha ido num ambiente daquele tipo, que estava se sentindo à vontade com a gente. O clima esquentou de vez quando a Flávia, direta como sempre, sugeriu a brincadeira a três.

Eu fiz logo a minha condição, meio na defensiva mas já com tesão:

— Tudo bem, podemos curtir, mas aviso logo: eu não faço nada com ele, não rola beijo nem nada de homem com homem, só curto o lance com você.

O Douglas sorriu, safado:

— Tranquilo, Roger... você decide o que quer fazer ou deixar de fazer. O negócio é todos se divertirem.

O Encontro

Começou com beijos triplos, bem molhados, excitantes. O Douglas foi se aproximando, se ajoelhou no chão ali mesmo e começou a me estimular por cima da roupa, passando a mão com vontade no meu pau já duro, enquanto eu beijava loucamente a minha esposa.

— Amor, deixa rolar... é tão gostoso... — sussurrou Flávia no meu ouvido. — Deixa ele te chupar, deixa ele te fazer bem...

Eu fechei os olhos e deixei rolar. Permiti. Logo já estávamos todos pelados, envolvidos naquela loucura. Ele tinha uma boca quente, sabia fazer um boquete daqueles de deixar homem doido. Chupava, mamava, acariciava minhas bolas, enquanto eu segurava a cabeça dele.

Num dado momento, ele se virou, pediu, implorou pra que eu fudesse ele.

— Por favor, Roger... quero sentir esse pau grande me comendo... mete em mim, por favor...

A Flávia, toda esperta, já foi logo preparando tudo, passou lubrificante, ajudou ele a se posicionar. Eu, tomado por uma adrenalina louca, uma sensação estranha e gostosa, aceitei. Encaixei a ponta grossa do meu pau naquele cuzinho apertado e fui metendo devagar, até entrar por completo.

Foi uma experiência intensa, diferente, viril. Socava com força, sentia ele se apertando em volta do meu cacete, gemendo muito, dizendo que era grande, que enchia ele todo. Ficamos nessa por um bom tempo, ela ali do lado, se tocando, assistindo, louca de tesão.

Depois, exaustos e satisfeitos, ele nos chamou para a hidromassagem. Mas a Flávia, num gesto inesperado, olhou pra mim e sorriu:

— Vão vocês dois... eu vou ficar aqui descansando um pouco no sofá. Vai lá, garanhão... termina o que você começou, curte mais um pouco esse cuzinho gostoso...

Suspeitas e Desfecho

Enquanto eu subia as escadas atrás dele, uma pulga atrás da orelha começou a coçar. Espera um pouco... Aquele rosto... Ele não era o mesmo cara que estava conversando com ela lá no bar quando eu fui pegar bebida? E mais: em alguns momentos, ele chamou ela de "Anna"... Anna? Onde já se viu? Esse é um apelido carinhoso que só eu uso com ela!

Tudo começou a fazer sentido. Será que era tudo uma armação? Será que eles já se conheciam e planejaram tudo isso direitinho pra me colocar na situação?

Chegando no quarto, ignorei a hidromassagem e fiz um show particular pra ele, rebolando, me exibindo, sentindo o poder de ter um cara daqueles louco por mim. Ele, todo animado, começou a colocar notas de 100 reais na borda da minha cueca, igual fazem com os garçons de programa, me incentivando, me tratando como um verdadeiro garanhão. Eu já nem ligava pra mais nada, só queria curtir o prazer. Ele puxou o pau dele de novo, eu meti a mão, bati punheta pra ele gozar também.

Dormimos todos ali mesmo, cansados mas felizes. Na manhã seguinte, apareceu um amigo dele, o Juliano, pra tomar café, ficamos conversando, e depois decidimos que já era hora de ir embora.

No carro, voltando pra casa, o clima era de deboche, risada e muito prazer.

— E aí, meu garanhão... — ela começou, me olhando com aquela cara de quem sabe tudo. — Está com ciúmes? Ou está se sentindo o cara mais desejado do mundo?

Eu abri a mão, mostrei o bolo de dinheiro todo que tinha ganhado na noite, as notas amassadas na carteira.

— Essa resposta serve pra você? — falei sorrindo. — E o cara disse que quer repeteco de novo amanhã, hein... você deixa eu ir lá de novo?

— Claro que não, seu safado! — ela riu, me dando um tapa carinhoso na coxa, e me puxou para um beijo demorado. — Essa pau grosso é minha e de mais ninguém tá seu safado!

E assim terminou essa noite de loucuras, uma fantasia que virou realidade, e que ficou marcada pra sempre na nossa história.

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 119Seguidores: 236Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

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Só fiquei com uma dúvida,ela ficou com o tal cara que estava na casa né?

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;) Garotas gostosas estão te esperando no --- Sexy24.mom

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Sou de Porto Alegre tbm....se quiser conversar tenho telegram, com algumas fotos: luispoa

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Que tesão!! Minha mulher adora muito um ménage com bi masculino!! Bom, eu tbm claro..rsrs

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É vocês ja fizeram?

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Herosexy,sim várias vezes!! Como é muito difícil rolar bi masculino nas casas de swing, vamos muito a boates e bares LGBT,íamos muito na ALoka ou às vezes até com GPs.

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Que legal, sintonia amigo é tudo velho é tudo tudo tudo então assim eu acho que para ser feliz para ser feliz não importa a forma importante é que o casal Tenha respeito um pelo outro..

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Exatamente, respeito é tudo. E uma boa conversa tbm..aos poucos fomos nos descobrindo, ela mais dominadora e sádica e eu muito submisso e masoquista. Aos poucos fomos buscando informações sobre o BDSM, e mesmo sem entrar no meio, apenas umas vistas no Dominatrix em SP,fomos adaptando as práticas a nossas vontades.

Sempre questionando os limites que tínhamos, e engraçado que com a convivência, os próprios limites são elevados cada vez mais!!

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queria te conhecer

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Eu também,se ele é tão sedutor como é nas palavras,a minha noiva iria me largar se conhecesse ele..

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Vc é D +.. obrigado por ler meus contos, ainda estou pensando sobre o teu desejo, e se vc quiser, me passa alguns dados de vcs. Acho que vou fazer seu conto. Me diz pelo e-mail o que você deseja.

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