Sou Rivaldo, casado com a Suzane — ou apenas Su, como ela gosta de ser chamada. Trabalhávamos na mesma empresa e fomos demitidos juntos. De volta ao nosso estado de origem para ficarmos perto da família, enfrentamos o choque de uma realidade financeira mais modesta. O corte no custo de vida abalou nosso humor, mas uma noite de sexo excepcional nos trouxe a solução: produziríamos conteúdo adulto.
Minha mulher é uma joia: corpo escultural, pele bem cuidada e uma sensualidade natural. Assumi o papel de produtor e divulgador. O sucesso foi meteórico. A grana entrou, o tesão entre nós triplicou e as viagens para gravar apimentaram nossa rotina. Mas para o canal não estagnar, precisávamos inovar. Eu sugeri uma segunda mulher; ela, contudo, exigiu cinco homens.
Confesso que gelei. Minha Su é pequena, delicada, parece uma boneca de porcelana. Imaginá-la encarando cinco negões era um desafio visual e profissional. Mas era a fantasia dela: ser a "cachorra no cio", o centro das atenções de uma matilha insaciável. Como produtor, contratei os melhores: cinco homens com mais de 1,80m e atributos que pareciam tacos de beisebol. Su estava radiante com a seleção.
O cenário? Uma área gourmet sofisticada. O roteiro? Su, vestindo um vestido leve e um fio-dental provocante, é "convidada" por estranhos para uma festa. No clímax da cena, o vestido é rasgado sem piedade. Ela é carregada, passando de colo em colo, até ser servida como o prato principal sobre a mesa.
A filmagem foi intensa. Enquanto eu operava a câmera, via minha esposa ser explorada em todos os ângulos. Um devorava seus seios, outro trabalhava em sua intimidade rosada com dedos e língua, enquanto ela masturbava um terceiro. Era um "treino funcional" de puro prazer. Então, veio a cena principal: Su de quatro, entregue.
O primeiro ator penetrou-a com vigor. Ela gritou — um som que misturava dor e choque. Quase interrompi a gravação, mas ela, com um olhar decidido, mandou continuar. O segundo veio em seguida, lambendo seu "botãozinho" antes de invadi-la com força bruta. As expressões faciais da Su eram um mix de agonia e êxtase. O terceiro parecia estar estacionando uma carreta; uma trozoba imensa que a fez rebolar desesperadamente. No quarto, o prazer foi tanto que ela teve um orgasmo barulhento, contorcendo-se toda.
Para o Grand Finale, a agressividade aumentou a pedido dela. Mesmo com a intimidade já castigada, ela exigiu uma segunda rodada. Os atores não negaram fogo. Desta vez, a pegada foi bruta: seguradas firmes na anca, puxões de cabelo e estocadas que faziam o corpo dela estalar. Eu, atrás da lente, sentia o suor e a adrenalina do set.
Ao final, os cinco se posicionaram à frente dela. Em um coro de prazer, gozaram em seu rosto, cobrindo sua pele com um verniz espesso de satisfação. Agachada, ela limpou cada um deles, finalizando o vídeo com uma performance oral de tirar o fôlego. Quando desliguei a câmera, ela se levantou, me abraçou suada e sussurrou que me amava, grata por eu ter realizado seu sonho.
O vídeo bombou e as assinaturas dispararam. Agora, o próximo roteiro já está pronto: um ménage com um casal.
Até a próxima produção.
