Malhando freneticamente suava horrores correndo na esteira. Depois de ser escolhida musa da escola pro carnaval 2012, queria deixar meu corpo 110% para os ensaios técnicos e pro desfile na Sapucaí. Se já sou fanática por academia e tratamentos estéticos, imaginem como seria de agora até o carnaval?!
Ao final da malhação voltava pra casa quando Renata me ligou. Conversamos um pouco, mas como estava dirigindo fiquei de retornar. Chegando em casa tomei banho e liguei de volta mas ninguém atendeu. Instantes depois ela retornou:
- Não pude atender quando você ligou. Estou na escola. Modo civil ativado, né. Não posso dar pinta de puta aqui. Dei uma saidinha pra te ligar.
Como era quinta-feira perto da hora do almoço, não imaginava o que poderia ser. Afinal, nos encontraríamos mais tarde na Tia Rosana.
- Tu tem alguma coisa agendada pro final de semana? - ela perguntou.
- Não tenho certeza, mas acho que não. - Respondi e Renata seguiu:
- Então, tô te falando por aqui, pra amanhã não ter assunto amanhã lá na Rosana. Um promoter conhecido meu está organizando uma festa de um cantor de pagode famoso. Querem 12 meninas. Parada super sigilosa, cachê alto pago em espécie. Aquele envelope que a gente adora! Quando ele me perguntou se eu tinha alguém pra indicar, na hora falei de você. Ainda fiz o teu filme dizendo que recentemente tu foi escolhida musa de uma escola de samba do grupo especial. Tu acredita que ele disse: “Acho que sei quem é. Vi num site especializado em carnaval.” Tá botando banca, hein! - Caímos na gargalhada e respondi:
- Vindo de você é claro que eu aceito. Mas como é que vai ser? - Renata prosseguiu:
- A festa vai ser numa mansão em Búzios. Parada super reservada, alto nível. Agora, tem que aguentar pressão, né?! Ainda mais você, e outras que vão estar lá, aspirantes a celebridade, todo mundo vai querer meter a pica. Por isso o cachê é tão alto, sacou?!
- Mas a gente vai ter que arcar com o deslocamento pra Búzios? - perguntei.
- Não. Uma van vai nos levar e trazer. Vou passar o teu contato pro Estevan, o promoter. Ele vai te ligar. Agora deixa eu ir lá porque o intervalo está acabando e eu ainda tenho dois tempos de aula pra dar.
Nos despedimos, e, se em outras ocasiões eu ficava ansiosa com essas situações, dessa vez eu estava tranquila. Almocei em casa mesmo e fui pra imobiliária, viver minha vida no modo civil. Se o de Renata é professora de biologia, e meu é corretora de imóveis. Mas no fundo eu sabia que, com essa situação do carnaval engrenando, seria muito difícil continuar na imobiliária. O fato é que durante a tarde o telefone dos jobs vibrou na minha bolsa, peguei e sai pra atender. Era o tal Estevan. Nossa conversa foi meio truncada pois ele falava um “portunhol” enrolado que às vezes era difícil de entender. Confirmou tudo que Renata já havia dito, e acrescentou que, durante a festa, nós ficaríamos o tempo inteiro nuas. Celulares no recinto estariam totalmente proibidos. Reiterou que tudo que ocorresse durante a festa não poderia sair de lá. Sigilo total! Afinal, alguns dos presentes são pessoas públicas. E que eu, na condição de musa do carnaval, ficando famosa e mais desejada, teria muito a ganhar com isso. E frisou:
- Leila, eu só trabalho com público AAA. Promovendo festas e eventos comerciais. É muito dinheiro envolvido. Essa gente gasta sem pena, mas não quer confusão. Entende? Quanto mais linda e sigilosa você for, mais requisitada será.
Pra terminar, disse que sábado o ponto de encontro será às 9:30 da manhã, num posto de gasolina na Avenida das Américas (Barra da Tijuca), praticamente em frente ao condomínio Riviera Dei Fiore, ao lado do shopping Barra Garden. De lá sairão as duas vans pontualmente neste horário.
Assim que o expediente na imobiliária terminou fui direto pra Tia Rosana. Impressionante como a condição de musa de escola de samba fez com que os clientes me procurassem mais no Night Club. Isso era outra coisa cuja continuidade seria incerta se eu crescesse muito no meio do carnaval.
A sexta-feira não foi muito diferente, academia de manhã, imobiliária de tarde e depois fui pra casa descansar pois o sábado prometia. Estava deitada no sofá assistindo TV quando Luiz ligou dizendo que estava com saudades e queria me ver. Nem preciso dizer que ele acabou aqui em casa. Quando chegou, trocamos alguns beijos e amassos. Após uma breve pausa ele foi ao banheiro e voltou com um pote de creme hidratante. Sentou-se na cama e me chamou:
Vem cá, vem. Deita com a bundinha pra cima.
Ao ficar na posição ele besuntou meu cuzinho com bastante hidratante e o massageou vagarosamente com os dedos. Depois, estendeu a massagem às nádegas, às coxas, terminando nas minhas costas. Não há mulher que resista a um chamego desses.
- Que delícia! – falei.
O safado deu um intervalo na massagem, livrou-se da camisa e da bermuda e deitou-se ao meu lado. Trocamos longos beijos e, quando dei por mim já estava com aquele caralho marrom enorme na mão direita, batendo-lhe uma punheta. A rola crescia rápido, levantei ficando de joelhos ao seu lado e cai de boca na piroca friccionando-a entre a língua e o céu da boca, para depois engolir até onde eu conseguia.
Olhando pra ele, chupava aquela pica ouvindo-o gemer. Tirei da boca e dei lambidas que começavam na base e iam até a cabeça. Depois engolia tudo de novo. Luiz estremecia de tesão e eu sentia as primeiras gotas de semem brotando da chapeleta, intensifiquei o ritmo da mamada e quando veio o primeiro jato de leite vedei a cabeçorra com os lábios sentindo-a pulsar a cada esguicho. Quando a fonte estava para secar punhetei rapidamente a fim de sorver até a última gota. Engoli tudinho. Fui retribuída com mais beijos e tive os seios chupados com força, o que me deixou toda molhada. Voltei a punhetá-lo e me dei conta que o safado já estava de pau duro novamente! Entrei beijos e suspiros ele me olhou nos olhos e pediu:
- Deixa eu meter gostoso?
- Deixo, tesudo! – respondi super excitada.
Recostei nas almofadas que deixo na cabeceira da cama e abri bem as pernas expondo a pepeka que babava de tesão. Luiz posicionou o caralhão na portinha e empurrou, o mastro deslizou fácil até preencher todo o meu útero. Com o seu corpo apoiado sobre o meu, as primeiras bombadas eram compassadas e profundas, sentia cada veia daquele cacetão deslizando pelo meu ventre. Apertando-me contra o seu corpo ele aumentava o ritmo das estocadas, eu gemia gostoso ouvindo o barulho do saco batendo na buceta. Exalando tesão por todos os poros, anunciei o primeiro gozo, e ele deu uma pausa e com o caralho totalmente enterrado na xoxota e chupava os meus seios enquanto eu me refazia da onda de prazer. Logo em seguida as bombadas voltaram, agora num ritmo frenético! Ofegante e ajoelhado diante de mim ele socava a rola feito um pilão na minha buceta. Arreganhei os lábios da gulosa que era castigada sem reclamar. Suando muito Luiz tirou o pau na buceta e ficou esfregando no meu grelo pra retomar o fôlego.
- Uhhrr... Uhhrr... Uhhrr... – Ele gemia forte roçando a piroca na buceta.
- Cansou, meu putão? Provoquei.
- Vamos ver se você vai aguentar agora... – disse ele me olhando.
Na mesma posição ele apoiou meus tornozelos em seus ombros, fiquei indefesa, totalmente arreganhada à mercê do macho insaciável. O safado enterrou tudo no meu cu e começou a bombar, jogando o corpo pra cima de mim. Minhas pernas iam pra trás com o peso de seu tronco e o cacete me rasgava as entranhas. Gritava ensandecida:
- Ai... Ai... Ai... Puta que pariu! Aaaaaaiiiiiii... Aaaaaaaiiiiiiii....
- Tá gostando, cadela? Toma! Toma! – ele dizia.
- Que caralho gostoso! Ui... Ui... Uuuuuuiiiii... Eu vou gozar! Mete! Mete!
Espasmos de tesão tomavam conta do meu corpo à beira do gozo, quando senti aqueles jatos quentes inundando meu reto. O garanhão tirou os meus pés dos seus ombros e deitou-se por cima de mim com a rola lá dentro pulsando e despejando mais leite. Ficamos ali relaxados depois de um orgasmo tão intenso e cochilamos. Eram umas 22:30 quando despertamos espontaneamente. Luiz perguntou se eu não estava a fim de sair pra tomar um chopp. Agradeci o convite, mas disse que teria de acordar cedo no dia seguinte pra uma sessão de fotos. Ele ainda insistiu mas vendo que eu não estava afim, foi embora prometendo me ligar no dia seguinte.
Após sua partida tomei banho e dormi. Acordei sábado às 8h me preparei, peguei um táxi e fui pro tal posto de gasolina, que é relativamente perto aqui de casa. Minutos depois Renata também chegou e caminhamos juntas em direção ao local onde estavam as duas vans. Fui apresentada ao tal Estevan e pontualmente às 9:30 partimos pra Búzios. As duas vans estavam lotadas de meninas, e não eram 12, mas o dobro. Cochilei a maior parte da viagem, mas pude notar que em alguns momentos, Renata, sentada ao meu lado, via fotos do filho no celular e se emocionava. Aquilo mexeu comigo, mas ali não havia clima nem condições de conversarmos.
Chegando em Búzios, a van tomou um caminho oposto ao do centro, onde fica a famosa Rua das Pedras. Pegamos uma estrada de terra batida até que adentramos uma propriedade que mais parecia um sítio. Terreno enorme, gramado, com muitos coqueiros, ao fundo a casa (realmente uma mansão), ao lado uma grande garagem e outra casa menor. A van parou nessa garagem e Estevan nos levou para a casa menor. Até então não tínhamos visto ninguém, era como se não estivesse acontecendo festa alguma. Dentro dessa casa, ele recolheu os nossos celulares e relógios, entregou uma a uma os envelopes com o volumoso cachê em espécie (exatamente como o combinado), e disse:
- Meninas! São 11:30. Vocês vão entrar meio-dia. De agora até o momento de irem embora, todas nuas! Vocês tem 30min pra se preparar. Podem se enfeitar como quiserem, só não podem usar roupa. Sobre preservativo, fica a critério de vocês querer que o parceiro use (ou não). Meio-dia eu volto!
Olhei a volta e reconheci alguns rostos da televisão. Nenhuma atriz consagrada. Mas reconheci duas rainhas de bateria de outras escolas, subcelebridades, ex-BBBs, modelos que fazem ponta em programas de humor como Zorra Total e Praça É Nossa, modelos de comerciais de tv e uma assistente de palco de um programa de auditório. Desconhecidas como eu e Renata éramos umas 5 ou 6. A maioria delas conversava entre si tranquilamente. Mas eu, por mais que já fizesse programas há algum tempo, ali era um métier que ainda não havia estado. Quando olhei para o lado, Renata e uma menina ("mulher fruta” do funk), já estavam nuas retocando a maquiagem. Fiz o mesmo, escovei o cabelo, coloquei mais algumas semijoias e me perfumei. Estevan reapareceu e disse:
Vamos lá! Divirtam-se! Vou apresentar uma a uma, e depois saio fora. O show é de vocês. No final estarei aqui. Não quero vexames, hein! A reputação de vocês também está em jogo.
Seguimos Estevan por um corredor lateral, entre esta casa e a mansão, que desembocou num enorme gramado na frente das casas. Local cinematográfico, uma piscina enorme, duas quadras de tênis, churrasqueira com amplo espaço coberto, sauna e uma praia praticamente privativa como pano de fundo.
Ao som de funk, Estevan nos chamava uma a uma, e nos apresentava como as estrelas do espetáculo. Quando me chamou, fui anunciada como "Leila, a nova musa da escola de samba XYZ!” A macharada presente aplaudia faminta cada uma de nós. Quando a vigésima quarta (a última menina) foi apresentada, Estevan sumiu. Nesse momento pensei que seria atacada, agarrada à força pelos caras. Mas dois sujeitos vieram na minha direção, me cumprimentaram beijando a minha mão e me mostraram onde ficava o bar e uma farta mesa de comida japonesa. Tudo liberado. Tentando relaxar um pouco e disfarçar o nervosismo aceitei a caipivodka que me ofereceram.
Exceção do anfitrião, figura conhecida no mundo do pagode, os outros homens (pelo menos pra mim) eram desconhecidos. Todos de sunga ou bermuda, sem camisa, como se estivessem curtindo uma praia/piscina. Bebi a caipivodka rapidamente e depois fiquei só no uísque com energético. Olhei à volta procurando Renata, mas não a vi. Um lugar enorme como aquele, com vários ambientes indoor e outdoor, umas 40 pessoas… “Se joga, Leila!” Foi o que me veio à cabeça.
Nisso um sujeito se aproximou puxando assunto. Me elogiou, disse que já tinha desfilado pela escola que sou musa. Fui dando linha no papo até os beijos começarem, suas mãos percorrendo o meu corpo e apertando o meu bumbum. Já de pau duro lhe ajudei a se livrar da sunga e comecei um boquete. Agachada, chupava tranquilona até sentir a presença de outro cara ao seu lado, também de pau duro. Passei a chupar os dois revezando sem perder o ritmo. Fui levada a uma poltrona próxima onde me posicionei de quatro. Pedi que vestissem o preservativo antes de meter e demos sequência à brincadeira, um na boca e outro na buceta, eles iam trocando. Metiam com vontade e eu mamava da mesma forma até gozarem. Terminada foda fui abraçada e beijada pelos dois que seguiram pela festa. Menos nervosa fui pra área da piscina onde estava a maioria das pessoas. Uma menina deitada numa espreguiçadeira com um cara por cima faziam um papai e mamãe frenético. Dentro d’água alguns casais se pegavam. Ao redor da piscina havia várias mesas com cadeiras e ombrelones.
Enquanto pensava pra onde ir, senti alguém me segurar suavemente pelo braço e me dar um beijo na bochecha. Era outro cara me abordando, sorridente e nu. Começamos a trocar uns beijos, que ele intercalava chupando os meus seios enquanto eu o punhetava. Quando olhei a volta a fodelança era generalizada nessa área da piscina. Todo mundo transando com todo mundo. O sujeito com quem estava sentou-se numa cadeira com o pau duro apontando pra cima, montei nele metendo tudo na buceta. Segurando-me pelas nádegas ele suspendia o meu quadril para foder com mais facilidade. Cheguei ao primeiro orgasmo quando ele voltou a chupar meus seios e enfiou um dedo no meu cu enquanto metia. Notando a situação ele pediu que eu ficasse de quatro na cadeira e, sem trocar o preservativo, deu aquela cusparada pra lubrificar e atolou a piroca na minha bunda. De olhos fechados eu tomava no cu, o danado bombava firme mas sem ignorância. Comia com vontade. Ouvi um certo cochicho próximo e, ao abrir os olhos, havia mais dois caras de pau duro ao lado dele querendo meter também. Só me certifiquei se todos estavam usando camisinha, quando ele gozou outro se aproximou, deu beijou minhas nádegas e meteu no meu rabo. O outro veio pra frente querendo um boquete, aí começou aquele revezamento cu e boca, boca e cu, até gozar. Quando levantei fui abraçada pelos os três ao mesmo tempo, que me beijavam e acariciavam elogiando o meu desempenho. Um deles exclamou: “- A novata do anel de veludo!”, um gracejo bem humorado.
Morrendo de sede me afastei para ir ao bar beber alguma coisa e fumar um cigarro pra dar uma desacelerada. Retornando à área da piscina me deparei com Renata num sofá, sofrendo na pica de um negão. O contraste de sua pele super branquinha com aquele preto a fodendo com força era lindo. A cachorra gemia pedindo pica e o negão entregava na medida. Ao me ver ela fez um sinal para que me aproximasse e pediu: “- Me beija amiga!” Aquilo soou tão sincero e tão tesudo que iniciamos um beijo de língua daqueles de filme. E o negão seguia metendo. Não sei precisar o tempo que ficamos nos beijando, mas num dado momento ele pediu que eu tirasse seu pau da buceta e colocasse no cu dela. Atendi prontamente seu pedido e, ao ajudá-lo a tirar a rola da pepeka da minha amiga para posicioná-la no seu cuzinho me deparei com uma lapa de pica que há tempos não via. Certamente ele queria me impressionar. Conforme ele empurrava eu ia ajeitando as coisas e abrindo bem aquela raba branquela para não machucá-la. Quando vi que o cacete deslizava macio cu adentro, fiquei massageando seu grelo enquanto o negão a enrabava com ar de professor. Quando gozou ele tirou o pau da bunda de Renata, me abraçou e começou a me beijar. Pediu que eu tirasse seu preservativo e lhe batesse uma punheta. Assim o fiz, quando o cacete estava duro feito um poste, ele colocou outro preservativo e me deitou no sofá. Veio por cima iniciando um papai e mamãe intenso, me comendo e beijando muito. Suas medidas profundas mas ao mesmo tempo lentas me levaram ao orgasmo em pouco tempo, e ele me disse:
- Pelo jeito que você ajeitou o meu pau no rabo da sua amiga, tu deve gostar muito…
Sorri, ele tirou a pica da buceta, pegou uma almofada e colocou debaixo de meu quadril para suspendê-lo. Entendendo o que ele queria, segurei as pernas pelos joelhos aproximando do meu tórax, a fim de deixar o cu bem acessível. O danado salivou no meu buraquinho e começou a meter. A cabeça entrou sem dificuldades e ele provocou:
- Impressão minha ou esse cuzinho gosta de levar pica?! Um anel beiçudo e macio desse jeito me deixa apaixonado…
Louca de tesão senti seu saco encostando em minhas nádegas sinalizando que meu rabinho estava completamente preenchido. Senhor da situação, ele apoiou-se nas minhas coxas, mantendo-me na posição de frango assado e socou no meu cu. Aquela tora grossa proporcionava uma ardência gostosa do anel bem dilatado. Com um fôlego ímpar ele metia implacavelmente me levando ao orgasmo com facilidade. Gemendo feito uma cadela no cio, com aquele macho pirocudo fodendo a minha bunda com força até gozar. Relaxando ele soltou minhas pernas e deitou-se sobre mim, sem tirar a rola do meu cu. Ficamos ali nos beijando enquanto ele falava umas sacanagens no meu ouvido. Quando desengatamos ele disse que eu não podia ir embora sem passar o meu contato pra ele.
Fui à piscina dar um mergulho para repor as energias e depois fui à mesa de comida japonesa. Me alimentei e bebi um copão de uísque com energético para manter o pique. O sol se pôs e o pessoal parecia ter acalmado. Ou cansado, melhor dizendo. Poucas pessoas ao redor da piscina, a maioria veio pra essa grande área coberta contígua à churrasqueira. Alguns casais trocavam beijos, rodas de papo e muita bebida rolando. Me dirigi ao banheiro. Sentada na privada fazia xixi com a porta da cabine entreaberta quando quatro meninas entraram no banheiro conversando e uma delas disse:
- Já bebi pra caralho, essa porra vai até de madrugada, não sei se vou aguentar. Tô virada. Virar duas noites seguidas vai ser foda!
Para de beber e dá um tequinho, amiga!
- Você trouxe?
- Claro! Pega lá, Faby!
Eis que uma delas sai do banheiro e rapidamente volta com um potinho na mão, semelhante a um recipiente de maquiagem. Abre e deposita o seu conteúdo sobre a bancada de granito onde ficavam as pias. Usam uma espatulazinha para preparar a coisa e depois, com um canudo (que devem ter pego no próprio bar), cada uma “dá um tiro”, foi a expressão que usaram. Não vou dizer que fiquei chocada ao ver aquilo, mas não esperava. Quando elas saíram me levantei e fui lavar o rosto. Falando assim esse episódio pode parecer demorado, mas não levou 5min.
Voltei para o espaço da churrasqueira onde comi mais alguns sashimis e depois sentei numa mesa onde Renata conversava descontraidamente com duas meninas e dois caras, um deles tinha comido o meu cu na piscina mais cedo. O funk e o pagode não paravam. Voltei ao bar para pegar mais uísque com energético quando o anfitrião apareceu totalmente elétrico, subiu numa mesa e começou a provocar, a todos falando alto num tom imperativo: “Vamos fuder, porra! Vamos fuder!”. Uma das meninas, não sei se era algo combinado ou não, levantou-se e foi em sua direção. Começaram a se beijar e a transar. Aquilo foi o estopim pra fodelança recomeçar. Os casais que estavam à mesa conosco se pagando, nisso um sujeito apareceu do meu lado de pau duro e o colocou bem à frente do meu rosto. Entendi o que ele queria mas na intenção de provocar perguntei:
- Como é que se diz?!
- Gostaria de um boquete, por gentileza.
Notei que ele ficou meio sem graça e o pau deu uma murchada, comecei a chupá-lo até deixar o cacete bem duro. Fiquei de quatro na cadeira em que estava e ele meteu na buceta. Os casais da mesa transavam na mesma posição. Me segurando pelo quadril ele fodia gostoso. Quando olhei a volta, no local onde ficavam algumas poltronas e sofás, uma massa humana trepava literalmente de modo coletivo. Uma gemeção louca, as pessoas numa espécie de êxtase se comiam, se chupavam, gozavam… Vendo aquilo senti o cara me segurar mais firme, bombar forte e pressenti que ele ia gozar. Arfando após encher a camisinha de porra, trocamos um selinho, ele tirou de mim e se afastou.
Pensava para onde iria quando fui interpelada pelo próprio anfitrião que me disse em tom imperativo:
- Chegou sua hora. Quero te provar, Leila!
- Nossa! Mas com tantas meninas maravilhosas disponíveis, por que eu?
- Porque das três estreantes de hoje você é a única que ainda não comi. E pelo que estão dizendo, você é a "novata do anel de veludo", quero ver se você é isso tudo mesmo.
Ao dizer isso me puxou pra si e beijou com vontade. Demos um daqueles beijos de língua demorados e molhados. Ele estava com muito tesão e foi me envolvendo. De mãos dadas nos encaminhamos a uma poltrona onde recostei e abri bem as pernas. Com a cabeça no meu ventre ele lambia o meu grelo feito um cachorrinho. Estava muito molhada quando ele meteu tudo na minha buceta. Apoiando as mãos nas minhas coxas ele comia gostoso gemendo enquanto o cacete deslizava pela xota gulosa. Massageando o grelo e olhando fixamente pra ele eu pedia pica e era atendida. Sentia as primeiras ondas de orgasmo quando ele gozou.
Achei que haveria uma breve pausa, mas não. O danado tirou a pica de dentro de mim, dura, livrou-se do preservativo, e a deixou a dois palmos da minha cara ainda gotejando um pouquinho de leite. Entendendo o recado investi naquela faxina maiúscula, deixando o cacete brilhando e pronto pra outra. Contendo-se para não gozar novamente ele pediu que eu ficasse que quatro na poltrona, cuspiu no meu cuzinho que a essa altura dos acontecimentos já estava bem laceado. Mal ele encostou a cabeça na beira do anel nem foi preciso fazer força, fui engolindo cada centímetro da piroca até sentir seu púbis encostar no meu bumbum.
- Delícia de rabo guloso e macio! Puta que pariu! - ele exclamou.
Ao dizer isso começou a bombar fundo, tirando quase tudo para em seguida socar até o talo. Foi intensificando o ritmo paulatinamente, um verdadeiro bate estaca. Totalmente relaxada, meu esfíncter não oferecia mais a menor resistência às suas investidas cu adentro. Metia do jeito que queria, enquanto eu me abria bem os lábios da buceta e estimulava o grelo louca de tesão.
- Isso, caralho! Fode meu cu, porran!
- Tá gostando, vadia?!
- Mete com força! Mete, safado!
O bate estaca seguia frenético até que um cara se aproximou de pau duro querendo que eu chupasse. Antes que eu esboçasse qualquer reação o anfitrião gritou com ele:
- Sai porra! Não vou dividir ela com ninguém não!
Visivelmente assustado o cara se afastou e ele me disse ao pé do ouvido:
- Você é tudo que eu imaginava e mais um pouco! Agora só vou te chamar de Leila Tudão.
Quando eu ia responder ele intensificou o ritmo das bombadas e gozou. Sentia o cacete pulsando no meu reto e enchendo a borracha de leite. Acabados ficamos sentados lado a lado nessa poltrona, relaxados e sorridentes tentando recuperar o fôlego. Eis que ele me abraçou colando mais seu corpo em mim, começou a beijar meu rosto e a cada beijo repetia: “Leila Tudão”.
- Mas por que Leila Tudão? - perguntei.
Os caras estão falando maravilhas de você, quis ver se era tudo isso mesmo e você superou minhas expectativas! - disse sorrindo.
Voltamos a nos beijar e as carícias recomeçaram. Sentado na poltrona, quase deitado, me ajoelhei à sua frente e comecei outra mamada. Intercalava as chupadas com lambidas na base da glande. Vendo aquele saco todo depilado a milímetros da minha boca não me contive e também comecei a chupa-lo. Notei que o pau ficou mais duro, passei a lamber do períneo em direção ao saco e a piroca parecia que ia explodir de tão dura. Passei a bater-lhe uma punheta, com a outra mão levantei seu saco, e, quando dei umas lambidas no seu cu, a pica jorrou leite feito um chafariz. Segui na punheta e linguando seu cu até as últimas gotas de porra brotarem do cacete e perguntei:
- O safadinho gosta de uma língua no rabo, né?!
- Você é maravilhosa! - exclamou.
Voltamos a nos beijar e ele pediu mais. Voltei ao boquete e às lambidas no cu até deixar seu pau duro feito uma pedra. Morrendo de tesão, dessa vez fui eu quem disse que queria. Ele se levantou, me colocou de quatro na poltrona, fez uma chupeta no meu rabo, e atolou a piroca de novo. De olhos fechados massageava o grelo e tomava no cu, ouvindo ao fundo o funk que tocava sem parar, e aquela massa humana que trepava coletivamente a poucos metros de nós. Meu anel estava tão folgado que parecia anestesiado, sentia mais quando seu saco batia nas minhas nádegas. Nesse ritmo ele gozou novamente e desabamos mortos, cada uma pra um lado.
Acho que devo ter cochilado alguns minutos. Quando despertei ele não estava mais. A massa humana havia se deslocado pra piscina, e, naquele local que eu estava, dois casais transavam. Levantei e fui ao bar, senti que estava bem tonta. Mesmo misturando uísque com energético e comendo, chega uma hora que o cansaço aliado a alta quantidade de álcool no sangue falam mais alto. Parei com o uísque, bebi uma lata de coca-cola e comi alguns sushis. Fumei um cigarro e fui ao banheiro lavar o rosto pra despertar. Não tinha noção da hora, não tinha noção de mais nada. Só sei que já era noite há muito tempo. Sentia frio com o vento que soprava do mar. Estava esgotada.
Ao sair do banheiro me joguei naquela massa humana que se comia como num transe coletivo. Não sei quanto tempo se passou, não pra quantos eu dei, quem me chupou, quem chupei… Só sei que uma hora, quando olhei a volta, o cenário era semelhante ao do final de uma batalha. Corpos estirados nas espreguiçadeiras, no gramado, no sofá… A fadiga era coletiva. Caminhei até um sofá, me atirei ali e apaguei. Fui acordada por uma menina, já com a luz do dia, e retornamos àquela casa que nos despimos ao chegar. Estevan nos devolveu os celulares, relógios e pediu que nos arrumássemos para voltar. Quando olhei a hora no telefone eram 7:20 da manhã. Todas em silêncio nos vestimos e entramos nas vans que, ligadas, nos aguardavam. Dormi a viagem toda e só acordei no posto de gasolina de onde partimos no dia anterior. Estávamos tão exauridas que ninguém se despediu de ninguém. Simplesmente peguei um táxi e fui pra casa. Ao entrar, o relógio do microondas marcava 11:40. Joguei a bolsa no sofá e desabei na cama. Morta, dolorida e confusa, tentando entender tudo o que havia acontecido. Dormi pesado e acordei quase às 21h ainda meio atordoada. Levantei, tomei banho, jantei e apaguei de novo.