"Andarilho, posso contar com a tua discrição? Se vazar o que você viu, pode prejudicar a nós dois."
Tudo começou porque eu disse na rodinha de colegas de trabalho que o Sérgio — um negro de 1,85 m, sarado e aparentemente gostoso — não marcava nada na calça. A "mala" dele parecia vazia. Comecei a chamá-lo de "Sem Morador". A princípio, a piada era só do nosso grupo, mas bombou na firma inteira. O Sérgio, em vez de apelar, disse que eu poderia "conferir" pessoalmente. E eu, que desde adolescente amo uma conferência, não ia recuar.
Sou o BG, gay assumido. Depois que meu primo me ajudou a entender meus desejos, percebi que não curto paus grandes e grossos; tive experiências que me machucaram e hoje prefiro os médios ou pequenos. O fato de o meu colega ser "Sem Morador" já me deixava com água na boca. Para a turma, era zoeira (rolava até figurinha no WhatsApp de casa abandonada com a frase "SEM MORADOR"), mas para mim, era o cenário perfeito.
Sempre que o Sérgio passava por mim, oferecia o "prazer da conferência". Percebi que o convite virou intimação. Aceitei, mas com uma condição: "Quero chupar também. Se é para mostrar, tem que deixar degustar".
Quarta-feira, 10h da manhã. O turno rolava e caía uma chuva torrencial lá fora. Recebi a mensagem: "Daqui a três minutos você sai. Me encontra no banheiro da entrada, box três, da esquerda para a direita".
Segui o mapa da mina. Cheguei lá e ele já estava à espera, com a calça arriada. De fato, o pau era fino e pequeno. O Sérgio quebrava totalmente o estereótipo de que todo negão é dotado, e eu adorei. Entrei no box, fechei a porta e sentei no vaso. Dei uma masturbada rápida para ele relaxar, mas ele estava visivelmente aflito, atento a qualquer ruído no banheiro. Já eu, estava em êxtase.
Comecei a mamar com vontade, olhando nos olhos dele enquanto ele os revirava de prazer. Abocanhei tudo, chupei até as bolas. Meu objetivo era o "leite". O pau ficou tinindo de duro e o vai e vem na boca ficou intenso. Ele não aguentou a pressão da gata aqui: soltou um jato de porra com uma força que eu não esperava. Uma parte eu engoli lindamente, mas a outra explodiu no meu rosto e atingiu em cheio os meus olhos. Quem já levou leitada no olho sabe o quanto arde.
Saí do box às pressas para lavar o rosto na pia, cegueta total, e dei de cara com o "Andarilho" sentado no banco ao lado dos armários. O cara é um fdp que não faz nada, obeso e se acha o tal. O Sérgio saiu logo atrás de mim, ajeitando as calças para me ajudar, e o Andarilho começou a bater palmas, debochando:
— Valentine’s Day ou Love’s in the air?
Lavei o rosto desesperadamente, pois minha vista estava em carne viva. O Sérgio, tentando controlar o estrago, chamou o cara para o canto:
— Andarilho, posso contar com a tua discrição? Se vazar, prejudica a nós dois. Posso contar com teu silêncio?
O Andarilho não disse uma palavra. Apenas nos encarou, saiu, acendeu um cigarro e ficou sob o toldo do corredor, observando a chuva cair. Voltamos para o setor preocupados, já que estávamos ausentes há um tempo.
Flagrante é brabo, mas valeu a pena. Tive a certeza: o Sérgio é "Sem Morador", sim! Mas o leite dele é grosso, farto e saboroso. Mandei uma mensagem para ele na sala: "Se me chamar, eu vou de novo". Ele apenas balançou a cabeça e me deu as costas, tenso. Mandei ele relaxar. Agora, o jeito é esperar para ver se o Andarilho vai abrir o bico ou se vai guardar o nosso segredo.
