Desde o último conto muita coisa aconteceu e mudou. Já não estou mais em um relacionamento sério, acabei me formando, meus pais estão morando na cidade e eu fui morar com eles pra economizar no aluguel. Apesar de já estar com 25 anos, continuo quase do mesmo jeito dos contos anteriores: branquinho, 1,65 de altura, peso cerca de oitenta quilos bem distribuídos, agora mais definido da academia.
No apartamento em frente ao nosso mora meus tios e meus primos. Richard de 18 anos e Ricardo de 18, pia bonito e gente boa, corpo bem definido do futebol, costas largas e cintura fina, sem falar na bunda gigante que ele tem.
Sempre que podia estávamos juntos jogando PS4 e trocando ideia. Sempre admirei aquele corpo lindo, mas só ficava nisso.
Tudo ia bem, aí estourou a pandemia. Meus pais, já de mais idade, decidiram se refugiar no sítio, assim como meus tios e o Richard. Ricardo não quis ir, deu mil desculpas, mas ele teria de ir já que não tinha "adulto" pra cuidar dele.
Foi onde falei pra tia deixar ele aí, eu olho ele, eu não vou pro sítio, tem muita coisa pra fazer aqui, ele fica lá em casa. Todos concordaram e assim foi feito.
Foram passando os dias e o Ricardo, super à vontade, já não usava mais toalha quando saía do banheiro. A nudez nunca foi um tabu. Ele costumava jogar com os amigos na quadra do condomínio, então sempre à tarde tinha roupa suada no chão do banheiro. Notei que o meião dele tava sempre dando sopa, o cheiro de macho era estonteante, e eu na seca comecei a tocar uma enquanto cheirava a meia dele, imaginava os pés dele, aquele corpo. Se tornou corriqueiro, todo dia batia uma com as meias e calção, era estonteante.
Fiquei nessa um tempo. Era bem rotineiro: chegava do trabalho e ia direto pro banheiro com a desculpa de me livrar da sujeira da rua. Com a piora da pandemia ele parou o futebol, logo não tinha mais as meias no banheiro. Acabou ali o meu divertimento, até que fui lavar roupa no final de semana, notei sua cueca, não resisti, dei uma cheirada. Nossa, que delícia o cheiro de pica, que tesão! Não resisti e comecei a tocar uma na lavanderia mesmo. Tava no auge do tesão até...
— Ricardo: Que porra é essa!
Eu fiquei estático. Não saía nada da minha boca, nem poderia, tava com a cueca dele enfiada na cara e tocando uma.
— Ricardo: Sabia que tu era viado, mas que curtia essas coisas eu só desconfiava.
— Eu: Calma, primo, deixa eu explicar.
— Ricardo: Explicar o quê? Que você tá tocando uma com minha cueca? "Cê" tá louco.
— Eu: Não, primo, deixa eu explicar.
— Ricardo: Cara relaxa, vou fingir que nada disso tá acontecendo.
Pensei que ele ia falar prós pais dele ou pros meus, mas não. Ficou na dele, mal falava comigo e já não deixava a roupa na lavanderia depois do ocorrido.
Passaram uns dias e pensei: ah, quer saber, foda-se, ele que tá ficando sem roupa limpa mesmo. De madrugada ouvi barulho na lavanderia. Era ele, mas não sabia nem ligar a máquina.
— Eu: Ricardo, deixa disso, eu te ajudo.
— Ricardo: Cara, eu deixo? Olha o que você fez, acha normal?
— Eu: Cara, desculpa. Vamo deixar pra lá, a gente é primo, vamo conviver sempre.
— Ricardo: Na hora de cheirar minha cueca babada de porra não somos primos. Você é muito puto.
— Eu: Vai dizer que tu não tá na seca? Eu tô matando cachorro a grito, qualquer coisa me dá tesão.
— Ricardo: Eu sei, tá foda, mais vai ver um pornô igual todo mundo, kkkkk.
— Eu: Tamo de boa.
— Ricardo: Sim, mas você pelo jeito não vai parar, né?
— Eu: Se eu falar que não, você vai ficar muito puto?
— Ricardo: Você é foda. Lava aí pra mim.
Disse isso e saiu, entrou no quarto de visita e fechou a porta.
Comecei a separar as roupas e vez ou outra cheirava suas cuecas e meias. Uns minutos depois já tava com a pica estourando minha cueca. Ele abriu a porta, eu fiquei sem graça e tentei disfarçar a ereção.
— Ricardo: Relaxa, primo, trouxe mais uma pra você...
Notei que ele tava com uma toalha enrolada na cintura.
— Ricardo: Essa tá bem recheada... kkkk.
O puto tinha batido uma e a cueca tava toda melada de porra.
— Eu: Que isso, mano, tem certeza? Quer mesmo que eu pegue nisso?
— Ricardo: Ué, você gosta de cheirar ela babada, assim cheia de gala você vai adorar.
— Eu: Vou por na máquina direto.
— Ricardo: Qual é, primo, dá só uma cheirada, fiz especial pra você...
Comecei a cheirar. Meu primo, que já tava meia bomba, começou a mexer no pau que, por sinal, era uma delícia: uns 20 cm, grosso e cabeçudo.
— Ricardo: Vem sentir o cheiro direto da fonte.
Eu ajoelhei e meti a cara no saco dele. Cheiro de macho, cabeça ainda melada da gozada anterior.
— Eu: Posso?
— Ricardo: O que você quer? Chupar?
— Eu: Sim.
— Ricardo: Não sei, acho que é demais. Na real era só pra zuar e você já tá cheirando meu saco.
— Eu: Você trouxe a cueca melada de porra pra mim, é um sinal que você quer. Para de fazer cu doce.
— Ricardo: Tá, mas eu não vou fazer em você.
— Eu: Relaxa, se quiser chupar eu deixo, mas eu quero mamar essa rola.
Fui devagar, chupando as bolas, passando a língua e volta do pau na cabeça até começar a chupar. Ele só gemia e me chamava de louco.
Apesar daquele pau ser uma delícia, tava a fim de brincar naquela bunda carnuda. Apesar de relutar, levei ele pro quarto, sentei ele na beira da cama e ajoelhei em sua frente, e comecei a mamar com mais intensidade. Ele começou a curtir, pois bombava minha boca, vez ou outra eu engasgava com aquela tora.
Antes dele gozar eu tinha de tentar algo. Levantei as pernas dele, deixando aquele cuzinho virgem na minha cara: poucos pelos, assim como no saco, e rosinha.
— Ricardo: Aí não, primo!
— Eu: Calma, só vou passar a língua.
— Ricardo: Não sou viado, cara! Deixa o meu cu, chupa minha pica, as bolas, mas o cu não.
— Eu: Confia, tu vai gozar gostoso. Deixa, vai.
— Ricardo: Sei não. Se bem que você já tá mamando... Foda-se, mete a língua aí.
Comecei de leve, meu primo merece todo carinho. Passei a língua em volta devagar e fui aumentando a intensidade, alternava entre as bolas, o pau e o cu dele. O pia gemia e tremia de tesão, ele tava entregue. Enquanto chupava o pau dele, comecei a brincar com o dedo, acariciando em volta do seu anelzinho. Tentei por o dedo, mas ele contraiu na segunda vez...
— Ricardo: Dedo não!
— Eu: Relaxa, tu não queria a língua no cu e tá curtindo. O primo vai cuidar de ti.
— Ricardo: Não.
— Eu: Eu vou pondo, se não quiser eu tiro, deixa?
Ele consentiu com a cabeça, e eu chupava, alternava entre o saco dele e o pau. O cu dele já tava bem meladinho e meu dedo foi deslizando. Nem se queixou quando entrou. Tentei colocar o segundo, ele segurou minha mão, pediu pra eu chupar mais um pouco e lubrificar mais o dedo, pois tava doendo um pouco. Ele quase gemia alto e suspirava quando meus dois dedos entravam e saíam com facilidade. Comecei a foder aquela bunda dele com os dedos enquanto mamava aquela rola grossa.
Ele começou a se contorcer e gemer mais alto e anunciou:
— Ricardo: Vou gozar!
Levantei e comecei a bater uma enquanto ele se masturbava também. Ele gozou na própria barriga. Quando eu ia gozar, ele pediu pra gozar nele também. Falei que queria gozar na bunda dele.
— Ricardo: Mas não é pra meter em mim. Sem meter, só gozar.
— Eu: Deixa eu só dar uma brincada na sua bunda aí eu gozo, não vou te comer.
Ele levantou com a barriga toda melada. Eu não sou bobo, lambi toda porra e dei mais umas chupadas naquela rola meia bomba. Não sabia se ia poder fazer de novo, aí aproveitei o máximo.
Coloquei ele de quatro na cama, aquela bunda linda na minha cara. Já meti a língua e dava uns tapas de leve.
— Ricardo: Você não vai gozar?
— Eu: Por quê? Tá ruim? Quer que eu pare?
— Ricardo: Não, tá bom. Achei só que queria gozar logo.
— Eu: Tô curtindo aqui, relaxa.
Enquanto ele tava de quatro, eu chupava aquele cuzinho lindo, passava a língua no saco dele. Logo sua pica começou a dar sinal de vida.
Levantei e comecei a passar a pica na bunda dele, colocava a cabeça bem na portinha. Ele, safado, contraía, aí eu tirava, batia com a rola na bunda dele até que gozei, fiz questão de por o pau bem na portinha e enchi de leite.
— Ricardo: Gozou? Agora limpa!
Me abaixei e notei que ele já tava na bronha. Limpei toda porra com a língua e ele tocando uma. Não aguentando mais, esporrou a cama.
Deitamos em silêncio até que ele levantou e foi pro banho. Não falamos no assunto o resto do dia. A noite caiu e trocamos algumas palavras, mas nada do ocorrido.
Até a madrugada...