Meu Marido Deixou O Negão Me Chupar

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 755 palavras
Data: 10/11/2021 08:53:20
Última revisão: 16/03/2026 16:10:30

O Inspetor e a Universitária: Relatos para um Corno

Sou o Marcos. Em 2010, enquanto terminava meu estágio em Radiologia, surgiu uma oportunidade para trabalhar como inspetor em uma faculdade. Minha função era auxiliar os professores e manter a ordem nos andares sob minha responsabilidade. No turno vespertino, o movimento era calmo até o início das aulas, mas alguns alunos chegavam cedo para "estudar" no ar-condicionado. Eu, claro, permitia.

​Foi assim que conheci Clara. Uma mulher madura, elegante, mãe de dois filhos e dona de um perfume que dominava o corredor antes mesmo dela aparecer. Ela era extremamente comunicativa e, com o passar dos meses, nossas conversas migraram de assuntos triviais para confissões íntimas. Ela contava que o marido era um oficial da Marinha que passava muito tempo embarcado; quando ele voltava, "tiravam o atraso" com vigor.

​Certo dia, ela me contou sobre uma ida a uma casa de swing. O casal não se interessou por ninguém naquele dia, mas a semente do fetiche estava plantada. Confessei que tinha curiosidade pelo meio, e a partir dali, o clima mudou. Após um elogio meu, ela pediu que eu cheirasse seu pescoço. O aroma era inebriante. Aproveitei o contato para roçar meus lábios na sua pele quente.

​No dia seguinte, a surpresa: ela revelou que contou ao marido sobre o "cheiro no pescoço" e que ele, em um surto de luxúria, havia autorizado que eu a tocasse. Achei que fosse brincadeira, até que ela pegou minha mão e a travou em sua cintura, desafiando meu autocontrole.

​Minha saleta era apertada, com apenas uma mesa e uma cadeira onde eu guardava equipamentos. Clara entrou, pediu para fechar a porta e foi direta: queria ver meu pau. Seguindo suas ordens, ela o libertou, cheirou, beijou e começou a chupar com uma técnica de deixar qualquer um louco. No meio do ato, o celular dela tocou. Ela atendeu e continuou trabalhando na minha glande, respondendo ao telefone com "hum-hum" e "sim", enquanto seus olhos fixos nos meus mostravam a malícia da situação. De repente, ela me estendeu o aparelho: "Fala com meu marido".

​A voz do outro lado era de um homem firme, aparentando seus 35 anos. "Minha mulher está chupando gostoso? Ela tem uma boca divina... quero te conhecer, ela fala muito bem de você". Percebi que o fetiche era real. Após gozar na boca dela e ganhar um lanche de presente (o contraste era quase cômico), trabalhei o resto do dia em transe.

​A brincadeira evoluiu. Clara agora agia sob o crivo do "Cuckold". Em um deslocamento entre andares, entramos no elevador antigo, sem câmeras. Eu o travei e a abusei: mão boba, roçadas brutas e ela, agachada, me deu mais uma chupada rápida enquanto o mundo lá fora continuava girando. Assim que saímos, ela ligou para o marido e narrou tudo de forma sórdida, dizendo que eu a tinha "encurralado" e que ela se sentira indefesa. O maridinho, do outro lado, se masturbava com a ideia do meu abuso.

​O ápice foi o dia da "chupada autorizada" na minha mesa. Ela chegou usando a saia florida que eu havia pedido, exalando aquele perfume que era um convite ao pecado. Subiu na mesa, abriu as pernas e ligou para o oficial. "Amor, ele vai me chupar agora, tá?".

​Comecei beijando suas pernas, subindo lentamente enquanto ela narrava cada centímetro para o marido. Quando afastei a calcinha vermelha minúscula, encontrei uma bucetinha pequena, lisinha e terrivelmente cheirosa. Minha língua encontrou seu clitóris e Clara suspirou, relatando ao telefone que minha boca era quente demais. Caí de boca, alternando lambidas com dedadas profundas, até enfiar a língua no seu cuzinho. Ela já falava com dificuldade, humilhando o marido ao telefone, dizendo que ele era fraco, que o pau dele era pequeno perto do que ela imaginava de mim e que eu a faria gozar como ele nunca fizera.

​Clara entrou em colapso. Começou a tremer, largou o celular e esfregou a bucetinha na minha cara, elevando o quadril da mesa em espasmos de puro prazer. Ela desceu da mesa vermelha, ofegante, ajeitou a calcinha e saiu sem dizer nada. Eu fiquei lá, lambendo os lábios melados pelo suor e pelo néctar dela, esperando o início da aula.

​O encontro oficial para conhecer o corno aconteceu pouco depois, justamente no dia do meu aniversário. Mas essa história de como foi conhecer o casal pessoalmente, eu guardo para o próximo relato.

​Foi um belo presente, quem já viveu essa adrenalina sabe do que estou falando. Deixem suas histórias nos comentários!

​Forte abraço!

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Comentários

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Nossa! Que delícia! A putinha obediente só fode com a anuência do corno. Que sexy e excitante.

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