Grana, com a boca, e amor (Segunda Parte)
Por Sophia
Contém 5135 palavras
Publicado em 15/10/2010
Um cego, meu Deus, um céeeeego! (porque mesmo em pensamento a gente estica e acentua as palavras das formas mais loucas), não pode ser, ca-ráaaa-lhôu! Nem, mas nem por um zilhão! Nem que a vaca tussa! Eu faço até com um cachorro. M...