Aquele Segredinho - eu não sabia que a loira gata tinha algo a mais

Um conto erótico de Marcelo
Categoria: Trans
Contém 2170 palavras
Data: 30/06/2019 02:13:51
Última revisão: 06/02/2026 21:56:49

​Uma coisa é certa: ela tem um cacete poderoso! Quando entrou, uma lágrima escorreu do meu olho!

​E aí, galera! Meu nome é Marcelo, moro em Porto Alegre e tinha, na época, 24 anos quando essa história aconteceu. Não, isso não é mais uma piada de gaúcho; é uma história real que aconteceu em 2018. Eu estava com uns amigos da faculdade num bar na Cidade Baixa, um bairro boêmio da capital gaúcha. Eles estavam rindo da minha cara porque já fazia mais de um ano que não me viam com uma garota. Vinham cheios de piadinhas, dizendo que eu ia virar padre ou acabar como um professor nosso, que parece ser virgem apesar de ter uns setenta e poucos anos.

​Aquele assunto já estava enchendo o saco quando eu vi uma loirinha bem simpática, que estava conversando com o guri que servia as bebidas no bar. Eu a ouvi falar alguma coisa sobre estar "solteira finalmente" e coisa e tal. Ela tinha um corpo muito lindo, era perfeita! Um dos meus amigos também ouviu o que ela disse e falou:

​— Tá aí a tua chance, mané! Hahahaha!!!

​Então eu tomei coragem e fui me sentar do lado dela no balcão. Não esperava que fosse rolar nada — nem eu, nem meus amigos; era muita areia pro meu caminhão, mas nunca se sabe, não é mesmo? Estava nervoso e meio sem saber o que fazer quando me sentei e pedi uma cerveja. Vi que ela me deu uma encarada; eu sorri pra ela, ela sorriu de volta e logo começamos a conversar.

​Ela era muito divertida e desinibida. Conversamos sobre várias coisas até a banda começar a tocar e a gente não conseguir mais ouvir a voz um do outro. Perguntei se nós podíamos sair dali e ela concordou. Me despedi dos meus amigos, que não acreditavam no que viam, e saímos. Aquilo estava estranhamente fácil, mas eu queria tanto que nem pensei muito no assunto.

Ficamos conversando na calçada por um tempo. Era óbvio o nosso interesse um pelo outro, mas ela parecia que ia ficando cada vez mais nervosa, sem nenhum motivo aparente. Foi aí que ela me falou:

​— Eu tenho que te dizer uma coisa antes que a gente vá mais longe nisso tudo. Eu… é… eu sou t…

​Na hora passou uma moto e o ronco do motor não me permitiu entender o que ela disse. Mesmo assim, eu respondi de pronto e confiante:

​— Tudo bem, não tem problema. Na tua casa ou na minha?

​Ela abriu aquele sorriso lindo de quem ganhou a noite e me disse que morava a só algumas quadras dali. Fomos, então, a pé até o prédio onde ela morava.

​Pode parecer estranho eu não ter perguntado o que ela queria me dizer na hora, mas acontece que eu só pensava em transar, transar e transar naquele momento; não estava acreditando que uma menina tão gata queria o mesmo comigo. Eu não podia perder a oportunidade de jeito nenhum, pois não é sempre que as portas do paraíso se abrem pra gente. Além do mais, o que poderia ter de errado naquela menina tão linda?

​Ela tinha um olho bem azul, um cabelo loiro liso, e os seios faziam um volume maravilhoso naquele vestido azul, assim como o bumbum. Era maravilhosa, e o modo como me olhava era puro tesão; só dava pra imaginar a quantidade de sacanagem que passava na cabeça dela. Para um cara que ficou mais de um ano só estudando e batendo punheta, aquilo era um garrafão de água encontrado no meio do deserto. Contei uns cinco caras que passaram olhando discretamente para ela enquanto conversávamos na rua. Com certeza a noite seria inesquecível!

Assim que chegamos, ela me perguntou se eu queria beber alguma coisa, e eu disse:

​— Eu só quero uma coisa...

​Agarrei-a pela cintura e dei aquele beijo de língua. Ela gemeu um pouquinho e disse:

​— Seu safado gostoso!! Então tu quer ir direto ao assunto, hmmmmmm?!

​Aí eu comecei a beijar o pescoço dela e a apertar aquela bunda maravilhosa com minhas mãos, enquanto ela gemia mais e mais. Comecei a puxar as alças do vestido até ele terminar no chão. O corpo dela era realmente maravilhoso! Ela usava uma lingerie vermelho-sangue; os seios eram fantásticos. E, a essa altura, meu pau mal cabia dentro das calças. Aí eu comecei a beijar aqueles seios e logo o sutiã estava no chão também. Dei uma boa chupada naqueles mamilos e ela não parava de gemer. Nossa, era um corpo de dar inveja em muitas meninas por aí.

​Desci um pouco mais e beijei seu umbigo. Logo em seguida, puxei a calcinha para baixo. Eu estava louco de tesão quando descobri o segredinho dela. Parecia impossível que aquele monstro coubesse naquela calcinha! Era como se ele fosse retrátil! Assim que a calcinha desceu, ele surgiu do meio daquelas lindas pernas; rapidamente cresceu e ficou a postos, bem empinadinho e pulsando. Tinha um tamanho de dar inveja em muitos homens.

Na hora eu levantei e congelei. Pensei: "O que eu faço agora? Corro? Chamo a polícia? Ou talvez o PROCON? Eu poderia sair correndo agora, abrir a porta e me mandar!". Mas aí eu pensei: "Como ela vai se sentir se eu sair assim, como se tivesse fugindo de um animal selvagem? E agora, o que eu faço!!??". Eu tinha gostado dela e estava carente! Ai, ai... Pra piorar a situação, na hora meu mastro desmoronou tão rápido e tragicamente quanto foi a queda das Torres Gêmeas.

​Aí ela me perguntou:

— Tá tudo bem?

— É… sim, sim, tranquilo!

​Ela me olhou com uma cara estranha, de dúvida, e eu respondi tentando disfarçar meu embaraço:

— É que eu nunca tinha visto um tão grande!

​Por que eu disse isso?! Eu não sabia o que fazer e as palavras saíram da minha boca. Ela deu uma baita gargalhada e ficou toda boba. Eu continuava paralisado, pensando no que fazer pra sair dali sem magoá-la ou algo assim, mas não vinha nada na minha cabeça. Ela começou a balançar o corpo de um lado para o outro, fazendo a piroca dançar no ar, e disse:

— Não tenha medo, pode tocar!

​Como eu não fiz nada, ela pegou a minha mão e me fez segurar. Era quentinho e duro, bem duro. Então ela disse:

— Agora vamos ver o que tu tens aí.

​Ela começou a abrir meu cinto enquanto eu não era capaz de decidir o que fazer, baixou minhas calças e…

— Bah! Eu jurava que tinha visto um volume aí! Que houve?

​Eu continuava quieto, paralisado! Não sabia o que dizer!

— Eu estava imaginando dar pra você quando a gente estava na rua; eu adoro um menino fortinho me agarrando por trás, mas parece que eu te assustei, né, bebê? Vamos ter que brincar com o meu. Vamos, se ajoelha aí e mostra o que tu sabe fazer!

Eu devia ter fugido, mas não queria magoá-la. Então, como minha cabeça era incapaz de decidir o que fazer, só me restava obedecer à ordem que vinha de fora. Assim, me ajoelhei e, sem pensar, abri a boca e comecei a chupar aquele mastro que mal cabia nela.

​— Não tenha medo só porque é grande, pode fazer com vontade!

​Naquela altura, ela já me tinha no bolso. Mais uma vez obedeci, mas parece que não foi suficiente, porque ela agarrou a minha cabeça e enfiou até o talo. Fiquei sem ar e comecei a tossir. Ela, então, riu e me soltou; eu tirei o pau da boca e tossi ainda mais.

​— Agora tu sentiu o poder desta pica, né, bebê?

​Ela me mandou levantar. Eu obedeci. Ela me deu um bom tapa na bunda e disse pra eu ficar de quatro na cama. Eu engoli seco, mas obedeci. Nossa, como eu estava incapaz de controlar a situação! Ela nem perguntou se eu gostava de dar e, por algum motivo, eu não pude dizer "não" para aquele rostinho lindo.

​Naquela posição, só dava pra ouvir o que ela fazia ali atrás; eu não me atrevi a olhar. Eu ouvi um barulho e acho que era ela rasgando o pacote de camisinha com os dentes e, depois, senti aquele dedo na boca do meu cu com lubrificante. Era estranho me sentir tão sem controle da situação. Eu não sabia direito o que ela fazia lá atrás; só podia imaginar ela colocando a camisinha e mirando no meio da minha bunda. Será que ia doer? Não podia nem saber quando, exatamente, ela ia enfiar e se ia meter tudo de uma vez ou aos pouquinhos. Eu era só um pedaço de carne esperando pra ser devorado.

O pior é que ela demorou um pouco, o que deu tempo pra minha imaginação criar uma expectativa enorme! Logo comecei a ver que o meu pau estava ganhando vida novamente. Foi aí que eu senti aquela ponta grossa encostar um pouco abaixo do meu rabo, depois um pouco mais acima. Aí ela reclamou:

​— Pô! Dá uma empinadinha aí pra eu ver onde é!

​Era hora de levantar e dizer "chega", mas eu simplesmente não fui capaz de fazer isso. Então, deitei a minha cabeça no colchão, deixando a bunda o mais empinada possível. Ela, então, começou a entrar em mim; eu instintivamente tentei fugir, mas ela me agarrou e não deixou.

​— Onde tu pensas que vai? Hahaha!

​Eu estava sob o domínio dela. Ela é que tinha as mãos me agarrando e podia me prender ali, enquanto as minhas mãos encontravam-se inutilmente deitadas uma de cada lado da minha cabeça. Eu teria que lutar para sair dali, mas ela poderia parar quando quisesse.

​Eu sentia aquele volume quente entrando e arregaçando todo o meu cuzinho indefeso; até então, nunca tinha percebido o quão estreito era o meu rabo. Depois, comecei a sentir uma dorzinha lá no fundo, como se não tivesse mais espaço pra tanta piroca! Protestei com um:

​— Woooouuu! Vai com calma!

​Ela me deu um tapa na bunda e disse:

— Seja homem e aguenta!

​E começou a socar. No início, parecia que eu não ia aguentar de dor e uma lágrima escorreu do meu olho, mas depois, de alguma forma, começou a ficar gostoso e eu comecei a gemer sem querer. Ela metia muito rápido. "Bah, que energia tem essa mulher!", eu pensei. No início, ela me segurava firme na cintura com aquelas unhas quase furando a minha pele; depois, agarrou meus cabelos com uma das mãos, com força, puxando a minha cabeça para trás e dando tapas na minha bunda com a outra. Não dava pra acreditar no que estava acontecendo! E, principalmente, não dava pra acreditar que eu estava gostando!

​— Agora eu quero meu peru de Natal!

​Até então, eu não sabia que aquela posição tinha esse nome. Ela me virou e levantou minhas pernas, me forçando a ficar em posição fetal. Com o peso do corpo, ela empurrou meus joelhos, fazendo eu levantar meu cu o mais alto possível, e voltou a meter. Ela tinha uma mira! Achou o buraco de primeira e sem as mãos. Naquele momento, eu percebi que, mesmo que eu quisesse, não poderia sair dali se ela não permitisse. De quatro até dava pra fugir com algum esforço, mas daquele jeito parecia impossível. Ela botou todo o peso sobre minhas pernas e minhas costas doíam um pouco. Quantas vezes eu fiz aquilo com minhas namoradas e nunca percebi que era assim que elas se sentiam!

​Lá estava eu com a cabeça dela entre meus pés e os seios batendo nas minhas pernas. Eu nunca tinha imaginado que teria tanto tesão justamente por estar sob o poder de outra pessoa. Ela metia rápido enquanto mordia os lábios e me fitava com aqueles olhos azuis. De repente, ela me perguntou se eu queria tomar um leite. Na hora eu não me dei conta do que isso queria dizer; achei que ela estivesse pensando em parar a transa e tomar um Nescau — sei lá de onde eu tirei isso —, então disse que sim.

​Ela imediatamente ficou de pé em cima da cama, tirou a camisinha tão rápido como um raio e derramou muito, mas muito leite em mim, na minha cara, em tudo. E lá estava eu todo melecado, com a minha camiseta favorita cheia de porra. Aí, ela começou a bater uma punheta em mim e, em segundos, eu devo ter dado a maior gozada da vida. No final, tive que jogar fora minha camisa, cheia da porra de nós dois.

Dormimos juntos naquela noite, mas não antes de ela me fuder mais umas duas vezes: uma no banho e outra na cozinha, depois do lanche. Na cozinha, ela simplesmente me deitou em cima da mesa, de costas pra ela, e meteu com uma das mãos apertando minha nuca contra a mesa, enquanto a outra beliscava minha bunda. "Que tesão que tem essa mulher!". Não tive a menor vontade de comer ela naquela noite; deixei todo o trabalho pra ela. Nunca mais olhei para um cacete do mesmo jeito depois disso.

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Comentários

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Muito bom em todos os sentidos . . . aguardo a continuação !

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Duvido que foi tão inocente! Nã

Duvido que foi tão inocente! Não tem como não perceber que é uma travesti, acho que vc pensou em que se foda que seja!

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Nota dez é claro... Eu li no seu outro conto que você aprendeu a ter um pouquinho de dó das meninas depois da sua primeira experiência e resolvi vir lê-la, me deixou curiosa, sim, a sensação de vulnerabilidade e de entrega é total, por isso que têm posições sexuais que só se faz com quem confia... Beijinho. Nota 10 e devidas estrelas.

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Parabens ... começando a ler e curtir muito seu conto, adoro ouvir estas historias de sexo e de descobertas, acho que no sexo vale tudo, sem preconceitos e frescuras ... adorei ... vou ler todos, se tiver fotos me mande : jmoport@yahoo.com.br ... e quando puder leia meus contos tb ... abraços

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Delicia de conto, Marcelo. O segredinho era um segredão. Rs. Muito bem narrado e excitante. Teve passagens divertidas como após a surpresa de ver o bilau dela. Ou aquela de parar a transa e tomar um nescau. Nota máxima com louvor. Agradeço tua leitura no meu. Sei como o anal é delicioso e narrei também várias experiências aqui. Espero que goste de ler elas. Beijos.

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Tem continuação sim! Procura lá nos meus contos os outros segredinhos

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Uauuu... Que conto... E continuação? Teve? Como foi? Conta?... Se puder, leia também os meus...

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Que aventura, eu nunca fiz, mas depois de ler isso, fiquei até com vontade e impressionado!

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Seus contos são hilários, além de tudo, muito engraçados, não tenha vergonha em ser bi, é um privilégio, pode jogar voley ou futebol, muito mais possibilidades, sou sua fã.

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