Escolhemos bem a segunda Troca

Um conto erótico de Lucio
Categoria: Heterossexual
Contém 1928 palavras
Data: 04/01/2024 18:03:39
Última revisão: 10/01/2024 12:09:59

Lucio e Rose (III). Escolhemos bem a segunda troca.

Passado algum tempo da primeira troca que fizemos (já publicado com o título: “Escolhemos bem a primeira troca.”), resolvemos realizar outra, mas desta vez queríamos com o primeiro casal que trocamos carícias e fizemos sexo no mesmo ambiente, sem troca.

Entramos em contato, mas infelizmente não foi possível o encontro pois eles estavam de mudança naquela semana para o exterior. Infelizmente nunca mais tivemos contato.

Estava na sala de bate-papo com o tema “casais” quando um cara começou a falar comigo sobre como seria fazer troca de casais. Falou que ele e a mulher estavam querendo realizar esta fantasia. Falou que havia viajado até São Paulo com sua mulher e tinham ido até um clube de swing mas que não tiveram coragem e ficaram por pouco tempo na casa.

Ele me passou o seu MSN e marcamos de conversar os 4. Conversamos diversas vezes, mas tudo muito comportado. Falaram que eram pessoas muito conhecidas em sua cidade, no Sul de Minas, e que teriam que ter muito cuidado. Depois de algum tempo, já com a confiança adquirida, trocamos números telefônicos. As nossas conversas ao telefone eram como velhos amigos. Um dia ele disse que teria que vir em BH a serviço e que passaria o final de semana aqui. Falou que traria a Renata e que poderíamos almoçar no domingo para conhecermos pessoalmente. Assim aconteceu.

Renata era uma mulher alta, elegante, bonita, muito bem vestida e muito atraente. Usava um conjunto de saia e blusa que tinha um decote generoso, mas nada vulgar.

Fred era também muito elegante, muito simpático tinha muito bom papo. Eram um casal com mais idade do que a gente, mas em forma. Conversamos por 3 horas e surpreendentemente não falamos de sexo. Falamos de tudo, menos de sexo. Pagamos a conta e nós encaminhamos até os carros. Repentinamente, ele disse que estava morrendo de tesão pela Rose, também disse que conversaria com a Renata para saber a opinião dela de fazer a primeira troca conosco. Pediu que eu e Rose também conversássemos sobre eles. Achei justo.

Uns 15 dias após aquele encontro eles nos ligaram, disseram que voltariam a BH e que queriam ter um encontro conosco. Pediu que eu arrumasse um barzinho bem discreto porque eles queriam esquentar o clima, se a gente concordasse.

Arrumei um barzinho em BH que fica sobre um prédio bem no centro. Era um lugar bem discreto, meio na penumbra, com uma vista linda. Quando eles chegaram, aprovaram o local e perguntaram se poderíamos encaminhar às mesas já com os casais trocados. Disseram que se as coisas esquentassem não chamaria tanto a atenção do garçom e de outros poucos frequentadores, que para ser sincero só queriam curtir o momento deles. Rose e eu concordamos. Pediram um vinho e começaram a beber (os 3, eu não bebo nada de álcool). Minutos depois notei que ele estava com as mãos embaixo da mesa e começou a beijar a Rose. Ela deu uma ajeitada no corpo e fechou os olhos, ele com certeza estava tocando em sua xoxota. A mulher dele que olhava para eles, pareceu aprovar a cena e rapidamente começou a passar a mão lentamente sobre o meu pau. Na hora meu cacete que já estafa duro, ficou ainda mais. Rose olhou para nós e disse: "Fred está com o pau duro feito pedra", na hora a Renata retrucou, "o Lúcio também está com o pau muito duro". A Renata abriu meu zíper, enfiou a sua mão dentro da minha calça e apertou meu pau. Olhou para mim começou a me beijar, tirou meu pau para fora e começou a me masturbar. Ela respirava aceleradamente e quando eu procurei entre as suas coxas grossas a sua bucetinha, tive uma surpresa, ela estava sem calcinha, pensei, como aquela senhora elegante já estava assim. Bobagem, ela veio para aproveitar e não queria nenhum empecilho. Sua xoxota estava muito molhada e quando eu a toquei, ela deu um suspiro profundo e apertou meus dedos com as coxas, como que com medo que eu os tirasse. Enfiei um pouco mais um dedo, brinquei com seu grelinho e ela mais uma vez deu um suspiro profundo e falou baixinho com a língua já explorando meu ouvido: “estou gozando”, “Lucio, vamos para um Motel, quero que chupe a minha bucetinha, quero sentir seu pau dentro de mim”. Neste momento olhei para Rose e Fred, eles estavam se beijando freneticamente e pelo jeito ela o masturbava com força. Olhei em volta não tinha ninguém prestando atenção, enfiei minhas mãos nas tetas enormes da Renata. Que tesão. Que mulherão, madura, mas com a libido nas alturas. Ela novamente pediu para irmos logo para um Motel, queria ser mamada e chupada, no que Rose concordou pois segundo ela já estava próximo o momento que voaria porra para todos os lados. Rimos, nos recompomos, esperamos as coisas acalmarem e pedimos a conta. Deixamos os carros num estacionamento 24hs no centro de BH e fomos para um Motel ali mesmo no centro. O tesão era muito, e seria perigoso ir de carro a um Motel mais afastado.

Renata sorria, estava feliz, olhos cor de mel que brilhavam, linda! Novamente parecia uma dama muito elegante. Mal sabiam os transeuntes que ela estava sem calcinha e com sua bucetinha escorrendo de tesão. Rose, assim que saímos do prédio me entregou sua minúscula calcinha para eu guardar no bolso. Também estava segundo ela bem meladinha e ansiosa para provar a rola do Fred, que naquele momento ela já sabia, ser grossa. Ela disse que Fred tinha um pau muito grosso e que novamente seria arrombada. Ainda bem que chegamos logo ao Motel. Já entramos nos despindo e nos beijando. Elas saíram de nossas mãos e foram fazer um reconhecimento no apto. Renata veio e me puxou para a banheira de hidro que estava a um nível superior ao da cama e era separada do quarto por um vidro meio embaçado que mesmo assim dava para ver através dele. Fred logo puxou Rose para a cama, parecia um animal no cio, o pau estava realmente duro e era muito grosso, “tadinha” de minha mulher. Passava a mão na bundinha empinada da Rose e dizia palavras que até aquele momento não havia escutado ninguém falar com ela a não ser eu. “Minha putinha, deixa eu arrombar sua bucetinha, fica de quatro igual uma cachorrinha. Pena que não vai deixar eu comer este cuzinho lindo”. Com ela de quatro, começou a enfiar sua língua no cuzinho dela, que suspirava e rebolava. Ele desceu mais um pouco e lambeu a buceta dela que era greluda mas pequena. Pós freneticamente uma camisinha que mal cabia naquele pau e começou a enfiar sem dó na minha mulher. Ela deu alguns grunhidos, rebolou e sentiu aquela tora entrar rasgando sua buceta. O cara estava possesso. Neste momento olhei para Renata que parecia feliz em ver seu marido comer a Rose daquele jeito. Foi até ele, deu um beijo meigo em seu rosto que bufava e dizia obscenidades para a Rose. Perguntou a ele se ela podia realizar o desejo dela/ Ele balbuciou que sim, mas que tivesse cuidado. Pronto, fiquei curioso.

Ela me puxou para a banheira, sentou na beirada e enfiou minha cabeça entre as suas pernas e começou a falar: “Chupa minha buceta caralho, chupa, quero gozar na sua boca amor”. As palavras não combinavam com a senhora distinta que conheci, mas fodas, era isso que era gostoso. Quanto mais eu chupava aquela buceta mais ela queria, apertou minha cabeça com suas lindas coxas com força e disse que estava gozando. E gozou mesmo, logo senti um gosto diferente em minha boca e ela foi deslizando para dentro da banheira sem forças. Eu ainda curioso para saber o que ela havia pedido para o marido, perguntei o que era. Ela disse que o combinado era sempre transarmos com camisinha, mas como confiavam muito em nós, pediu a ele para deixar eu enfiar apenas uma vez meu pau em sua xoxota sem camisinha. Isso se eu concordasse. Ela me colocou sentado nos degraus da banheira e sentou com aquele bucetão molhado no meu pau, me segurou e pediu para eu não mexer. Com meu pau em pelo dentro dela, apertou a buceta, me abraçou forte, tremeu toda e gozou. Gemia e parecia chorar. Realmente chorava, me beijou e agradeceu e disse: “É a primeira vez que sinto um pau dentro de mim que não fosse o do Fred”. Me chamou para irmos para cama que queria dar a bundinha para mim ao lado do marido. Fomos. Ela deitou ao lado da Rose na cama que naquele momento era comida num papai e mamãe e mandava o Fred gozar pois sua buceta estava esfolada. O cara deve ter tomado algo, tinha mais de 40 min que bombava a Rose. Fred por sua vez falava: “aguenta cachorrinha, aguenta que vou gozar daqui a pouco”. “Vou te virar pelo avesso gostosa”. Eu coloquei a Renata de quatro, peguei uma camisinha e comi aquela bucetona, que bunda linda, branquinha com sardinhas e grande. Comecei a bater devagar naquele rabão, ela pediu para eu bater com mais força, e foi o que fiz. Quanto mais eu batia nela na frente do marido, mais ele socava a Rose com força. Ela repentinamente começou a beijar os peitinhos da Rose, mandou o marido dela meter mais forte e beijou a boca de minha mulher. Pediu para eu pôr na entrada do cuzinho dela e jogou aquele rabo para trás e disse para eu gozar no cu dela. Não acreditei que estava comendo aquela bunda, ela rebolava, meu pau sumiu dentro daquele monumento, segurei ela pela cintura e gozei muito naquele cu delicioso. O marido dela olha atônito para a cena. Neste momento ele finalmente gozou, encheu a camisinha de porra. Que noite, que foda!

Renata ainda chupou a xoxota da Rose como que quisesse tirar o ardido da buceta de minha mulher. Rose mais uma vez estava larga, melada e feliz.

Renata disse ao marido que havia realizado os dois desejos dela, que era sentir um pau sem camisinha na sua xoxota e dar a bunda para outro cara na frente dele. Ele riu e disse que ela tinha ganhado já que ele não comeu o cuzinho da Rose.

Rose disse a Renata que o marido dela era um animal, meteu aquela rola grossa nela em todas as posições e que ela achava que ele nunca mais iria gozar. A Renata falou que se ele não tivesse visto ela dar a bunda para mim, possivelmente ele ainda estaria metendo.

Depois de um tempo as mulheres começaram a nos chupar como brincadeira. Comecei a comer minha mulher que me agarrou e disse no meu ouvido: "viu a largura da minha xoxota? Da outra vez não aguentei te dar por 2 dias, lembra? Goza na minha xoxota larga". Nisso eu senti a Renata lambendo minha bunda e chupando minhas bolas. Fred já sugava os seios da Rose. Não aguentei e enchi a minha mulher de porra. Renata ainda lambeu a xoxota da Rose que tinha minha porra escorrendo. Depois abraçou e beijou a minha mulher.

Rose também chupou os peitos enormes de Renata. Que visão linda.

Tomamos um banho e fomos embora felizes.

Eu e Rose tínhamos um combinado de não repetir encontros com o mesmo casal. Só por isso não encontramos novamente com eles.

Espero que estejam bem e com saúde. Se lerem esta história vão saber que é uma homenagem a eles.

Até a próxima,

Bjs!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 18 estrelas.
Incentive LucPin a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Mais um conto incrível, maravilhoso, muito bem escrito, com riqueza de detalhes. Parabéns mais uma vez. Grande abraço. ksado44sp@bol.com.br

1 0
Foto de perfil genérica

Obrigado. Leia o "Desejamos e iniciamos o sexo no mesmo ambiente ", talvez te ajude. Leia os contos com ela, ajuda muito. Abraços!

0 0
Foto de perfil genérica

Olá. Já li esse conto também, e adorei... Parabéns mais uma vez, pela escrita, e riqueza dos detalhes. Grande abraço

0 0
Foto de perfil genérica

Muito bom mesmo! Se traição é muita cumplicidade, por isso estão juntos até hoje.

1 0