Acordei Gozada Após Um Sonho Erótico

Um conto erótico de Nata
Categoria: Heterossexual
Contém 429 palavras
Data: 05/06/2024 08:42:01
Última revisão: 15/03/2026 19:32:00

Espero que vocês já tenham acompanhado meus relatos verídicos por aqui. Se ainda não leu, por favor, faça esse favor a si mesmo e procure por:

​250 velas no bolo? No meu coube e era para ser só 48;

​Fiz a tatu no cóccix "preto e fogo" e hoje meu cu está em chamas;

​Enrabada no desligamento da empresa.

​Sou a Nata: uma preta linda, gostosa, maravilhosa e dona de uma intensidade que poucos suportam. Hoje, quero compartilhar um sonho erótico com vocês. Sonhar é uma delícia, mas o foda é acordar e perceber que aquela pegada absurda foi "apenas" coisa da mente... Mas e quando você acorda com o corpo ainda vibrando?

​Há dois anos me relaciono com um cafajeste — um negro pilantra e safado que sabe exatamente como me dominar. No meu sonho, ele estava possuindo o meu cu com aquela vontade de sempre: sem pomada, sem pena, apenas o peso do desejo bruto. Mas havia uma personagem nova na cena: a mulher dele. No sonho, ela não era um obstáculo, mas uma cúmplice. Ela me olhava nos olhos e ordenava: "Vai, puta! Dá o cu para o meu marido, porque é disso que ele gosta!".

​Eu era penetrada com força, de quatro, enquanto ela masturbava minha buceta com uma mão e, com a outra, apertava e chupava meus seios com voracidade. Ele, em um transe de prazer, batia no rosto dela enquanto ela gritava: "Come o cu dessa vadia! Não para! Penetra com força nesse cuzinho dessa vagabunda!". Passei a noite inteira mergulhada nessa safadeza tripla.

​Seria meu subconsciente me pregando peças? O poder de um sonho em gerar fantasias é assustador. Eu sempre me achei "careta" para essas coisas, nunca cogitei um ménage, mas o sonho instalou um chip de tesão na minha cabeça que eu não consigo ignorar. Acordei de madrugada em um estado de excitação insuportável.

​Eu, que passei dos quarenta e nunca fui fã de masturbação solitária, me vi entregue aos meus próprios dedos, revivendo cada detalhe daquela cena. Minha buceta estava ensopada, meu cu pulsava e eu descobri que gozei enquanto ainda dormia — meu corpo simplesmente externou o que a mente vivia. Para completar o cenário, ao pegar o celular, lá estavam as mensagens de putaria daquele cretino, perguntando como estava o "cu dele", lembrando da maltratada que ele me deu no aniversário, há dois dias.

​Só falta agora ele tentar me convencer a transformar esse sonho em realidade. Fiquei me perguntando: será que um trisal é tão eletrizante quanto o meu sono sugeriu? A curiosidade agora é uma brasa acesa.

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