Meu marido é um negão gostoso, enorme, delicioso e safado. Após meu aniversário, ele fez um jantar para nós que, por sinal, estava maravilhoso. Fui obrigada a agradá-lo e uma das formas, já sabida por mim, é mamando seu pau preto e grosso.
Eu sou a Cássia, uma jovem senhora branca, de olhos verdes e baixa estatura. Às vezes fico pensando como consigo encarar tudo aquilo, mas eu sou valente; baixinha é arretada. Voltando ao assunto, já eram quase 21h quando ele saiu do banho. Como sempre faz, ele anda pela casa peladão. Aquele mastro balançando é, sem exagero, algo que mole já assusta. Ele foi até a cozinha pegar algo enquanto eu estava na sala assistindo TV. Ele se aproximou de mim e colocou a piroca na minha boca, sem pedir ou comunicar; parecia que estava guardando-a em um local seguro.
Nossa, eu ainda estava bebendo meu vinho que acompanhava o jantar. Não me fiz de rogada: continuei segurando a taça e, com a mão esquerda, segurei a parte que ficou para fora da minha boca — boquinha pequena e apertadinha como meu rabo, ambos os locais onde ele enfia sem a menor pena. Voltando ao foco do enredo: ele puxa minha cabeça de encontro àquela tromba e eu sempre me engasgo. Desta vez, eu estava sentada no sofá e ditei as normas. Mamei com maestria. Conforme ia engolindo, o pau batia na garganta, as lágrimas saíam dos olhos e eu mantive a chupada.
A jeba foi crescendo a cada movimento na minha boca. É maravilhoso, eu diria que é indescritível saber que você é o motivo do tesão de um homem. Comecei a babar e a espalhar a secreção no pau já teso e grosso, que pulsava na minha cara. A taça de vinho estava em standby, firme na minha mão direita, enquanto a esquerda trabalhava no carinho na parte que sobrava. A respiração do meu negão já estava diferente. Meu macho me olhando e eu olhando para ele... naquela troca de olhares, com certeza meu olhar dizia: "me dá leitinho".
Nessas horas, o calor só aumenta. Caras e bocas já tomavam conta do seu rosto enquanto ele mandava eu mamar, me chamando de boqueteira, de puta. E eu mamando com mais vontade e avidez ao som dos palavrões. Ele se contorcia e tentou fazer o vai e vem na minha boca, mas eu é que estava no controle. Acariciei as bolas, apertei, dei uma pausa e, enquanto masturbava com cara de safada, verbalizei: "Quero leite".
Depois de alguns minutos, o jato de leite explodiu na minha garganta. Estava espesso. Eu continuei, porque não sou de desperdiçar nada. Ele gemendo, todo arrepiado, e eu chupando, acariciando as bolas e sugando todo o leitinho do canal. O sabor estava doce; ele se alimenta bem, logo, o seu esperma tem um gosto maravilhoso. Tinha tanto esperma que cheguei a arrotar devido à quantidade.
Ele ainda bateu com o pau na minha cara, bebeu uma água e voltou da cozinha ainda com a piroca em meia bomba. Eu já tinha bebido o resto do vinho que estava na taça e falei que, se ele quisesse mais, eu estava disponível para mamar novamente. Ele obviamente aceitou, mas aí eu conto na próxima. Adoro chupar meu preto.
