Perdendo a virgindade

Um conto erótico de anjo da noite
Categoria: Heterossexual
Contém 843 palavras
Data: 27/04/2008 17:44:07

Aqui está o texto revisado, seguindo as mesmas diretrizes:

Bem, quando eu tinha uns 18 anos, arranjei uma namoradinha, bonitinha ela, tinha uns peitos enormes, era baixinha, em torno de 1,50 m, coxas e glúteos bem grandes, bem desenvolvida. Ficamos juntos 1,5 anos e ela me amava. A melhor parte era a mãe dela, minha sogra, uma senhora de uns 32 anos, morena, cabelos escuros com luzes, peitos grandes, bunda definida e uma coxa bem grossa; o rosto dela não era lá essas coisas em comparação com o corpo. Ela, minha sogra, e minha mãe eram amigas, faziam coisas juntas por conta do meu namoro. Eu, garoto bonito, tinha o corpo forte e mantenho isso até hoje, cabelos castanhos claros, bem atraente, fazia um bom sucesso com as garotas, até com as “amigas” da minha namorada.

Logo quando começamos a namorar, nós ficávamos naqueles beijinhos; passaram-se uns meses, evoluímos para palpitações, apertos, sempre em um bom local, aqueles namoros de vizinhos (ela era minha vizinha). Eu já era maior de idade, e certa vez tinha chegado da praia, e minha namorada estava com uns amigos meus numa socialzinha. Me juntei a eles, e ficamos lá. Todos foram para suas casas, e eu a convidei para ir fazer uma “ligação” comigo. Fomos em um lugar escuro, em um play, e começamos a nos pegar e eu a provocar, tentando chupar a bocetinha dela (sempre tive uma tara por isso). Ela, pra minha surpresa (com aquela carinha santa de que quando a gente ficava, fazia umas caras), disse que se eu continuasse tentando, ela iria fazer igual. Eu entendi e não deixei passar, desafiei e mandei fazer. Ela abriu minha bermuda, colocou meu pau pra fora e começou a mamar, e logo levantou. Eu achei que ela não fosse gostar, mas depois ela voltou e começou (tava meio ruinzinho, ela arranhava com os dentes, mas depois fui ensinando).

Depois desse boquete, tudo mudou: ficávamos nos pegando nesse estilo, dedadas, mamadas, brincando de enfiar, várias coisas. Certo dia, uma amiga dela, que me tentava, começou a me provocar… começamos a nos pegar no play, para meu susto, minha sogra apareceu e viu aquilo. Ela me ligou e pediu para ir na casa dela, era perto. Eu, morrendo de medo, fui até lá. O marido da minha sogra era um general, um homem sério, com vários princípios. Na casa dela, só estava ela. Cheguei e perguntei pelos outros. Ela disse que a minha namorada foi dormir na casa de uma amiga e que não sabia de nada, o general estava viajando e o filho menor estava na casa do pai (que não era o general).

Eu, com medo da bronca, olhei pra ela, aquela gostosa que estava séria, sempre falando besteiras, estava pasmo. Ela me chamou pra entrar e me levou no quarto; me sentou na cama e perguntou se eu queria brincar… Eu não entendi, mas disse que sim (isso que ela queria ouvir). Ela foi na cozinha e voltou com uma lata de leite condensado; eu achei estranho aquilo. Eu sentado, de bermuda taquetel e camisa regata, ela estava com uma canga de praia, e por dentro dava pra ver o biquíni preto. Ela veio na minha frente e disse que eu não iria fazer nada, já que tinha aceitado a brincadeira, e foi fazendo carinho no meu peito e descendo. Quando vi, ela estava acariciando meu pau; eu estava ficando constrangido, mas estava gostando.

Ela foi abrindo lentamente minha calça e botou meu pau pra fora, e foi logo jogando leite condensado nele… e foi mamando de uma maneira muito, mas muito boa… Estava me segurando, e ela pediu pra eu gozar na boca dela… e eu gozei. Eu estava adorando, mas estava com muita vergonha. Ela foi tirando a canga e pediu pra eu me acalmar. Abriu de ladinho o biquíni, meio que fio‑dental, e lambusou tudo de leite e mandou eu chupar tudo. Eu caí de boca e fui. Nossa, o gosto de boceta com leite, muito bom, ainda mais sendo *a* boceta. Logo depois, ela começou a sentar no meu pau com aquele cu. Depois ela ficou de quatro, só as pernas na cama, com os joelhos, e as mãos no chão. E eu metendo atrás. Gozei três vezes e ela me levou pra tomar banho.

Sentamos no chão e começamos a nos beijar, nos pegando. Ela me deitou, sentou nos peitos e colocou o cu na minha cara pra eu chupar. Fiquei chupando muito, ela gozou duas vezes. Terminado tudo, ela disse que ninguém ficaria sabendo de nada.

Um tempo depois, eu com minha namorada, horrível perto da mãe, disse que não estava entendendo o fato da mãe dela querer tanto que eu fosse na casa dela, e que já deixava eu até dormir. Eu dei uma risada e disse que talvez ela tivesse gostado de mim; ela riu. Isso se repetia todo mês; ao todo, eu comi ela umas doze vezes. Lá pelas oitava, eu já estava comendo a filha também. Foi muito boa essa época.

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Comentários

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esse cara eh um gayzinho que gosta de dar o cu e mamar numa pica,eu meto a pica em vc de graça seu viado

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Está na cara que é colhuda e das grossas, mas a idéia do leite condensado é nota dez.

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Bom gostei do relato, ela deve ser uma vagabunda de primeira rissss...

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Seu gay com 13 comendo sogra a por favor inventa outra

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Que deegraça!!Esse cara é analfabeto de pai e mãe. Nunca vi tantos erros de ortografa em tão pouco texto. Socorro, estamos afundando na lama da mediocridade.

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bom conto mas pela gramática leva nota 5...

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fala ai taty ele nem sabe escrever buceta, ele escreve buceta.hahsahahashahahash,e tambem o conto é mo mentiroso

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