Olá meu nome é Pedro 36 anos e minha esposa se chama Júlia 33 anos, somos um casal muito bonito e safado. Já contei aqui um primeiro relato em que Júlia me chama de corno pela primeira vez, e agora vou contar o que aconteceu depois disso.
Somos casados a quase quinze anos e o começo do nosso namoro foi cheio de safadeza. Depois que ela me chamou de corno pela primeira vez, gostamos de fantasiar sobre o assunto.
Chegou um momento do nosso namoro que eu já estava dormindo na casa dela as vezes, e com autorização dos pais dela. Em um certo dia fomos para o quarto com a desculpa de dormir, mas o que queríamos era foder mesmo. Enquanto os pais dela ficaram na sala junto com minha cunhada e o marido dela.
A porta do quarto dela estava com problema e só ficava encostada, mas isso só nos deixava com mais tesão ainda. Desligamos a luz mas o quarto ainda ficava claro, porque as luzes da sala e cozinha estavam acesas, e podia ver todo o corpo da minha putinha.
Ela tirou toda minha roupa e pediu pra min sentar na cama, enquanto ela tira sua roupa bem lentamente. Sentou encima de mim como se fosse cavalgar mas sem penetração, ficamos se esfregando até que a buceta dela de tão molhada que estava abocanhou meu pau com facilidade, e ela soltou um gemido que com certeza todos escutaram na sala. Ficamos nessa posição uns trinta minutos enquanto eu colocava meu dedo no cuzinho dela, e ela falava muita safadeza no meu ouvido.
Ela : Mete em mim seu corno brocha.
Depois que ela me chamou de corno pela primeira vez, ela tomou coragem pra me humilhar também, e eu gostei.
Eu: Isso minha putinha, humilha seu corno vai.
Ela: Mete esse pauzinho brocha logo seu chifrudo, nem estou sentindo essa mixaria.
Nossa isso me deixava louco de tesão, até que mudamos de posição porque ela já estava com o quadril dolorido. Então ficamos de ladinho fodendo por um longo período, e foi aí que as confissões dela começaram.
Fodendo de ladinho ela olhava pra trás pra me humilhar com uma cara de safada, e nenhum de nós tínhamos gozado ainda e estávamos em êxtase. Ela parou de se jogar para trás e me disse.
Ela: Amor, eu sou muito safada né?
Eu: Posso imaginar quanta rola passou por essa boquinha.
Eu percebi que ela quase gozou com essa conversa e me beijou loucamente.
Ela: Quanta porra eu já engoli seu corno, você gosta de saber disso seu pau mole?
Eu : Isso me deixa louco sua vadia.
Ela: Sabia que quando estou transando com você eu penso em um homem que eu dei quando era solteira?
Eu: Nossa porque esse homem em especial?
Ela: Porque foi a melhor foda da minha vida e o maior pau que já chupei e dei. O pau dele era quase o drobo que o seu.
Meu pau tem 16 centímetros, então comecei a pensar no tamanho do cara.
Eu: Nossa amor essa conversa está me deixando com mais tesão do que o fetiche de ser corno.
Ela: Eu também, e teve uma vez que fui pro motel com dois homens.
Eu: Continua sua safada.
Ela: Foi a primeira vez que fiz uma DP, eu estava muito bêbada e nem lembro muito bem.
Eu: Que namorada puta que eu tenho.... Caralho.
Ela: Eu lembro vagamente que estava muito bom ser comida por dois ao mesmo tempo, mas depois disso lembro de acordar sozinha no quarto pela manhã, pelada e toda gozada com meu cuzinho dolorido.
Eu: Os machos te comeram e te largaram lá sozinha?
Ela: Sim, no começo fiquei puta com eles, mas fui tomar banho e me olhei no espelho, passei a mão na porra que escorria em meus peitos e coloquei na boca e engoli. Nossa fique com tesão dinovo e me masturbei, tomei um banho e fui embora.
Eu: Nossa amor, quero gozar na sua boca vadia.
Ela: Calma chifrudo.
Eu: Não aguento mais sua puta.
Ela: Sabia que eu dei pra um homem casado?
Eu: Sua vagabunda.
Ela: Eu esperava ele em uma rua escura e ele passava de carro pra me levar pro motel. Eu entrava e já sabia que tinha que ir chupando ele até chegar no motel, e ia me chingando de prostituta boqueteira, e até hoje ele é casado com aquela corna.
Foi ai que comecei a bombar forte, puxei o cabelo dela pra trás e vi ela revirando os olhos e gozando, fique vendo ela tremer toda na cama. Depois disso foi minha vez de gozar, subi encima da barriga dela e deixei a porra sair, caralho gozei do cabelo dela até a barriga e gemi muito alto. Não estava nem aí se alguém escutou porque foi uma das melhores transas que tivemos, depois disso desmaiamos de tão exaustos.
Logo contarei mais safadezas nossas.