Tenho 1,80 m de altura, 70 kg, e uma silhueta já moldada pela academia que frequento. Estou no auge da minha vida sexual, apesar de estar namorando e dar umas escapadinhas.
Nunca adorei passar tempo com meus primos; sempre achei minhas tias por parte de pai super gostosas. Fico horas a fio me masturbando pensando nelas. Tenho várias, mas duas me chamavam muita atenção. Ambas muito gostosas, mas vamos falar das férias que tirei com a família um tempo atrás: eu, meu pai, minha mãe, meus irmãos, meus primos, meus tios e minhas tias.
Fomos a Búzios, cidade bonita. Conhecemos a cidade, fomos às praias e, claro, sempre que podia, dava uma olhadinha nas minhas tias, principalmente numa delas: a Mônica. Ô tia gostosa. Alta, 1,80 m, cabelo moreno com umas mechas loiras, cabelo na altura dos ombros, seios grandes, magra (pesa uns 53 kg). Sempre usava salto, o que a deixava com 1,83 m. Cintura fina, seguida por uma bela bunda e um belo par de pernas. Sempre bronzeada. Havia casado havia uns 3 anos e acabara de ter sua primeira filha. Tinha 40 anos, e eu já era maior de idade, com 18 bem completos.
Me deleitava com seu fio-dental e o biquíni caia-caia. Principalmente quando jogava frescobol: ela pulava, saltava, eu ficava com o pau duro feito pedra e, claro, não saía da cadeira. Nossa, que tesão. Chegava na casa alugada por toda a família, eu ia ao banheiro e me masturbava pensando nela.
Certo dia, estava muito a fim de me masturbar. Estava com o pau duro, e minha família ia sair para ir à pizzaria. Eu disse que ia ficar. Meus pais entenderam, e eu fiquei. Toda a família foi, e eu nem ligando. Quando saíram, fui para o quarto da minha tia Mônica, peguei sua calcinha e me masturbei feito louco. Me preocupei em não manchá-la. Gozei, mas me recuperei logo e decidi pegar o biquíni que ela tinha usado de manhã. Achei e gozei novamente. Estava sem calças e, quando gozei, me livrei da camisa. Me masturbava mais, pensando nela me amarrando, lambendo, beijando, chupando, e gozei novamente. Estava nu e todo melado, mas não liguei. Pelo contrário, fui lá pegar um refrigerante. Depois de bebê-lo, iria guardar as coisas, limpá-las e me vestir.
Quando alguém bate na porta, eu me assustei e vesti a calça e a camisa. Joguei minha cueca e as roupas da tia para trás do sofá e fui correndo atender. Já devia ter dado uns dez minutos quando fui abrir a porta. Era a tia Mônica. Fiquei pasmo. Meu pau começou a ficar duro. Eu estava lembrando que estava sem cueca e me controlei. Ela entrou, estranhou, disse que havia esquecido a bolsa. Eu estranhei porque ela havia demorado tanto para voltar? Mas estava com muito medo para pensar naquela hora.
Ela foi buscar a bolsa. Quando voltava, já ia saindo pela porta, e eu pensando: "Consegui." Mas ela parou e perguntou:
— O que é aquilo?
Ela apontava para o sofá, e eu percebi que parte do biquíni dela estava por cima do sofá.
— Me responde, Nicolau!
— É que a mãe guarda as roupas ali, para depois lavar.
Ela foi em direção ao sofá, revirou as peças de roupas.
— Ela vai lavar só as minhas calcinhas e meus biquínis?
— Não, não.
— Mas o que é isso? Essa cueca é sua?
— Sim, mas...
— Nossa, ela tá toda melada. O que é isso?
— Não é nada.
— Senta.
Eu me sentei, e ela também.
— Olha, eu sei que na sua idade você pensa muito em garotas, e sei que também pensa em suas professoras, empregada e, bom... tias.
— É... bom, você é muito bonita... e bem...
— Eu sei. Mas não faz mais isso, ok?
— Ok.
Ela voltava a olhar a cueca e via que havia muito gozo, muito mesmo.
— Foi você que fez isso?
— Fui.
— Tem muito gozo.
— Eu sei.
— Quantas vezes você se masturbou?
— Três.
— Nossa, eu dou para tanta punheta?
— Dá e sobra.
— Obrigada. Você tá ficando com o pau duro?
— Sim.
— Depois que eu sair, você vai se masturbar mais pensando em mim?
— Provavelmente.
Ela começava a trocar as posições das pernas.
— Você tem gás ainda para se masturbar?
— Muito.
— Você se masturbaria só uma vez enquanto eu olho?
— Sério?
Nem deixei ela responder e arriei as calças.
— Nossa, é bem grande.
— Obrigado, tia.
Eu me masturbava feito louco, fechando os olhos, mexendo no pau, e ela só olhando, mordia os lábios.
— Mas, tia, você e o tio não...
— Trepam?
— Sim.
— A gente não consegue dar uma boa trepada desde que nossa filha nasceu. São seis meses sem sexo, é bastante coisa, sabia?
— Hum.
— E tava louca pra ver um pau, tocá-lo, senti-lo.
— Você pode sentir esse.
— Posso? Você não vai contar para sua mãe?
— Não, pode ficar tranquila.
Ela se ajoelhou, se aproximou, mas se levantou. Tomei um susto, mas ela havia se levantado para trancar a porta. Ela se ajoelhou novamente e agarrou meu pau enquanto eu estava sentado no sofá, e berrou:
— Ahhh, que bom sentir uma boa piroca nas minhas mãos.
Ela logo que terminou a frase abaixou a cabeça e começou a fazer um boquete. Ela vinha e voltava. Cuspiu nele, juntou a cabeça dela bem do lado do pau e disse:
— Quem diria que o meu sobrinho teria um pau tão gostoso.
Ela logo tirou o vestido e as roupas íntimas.
— Tira a camisa, Nicolau.
— Ok, tia.
Eu tirei a camisa. Via-se que ela estava louca para ter um pau dentro dela.
— Fica sentado que eu faço todo o trabalho.
Ela sentou no meu pau e começou o vai e vem.
— Nossa! Como eu precisava disso! Vai, Nick, geme!
— Uh.
— Mais alto, porra!
— Uhhhh!
— Isso, seu merda!
Ela logo saiu daquela posição, deu uma lambida no pau e sentou no pau de novo, só que virada para mim.
— Isso, vai, chupa os peitos da sua titia putona! Da sua potranca! Me chama de cadela, vai me chama! Vai, seu filho-da-puta!
— Sua cadela! Sua potranca! Vai, sai do meu colo, vai, sai do meu colo! Sai do meu colo, cadela!
Ela saiu.
— Fica de quatro, cadela! No sofá não. Lugar de cadela é no chão.
Ela ficou de quatro no chão, e eu a penetrei.
— Era disso que eu tava falando! Vai, seu puto, mete na tua cadela! Mais forte! Aiii, acho que vou ter um orgasmo!
— Vai, cadela! Quero ver o líquido saindo de dentro de você, cadela!
— Ahhhhhhh!
— Issoooo!
Ela ia se levantando.
— Pera, aonde você pensa que vai?
— Vou me vestir e voltar para a pizzaria, ué?
— Pera, sua cadela, eu ainda não gozei.
Eu a puxei pelos cabelos e a fiz ficar de quatro novamente.
— Me solta, Nick, eu tenho que voltar.
— Não enquanto eu não gozar.
— Vai me soltar!
— Eu vou entrar no seu cuzinho, sua putona.
— Não! Me solta, seu puto!
Eu enfiei sem piedade.
— Me solta, porra!
— Não, sua cadela! Cadela espera o cachorro gozar!
— Me solta, seu merda!
— Vai, sua potranca! Você não queria um pau? Agora você vai ter!
— Ahhh, vai! Mete, seu merda, mete e goza no cuzinho da sua titia!
— Isso é assim que eu gosto!
— Vai, vai, vai! Vai mais rápido, seu merda!
— Tô indo o mais rápido possível!
— Você não queria meter no cuzinho da sua titia? Então mete direito!
Eu acelerei.
— Isso, é assim que a titia quer!
— Vou gozar!
— Isso, dá o leitinho para sua cadelinha!
— Uhhh!
— Tira de dentro do cuzinho, porque eu quero engolir o leite.
Eu tirei do cuzinho dela e me levantei. Ela se ajoelhou na frente do meu pau e começou a me masturbar e fazer um boquete.
— Dá o leitinho para sua cadela! Dá, dá! Vai, seu puto, goza na boca da sua cadia, da sua putinha! Vai, dá para tua potranca!
— Ahhhhhhh!
— Isssooo! Que leitinho quente, meu sobrinho preferido!
— Agora engole tudo, sua cadela.
Dei um tapa de leve no rosto da minha tia. Nós nos levantamos e nos trocamos. Eu fiquei sentado no sofá, e ela ia saindo com a bolsa, e eu disse:
— Vamos repetir?
— O mais cedo possível.