As Histórias de Dona Carmosina

Um conto erótico de Marcela
Categoria: Heterossexual
Contém 855 palavras
Data: 10/05/2025 22:43:48
Última revisão: 12/03/2026 19:20:44

Infelizmente meus pais se foram muito cedo e fui criada pelos meus avós, que são tudo para mim. Lembro-me vagamente dos meus pais, pois era muito nova quando houve a tragédia, mas com meus avós aprendi tudo: formação de caráter, respeito e educação. Sou grata pela vida deles. Infelizmente, há cerca de dois anos perdemos o vovô, e hoje moro com a minha vozinha, Dona Carmosina, de 75 anos. Ela é uma senhora arrumada, sempre se cuidou e está com tudo em cima; proporcionalmente à idade, eu perco para ela! A mulher não falta à academia, tampouco à natação. O corpo da "coroa" é de dar inveja.

​Eu sou a Marcela, uma morena que, assim como minha avó, treino, gosto da natureza, não bebo e não sou dada a noitadas — a não ser ouvindo as histórias que minha linda avó conta. E é exatamente sobre isso que quero falar: o dia em que ela começou a transar com o vovô.

​Ela começa dizendo que, na época, o sexo só era permitido após o casamento. A solteira tinha que ser virgem, símbolo da pureza, orgulho da família e "mulher direita". Vovó diz que sempre teve "fogo no rabo" — foram essas as palavras que ela usou. O vovô a perturbava passando na sua porta diariamente; um negão sarado, na época militar, ele fazia questão de cortejá-la e paquerá-la, passando no horário já combinado com a intuição dela.

​Minha avó contou que eles começaram a namorar. Vovô falou com meu bisavô, que consentiu. Ela narra que ele foi fardado e tudo; gaguejou, mas era firme quando estava com ela. Apesar das recomendações da bisavó de não permitir "saliências", e de o namoro ser vigiado, minha querida Carmosina conta suas peripécias. Afinal, não adianta colocar pressão: quem quer dar, mais cedo ou mais tarde, vai ceder.

​Seu único temor resumia-se em perder a "honra"; seria um acinte para seus pais saberem que ela tinha perdido a virgindade antes do matrimônio. E aí entrou a estratégia do meu avô, Sr. Manoel — um negão forte e alto, como descreve minha avó com os olhos brilhando e um sorriso largo, olhando para o retrato dele pendurado na parede. E ela seguiu com as suas aventuras de adolescente.

​Vovó Carmosina conta que faltou à escola e foi ao encontro do amado. Uniformizada, entrou na casa do namorado sem se preocupar com os olhares da vizinhança. Aproveitou que os pais do seu "mozão" não estavam e cedeu à tentação de namorar sem os olhares cuidadosos de seus pais. Ela confessou que queria sentir algo a mais; como não tinha com quem conversar, apostou que a loucura daria certo, já que havia a promessa de não romper o hímen. Meu avô já tinha dado a opção do sexo anal; o oral ela jamais faria pois, segundo ela, tinha nojo.

​Meu avô sarado, vendo sua namorada ali, não perdeu tempo com formalidades. Beijos quentes e mãos bobas debaixo da saia. Minha avó conta que ele estava afoito, nervoso e tremia, mas atendeu às expectativas — sempre sendo lembrado de que não poderia penetrar na frente. Debruçada em uma mesa da sala, ele arriou a calcinha dela até o joelho, levantou a saia do uniforme, colocou aquela piroca para fora e, com um cuspe na mão, passou no rabo da minha avó. Gente, nessa hora eu ri e minha avó também! Ela contou que só sentiu algo a invadindo; jamais pensou em se masturbar para aliviar a penetração.

​Manoel fazia força tentando entrar com tudo; Carmosina na luta para facilitar a entrada do pau no cuzinho virgem. O seu amor empurrando no vai e vem, segurando sua cintura, sem qualquer carinho ou romantismo. Sem noção da piroca que tinha — enorme e grossa —, ele só queria se satisfazer, e conseguiu entrar com tudo. Foi uma dor tão intensa que ela conta que chorou, embora ele não tenha percebido.

​Ao finalizar, ele gozou no rabo da vovó, tirou o pau e foi se limpar sem demonstrar qualquer afeto ou carinho; absolutamente nada. Minha avó se arrumou, pegou a bolsa e foi para casa, chegando antes do horário de costume. Alegou que estava passando mal e foi para o quarto. Ao trocar de roupa, percebeu que a calcinha estava suja de sangue e que o rabo doía muito.

​Três dias depois, no dia de namorar na presença dos pais, ele estava todo feliz querendo saber quando teria outra oportunidade. Falavam entre os dentes; ela contou como chegou em casa e que ainda estava ardido, mas que, de fato, queria novamente. Mas, desta vez, teria que ter carinho e ser sem violência. Ele confessou que era sua primeira vez também e que estava muito nervoso.

​E minha avó, que eu jamais imaginaria ser tão sapeca, faltava à aula uma vez na semana para "dar o butico" para o noivo. Isso sucedeu até o casamento, quando ela perdeu a virgindade para o esposo na lua de mel. Segundo ela, depois disso não deu mais o cu — eu, sinceramente, não acreditei, kkkkkk! Ela disse que era coisa de quando era solteira; casada, era só na bucetinha.

​Minha avó e suas histórias... Até a próxima!

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