A aventura no ginecologista

Um conto erótico de Leonor
Categoria: Heterossexual
Contém 3103 palavras
Data: 07/05/2023 20:42:58
Última revisão: 15/03/2026 09:56:54

Alô, aqui estou eu de novo para mais um conto.

Se não me conhecem já, o meu nome é Leonor, Leo para os amigos, tenho 27 anos e sou portuguesa. Todas as minhas histórias são reais. Sou morena com cabelos castanhos escuros compridos e encaracolados, olhos verdes e algumas sardas no rosto. Tenho 165 cm. Seios médios, cintura fina e coxas largas.
Esta história aconteceu há alguns anos, numa simples consulta de ginecologia… mas acabou por ser uma das experiências mais embaraçosas e intensas da minha vida.

Na altura a minha vida sexual estava bem intensa, e estava na hora de voltar ao ginecologista e fazer os exames de rotina e ver o que se passava porque eu estava com alguma sensibilidade na hora de sexo, não era normal e tinha começado há algumas semanas.

Eu não adorava aquilo mas temos que zelar pela nossa saúde.

Liguei para a minha clínica e marquei a consulta com a doutora Teresa, minha médica, para uns dias depois.

Cheguei à clínica um pouco mais cedo do que o necessário. A secretária informou-me que a médica ainda não tinha chegado, por isso sentei-me na sala de espera e tentei distrair-me com o telemóvel.

Os minutos foram passando mais devagar do que eu gostaria. Comecei a estranhar o atraso e voltei ao balcão para perguntar se havia alguma novidade.

Foi então que me disseram que a doutora Teresa tinha tido um imprevisto e que não poderia dar consultas naquele dia.

A senhora da secretaria olhou novamente para o ecrã do computador, como se estivesse a procurar alguma solução.

— Se preferir, podemos remarcar para outro dia… — começou ela, hesitante.

Suspirei. A verdade é que já tinha adiado aquela consulta mais do que devia.

— Não há mesmo nenhuma vaga para hoje? — perguntei, ainda com alguma esperança.

Ela clicou em mais algumas opções no computador e depois inclinou ligeiramente a cabeça.

— Bem… a doutora Teresa não vem hoje, mas o doutor Jorge tem uma vaga daqui a cerca de uma hora.

Fiquei em silêncio por um momento. Um médico homem nunca me tinha feito aquele tipo de consulta. A doutora Teresa acompanhava-me desde a primeira vez que fui ao ginecologista e, de certa forma, eu já estava habituada à presença dela.

— É… ginecologista também? — perguntei, tentando disfarçar o meu nervosismo.

— Sim, claro. Trabalha cá há pouco tempo, mas já tem muitos pacientes.

Olhei para o relógio e pensei por alguns segundos. Não era exatamente a situação em que me sentia mais confortável… mas também não queria continuar com aquele problema por mais tempo.

— Está bem — acabei por dizer. — Pode marcar então.

A secretária sorriu e voltou ao teclado.

— Perfeito. O doutor Jorge pode atendê-la às onze.

Assenti e agradeci. Saí da clínica por um momento para esperar no carro, tentando convencer-me de que estava a fazer uma tempestade num copo de água. Afinal, era só uma consulta médica… nada mais do que isso.

Voltei à clínica pouco antes das onze. A sala de espera estava mais calma dessa vez e sentei-me novamente, tentando distrair-me com o telemóvel enquanto aguardava que me chamassem.

Não tive de esperar muito.

— Leonor? — ouvi uma voz masculina chamar.

Levantei os olhos e vi um homem à porta do consultório. Devia ter pouco mais de vinte e muitos anos, talvez perto dos trinta. Alto, bem-apresentado, com um ar tranquilo que contrastava um pouco com o meu nervosismo.

— Pode entrar — disse ele, abrindo ligeiramente mais a porta.

Levantei-me e segui-o para dentro do consultório, tentando manter a naturalidade. Por dentro, no entanto, estava bastante mais consciente da situação do que gostaria de admitir.

A sala era praticamente igual à da doutora Teresa: a secretária junto à parede, alguns armários com material médico e a maca de exames num canto, separada por um biombo. Aquilo devia tranquilizar-me… mas de alguma forma não ajudava muito.

— Então, Leonor — começou ele, sentando-se à secretária e consultando a ficha no computador.

— O que a traz cá hoje?

Sentei-me em frente a ele e expliquei que nas últimas semanas tinha sentido alguma sensibilidade durante as relações, às vezes até dor e que queria também aproveitar para fazer os exames de rotina.

Ele ouviu com atenção, fazendo algumas perguntas simples enquanto anotava informações. O tom era profissional e calmo, o que aos poucos me ajudou a relaxar um pouco.

Depois de alguns minutos, virou-se ligeiramente na cadeira.

— Muito bem. Vamos então fazer um exame para perceber melhor o que se passa. Vou pedir-lhe que se prepare ali atrás do biombo e vista a bata.

Assenti com a cabeça, mesmo que naquele momento sentisse novamente o nervosismo a regressar devagar.
Levantei-me e caminhei até ao biombo que separava a maca do resto do consultório. Assim que fiquei do outro lado, respirei fundo por um momento.

Do outro lado da divisória ainda conseguia ouvir o leve som do teclado enquanto o doutor Jorge terminava de escrever alguma coisa no computador. Aquilo lembrava-me que ele estava ali mesmo, a poucos passos de distância.

Tirei a camisola devagar e dobrei-a sobre a cadeira que estava encostada à parede. Depois as calças. Tentei não pensar demasiado na situação, repetindo para mim mesma que era apenas uma consulta de rotina.

A bata descartável estava dobrada sobre a maca. Peguei nela e vesti-a, prendendo as fitas atrás das costas com algum cuidado. O tecido leve não deixava muito à imaginação e senti-me subitamente mais consciente do meu próprio corpo do que alguns minutos antes.

Olhei por um instante para o biombo, quase como se esperasse que ele pudesse ver através dele — o que obviamente não fazia sentido. Mesmo assim, aquele pensamento fez-me soltar um pequeno suspiro nervoso.

— Já pode vir — disse a voz dele do outro lado, tranquila.

Engoli em seco e afastei ligeiramente o biombo antes de voltar para o centro da sala.

O doutor Jorge levantou-se da cadeira e aproximou-se da maca com a naturalidade de quem já tinha feito aquele procedimento centenas de vezes.

— Pode sentar-se aqui primeiro — indicou ele.

Fiz o que ele pediu, tentando manter a expressão calma enquanto ajeitava a bata. O papel que cobria a maca fez um pequeno ruído quando me mexi, quebrando por um instante o silêncio da sala.

— Vamos começar com um exame simples — explicou ele num tom profissional. — Se em algum momento se sentir desconfortável, diga-me.

Assenti com a cabeça.

Por alguma razão, naquele momento fiquei subitamente consciente de cada pequeno gesto, cada movimento dentro daquela sala silenciosa.

Mantive o olhar fixo no teto, concentrando-me nas lâmpadas brancas acima de mim enquanto ele realizava o exame com toda a atenção.

O silêncio entre uma explicação e outra parecia alongar-se mais do que o normal, interrompido apenas por pequenos movimentos e pelo som suave de instrumentos a serem pousados na bandeja ao lado da maca.

Ele tocou e observou com muito cuidado meu peito e por algum motivo aquilo hoje estava-me a deixar excitada, os meus mamilos estavam completamente rijos. Comecei a ficar com vergonha e constrangida ao mesmo tempo porque nunca me tinha acontecido uma coisa assim.

Tentei controlar a respiração e manter a expressão mais neutra possível.

“Calma… é só um exame”, repeti mentalmente.

— Sente-se bem? — perguntou ele num tom tranquilo, levantando brevemente o olhar.

A pergunta apanhou-me de surpresa.

— Sim… claro — respondi um pouco depressa demais. — Só estou um pouco nervosa.

Ele sorriu de forma compreensiva, como se já estivesse habituado à reação.

— É perfeitamente normal. Tente relaxar.

Ele pareceu ignorar completamente o estado em que eu estava, e naquele momento fiquei até agradecida por isso.

— Agora deite-se — disse ele com naturalidade.

Obedeci, tentando manter a calma enquanto ele ajustava os suportes da maca e posicionava as minhas pernas. A posição deixava-me completamente exposta e, de repente, senti-me ainda mais consciente do meu próprio corpo.

Ele começou o exame com a mesma calma profissional de antes. Preparou o material introduziu um aparelho dentro da minha buceta para passar um cotonete e recolher uma amostra. A sensação que eu estava a ter pela primeira vez na minha vida, era que eu estava molhada e excitada com isto.

Estava tudo tão sensível que qualquer coisa que tocava em mim já me apetecia gemer. O meu corpo parecia ter decidido reagir de uma forma completamente inesperada.

Tudo estava extremamente sensível. Cada toque, por mais leve que fosse, fazia-me prender a respiração. Tive de fazer um esforço enorme para manter a expressão neutra e não deixar escapar qualquer reação.

A última coisa que eu queria era que ele percebesse.

“Que vergonha…”, pensei. “Vai achar que eu sou alguma tarada.”

— Sente algum incómodo? — perguntou ele de repente.

A pergunta apanhou-me completamente desprevenida.

Senti o sangue fugir-me do resto do corpo e concentrar-se todo no rosto.

— Está tudo bem… — respondi rapidamente. — Só estou um pouco sensível.

Ele lançou-me um olhar compreensivo e assentiu.

— Avise-me se lhe doer alguma coisa ou se a magoar.

Acenei com a cabeça e forcei um pequeno sorriso, embora por dentro quisesse desaparecer de vergonha.

Ele continuou o exame, tirou o aparelho e introduziu dois dedos (com luva) na minha buceta, e ficou fazendo um movimento tipo girando pro lado e pro outro bem devagar, movendo-se com cuidado enquanto avaliava melhor a situação. Eu respirava fundo, estava a passar mal para não reagir, tentando manter o controlo e rezando para que aquela sensação estranha passasse depressa.

“Por que é que tinha de ser logo hoje… e logo com um médico?”, pensei.

Depois de alguns momentos, ele afastou-se ligeiramente.

— Leonor, acho melhor fazermos uma ecografia intravaginal — explicou com calma. — Não estou a ver nada de anormal, mas quero ter a certeza de que não nos está a escapar nada e evitar possíveis problemas no futuro.

Assenti de imediato.

— Tudo bem. Quando posso marcar?

Ele olhou rapidamente para o relógio.

— Se tiver disponibilidade agora, podemos fazer já. Só tenho consultas de tarde.

A verdade é que eu só queria despachar aquilo o mais rápido possível.

— Pode ser agora — respondi.

Poucos minutos depois mudámos para outra sala para realizar a ecografia. Voltei a tirar as calças e a roupa interior e deitei-me novamente na maca, com as pernas posicionadas como ele indicou, tentando preparar-me mentalmente para mais um exame

Ele preparou o aparelho com movimentos tranquilos, profissionais. Colocou a proteção no aparelho, lubrificou e introduziu-o na minha buceta.

Quando ele introduziu o aparelho em mim, eu senti uma sensação deliciosa, senti imediatamente aquela sensibilidade intensa que me tinha trazido ali. Contorci-me levemente e coloquei o braço sobre os olhos numa tentativa de disfarçar, mas fiquei um pouco ofegante
Prendi a respiração por um instante. A sensação era estranha, profunda, quente, inesperadamente agradável e intensa. Muito mais do que deveria ser num exame médico.

Eu não sei se ele percebeu mas começou a colocar o aparelho mais fundo e fundo. Ai, mas que tesão! Ele continuou a enfiar aquele aparelho delicioso na minha vagina, que já estava lubrificada mas acho que não dava para perceber por causa do gel lubrificante que ele tinha colocado. Cada pequeno movimento que ele fazia para ajustar o aparelho enviava uma nova onda de sensações pelo meu corpo. Tentei manter-me imóvel, concentrando-me na respiração, mas ela começava a sair cada vez mais irregular.

— Está tudo bem? — perguntou ele, ainda com o olhar no monitor.

— Sim… só estou muito sensível — murmurei.

Ele assentiu e continuou o exame.
Eu já mal conseguia pensar direito. O meu corpo tremia ligeiramente e a respiração escapava-me em pequenos suspiros involuntários que eu tentava disfarçar.

Apertei os dedos na borda da maca.

O meu corpo estava cada vez mais tenso… cada vez mais próximo de um limite que eu estava desesperadamente a tentar evitar.

“Não… não agora.”

A sensação crescia a cada segundo, tornando-se impossível de ignorar.

O calor espalhou-se pelo meu corpo inteiro e senti as minhas pernas começarem a tremer. Tentei resistir mais um pouco, desesperadamente, mas naquele momento já não havia forma de travar aquilo.

A respiração escapou-me num suspiro que tentei disfarçar demasiado tarde.

Depois de quase meia hora de exame, eu já não aguentei. Vim-me ali mesmo.

O meu corpo contraiu-se contra a maca e um gemido escapou-me antes que eu conseguisse evitá-lo. As pernas tremeram involuntariamente enquanto eu tentava recuperar o fôlego. Fiquei imóvel logo a seguir, com o braço ainda sobre os olhos, completamente corada e a tentar recuperar o controlo da respiração.

Não havia qualquer forma de ele não ter percebido.

O silêncio na sala era quase ensurdecedor.

Eu ainda estava a tentar recuperar a respiração quando comecei a perceber que algo tinha mudado na forma como ele continuava o exame.

Os movimentos estavam mais lentos e mais demorados. No início pensei que fosse apenas impressão minha. Mas então o aparelho voltou a tocar especificamente no clitóris, no meu ponto mais sensível e o meu corpo reagiu imediatamente. As minhas pernas estremeceram e tive de morder o lábio para não deixar escapar um gemido. Era impossível aquilo ter sido completamente por acaso. Fiquei imóvel, com o braço sobre os olhos, tentando fingir que nada estava a acontecer. Mas ele repetiu o movimento. Desta vez ainda mais devagar. Uma onda de calor subiu-me pelo corpo inteiro e senti-me novamente a perder o controlo. A respiração escapava-me em suspiros curtos e o meu corpo tremia levemente contra a maca.

Eu já mal conseguia pensar. Durante um instante senti a mão dele aproximar-se. Como se fosse apenas para ajustar a posição… mas os dedos tocaram-me ao de leve na minha buceta, roçaram o meu clitóris, num gesto rápido, quase distraído.

O toque foi tão leve que podia ter passado por acidente. Mas o meu corpo reagiu imediatamente.

Ele retirou a mão quase no mesmo instante, como se tivesse percebido o que tinha feito ou talvez como se estivesse a testar até onde podia ir.

Alguns segundos depois senti novamente a mão dele, desta vez nas minhas pernas. Acariciou-as devagar, como quem tenta posicioná-las melhor para continuar o exame. Mas ao fazê-lo abriu-as um pouco mais. O meu coração disparou. A posição deixava-me ainda mais exposta ali na maca, completamente vulnerável sob o olhar dele, com melhor acesso para ele.

Senti a mão dele subir ligeiramente pela minha perna, num gesto lento, quase hesitante, antes de voltar a afastar-se.

Eu tinha a nítida sensação de que ele estava a tentar manter algum controlo… mas também de que estava cada vez mais difícil para ele. A forma como respirava tinha mudado.

E, naquele momento, tive a certeza de uma coisa.

Ele tinha percebido exatamente o que estava a acontecer comigo e uma parte dele parecia querer provocar aquilo outra vez.
Senti novamente a mão dele nas minhas pernas. Desta vez não foi apenas para ajustar a posição.

Os dedos deslizaram devagar pela minha coxa, num gesto aparentemente casual, mas lento demais para ser apenas técnico. Ele tocou novamente entre as minhas pernas, por cima do meu clitóris, esfregou e mexeu como se precisasse de um ângulo melhor para continuar o exame. O meu corpo reagiu imediatamente, um arrepio a subir-me pela pele enquanto eu tentava manter-me imóvel na maca mas sentia-me quase a vir-me de novo.

Eu conseguia ouvir a minha própria respiração… e a dele também.

Durante alguns segundos ele não disse nada. Apenas continuou ali, muito perto, concentrado no exame, mas com uma calma que agora parecia forçada. Quando me mexi ligeiramente para me ajustar, uma das minhas pernas ficou sem apoio. Sem pensar, acabei por apoiar o pé na perna dele. Foi então que senti. Fiquei completamente imóvel. Mesmo através do tecido das calças era impossível não perceber a tesão dele ali. Estava completamente duro. O meu coração disparou imediatamente.

Por um segundo nenhum de nós se mexeu. Eu não tinha a certeza se devia retirar o pé… ou fingir que não tinha percebido. O calor subiu-me ao rosto enquanto tentava manter a expressão neutra.

Levantei ligeiramente o olhar. Ele tinha percebido.

Havia algo diferente na expressão dele agora, algo mais intenso, mais difícil de esconder. A forma como respirava também tinha mudado. Durante um instante ficámos ali, naquele silêncio estranho e carregado.
A sala estava naquele clima, meia luz, eu, semi nua toda arreganhada para ele, e ele de frente para a minha buceta toda aberta e desprotegida.Acho que ele ficou imaginando como seria me comer ali, deitada na mesa de exames.

Depois ele afastou-se um pouco, retirando o aparelho com movimentos controlados, quando se deu conta que não havia mais desculpa para dar para continuar mais o exame.

— Parece que está tudo normal — disse finalmente.

A voz dele estava mais baixa do que antes.

Sentei-me devagar na maca, ainda a sentir as pernas um pouco trémulas.

Ele ficou parado à minha frente por um momento, perto demais, como se estivesse a tentar decidir o que fazer a seguir.

Depois inclinou ligeiramente a cabeça e disse, quase num murmúrio:

— Devo dizer… que é uma mulher impressionante.

Corei imediatamente. Constrangida, sorri de lado quando na realidade só lhe queria saltar para cima e que pedir-lhe que me comesse. Mas naquele momento uma coisa era evidente para os dois. Nenhum de nós tinha ficado indiferente ao que tinha acabado de acontecer naquela sala.

Acabou por não encontrar nenhuma causa evidente para a minha sensibilidade. Disse-me que, por vezes, isso podia acontecer simplesmente por estar a ter uma actividade sexual mais intensa do que o habitual.

— Tente reduzir um pouco durante algum tempo e veja se melhora — explicou ele com calma. — Se a sensibilidade continuar, volte cá para fazermos mais alguns exames.

Assenti, ainda um pouco atrapalhada.

Levantei-me da maca, vesti-me rapidamente e tentei recuperar alguma compostura. Agradeci-lhe, peguei nas receitas e nas indicações que ele me tinha dado e saí da clínica o mais depressa que consegui.

O ar fresco lá fora bateu-me no rosto, mas não foi suficiente para acalmar o turbilhão de sensações que ainda sentia no corpo. A cabeça continuava cheia de pensamentos sobre tudo o que tinha acontecido naquela consulta.

Quando cheguei a casa, fui quase a correr ter com o Rafa, o meu namorado.

Ele percebeu logo que havia algo diferente em mim.

Não precisei de explicar muito. A tensão que eu trazia acumulada desde a clínica parecia ter ficado presa no meu corpo o resto do dia, e quando finalmente estávamos juntos acabou por transformar-se numa das tardes e noites mais intensas que tivemos em muito tempo.

Eu estava completamente tomada pela excitação de tudo o que tinha acontecido e precisava de libertar aquela energia de alguma forma.

Nunca mais voltei a ver o Dr. Jorge depois daquela consulta. Pouco tempo depois ele mudou de clínica e eu continuei a ser acompanhada pela Dra. Teresa.

Mas aquela consulta… foi um episódio que nunca esqueci.

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Comentários

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tambem podemos falar via email se quiser ricardovit@gmail.com

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Adorava ver esse avião e essa cona linda!

Adorava testar de ser seu ginecologista particular.

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Excelente conto, cada vez mais portugueses isso é bom.

Também já me aconteceu uma vez ir a uma consulta para ver se tinha algo nos testículos e quando me mexeram acabei por ficar excitado e foi uma vergonha total ahaha

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Olá

Sou uma bixona gorda paneleira de 57 anos de Portugal. Não tenho experiência no meio gay. Tenho uma pilinha minúscula do tamanho do meu polegar só serve para fazer xixi. Não tenho tesão. Tenho peitos grandes não depilados para soutien 40 C que uso diariamente. Quem me quiser :maria.peida.gorda@gmail.com

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Parabéns!! Cada vez somos mais tugas por aqui e um obrigado a todos aqueles que nos recebem bem! Continua a escrever estás no bom caminho!!

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Muitos parabéns! Conoto muito erótico!

Já tive um ginecologista homem, mas nunca se passou nada de perto o que viveste! Imagino o quanto foi constrangedor mas ao mesmo tempo inesquecível!

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Boas Ana, mas alguma vez chegaste a ficar excitada numa consulta ?

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Com o ginecologista não!

Sempre foi profissional, e também já estava perto da reforma! rs

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Se com o ginecologista não, com quem então Rsrs ?

Adorei o estava perto da reforma hahaha

Pombolanga2023@gmail.com

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Gosto de uma boa GILF e sou super dotado!

Manda fotos!

ès de onde?

69cabrito69@sapo.pt

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Olá Leonor

Parabéns pelos teus contos.

Também sou português (do porto) e adorava que pudéssemos trocar experiências.

Podemos falar por skype, se quiseres:

gatinho6910@hotmail.com

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Excelente conto, Leonor. Escrevi um recentemente para o desafio das 500 palavras, chamado “No Limite”, cuja temática segue a mesma linha desse seu conto. Parabéns! ⭐️⭐️⭐️

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