O Encontro que Parou no Motel

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 657 palavras
Data: 18/09/2021 06:39:17
Última revisão: 16/03/2026 14:30:17

​Fui convidado para o aniversário de uma colega de trabalho. O convite veio em cima da hora — certamente eu era o último da lista. Ao chegar, notei rostos conhecidos e outros completamente novos. Entre eles, uma mulher negra deslumbrante capturou minha atenção imediatamente. Lucimar. Ela era passista, dona de um corpo escultural que parecia esculpido à mão, extrovertida e dona de um sorriso estonteante que iluminava o ambiente.

​A festa acabou, mas os frutos daquela noite começaram a ser colhidos através de novas conexões. Minha aproximação com Lucimar, porém, já nasceu batizada pela maldade. Encantado por aquela mistura de inteligência e curvas perigosas, comecei meu cerco: curtidas estratégicas, mensagens provocativas e perguntas que estreitavam nosso laço diariamente.

​Criei coragem e a convidei para um happy hour. Eu estava transbordando segundas intenções; precisava sentir de perto aquela bunda empinada e a energia magnética que ela exalava. Ela atrasou, mas manteve o contato. Quando finalmente surgiu, parecia uma miragem: calça justa realçando cada contorno, salto alto e um perfume envolvente que mascarava com elegância o aroma do cigarro que fumava. A conversa fluiu sem barreiras. As peças estavam se encaixando.

​Na hora de ir embora, ofereci carona. Em um ato de audácia pura, manobrei o carro para o motel mais próximo. Pedi uma suíte. Para minha surpresa e deleite, ela não disse uma palavra. O silêncio era o seu consentimento.

​Já na suíte, o clima entrou em combustão. Beijos vorazes, mãos exploradoras. Eu, um negão imponente, me livrei da roupa rapidamente. Fiquei nu, com o pau pulsando, teso, roçando nela, enquanto Lucimar jogava um jogo de "gata e rato", esquivando-se com um sorriso malicioso. Com a destreza de quem sabe o que quer, tirei sua blusa e, com apenas dois dedos, desprendi o sutiã. Meus lábios encontraram seus seios, provando a firmeza de sua pele enquanto ela fazia um charme irresistível para não tirar a calça.

​O cansaço da resistência a venceu. Deitada na cama, puxei sua calça pelos tornozelos. O tecido deslizou, revelando um fio-dental vermelho que emoldurava aquela raba monumental. A visão era um banquete: uma vulva pequena, perfeitamente depilada e já úmida. Comecei beijando suas pernas, afastei o tecido de seda e minha língua iniciou uma exploração profunda na sua "grutinha do amor". Chupava com vontade, sentindo o sabor do seu desejo, enquanto meus dedos ditavam o ritmo da sua entrega.

​Subi novamente, devorando seus seios e pescoço até encontrar sua boca em um beijo sedento. Ela já estava de pernas abertas, a xaninha ensopada implorando por preenchimento. Meu "Luluzinho" entrou sem resistência. O sexo foi uma sinfonia de posições e gemidos, mas o ápice ainda estava por vir: o anal.

​No sofá da suíte, eu a coloquei de quatro. Minha língua não perdoou, explorando cada centímetro do seu rabo enquanto, de "brinde", eu lambia sua buceta por baixo. Ela rebolava freneticamente no meu rosto. Com meus 1,80 m, a altura estava perfeita. Enfiei meu pau — grosso, duro como pedra — naquela raba quente. Ela tentava fugir, gritando de prazer e agonia deliciosa, mas minhas mãos seguravam seu quadril com firmeza, trazendo-a para mim. Eu sentia cada centímetro invadindo aquele aperto estreito e fervente. Ela não resistiu e rugiu:

​— Me fode, porra!

​O vaivém tornou-se brutal e rítmico. Enquanto eu a possuía por trás, minha mão encontrava seu clitóris, estimulando o ápice. Gozamos em uníssono, um colapso de prazer. Após um banho demorado e compartilhado, a levei para casa. Na porta, como um último gesto de luxúria, ela se ajoelhou e deu um beijo de língua no meu pau, despedindo-se com a promessa de quem queria mais.

​No dia seguinte, fui brindado com uma "saravaiada" de xingamentos carinhosos. Chamou-me de safado, disse que eu premeditei tudo. Eu apenas ria, saboreando a vitória. Perguntei se a calcinha combinava com o sutiã por coincidência. Ela riu e confessou: adora sexo anal e admitiu que eu fiz o serviço direitinho.

​Tivemos outros momentos... mas esses eu conto na próxima.

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