A primeira vez com a titia

Um conto erótico de AdolescenteTaradoXxX
Categoria: Heterossexual
Contém 1353 palavras
Data: 04/09/2010 17:41:34
Última revisão: 15/07/2011 19:53:04

Tenho 1,80 m de altura, 70 kg, e uma silhueta já moldada pela academia que frequento. Estou no auge da minha vida sexual, apesar de estar namorando e dar umas escapadinhas.

Nunca adorei passar tempo com meus primos; sempre achei minhas tias por parte de pai super gostosas. Fico horas a fio me masturbando pensando nelas. Tenho várias, mas duas me chamavam muita atenção. Ambas muito gostosas, mas vamos falar das férias que tirei com a família um tempo atrás: eu, meu pai, minha mãe, meus irmãos, meus primos, meus tios e minhas tias.

Fomos a Búzios, cidade bonita. Conhecemos a cidade, fomos às praias e, claro, sempre que podia, dava uma olhadinha nas minhas tias, principalmente numa delas: a Mônica. Ô tia gostosa. Alta, 1,80 m, cabelo moreno com umas mechas loiras, cabelo na altura dos ombros, seios grandes, magra (pesa uns 53 kg). Sempre usava salto, o que a deixava com 1,83 m. Cintura fina, seguida por uma bela bunda e um belo par de pernas. Sempre bronzeada. Havia casado havia uns 3 anos e acabara de ter sua primeira filha. Tinha 40 anos, e eu já era maior de idade, com 18 bem completos.

Me deleitava com seu fio-dental e o biquíni caia-caia. Principalmente quando jogava frescobol: ela pulava, saltava, eu ficava com o pau duro feito pedra e, claro, não saía da cadeira. Nossa, que tesão. Chegava na casa alugada por toda a família, eu ia ao banheiro e me masturbava pensando nela.

Certo dia, estava muito a fim de me masturbar. Estava com o pau duro, e minha família ia sair para ir à pizzaria. Eu disse que ia ficar. Meus pais entenderam, e eu fiquei. Toda a família foi, e eu nem ligando. Quando saíram, fui para o quarto da minha tia Mônica, peguei sua calcinha e me masturbei feito louco. Me preocupei em não manchá-la. Gozei, mas me recuperei logo e decidi pegar o biquíni que ela tinha usado de manhã. Achei e gozei novamente. Estava sem calças e, quando gozei, me livrei da camisa. Me masturbava mais, pensando nela me amarrando, lambendo, beijando, chupando, e gozei novamente. Estava nu e todo melado, mas não liguei. Pelo contrário, fui lá pegar um refrigerante. Depois de bebê-lo, iria guardar as coisas, limpá-las e me vestir.

Quando alguém bate na porta, eu me assustei e vesti a calça e a camisa. Joguei minha cueca e as roupas da tia para trás do sofá e fui correndo atender. Já devia ter dado uns dez minutos quando fui abrir a porta. Era a tia Mônica. Fiquei pasmo. Meu pau começou a ficar duro. Eu estava lembrando que estava sem cueca e me controlei. Ela entrou, estranhou, disse que havia esquecido a bolsa. Eu estranhei porque ela havia demorado tanto para voltar? Mas estava com muito medo para pensar naquela hora.

Ela foi buscar a bolsa. Quando voltava, já ia saindo pela porta, e eu pensando: "Consegui." Mas ela parou e perguntou:

— O que é aquilo?

Ela apontava para o sofá, e eu percebi que parte do biquíni dela estava por cima do sofá.

— Me responde, Nicolau!

— É que a mãe guarda as roupas ali, para depois lavar.

Ela foi em direção ao sofá, revirou as peças de roupas.

— Ela vai lavar só as minhas calcinhas e meus biquínis?

— Não, não.

— Mas o que é isso? Essa cueca é sua?

— Sim, mas...

— Nossa, ela tá toda melada. O que é isso?

— Não é nada.

— Senta.

Eu me sentei, e ela também.

— Olha, eu sei que na sua idade você pensa muito em garotas, e sei que também pensa em suas professoras, empregada e, bom... tias.

— É... bom, você é muito bonita... e bem...

— Eu sei. Mas não faz mais isso, ok?

— Ok.

Ela voltava a olhar a cueca e via que havia muito gozo, muito mesmo.

— Foi você que fez isso?

— Fui.

— Tem muito gozo.

— Eu sei.

— Quantas vezes você se masturbou?

— Três.

— Nossa, eu dou para tanta punheta?

— Dá e sobra.

— Obrigada. Você tá ficando com o pau duro?

— Sim.

— Depois que eu sair, você vai se masturbar mais pensando em mim?

— Provavelmente.

Ela começava a trocar as posições das pernas.

— Você tem gás ainda para se masturbar?

— Muito.

— Você se masturbaria só uma vez enquanto eu olho?

— Sério?

Nem deixei ela responder e arriei as calças.

— Nossa, é bem grande.

— Obrigado, tia.

Eu me masturbava feito louco, fechando os olhos, mexendo no pau, e ela só olhando, mordia os lábios.

— Mas, tia, você e o tio não...

— Trepam?

— Sim.

— A gente não consegue dar uma boa trepada desde que nossa filha nasceu. São seis meses sem sexo, é bastante coisa, sabia?

— Hum.

— E tava louca pra ver um pau, tocá-lo, senti-lo.

— Você pode sentir esse.

— Posso? Você não vai contar para sua mãe?

— Não, pode ficar tranquila.

Ela se ajoelhou, se aproximou, mas se levantou. Tomei um susto, mas ela havia se levantado para trancar a porta. Ela se ajoelhou novamente e agarrou meu pau enquanto eu estava sentado no sofá, e berrou:

— Ahhh, que bom sentir uma boa piroca nas minhas mãos.

Ela logo que terminou a frase abaixou a cabeça e começou a fazer um boquete. Ela vinha e voltava. Cuspiu nele, juntou a cabeça dela bem do lado do pau e disse:

— Quem diria que o meu sobrinho teria um pau tão gostoso.

Ela logo tirou o vestido e as roupas íntimas.

— Tira a camisa, Nicolau.

— Ok, tia.

Eu tirei a camisa. Via-se que ela estava louca para ter um pau dentro dela.

— Fica sentado que eu faço todo o trabalho.

Ela sentou no meu pau e começou o vai e vem.

— Nossa! Como eu precisava disso! Vai, Nick, geme!

— Uh.

— Mais alto, porra!

— Uhhhh!

— Isso, seu merda!

Ela logo saiu daquela posição, deu uma lambida no pau e sentou no pau de novo, só que virada para mim.

— Isso, vai, chupa os peitos da sua titia putona! Da sua potranca! Me chama de cadela, vai me chama! Vai, seu filho-da-puta!

— Sua cadela! Sua potranca! Vai, sai do meu colo, vai, sai do meu colo! Sai do meu colo, cadela!

Ela saiu.

— Fica de quatro, cadela! No sofá não. Lugar de cadela é no chão.

Ela ficou de quatro no chão, e eu a penetrei.

— Era disso que eu tava falando! Vai, seu puto, mete na tua cadela! Mais forte! Aiii, acho que vou ter um orgasmo!

— Vai, cadela! Quero ver o líquido saindo de dentro de você, cadela!

— Ahhhhhhh!

— Issoooo!

Ela ia se levantando.

— Pera, aonde você pensa que vai?

— Vou me vestir e voltar para a pizzaria, ué?

— Pera, sua cadela, eu ainda não gozei.

Eu a puxei pelos cabelos e a fiz ficar de quatro novamente.

— Me solta, Nick, eu tenho que voltar.

— Não enquanto eu não gozar.

— Vai me soltar!

— Eu vou entrar no seu cuzinho, sua putona.

— Não! Me solta, seu puto!

Eu enfiei sem piedade.

— Me solta, porra!

— Não, sua cadela! Cadela espera o cachorro gozar!

— Me solta, seu merda!

— Vai, sua potranca! Você não queria um pau? Agora você vai ter!

— Ahhh, vai! Mete, seu merda, mete e goza no cuzinho da sua titia!

— Isso é assim que eu gosto!

— Vai, vai, vai! Vai mais rápido, seu merda!

— Tô indo o mais rápido possível!

— Você não queria meter no cuzinho da sua titia? Então mete direito!

Eu acelerei.

— Isso, é assim que a titia quer!

— Vou gozar!

— Isso, dá o leitinho para sua cadelinha!

— Uhhh!

— Tira de dentro do cuzinho, porque eu quero engolir o leite.

Eu tirei do cuzinho dela e me levantei. Ela se ajoelhou na frente do meu pau e começou a me masturbar e fazer um boquete.

— Dá o leitinho para sua cadela! Dá, dá! Vai, seu puto, goza na boca da sua cadia, da sua putinha! Vai, dá para tua potranca!

— Ahhhhhhh!

— Isssooo! Que leitinho quente, meu sobrinho preferido!

— Agora engole tudo, sua cadela.

Dei um tapa de leve no rosto da minha tia. Nós nos levantamos e nos trocamos. Eu fiquei sentado no sofá, e ela ia saindo com a bolsa, e eu disse:

— Vamos repetir?

— O mais cedo possível.

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Comentários

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que gata sau tia continui fudendo ela me mande umas fotos dela se puder edu_blank@hotmail.com

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muito bom seu conto,eita tia gostosa

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Legal seu conto. Que tia safada essa sua heim? Continue fudendo essa gostosa.

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