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A FODA PERFEITA

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Um conto erótico de EL COCHITO
Categoria: Grupal
Contém 1874 palavras
Data: 14/10/2006 18:13:19
Assuntos: Grupal

Ela estava a passar, já era noite alta. Andava devagar e com a face para baixo; a sua postura demonstrava claramente que ela estava triste e preocupada com alguma coisa. Estávamos encostados a um contentor a conversar, eu e mais três amigos, quando ela passou por nós. Àquela hora, naquele beco, naquele escuro o mais natural seria ela assustar-se ao ver-nos, mas tal não aconteceu, ela continuou abstraída e passou por nós como se não estivéssemos ali.

Carlos disse, ao vê-la, vou paquerar esta gaja. Ai, retorqui eu, não tas a ver que vais levar uma fora? Com esta só com dinheiro. Ele disse, uma fora a esta hora, duvido que eu leve. Queres apostar? Apostámos. Eu estava a julgar que ela era uma pega, embora a atitude de uma pega fosse mais provocante do que a dela.

Carlos dirigiu-se então à dama e começou a falar com ela, ela não lhe respondeu e ele continuou a insistir. De repente, a dama voltou-se e gritou para ele, deixa-me em paz e vai chatear outra, paneleiro de merda. Parecia que ela não tinha nenhum motivo para chamar-lhe de paneleiro, mas o facto é que ele, não suportando o desprezo dela chamou-lhe de puta, e disse que tinha uma salsicha nas calças para ela.

Após o insulto, Carlos deu uma violenta chapada na pobre dama e gritou, Paneleiro,eu, sua puta de merda, agora é que vou-te enfiar o caralho.

A atitude passiva da dama mudou naquela hora, acho que ela percebeu a gravidade da situação, acho que ela tomou consciência de que naquele sítio ninguém o ajudaria e que se nós fôssemos violadores, ela estava fodida. E acho que a mesma coisa bateu na minha cuca, pois logo que Carlos falou eu comecei a avançar. Eles estavam a uns vinte passos de nós, mas quando cheguei junto deles, já ele estava a rasgar-lhe a blusa (era cómico o esforço que ele fazia para isso, pois o tecido da blusa reagia bem). Ela estava sem soutien, meu deus!, que mamas! Que cintura, ela parecia uma escultura encomendada, corpo perfeito para miss mundo. Fiquei estático por uns segundos a admirar aquela beleza, só acordei quando Carlos voltou a atirar-lhe um soco ao ombro e ela gritou.

Cala a boca, sua puta, ou vamos matar-te, ameaçou Carlos. Vamos foder-te aqui, vais saber quem é paneleiro! Nós?, pensei eu. Eu não tinha ido lá para violar ninguém, embora soubesse que o podia fazer, eu tinha ido para fazer Carlos largar a dama. Mas aquelas maravilhosas mamas e as palavras de Carlos fizeram-me mudar de ideias, o que me deu crises de consciência, porque bastasse eu não alinhar com Carlos para que aquela violação não acontecesse (tenho a certeza que vocês já sabem que a violámos). Nem acabei de pensar que Carlos contava connosco ao dizer nós, lá estava eu a puxar a saia da dama e a rasgar as cuecas. Os outros dois amigos vieram também, um mais rápido que o outro. O primeiro que chegou, Alex, disse, malta, baza, deixem a gaja. Vira a boca para lá, respondi eu, tomando o comando da situação, e ameaçando a dama com a morte, pois recomeçou a gritar e com mais força quando percebeu que podia ter um aliado. Deixo aqui uma dica para quem pensa em violar alguém: a primeira coisa que deves fazer é amordaçar a vítima, porque quando ela grita, mesmo que estejamos no fundo do mar, penso eu, os nossos joelhos fraquejam. Alex ainda continuou a insistir, isso é crime, malta, baza daqui. Olha, Alex, disse Pedro, que chegou último, se quiseres desaparece e vai chamar a polícia, pois esta aqui nós vamos foder. Alex partiu entao, mas nao sem dizer,voces ainda se vao arrepender, malta. Vai pro caralho e desaparece, disse-lhe eu.

Pedro tirou um canivete suiço, ele andava sempre isso, era escuteiro. E ameaçou a dama com maior eficiência, fazendo-a parar de gritar. Deixem-me ir, suplicou ela baixinho. Deixem-me ir, vocês não sabem o que fazem. Ah, não!, disse eu. Isso irritou-me muito, estávamos a tentar fodê-la e ela a dizer que não sabíamos o que estávamos a fazer. Cala-te, sua puta, disse eu. E se não cooperares, vamos foder-te com este canivete, rematou Pedro. E se armares alguma, corto-te a garganta, acrescentei eu, pois estava com medo, tinha visto um filme onde um homem obrigou uma mulher a fazer-lhe um broche e esta cortou-lhe o pénis com os dentes. Por isso ameacei a dama com a morte, para que coisa igual não me acontecesse.

Carlos já estava com o caralho na mão, aproximou-se da dama, e disse, agora trata de chupar. Ela fechou a boca, mas um soco na cabeça fê-la mudar de ideias, a tremer e a chorar recebeu o caralho na boca e começou a chupar. Ela de momento estava de joelhos, como devem ter percebido, por isso segurei-lhe a cintura, levantei-lhe o rabo, ela já estava nua, e enfiei-lhe por trás, tudo de uma vez, com uma violência que a fez gritar e tirar da boca o caralho de Carlos. De certeza que deixe-lhe esfolada, porque eu mesmo senti que me tinha esfolado. Ela estava seca, sem lubrificação alguma e eu pelo menos devia ter cuspido no caralho antes de enfiar. Comecei a bombar rápido, atrapalhando a mamada que ela estava a dar no Carlos, pois ele começou a reclamar com ela, gritando-o para mamar bem. De repente, ela pegou no caralho de Carlos e dirigiu-o para a própria boca, ele assustou-se e gritou, meto-te o canivete. Mas ela disse, voces vao ter a melhor foda da vossa vida, vao ter o merecem por serem tao machos. Começou a chupar com gosto deixando o Carlos a gemer uns vinte segundos depois de ter começado a chupação. Ela tirou-o a verga da boca e falou para o Pedro que estava a procurar a melhor maneira de agir e como não tinha pusera-se a acariciar as mamas dela, enquanto esperava por sua vez, disse a Pedro, não achas melhor vires para cá? Quero ter a boca cheia. Pedro foi então e ela pegou nos dois caralhos e alternava a chupada e as vezes metia os dois ao mesmo tempo na boca, entre gemidos e suspiros, meus dela e dos dois chupados.

Ela tinha a cona mais apertada que alguma vez penetrei, sentia a minha verga pressionada em todos os sentidos, e ela rebolava a bunda com uma maestria digna de um prémio. Eu metia, metia, metia, num vai-vém frenético, que até lhe fazia perder o fôlego e ela tinha que tirar da boca os dois apêndices para poder respirar melhor, mas logo depois voltava a engoli-los ou a engolir um deles, conforme lhe desse na telha. Eu estava quase a esporar, a sensação era tanta e o prazer era enorme, causado principalmente por essa situação insólita, pelo menos para mim. Para não esporar, resolvi cortar o movimento, mas ela gritou-me, não pares, não pares, estás a foder-me como nunca fui fodida. Mete, mete, não pares. Essas palavras dela fizeram-me sentir o maior amante do mundo, recomecei então a bombar, mas não durei muito, dentro de um minuto, explodi dentro dela em jactos invisíveis (naquele momento) de desmesurado prazer. Aquilo era uma foda perfeita. A dama deve ter sentido o seu útero a ser lavado porque o seu corpo começou com espasmos, penso que ela veio também naquele momento. Eu nunca fui de dar dois sem tirar, por isso, após o lançamento de porra, a minha verga entrou na época de seca, murchou rapidamente.

Afastei-me então, e Pedro, vento a bunda dela livre, deu a volta e foi meter também. Então Carlos começou a reclamar que queria também um buraco, que já estava cansado de foder na boca. Ele disse então a Pedro, vamos fazer uma sandes. A dama, não, não, não, eu nunca fiz isso. E de repente, ah, não tem problema, vamos lá fazer, mas faz com cuidado, eu nunca levei no cu. Quando ouvi isso, amaldiçoei a minha verga por ter murchado. Fiz um esforço mental para ver se ficava de pé, mas, porra, isso só acontece nos filmes e nos contos de segunda categoria, na vida real, nhente. Queria ser eu a desvindar o cu dela. Mas isso calhou para Carlos, pois Pedro nem pensou em discutir, Pedro funcionava como puto do Carlos, fazia o que ele dizia, porque no nosso grupo era Carlos o filho do rico. Eu era tão pobre como Pedro, mas era mais inteligente e, portanto, ele não mandava em mim.

Pegaram então nas roupas rasgadas da dama e estenderam no chão, Pedro deitou-se e ela sentou-se em cima (não preciso descrever, vocês sabem como é que se faz). Faz devagar, disse ela a Carlos, eu nunca fiz isso. O filho da puta de Carlos (digo filho da puta, porque na hora, por ciúmes, senti uma afinidade coma rapariga e ressentimentos contra Carlos), em vez de fazer devagar, meteu mesmo a bruta, fazendo a dama gritar que nem um porco no matadouro. Ela era mesmo virgem de cu e berrava que metia pena (depois vão perceber por que eu disse que era virgem). Mas Carlos não perdoava, mexia rápido-rápido, rápido-rápido, e ela berrava, berrava e berrava. Pedro coitado, não conseguia movimentar-se com muito à-vontade, porque o peso dos dois tolhiam-lhe o movimento, entretanto os dois caralhos continuavam a entrar e a sair. Não penso que ela chegou a acostumar-se ao caralho na bunda, porque nem por um segundo deixou de gritar e reclamar a dor. Dizia a Carlos, filho da puta, tás a arrombar-me, tas a revolver-me as tripas, faz devagar, filho da puta de merda, tas a magoar-me. E ele julgando que isso fazia parte do jogo, bombava ainda mais. Depois, não aguentando mais, Carlos esporou no cu dela e afastou-se e deixou Pedro a acabar o serviço.

Carlos foi juntar-se a mim, naquele momento a minha verga já estava tesa e eu estava pronto para ir ocupar o lugar de Carlos. Ele tirou então baixou-se e tirou um cigarro do bolso das calças e acendeu-o, nesse momento eu vi sangue no seu caralho, pois ainda estava com as calça nos tornozelos, e percebi que a dama era mesmo virgem de cu. Fiquei ainda com mais inveja, e para não deixar o buraco esfriar, fui também e meti no cu dela. Pedro ainda estava a foder, ele tinha uma resistência dos diabos. Quaando eu estava a enfiar no cu dela (era o meu primeiro cu), Alex deu sinal de vida, estava a gritar, não a fodam, não a fodam. Para não a fodermo por quê, se já estávamos a fodê-la?

Eu julguei que Alex tinha mudado de ideias e queria participar, mas não, quando o mandámos embora, ele pegou na bolsa da menina e partiu. E depois, parando num sítio com luz, esvaziou a bolsa e foi tomar um copo, num bar perto. Ja no bar pos-se a ler os papeis da dama, e la encontrou um resultado de analise dela, com a data daquele dia mesmo, a dizer que ela era HIV POSITIVO.

O resto da historia nao digo porque nao entra nesta categoria de contos, se alguem conhece algum site onde se escreve contos masoquista do genero torturas medievais, que me avise.

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Comentários

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o conto é claramente uma mentira, mas dou 10 porque foi bem contado

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