​O Convite que Mudou Tudo

Um conto erótico de Nata
Categoria: Heterossexual
Contém 559 palavras
Data: 27/07/2024 12:28:03
Última revisão: 14/03/2026 09:28:15

Prazer, sou a Nata, preta gostosa do RJ. Quis postar esse TBT de quando gozei de verdade pela primeira vez.

​Na véspera do meu aniversário de 41 anos, fui para a casa de uma amiga para começar a comemorar. Peguei a informação de como chegar lá com um cafajeste que morava perto, e ele acabou me convidando para ir à casa dele. Aceitei. Sou tão pura — ops, corretor filho da mãe, eu quis dizer "puta" — que fui.

​Depois de gastar minha energia subindo o morro, ele apareceu na minha frente em um portão que parecia de presídio. Me recebeu com um beijo na boca; tomei um susto com a inocência que habita em mim, afinal, ele tinha dito que era "só uma cerveja". Quando vi, estava presa contra a parede em uma escada que dava para a rua (sei lá quem estava assistindo).

​Com as pernas bambas — não pelo "ataque", mas pelo quanto andei para chegar naquele matadouro —, fui levada para dentro da gaiola. Lá, fiquei presa de mãos para cima e minha roupa foi arrancada. A fenda já minava mais que manancial. Senti aquela tromba negra entrando; a invasão foi tão profunda que parecia chegar ao útero.

​Fui debruçada na mesa, sem saber nem onde estava. Logo em seguida, após ser chupada por trás, fui lançada sobre a cama. Gozei. É disso que me lembro: gozei sendo chupada. Uma sensação estranha, um líquido saindo... o tal do squirt, que só fui descobrir o que era depois. Nunca tinha vivido aquilo. Aliás, não saberia nunca saindo com o babaca que eu curtia antes, que não dava nem uma lambida e ia para o motel dormir — o cara ganhava do Usain Bolt em velocidade.

​Já esse pilantra de agora me agarra na rua, passa a mão na bunda, aperta meus seios... ali, no meio da rua mesmo! Ele tem a capacidade de me dominar e ainda me chupa. Porra, pensei que estava no céu sem ter morrido. Levei uns três tapas na cara na hora do "papai e mamãe" e, quando disse que não gostava, levei outro. Fui obrigada a ouvir que ele mandava e eu obedecia. Pqp, mil vezes! Eu sempre quis isso. Acabei sabendo que já era desejada desde a fila do refeitório — trabalhamos juntos — e que eu "tenho cara de puta".

​Enquanto esperava o Uber para voltar para casa, recebi a "pior" das informações: na próxima, eu ia tomar no cu. Gente, eu não conhecia esse mundo; cu eu nem sonhava em dar. Em casa, quase contei para o corno o que tinha acontecido na rua — a alegria faz essas coisas com a gente.

​Hoje eu apanho, dou o cu e ai dele se não comer! Sou chupada com a vulva gozada e as pernas ficam trêmulas durante e depois da passagem desse rolo compressor. Tomo o leite dele e tenho aula para engolir aquela tromba de elefante, imagina... na garganta, com o cara contando de 1 até 20 pausadamente. Saio do motel esquecendo até o caminho de casa, salva pelo Uber. Em casa, tenho que esconder os hematomas e pensar que, no dia do convite para o alçapão, minha amiga (que se diz irmã) falou: "não vai". Ainda bem que não ouvi ela!

​No meu aniversário, dois anos depois, tomei no cu ouvindo "Parabéns pra Você" duas vezes. Já imagino o que mais virá por aí.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários