O Cafajeste e a Loira: Fantasia Realizada

Um conto erótico de Márcia
Categoria: Heterossexual
Contém 354 palavras
Data: 10/11/2021 15:24:25
Última revisão: 18/03/2026 07:35:17

"Vivi momentos ímpares com o homem mais cafajeste com quem já me relacionei. Eu aproveitava cada instante. Alugamos uma casa em Cabo Frio, no RJ, e passávamos os fins de semana lá. Sou a Márcia: uma loira baixinha, de seios pequenos e bunda enorme. Ele é o Marcos: um negro alto, forte, abusado e assumidamente cafajeste.

​Acordar em um ambiente praiano e fugir da rotina é maravilhoso. Sem preocupação com horários, tomávamos café na padaria e seguíamos para a praia. Em uma tarde nublada, fomos à orla. Estava deserta pela ausência de sol. Fui 'compulsoriamente' (brincadeira!) obrigada a satisfazê-lo atrás de um quiosque. O medo perdia para o tesão: carros passavam e eu ali, agachada, com o fogo aceso.

​Ao voltarmos, ele me pegou no colo logo no portão e me levou até a cama. Com os pés ainda sujos de areia, ele me jogou no colchão, saiu e voltou apenas de cueca, segurando uma corda de varal. Prendeu-me de bruços, colocou-me uma mordaça e arrancou minha roupa. Eu observava tudo, em transe.

​Ele ficou nu, exibindo seu porte imponente, e começou a me explorar. Com os braços presos e a boca silenciada pela mordaça, restava-me apenas empinar a bunda. Como a casa ficava em cima de uma pensão movimentada, o silêncio era vital — e eu sou escandalosa. Ele sussurrou no meu ouvido que iria me 'maltratar'. Fiquei completamente arrepiada.

​Senti a pressão na entrada do meu corpo; sempre amei aquela entrega total. Ele afastava minhas nádegas com força, forçando a entrada até que se acomodou. O grito não ecoava por causa da mordaça. Ele me chamava de 'puta' enquanto o ritmo aumentava. Estava molhada, excitada pelo perigo e pelo som dos nossos corpos. Percebi então que ele havia posicionado os celulares para filmar cada ângulo. Aquilo me deu ainda mais fogo.

​Após ele chegar ao ápice, soltou minhas amarras. Eu virei, montei nele e cavalguei com toda a minha força até desabar. Ele leu minha mente: realizou minha fantasia de ser dominada e possuída sem aviso. Meu corpo doía, mas eu sorria. Afinal, a entrega quando é 'roubada' tem um sabor muito melhor."

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Suzane
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