O conto que vou relatar, na verdade é verídico (como diz no título) aconteceu quando eu tinha 18 anos, hoje tenho 22. Porém começa antes disso, vou relatar o que acontece e aí vou dando informações sobre meu corpo e minha prima. Já de início digo que meu nome é Felipe, mas me chamam de Lipe, e minha prima se chama Luana (fictício, porque né... rsrs, chamo ela de Lu).
Minha tia, mãe de minha prima, até o final de 2007 morava com o pai de Lu, no interior, na lavoura mesmo. Só via a mãe e os irmãos em datas especiais, sendo assim raramente via minha prima. Como disse, no final de 2007 minha tia resolveu separar-se de seu marido e veio morar na cidade, pra minha sorte na minha cidade, perto de minha casa e um pouco mais perto de minha avó que morava no interior, mas próximo à cidade. Ela comprou um apartamento e veio com a filha (minha prima, Lu).
Com isso fomos ficando mais próximos, minha mãe de minha tia e eu de prima. Na época em que isso aconteceu eu tinha 14 e Lu 21, eu estava entrando na puberdade, precoce pois já estava tendo meu estirão, pelos nas pernas, nas axilas, etc. Era bem mais avançado que meus amigos, mas pra mim sempre achei bom. Quando fiz 16, caí de bicicleta fazendo ciclismo e fui parar no hospital. Durante o dia minha mãe ficou comigo e à noite meu pai. No dia seguinte chamaram minha prima para eles irem para casa descansarem. Lu chegou ao hospital preocupada comigo e, desde então, nossa intimidade aumentou, começamos a nos chamar de "meu amor", "querido", enfim eram apenas "coisas de primos". Após sair do hospital fui pra casa e a vida seguiu.
Mas eu e Lu estávamos cada vez mais próximos. Fiz 17 anos e éramos tão íntimos que ela me contava sobre as transas dela, eu sobre as gurias com quem ficava. Quando ia no ap dela e ficava no quarto dela, ela ficava só de sutiã e calcinha na frente. Eu com o corpo mais de homem já sempre senti tesão por ela, isso só ia aumentando. Com isso trocávamos alguns selinhos e até beijos de língua, mas infelizmente não passa disso.
Quando fiz 18 anos, já tinha boa parte do rosto com barba, isso é apenas um detalhe, mas conto igual rsrs, eu era bem mais avançado que meus amigos, mas me dava bem com todos igual. Bom, como disse anteriormente, conforme as coisas vão acontecendo vou me mostrando como eu era. Era no mês de julho que resolvemos fazer uma janta no ap de minha priminha. Estava ela (Lu), sua mãe (minha tia), eu, minha mãe e meu pai. Eu tinha combinado de passar lá com a Lu para olharmos um filme. Meus pais voltariam para casa, pois no dia seguinte minha avó iria almoçar lá em casa. Eu poderia ficar desde que até umas 11:30 eu ligasse para meu pai buscar eu e elas (minha tia e a Lu). Durante o jantar minha prima derrubou suco em seu vestido, passou um papel e disse que depois limpava.
O jantar acabou, olhamos um pouco de TV, meus pais foram para casa e minha tia disse que ia dormir. Eu e ela limpamos a cozinha e fomos para o quarto. Chegando lá, tirei a camisa e deitei na cama, ela foi tomar banho para se limpar bem. (Pausa para mim me descrever: eu era alto, tinha 1,78, peso não lembro mas era normal, modéstia à parte, bonito). Eu estava cheio de tesão e queria comer Lu, resolvi bater uma punheta em sua cama. Comecei e logo ela voltou do banho, fechou a porta e disse:
— Lipe, o que é isso? Por que está batendo punheta aqui?
E eu respondi:
— Ah, Lu, somos tão íntimos, não vi problema. A mesma coisa é tu, sei que veio pegar calcinha e sutiã pra pôr lá no banheiro. Fica nua aí, põe na minha frente, nada a ver.
Nesse momento ela joga a toalha no chão e vejo aquela moça que tinha 25 anos, de 1,65, magrinha, com peitos grandinhos, bicos rosadinhos e uma bucetinha depiladinha e fechadinha. Fui ao delírio e disse:
— Nossa, você é gostosa mesmo, hein, prima.
E ela disse:
— Agora sei por que você faz sucesso com as mulheres. Olha essa pica!
(Na época tinha 16,8 cm e bem grossa. Pode parecer mentira, mas não é. Como disse, entrei na puberdade precoce, e meu pai também tem a rola grande, já conversei com ele sobre isso rsrs). Então eu disse:
— Quer experimentar, Lu?
Ela disse:
— Só se tu me pegar de jeito.
Nesse instante, levantei da cama, agarrei ela, joguei contra o guarda-roupa e tasquei um beijo forte. Pegava ela de jeito, tentava por a mão na sua xeca, mas ela recuava. Então continuei a beijar, coloquei ela na cama e perguntei:
— Convincei você?
Ela nem respondeu, abriu o guarda-roupa e me deu uma fantasia de policial e pegou uma lingerie vermelha para ela, e disse:
— Sai do quarto, coloca a fantasia e quando eu der um gritinho tu entra, meu gostoso.
Obedeci o que ela falou. Quando entrei no quarto, ela estava assegurando umas algemas penduradas na cabeceira da cama (a ideia da fantasia era dizer que ela tava presa rsrs) e dizia:
— Ai, meu policial gostoso, me solta daqui.
Eu respondi:
— Terás que pagar por isso.
E ela:
— Eu pago tudo.
Tirei ela das algemas e começamos a nos beijar. Ela foi descendo até chegar em meu pau, que estava duro como ferro. Ela começou a me punhetar e passar a língua na cabeça e nas minhas bolas, e até colocar ele todo na boca. Depois de uns 15 minutos eu gozei na boca e na carinha linda dela e disse:
— É minha vez de retribuir.
Comecei a beijar ela no pescoço e desci até seus peitinhos e comecei a acariciar e passar a língua suavemente, até cair de boca mesmo. Enquanto chupava um, massageava o outro. Fui descendo pela sua barriguinha, passei a mão na sua xoxota e desci até seu pé e lambi seus dedinhos, e ela ia gemendo. Subi de volta até sua xoxota, comecei a lamber seus lábios devagar até enfiar um dedinho em sua bucetinha e ela ia gemendo. Comecei a passar a língua no seu grelinho, mais forte também, e enfiar a língua. Fui fazendo isso até ela gozar.
Após isso ela já pedia pra mim meter. Eu, a ponto de bala, fui colocando meu pau nela que era grande e parecia não querer entrar naquela bucetinha apertada, mas entrou todo e ela gemeu. Após isso comecei a meter forte e ela gemia alto (ninguém escutaria porque no ap de cima estava tendo festinha). Após um tempo ela começou a cavalgar e eu a ia chamando de putinha enquanto ela tinha seu outro orgasmo. Depois de uns 10 minutos cavalgando, ela ficou de quatro, empinou a bundinha e eu bombei forte aquela xoxota, era pra arrombar mesmo. Quando disse que iria gozar, prontamente ela veio e me masturbou. Nem um minuto e eu gozei nos seus peitos, na sua cara, boca... Ah, que delícia só de lembrar rsrs. Feito isso ainda queríamos mais, virei ela e começamos um 69. Em 5 minutos ela gozou e meu pau já duro como uma pedra. Eu disse:
— Luu, quero seu cuzinho, agora.
Ela disse:
— Mas no cuzinho dói, e você sabe que eu nunca dei ele pra nenhum homem.
Respondi:
— Então dá ele só pra mim. Prometo ir com calma, vai ser bom, minha putinha.
Ela concordou, ficou de quatro, empinou bem aquela bunda redondinha, e eu fui lambendo o cuzinho dela enquanto ela gemia. Dei uma cuspida e coloquei a cabecinha, e ela deu um gritinho:
— Aiii!
E disse:
— Vai, coloca.
Coloquei a metade e comecei um vai e vem, escutando ela dizer pra mim fuder ela, até que meti tudo enquanto ela gemia e ia falando besteiras que me deixavam com mais tesão ainda. Fui bombando e ela gemendo alto como uma legítima puta, até que inundei seu cu de porra, que estava arrombado de tanto tomar minha pica nele rsrs. Nos demos mais uns beijos e dormimos.
De manhã nos levantamos, antes que minha tia. Tomamos banho juntos e fudemos um pouco no banho, limpamos o quarto e tomamos café. Depois liguei para meu pai que buscou nós e levou para minha casa. Ninguém percebia nada, nós conversávamos normalmente como se nada tivesse acontecido. Depois, sozinhos, conversamos que iríamos repetir.
E bem, transamos de tudo que é jeito até hoje. Já envolvemos minha tia, uma outra prima e até uma amiga dela, mas... isso é para outro conto, que contarei se vocês gostarem desse aqui.
Espero que tenham gozado, digo, gostado. Desculpe-me se ficou muito grande, a intenção foi que ficasse bom.
Abraços.