— Que porra é essa?! — gritei, ainda tonto de sono, tentando entender o pesadelo que se tornava real.
Sou o Joaquim, um cara de 1,90m, descendência alemã, profissional de TI e, geralmente, quem dita as regras. Sou casado há 10 anos com a Suzana, uma morena espetacular, administradora de 1,80m que esbanja inteligência e alegria. Nosso casamento sempre foi leve e colorido, mas eu jamais imaginei que ela guardava uma fera dentro de si. Sou desligado, trabalho muito em casa no modelo híbrido e, naquele dia, tinha caído em um sono profundo como há tempos não conseguia.
Acordei no meio do milésimo sono com o estalo seco de uma chicotada cruzando meu peito. Tentei saltar da cama, mas o metal frio das algemas me paralisou. Eu estava preso, de braços e pernas abertos, completamente exposto. Suzana deu a ordem: "Alexa, luzes 100%!". O ambiente se iluminou e a visão foi de tirar o fôlego: minha esposa estava vestida de Mulher Gato, máscara de couro, segurando um chicote em uma mão e, na outra, um plug anal imenso, besuntado de pomada lubrificante.
— Caralho, Suzana! O que está acontecendo? — gritei, o coração martelando no peito.
— Surprise, mozão... — ela sussurrou com um sorriso sádico.
Antes que eu pudesse protestar, outra chicotada estalou na minha coxa. "Cala a boca! Agora quem manda sou eu. Sou a sua dama da madrugada", ela decretou. Tentei me soltar, forçando os pulsos contra o metal, mas fui ignorado. Ela deixou o plug no criado-mudo — um terror psicológico silencioso — e saiu do quarto. Voltou dez minutos depois com uma vela rosa acesa.
O cheiro do aroma doce se misturou ao medo. Ela começou a pingar a cera quente no meu peito e na minha barriga. O calor da cera me fazia contrair, enquanto ela alternava entre o toque suave do chicote e batidas secas. Eu implorava para ela parar, mas Suzana estava em transe. Ela posicionou a vela, aproximou-se e desferiu uma chicotada leve, mas precisa, no meu pênis. Vi estrelas. Logo depois, ela baixou a cabeça e começou a me chupar. A boca dela estava gélida — ela devia estar chupando gelo lá fora. O contraste do frio com o calor do meu corpo me deixou louco.
Enquanto me mamava com uma vontade voraz, senti o dedo dela começar a massagear meu cuzinho. A ficha caiu: eu seria penetrado. A tensão e o tesão duelavam dentro de mim; impossível não ficar teso com um boquete daqueles, por mais apavorante que fosse a situação. Quando eu estava no ápice da excitação, ela parou. Deu mais uma chicotada no meu peito e pegou o plug.
Suava frio. Implorei: "Su, por favor, não faz isso!". Ela não disse nada, apenas pegou uma toalha de rosto e enfiou na minha boca, abafando meus urros. Ela voltou a me mamar, mas agora sua boca estava quente, e o que encostava no meu anel não era mais o dedo, mas a ponta gelada do plug. Eu me contorcia, tentava fechar as pernas, mas estava entregue.
— É só a cabeça, você aguenta... — ela sussurrou, usando a frase que eu sempre digo quando como o rabo dela. — Você gosta de dar o cu para a sua mulher, não gosta?
E então, ela empurrou. Senti meu rabo sendo rasgado pela espessura do brinquedo. Eu urrava contra a toalha, sem defesas. Restou-me apenas relaxar e aceitar a invasão. Já enrabado, vi ela subir em mim. Suzana cavalgou com fúria, usando minha rola enquanto o plug trabalhava meu interior. Ela me dava tapas na cara, me chamava de "safado", "viado" e "FDP". Eu só conseguia concordar com a cabeça, completamente dominado.
Ela gozou em cima de mim, tremendo. Depois, me chupou novamente até que eu descarregasse todo o meu leite na sua boca, enquanto ela movimentava o plug dentro de mim. A sensação era estranha, proibida e absurdamente intensa. Quando finalmente retirou o objeto e me soltou, a cera quente voltou a pingar no meu corpo relaxado.
Tirei a toalha da boca e ofeguei: — Você vai me pagar, Suzana...
Ela riu. Eu queria esganá-la de raiva, mas acabei puxando-a para um beijo selvagem. Terminamos no chuveiro, onde retomei meu posto e comi o rabo dela com a mesma intensidade que recebi. No dia seguinte, a mensagem no meu celular não me deixava esquecer: "Quem manda hoje, FDP?".
Fui enrabado pela minha esposa. E, por mais que meu orgulho doa, meu corpo ainda queima com a lembrança. Ela que me aguarde, pois a volta vai ser pesada.
Até a próxima.
