Negão das obras comeu-me

Um conto erótico de Maria
Categoria: Heterossexual
Contém 521 palavras
Data: 03/01/2024 13:17:48

No último dia do ano passeava em rua de obras. Eu estava vestida de maneira casual, dado o frio que se sente em Lisboa. Parei num café da Rua de São Bento, almoçei, enquanto ouvia um grupo de operários negros falarem e tomarem café. Um deles, novo ainda, olhava para mim, Eu havia tirado casaco, fiquei de blusa, notavam-se as mamas, e de saia curta. Tenho boas pernas. Estava de ligas. Eu olhei discretamente para esse negro. Devia ter uns 20 anos, musculado, dentes brancos, cabelo encaracolado e bonito de rosto. O atrevido sorriu para mim, passou a língua pelos lábios, mas tudo discreto. Eu sorri.

Os colegas dele foram-se, ele ficou, eu pedi um café, vi o telemóvel, fiz tempo. O gajo olhou, sorriu, eu fiz o mesmo. Demos sinal que íamos sair. Na rua começamos a falar, eu falei que precisava de umas obras, ele disse que terminara serviço e podia ver essas obras. Eu respondi-lhe que eram obras privadas. Ele respondeu que essas fazia ele bem. Ao olhar vi um enorme volume. Estava excitado. Eu toda húmida. Devo dizer que estou sem homem presentemente, mas que adoro foder. Acabei por lhe dizer que lhe dava boleia. Ele disse-me que morava no montijo, mas que tinha chave das obras. No carro, o atrevido, chamava-se Leonel, colocou as mãos nas minhas pernas, um dedo levantou a calcinha e chegou aquela gruta. Dizia que eu era muito bonito, que ficara muito atraído por mim, que era uma madame das boas.

Acabavámos por nos beijar. O carro seguiu para o Montijo. O atrevido, foi massajando as minas pernas e a minha gruta. Disse-me que era electricista e adorava sexo.

Ao sair da Ponte Vasco da Gama cortei para um terreno, recomeçamos os beijos, no banco de trás o atrevido fez-me um minete, e tirou o caralhão. Nunca tal vira. Um monumento, muito grosso e cumprido. Mamei-o-

Fui-lhe falando da minha vida. Ele dizia que tinha mulher grávida de 8 meses. De repente, ele encaminhou o caralho para a rata. eu deitada, ele de pé, comeu-me. Enfiou com força e bravura. Deu-me um valente orgasmo, Ele acabou por vir-se nas bordas da cona. Os meus pelos ficaram brancos da esporra dele. Ao acabar beijou-me as tetas, apertou-as mesmo, disse que eram grandes. Fomos para um motel, fodemos bastante. Ele era mestre. A mulher grávida recusava dar a cona. Fodemos de todas as formas. Ele adorava meter o caralho na minha cona. Dizia que entrava bem. Pudera , eu adorava foder com pretos. O Leonel fodia sem limites. Foi bom ele cobrir-me. Viemo-nos 3 vezes. Eu por cima, ele por baixo, que visão desse caralhão. Era um membro sempre hirto. Ele dizia que gostava de dar prazer às damas. Eu aproveitei. Deixei-o em casa, antes combinamos umas fodas nas obras. Ele disse me que eu fodia que nem uma perdida. Eu respondi-lhe que ele era primeiro negro a inaugurar-me. Não era verdade. Mas este meu macho era bom demais. Adorava cona e eu adoro caralhos na boca, no cuzinho e na cona, na minha gruta do amor, que ficou aberta, esbeiçada e saciada de macho

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Comentários

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Adorei o seu e gostaria de saber mais sobre vc e as suas transas. E queria receber fotos sua. Meu e-mail é adriano_sp_pv8@hotmail.com

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"acabou por vir-se nas bordas da cona" "minha gruta do amor, que ficou aberta, esbeiçada e saciada de macho". A língua portuguesa, nossa língua e linda demais e nos permite essas belas poesias. Amei teu relato. No aguardo de mais

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