No banheiro, enquanto a água morna caía, a Joana veio por trás de mim. Ela me abraçou, beijando minhas costas molhadas com uma urgência nova.
— Miga, são mais duzentos reais... e eu quero aquele gringo da piroca enorme no meu rabo. Você devia experimentar também; é uma pressão diferente, um prazer que a gente não esquece — sussurrou ela.
Antes que eu pudesse raciocinar, ela me virou e me prensou contra os azulejos. Seus lábios encontraram os meus em um beijo faminto, enquanto sua mão descia direto para a minha intimidade. A cadela sabia exatamente como me dedilhar. Gozei pela segunda vez com ela ali mesmo, sob o chuveiro, perdendo o fôlego e qualquer resquício de hesitação.
Voltamos para a suíte de mãos dadas, completamente nuas. Eles estavam à nossa espera, como estátuas de desejo. Fui direto para o John; eu precisava sentir aquela ferramenta monumental. Fiquei de quatro e, assim que ele colocou a proteção, senti a invasão. Foi difícil suportar as primeiras "pauladas" na minha gruta, enquanto ouvia a Joana gastando todo o seu inglês: "Fuck my ass!". Ela implorava para que o Smith a tomasse por trás.
O Smith tinha um membro menor, e a Joana gritava de um jeito que parecia encenação; ela queria mesmo era o John. Trocamos. Deixei o Smith tentar o meu caminho mais estreito, mas ele era fino demais, quase não fazia cócegas. Já a Joana... ela sentou no colo do John, de costas, e começou um vai e vem frenético naquela tora grossa e rosada. O gringo segurava a cintura dela com força, ajudando no movimento, enterrando tudo naquele rabo magro e gostoso.
O clímax veio quando o Geraldão — ou melhor, o Smith — me levantou e me colocou em seu colo de frente, enquanto o John se posicionava atrás de mim. Formamos uma DP perfeita. Joana veio até nós e nos beijamos enquanto o John maltratava meu "botãozinho" sem pena. Eu via estrelas. Senti cada centímetro daquela jeba invadindo meu cuzinho apertado, me deixando em carne viva, enquanto a Joana apertava meus seios e perguntava, maliciosa:
— Tá gostando de dar o cu, miga? Eu falei que era bom!
Depois de sermos devidamente "destruídas" pelo vigor do John, caímos no chão. A iniciativa de beijar a Joana novamente partiu de mim; o gosto dela misturado ao prazer proibido era viciante. Eles gozaram nos nossos rostos, e nós fizemos o serviço completo, deixando-os limpos.
Ainda houve um "bis" no banho coletivo, onde o sabonete ajudou a suavizar a nova rodada de invasões. Saímos do hotel já passava das 18h. No Uber, eu não conseguia sentar direito; precisei ficar de lado, sentindo cada fisgada daquela tarde insana. Joana, a "expert", apenas ria enquanto postava fotos da praia, como se nada tivesse acontecido.
Em casa, ela se despediu com um selinho demorado e, minutos depois, meu celular vibrou:
"Podemos ser uma dupla e ganhar muito dinheiro como acompanhantes. Que tal?"
Eu respirei fundo, sentindo o latejar do meu corpo, e respondi:
"Quando é o próximo programa? Meu corpo já está sentindo falta do perigo."
