Recém-casados e vivendo as delícias da lua de mel. Éramos um jovem casal: eu, Ricardo — alto, branco e com aquele porte mais robusto que a minha Luciene adora — e ela, uma branca gordinha, linda e extremamente fogosa.
Alugamos uma casa e vivíamos o sonho, mas em março surgiu a oportunidade de ouro: um terreno para construir nossa casa própria. Para viabilizar o investimento, tomamos uma decisão estratégica: morar temporariamente na casa dos meus sogros. Devolvemos a chave do aluguel e nos mudamos para o quarto que fora dela na infância. No resto da casa, o respeito era absoluto — nada de brincadeiras obscenas ou mãos bobas na cozinha. Mas, quando a porta do quarto se fechava, a história era outra. A criatividade fluía: era oral de ambos os lados, ela sentada no meu colo na beira da cama, posições de quatro na poltrona e transas em pé, com as mãos espalmadas no guarda-roupa. Pegava minha mulher com uma vontade de quem queria tirar o atraso de cada minuto de silêncio.
O episódio constrangedor aconteceu em um sábado de manhã. Meus sogros, idosos e matutinos, já estavam de pé. O cheiro do café coado invadia o corredor, misturando-se aos ruídos da cozinha. Eu estava mega excitado; nada supera um boquete matinal seguido de uma penetração para começar o dia leve. Mantendo o silêncio como prioridade máxima, iniciamos as preliminares. Luciene já tinha gozado lindamente na minha língua, e agora era a minha vez.
Fui na tradicional posição de papai e mamãe. Ela estava com as pernas bem arreganhadas, eu por cima, sentindo o calor dela enquanto minha pelve trabalhava em um ritmo ora lento e profundo, ora acelerado e voraz. Minha mão estava estrategicamente na boca dela, pois a Luciene geme alto quando o prazer aperta. Eu estava socando com vontade, já sentindo o orgasmo subir pela espinha, quando, sem aviso, meu sogro abre a cortina (que servia de porta ou divisão) e dispara:
— Ricardo, vem tomar café...
O flagrante foi total. Eu ali, com a bunda branca para o alto em pleno movimento, e sua filha de olhos arregalados sob o meu corpo. O grito saiu automático:
— FECHA A CORTINA, SOGRO!
O clima evaporou na hora. Minha esposa caiu no choro de vergonha e eu tive que me vestir às pressas para gerenciar a crise. O velho me pediu mil desculpas; ele só queria ser gentil, mas esqueceu que porta fechada (ou cortina puxada) é território sagrado. No fim, minha sogra deu um esporro nele, eu me desculpei por ter gritado e a paz voltou à casa... mas o meu tesão continuava lá, acumulado.
Voltei para o quarto e encontrei a Luciene visivelmente chateada.
— Você gozou na chupada e eu fiquei no vácuo — brinquei para quebrar o gelo. — Mas você vai me pagar mais tarde.
Ela deu um sorriso malicioso e respondeu que sim, mas que o pagamento viria com juros e correção monetária.
Contamos as horas até a noite chegar. Quando finalmente escureceu, transamos de ladinho, bem escondidos sob a coberta, no estilo "casulo", como nos tempos de namoro. O medo de outra surpresa nos fez adotar a tática do disfarce: qualquer barulho, dava tempo de fingir que estávamos apenas dormindo abraçados. Mas, por baixo dos lençóis, a foda foi intensa, finalizada com uma largada quente e profunda naquela "grutinha" que eu tanto amo — ou melhor, no caminho de barro, que é onde eu prefiro descarregar toda a minha energia.
Hoje rimos da história, mas na hora o susto foi grande!
Até a próxima!
