A primeira vez que ela me chamou de corno

Um conto erótico de Oliveira070707
Categoria: Heterossexual
Contém 615 palavras
Data: 28/05/2023 23:05:45

Olá meu nome é Pedro 36 anos, moreno, magro 1,77 e minha esposa se chama Júlia 33 anos, morena, magra 1,70. Somos um casal muito bonito e nossa vida sexual sempre foi muito boa, e venho contar um fato do começo do nosso namoro.

Estávamos em uma festa que estava lotada, e ela estava de vestido branco muito curto e rodado, estava muito gostosa. Na festa sempre tem aqueles homens que se esfregam nas mulheres, e nesse dia não foi diferente, eles sempre que podiam passavam a mão nela e esfregavam o pau duro nela, mas ela não reclamava mas eu sabia que a safada estava gostando inclusive eu.

Fomos pra casa dela as 4 da manhã, como de costume ela pegou um colchão de solteiro e colocou na sala pra nós namoramos um pouco antes de eu ir embora, e não posso deixar de dizer que o pai e mãe dela dormiam no quarto ao lado. Ela estava um pouco bêbada e fica muito mais safada assim, mandou eu sentar no colchão escorando minhas costas no sofá enquanto ela tirou minha calça e sua calcinha que era minúscula e começou um belo boquete com a bunda empinada pra cima. Foi aí que o inusitado aconteceu, ela disse:

Ela: Tem um negro pauzudo atrás de min amor

Eu achei um pouco estranho, mas gostei da fantasia e dei corda pra ela.

Eu: O que ele está fazendo sua gostosa

Ela: Ele está me chupando, aí aí aiiii delícia, já estou muito molhada amor. Ele está pincelando o pau na minha buceta nooooossa, eu quero o pau dele você deixa?

Eu: É claro amor, gostosa tem que ser dividida.

Ela: A cabeça está entrando nossa amor, não sei se eu aguento aiiiiiii.

Aí ela abre mais sua bunda com uma das mãos sem parar de me chupar, nossa que visão maravilhosa ela estava louca de tesão. Ela olhava pra trás como se estivesse sendo comida mesmo.

Ela: Meti sem do negão gostoso.

E se jogava pra trás fazendo de conta que estava sendo estocada.

Eu: Amor geme baixinho, não esqueça do seus pais aqui do lado.

Ela não estava preocupada com isso, estava louca. A safada pulou encima de mim e começou a cavalgada, e enquanto rebolava ela falava no meu ouvido.

Ela: Eu quero uma dupla penetração amor, deixa eu dar meu cuzinho pro negão deixa?

Eu: Claro, vou lubrificar ele pra facilitar.

Foi a deixa pra eu colocar o dedo no cu dela, e com um pouco de saliva tentando entrar. Quando meu dedo começa a entrar, ela rebola e revira os olhos quase gozando.

Ela: Calma, não quero gozar agora. Você está gostando de me ver dando pra outro?

Eu: isso me deixa louco de tesão minha putinha.

Ela: Sua não, hoje sou dele.

Eu nessa altura estava torcendo pra ela me chamar de CORNO, então resolvi tentar incentivar.

Eu: Se vc está dando pra outro amor, o que eu sou então?

Ela pensou por alguns segundos, percebeu o que eu queria e entrou na fantasia. Ela chegou pertinho do ouvido e sussurrou bem devagar.

Ela: Você é um CORNO, é isso que vc quer? Você é meu CORNINHO.

Tudo isso enquanto ela rebolava e eu já com dois dedos no cu dela comecei a gozar.

Ela: Gosta seu CORNO, eu também vou gozar aiiiiiii caralho.

Então gozamos juntos e foi maravilhoso, fomos no banheiro se limpar e voltamos pro colchão, acabei pegando no sono e dormimos na sala. Foi a primeira vez que ela me chamou de CORNO e eu acabei gostando, e foi somente o começo as coisas esquentaram muito depois disso, mas é assunto pra um próximo conto.

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Comentários

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Tua gata é o máximo, o sonho de todo o macho alfa que também adora ser corninho. Leiam as minhas aventuras.

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Adoro quando minha namorada provoca alguem e fala deste jeito, gostaria sim de ler todos outros do casal: euamoavida2020@gmail.com

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Obrigado, fico com tesão em ler comentários assim, logo vai ter mais.

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