Oi, meu nome é Nicolau e, como contei no outro conto (“A Bibliotecária Perfeita”), sou um cara já com mais de 18 anos, no auge da minha vida sexual, mas já perdi a virgindade (quem quiser saber como, leia o outro conto). Tenho 1,80 m de altura, 70 kg, e uma silhueta já moldada pela academia que frequento.
Essa história aconteceu há pouco tempo com minha namorada. Foi a nossa primeira vez juntos. Minha namorada tem 1,75 m de altura, cabelo moreno com tons ruivos, comprido, pele branca como as nuvens, um sorriso lindo, um corpinho lindo. Seios que não são pequenos nem médios — estão entre os dois. Ela deve pesar uns 45 kg, coxas grossas, uma cintura de modelo, com uma bundinha que eu acho linda.
Depois de muito tempo de paquera, eu tinha conseguido fazer Juliana (minha namorada) me namorar. Pode parecer brega no tempo da pegação, mas nós adorávamos ficar juntos e decidimos namorar. Já fazia três meses quando os beijos se tornaram mais quentes. Ela começou a botar a mão por baixo da minha camisa, acariciar meu peito até chegar nas minhas costas e lá ela agarrava, arranhava, marcava território. Eu, de seu pescoço, descia a mão pelas suas costas até achar sua bundinha linda, e lá eu segurava e sentia a firmeza. Até que nos jogamos no sofá da casa dos pais dela. Eu deitei no sofá, ela se sentou em cima de mim e cavalgou em mim sem tirarmos as roupas. Ela se deitou no meu peito e me beijou, se levantou para a posição de cavalgar e eu segurei seus peitos. Me levantei de modo a ficar sentado, levantei sua camisa sem tirá-la, tirei seus peitos do sutiã e beijei-os. Ela jogou a cabeça para trás e falou:
— Ah… — gemeu ela. — Desculpa, Nicolau, mas não posso fazer isso.
Ela girou o corpo e nos desencaixamos, mas continuou sentada em minhas pernas.
— Eu não tô preparada para isso agora, desculpa.
Os olhos dela se enchiam d’água.
— Tudo bem, não precisa fazer isso agora — falei, puxando-a contra meu corpo, de modo que ela se deitou novamente com a cabeça e os braços sobre meu peito. — Eu esperarei até você estar pronta — completei, beijando-a.
Ficamos assim até os pais dela chegarem, juntinhos, sem falar uma palavra. Aí eles chegaram. Ela me levou até a porta, nos beijamos e eu disse:
— Não se preocupa, eu vou esperar você estar pronta.
Ela abaixou a cabeça. Eu a levantei, beijei-a novamente e fui embora.
Chegando em casa, peguei meu pijama e uma toalha e fui tomar banho. No banheiro, pensei nela, na sua bundinha linda, em seu sorriso, em seus seios, e não consegui evitar: me masturbei pensando nela o banho todo. Terminei o banho e fui dormir para o dia seguinte, pois no dia seguinte teria aula na faculdade.
Acordei cedo e fui para a universidade. Cheguei como sempre, antes do horário da primeira aula. Entrei no prédio e fui na direção de Juliana. Quando me viu, ficou cabisbaixa, mas cheguei na cadeira onde ela estava sentada conversando com uns amigos, levantei-a, beijei-a e sentei na cadeira. Ela sentou no meu colo. Eu me recostei e encostei as costas na parede, e ela fez o mesmo, só que se encostou no meu peitoral. Ficamos ali conversando com uns amigos até o professor chegar. Eu fui para minha cadeira, ficamos nos olhando a aula inteira até o intervalo. Fomos um em direção ao outro. Dessa vez, ela não estava mais cabisbaixa. Nos beijamos, e o fogo voltou. Eu a encostei na parede do corredor, ela botou novamente as mãos em minhas costas, arranhando-as, e eu beijava seu pescoço, até um amigo meu gritou:
— Arrume um quarto!
Nós rimos, nos entreolhamos, demos mais um beijo, e fomos de mãos dadas até a cantina da faculdade. Compramos lanche e voltamos para a sala de aula. Ficamos como no início da aula: ela sentada no meu colo e nós conversando com nossos amigos. Logo o professor voltou e a aula recomeçou. Nos separamos de novo. Dessa vez, o tempo passou mais devagar, mas finalmente a aula terminou. Nos encontramos e fomos almoçar em uma lanchonete perto da faculdade, como tínhamos combinado com nossos pais.
Depois do almoço, fomos para a casa dela para fazer um trabalho de história sobre a Primeira Guerra Mundial. Quando chegamos, me surpreendi: os pais dela não estavam em casa. Mas no momento não perguntei nada. Ela disse para irmos estudar no quarto dela.
Lá, as persianas estavam fechadas, umas velas acesas nos criados-mudos que ficavam ao lado da cama de solteiro. O quarto era rosa claro, mas nesse ambiente de penumbra parecia mais vermelho. Eu perguntei ainda na porta do quarto:
— O que é isso?
— Eu estou pronta — respondeu ela.
Ela me puxou para dentro do quarto e fechou a porta, mas eu continuei perguntando:
— Mas seus pais, eles não podem chegar?
— Eles foram ao médico da minha mãe e só voltam à noite — ela respondeu.
— Então, ok — confirmei.
Ela me sentou na cama. Tirou minha camisa e eu tirei a dela. Ela tirou a saia, e eu tirei minha calça. Fiquei só de cueca e ela de calcinha e sutiã, ambos rosa-claro. Ela sentou no meu colo virada para mim. Nos beijamos, ela arranhava minhas costas, e eu suavemente desabotoei seu sutiã. Ela parou de me arranhar e me ajudou a passar as alças do sutiã pelos braços, livrando-se dele. Eu via os seus seios, beijei-os e me deitei. Ela movimentava-se como se estivesse cavalgando. Apertei os seus seios e ela gemeu baixinho. Sentei-me novamente, beijei-a e virei, deixando-a deitada na cama, e eu por cima. Desci até sua calcinha rosada e lentamente a tirei, e comecei a lambê-la. Que gosto bom, nunca tinha provado gosto igual. Ela, de gemidos baixinhos, passava para grunhidos altos, até que o grunhido se tornou um grande berro, e percebi que ela havia gozado. Lambi e engoli todo o líquido que saiu dela. Ela deitou-se por um momento e tornou a levantar. Ela me fez levantar. Estávamos ambos em pé. Ela me deu um beijo, se ajoelhou e disse:
— Hora de te retribuir.
Ela abaixou minha cueca branca e falou:
— É maior do que eu imaginava.
Ela me masturbou meio desajeitada, mas não liguei, e depois deu um beijinho na cabeça, e uma lambida do talo até a cabeça. Aí ela caiu de boca, começou a fazer um boquete. Ela ficou naquele vai e vem, vai e vem, vai e vem até que deu uma parada, deu outro beijinho na cabeça, deu uma olhadinha para cima e disse:
— Tô fazendo direitinho?
— Você não imagina como… — respondi.
— Ele tem um gosto bom — ela afirmou.
Ela voltou naquele vai e vem até eu segurar a cabeça dela e puxá-la, impedindo-a de continuar. Ela se levantou, nos beijamos e ela perguntou:
— Trouxe camisinha?
— Claro — respondi.
Fui até minha calça jogada no chão e peguei do bolso minha carteira, e de lá tirei a camisinha. Eu a abri e ela disse:
— Deixa que eu coloco para você.
Ela, como se me masturbasse, colocou. Se levantou, nos beijamos. Eu a lancei sobre a cama e fui por cima. Ela abriu as pernas e nos encaixamos na posição papai-e-mamãe, e lentamente fui penetrando-a. Uma bocetinha toda fechadinha, ainda virgem. Pouco a pouco fui entrando. Ela sangrou um pouquinho, e perguntei:
— Você está bem?
— Estou, só não para — ela respondeu.
Aos poucos fui acelerando o ritmo, até que ela começou a gemer alto, quase berrando. Nossos corpos já suavam. Quando trocamos de posição, dessa vez eu fiquei deitado e ela por cima, virada para mim. Enquanto cavalgava, mostrava uma destreza incrível. Ela gemia cada vez mais alto. Eu não consegui aguentar e, de tanto tesão, dei um tapão na bunda dela, e ela disse:
— Isso, bate, bate, bate mais forte.
Eu segurava seus peitos, segurava suas coxas e dava tapas em sua bundinha. Finalmente mudamos de posição: ela deitou de novo e eu fiquei por cima como na posição papai-e-mamãe, mas eu juntei suas pernas e as apoiei com as canelas e pés sobre meu ombro, e a penetrei novamente. Ela já berrava, e eu também gemia de prazer. Nossos corpos suados iam aumentando o ritmo, até que eu anunciei:
— Vou gozar!
Ela não falou nada, mas nem precisava. Pouco depois de eu anunciar, ela rebolou feito louca e deu um gemido de prazer extremo, diferente dos outros, e então eu jorrei.
Nos desencaixamos, joguei a camisinha fora, tomamos banho juntos, nos vestimos, trocamos o lençol e ficamos juntinhos até os pais dela chegarem. Nossa vida sexual começou aí e só melhorou. Depois mando outros contos sobre nossa vida sexual.