Uma pequena tentação - Parte 2

Um conto erótico de Ornitorrinco
Categoria: Heterossexual
Contém 2920 palavras
Data: 22/01/2024 00:05:19

Acordei bem cedo. Era um costume irritante do meu corpo me acordar quase na hora do amanhecer e eu não sabia porque eu começara a despertar nesse horário. Ansiedade? Estresse talvez? Sei lá. Virei de um lado para o outro para voltar a dormir, mas não deu certo. Eu tinha acabado de acordar e meu membro já estava muito duro, outro costume matinal do meu corpo. Então todas as lembranças da noite anterior me invadiram. As mãos dela, a boca quente, o olhar que quer mais...

Minha esposa estava ao meu lado. Houve um tempo em que ela adorava acordar pra fazer sexo comigo. As vezes ela me acordava desesperada de tesão...Nossa, isso parecia tão recente e ao mesmo tempo tão distante. Outra vida. Na lua de mel e no nosso primeiro ano de casados. Era todo dia, quase toda hora.

Em honra aos velhos tempos coloquei meu membro duro no meio das nádegas da minha esposa e beijei o pescoço dela. Era um sinal que ela já conhecia muito bem.

Ela acordou e bruscamente se afastou de mim.

- Agora não amor...

- Porque não – perguntei angustiado

- Agora não, estou com muito sono, deixa eu dormir mais um pouquinho... – e de fato ouviu um leve roncar. Ela dormir mesmo de novo.

Frustrado ontem a noite, frustrado agora de manhã. Parecia nunca querer, nunca estar com vontade. Eu, por outro lado estava com tanto desejo que quase me masturbei (pensando em Nicolle). Mas pensei duas vezes, deixei o calor do momento passar e saí da cama. Não valia a pena.

Desci pra cozinha e estava tudo silencioso. Era uma manhã fria, tinha até uma neblina ao olhar para os campos ondulantes além da janela. Passei um café, despejei na garrafa e tomei uma xícara. Ficara até bom. Peguei mais uma xícara e saí pela varanda, me espreguiçando.

Para minha surpresa, Nicolle já estava lá. Se encontrava praticando yoga sobre um tapete preto. Estava vestindo roupa de academia, top rosa, e uma calça legging que transitava em vários tons de rosa, que subia deliciosamente justa acima do seu umbigo. Seus cabelos claros estavam puxados para trás e presos num rabo de cavalo. Quando sua mão tocou seu pé esticado ela me viu.

- Bom dia cunhado – disse ela segurando o pé.

- Bom dia – falei. Me encostei no parapeito e fique olhando para a natureza.

- Tudo bem? – perguntou ela entrelaçando os dedos e esticando os braços magros acima da sua cabeça. Não respondi imediatamente.

- Olha Nicolle...o que fizemos ontem a noite...

- O que eu fiz – falou ela me olhando com um pequeno sorriso – Você não fez nada.

- Eu deixei você fazer – falei com amargura – E isso está me torturando.

- De um jeito bom ou ruim?

- Existe tortura boa?

- Quem sabe, as vezes as coisas favoritas das pessoas são aquelas que mais lhe fazem mal – respondeu ela, seu pequeno corpo se contorcendo levemente. Minhas costas se incomodaram de ver aquela flexibilidade. Conversa estranha. As vezes ela parecia muito madura para a idade dela.

- Faz tempo que faz Yoga? Eu não sabia que conseguia fazer isso...

- Tem muita coisa que você não sabe sobre mim...e que eu quero te mostrar. Só queria ter uma chance. Agora conheço muitas e muitas posições, cada uma mais impossível que a outra...

- Nicolle, por favor para. Você fala demais...– então lembrei – Falando nisso, porque mentiu ontem sobre termos brigado?

Ela descansou a posição, ficando de joelhos, mãos entre as coxas bem grossas.

- Porque você é um idiota – disse ela – com todo o respeito. Você chega na frente da Elsa esbaforido, camisa mal abotoada e estranho. Dá uma desculpa qualquer e deixa minha irmã com a pulga atrás da orelha. ‘O que aconteceu?’ Ela deve ter se perguntado. Poderia pensar em muitas coisas... até chegar naquela coisa...Tudo o que eu fiz foi tirar a possibilidade dela ter dúvidas do que aconteceu com o marido e a irmã dela no meio do mato. Deveria me agradecer.

Eu fiquei pensando.

- Você fez bem, realmente. Mas minha esposa não é do tipo que deixa um pensamento pra lá tão fácil.

- Ela nunca desconfiaria de mim, cunhado. Ela me ama muito. Eu a amo também...assim como amo tudo o que é dela também...

- Nós estamos passando por um momento difícil Nicolle, isso tudo está complicando demais as coisas.

- Eu sei que vocês não estão nada bem.

- Como sabe?

- Elsa me conta tudo.

- Ela conta tudo quanto?

- Tudo é tudo cunhado...

Fiquei sem acreditar. Sabia que conversavam muito regularmente, mas não sabia que falavam sobre tudo. O que que minha esposa deve ter contado? O que Nicolle deve ter respondido?

- Eu queria que você fosse embora, Nicolle

- Seja sincero consigo mesmo– disse ela, segurando o pé direito perto da cabeça – É isso que você realmente quer?

Meu silêncio fez ela sorrir. Nenhum de nós disse nada.

- Eu sei – disse ela – Você gostou não é? Claro que gostou.

- Eu... – me virei pra ela irritado mas minhas palavras morreram na boca. Nem eu estava acreditando mais em mim mesmo – Eu gostei sim...mas é errado.

- É errado gostar de algo que te da prazer e te deixa mais feliz? E é certo você viver uma vida de aparências pra esconder o que não existe mais?

Aquilo estava me confundindo, mexendo comigo. Precisava sair dali o quanto antes, de preferência antes que o veneno dela começasse a fazer efeito na minha cabeça. Bom, talvez eu já estava completamente envenenado...

- Bom dia – disse Elsa, apoiando-se na porta. Eu tive um sobressalto e me virei. Nicolle apenas virou o rosto e sorriu tranquila. Não tinha pensado em como era estranho pra mim agora estar com as duas na minha frente depois do que acontecera na hora do filme. Sentimento esquisito.

- Bom dia amor, dormiu bem? – perguntei eu, um pouco irônico.

- Muitíssimo bem – disse ela sonolenta e coçando a cabeça. Seus cabelos curtos e loiros se remexendo entre os dedos - Senti o cheiro de café e resolvi descer. Nicolle está bem animada pelo jeito.

- Sempre – respondeu com um grande sorriso, mostrando todos os dentes brancos e perfeitos – Mas estou com uma fome. Vamos comer? Pode preparar algo pra gente? Você cozinha tão bem!

- Implicou comigo por fazer ela trabalhar no descanso mas já está aí pedindo coisas – disse eu olhando para a névoa que começava a se dissipar nos primeiros raios do sol.

- Não posso pedir nada? – perguntou Nicolle ficando de pé, indignada.

- Parem vocês dois – falou Elsa dando risada – Parecem irmãos brigões. Eu vou preparar a refeição. Pode me ajudar Nicolle?

- Claro que posso. E o cunhado? Nunca vejo ele ajudando, caem os braços dele quando tenta?

- Sua...

- Ele é péssimo na cozinha, só sabe fazer café na verdade...

- Obrigado – respondi, totalmente destruído depois dessa frase.

- Mas ele irá arruma a mesa para nós.

- Pelo menos isso – disse Nicole entrando junto com Elsa e carregando seu tapete embaixo do braço. Era impossível não reparar no bumbum gigante dela. Dava para ver seu movimento claramente através da calça legging bem jus.

“Como pode ser tão pequena e ter uma bunda tão grande?” pensei. É. O veneno já havia me tomado por completo.

Tomamos café tranquilamente. A refeição estava ótima e Nicolle sabia cozinhar muito bem. Fizera umas panquecas deliciosas, até melhores do que a da Elsa.

- Você vai no lago tirar fotos hoje?

- Sim, gostei muito da vista depois de nosso passeio de ontem. Vai ser minha missão de hoje. Inclusive quero ir quanto antes, para pegar um pouco da neblina sobre o lago, deve ser uma visão linda.

- Realmente – disse Elsa comendo um pedaço de pão esquentado na chapa. Ela bocejou logo depois – Não aguentei o filme de ontem...como terminou?

- Foi bem emocionante – disse Nicolle com um rolinho de queijo na boca – Bem intenso...

- É mesmo?

- Sim, inclusive fiquei tão entretida que tomei um leite bem quentinho.

Meus olhos se arregalaram olhando para o rosto debochado e encantador de Nicolle. Olhei para minha esposa, que estava ao lado dela. Para meu horror ela riu também.

- Você ainda tem esse costume? – Elsa olhou pra mim e percebeu a minha confusão – Essa menina tem o costume de pegar leite puro e tomar a noite. Sempre foi assim desde criança.

- Certos costumes não se perdem – disse ela sorrindo com os lábios – E fiquei com vontade de tomar mais...

- Porque não tomou?

- Preguiça – respondeu Nicolle olhando para a irmã – Acredita que fiquei com sono e precisei ir dormir no meu quarto? Odeio quando vem esses sonos pesados, devem ter vindo por causa da viagem. Mas o cunhado assistiu o filme. Prestou bastante atenção não é?

- Mais ou menos – respondi balançando a cabeça para o sarcasmo na voz dela – Não é bem o gênero que eu gosto...

- Pelo jeito temos que terminar de assistir nos três esse filme – falou Elsa sorrindo.

- Seria ótimo – disse Nicolle, e seu pezinho acariciou minha perna levemente. Eu recuei.

- Vai me acompanhar hoje Elsa? – perguntou a menina se levantando e limpando algumas migalhas que ficaram nas suas pernas.

- Desculpa querida, não estou nada disposta hoje. Só quero relaxar um pouco.

- Não olhem para mim – falei eu com as mão pra cima – Hoje não Nicolle.

- É bom mesmo – disse Elsa – Ontem fiquei chateada com vocês dois.

- Então está bem, irei sozinha.

Ela subiu pro seu quarto e desceu com a câmera e aquele grande chapéu. Saiu pela varanda e sumiu da nossa vista.

Eu contemplei Elsa terminando de tomar o café. Seu rosto, parecido com o da Nicolle apesar de menos delicado, estava bonito e sereno e me lembrei dos nossos primeiros dias juntos.

- Você está linda amor – disse eu sorrindo.

- Obrigada...

Eu me sentei perto dela e beije-lhe o pescoço. Ela respirou fundo.

- O que acha da gente ir lá encima hein? Estou doidinho por você.

Irritantemente, parecia querer se afastar.

- Eu...amor...eu acho que alguém está te ligando...

Eu virei o meu rosto e vi meu celular, embaixo da TV com a tela acesa e o toque de ligação.

- Não deve ser importante

- Atenda – ela disse, ficando de pé – Nunca se sabe.

Rejeitado mais uma vez fui até o meu celular. Era meu chefe.

- Seu chefe? – perguntou Elsa da cozinha.

- É – eu balancei a cabeça – preciso atender

Meu chefe era uma pessoa bastante compreensível, embora muito exigente. Conversamos e ele me disse que estavam fechando um contrato com um cliente muito grande que queria fazer uma parceria com a gente. Como eu estava chefiando a parte mais inovadora da empresa, precisava criar uma apresentação para mostra-la na reunião com os interessados.

- Estou de férias – disse eu – Não sei se consigo te entregar isso no tempo que você precisa.

- Sei que está de férias, e já pedi desculpas por ligar. Mas se fecharmos com esses caras tenho certeza de que seu salário no mínimo irá dobrar.

Aquilo me deixou sem palavras. Dobrar o salário seria perfeito, com tantos gastos em casa. Meu chefe não era do tipo que prometia se não tivesse condições de cumprir. Suspirei.

- Tudo bem, até o final da tarde te entrego.

- Ótimo

Expliquei tudo para Elsa e subi ao segundo andar. Entre nosso quarto e o da Nicolle havia um escritório no qual entramos apenas uma vez por curiosidade. Tinha duas grandes estantes de livros, uma escrivaninha grande e pesada e uma soberba vidraçaria atrás. Provavelmente era o cômodo mais iluminado da casa. Me instalei ali com meu notebook e passei a manhã toda organizando as imagens, a descrição dos produtos e deixando tudo, na medida do possível, fácil de entender.

Quando o sol estava em plena força vi Elsa me chamando. Eu estava tonto de ficar tanto tempo no computador.

- Querido, o almoço está quase pronto. Vá respirar um ar, andar um pouco lá fora. Aproveite e chame a Nicolle.

- Ela não voltou ainda? – perguntei surpreso

- Não, e estou um pouco preocupada.

- Tudo bem.

Andar me fez bem. O caminho para o lago não era longo e com certeza não era tão irregular como aquela subida cansativa que percorrera no dia anterior. Na verdade um caminho de terra descia a depressão do terreno até chegar no grande lago. Vi de longe a água cintilando enquanto me aproximava.

Cheguei após alguns minutos. Não achei sinal dela em um primeiro momento. Depois percebi que sua câmera estava ao lado de uma árvore, junto com suas roupas...Desviei meu olhar para o lago. Uma cabeleira loira e molhada se destacava. Quando Nicolle me viu me deu um oi efusivo com o braço.

- Venha! A água está ótima

- Está pronto o almoço, precisamos ir pra casa.

- Não vai entrar mesmo?

Fiz que não com a cabeça. Ela deu de ombros e nadou até a margem onde eu me encontrava. Achei que estaria de biquíni ou algo do tipo, mas a medida que foi saindo da água percebi que estava completamente nua. Vi seu corpo curvilíneo, definido e gracioso saindo da água. As pernas grossas e brancas, seus cabelos molhados fazendo a água escorrer pelo seu corpo. Aquela visão me deixou estupefato e excitado. Como ela conseguia ser tão perfeita?

- Algum problema? – disse ela bem perto de mim, seu corpo delicado e cheio de frescor. Ela cobria os seios pequenos com o braço.

- Nenhum...

Ela ficou me olhando

- Você vai ficar aí ou posso pegar minhas roupas?

- Sim...sim – eu dei um passo para o lado e deixei ela passar. Dei uma olhada enquanto andava. Seu bumbum branco e firme empinando na hora de andar. Eu esfreguei meus olhos e olhei o céu, procurando ajuda.

- Pronto – disse Nicolle – Vamos almoçar. Estou morrendo de fome.

Eu não disse nada e nos subimos o caminho até a casa.

- As fotos ficaram boas?

- Ficaram, mais do que eu esperava. Valeu muito a pena ter vindo aqui. Gostaria que você estivesse comigo. Poderia ter tirado fotos minhas, curtindo a natureza...

- Eu não sou um bom fotógrafo, você já percebeu isso ontem...

- Eu não me importo

Elsa ficou surpresa de Nicolle ter tomado banho no lago. Ela tinha um receio muito grande de água, coisas de infância, e fez mil perguntas para saber se Nicolle estava bem, alertando dos perigos de entrar em lugares que não se sabia se eram seguros.

- Eu achei muito seguro e refrescante. Nesse calor não tem nada melhor. Não gostaria de experimentar?

- Não, eu passo, obrigada.

Comemos um almoço de frango assado e arroz, com algumas saladas. Estava perfeito e todos ficamos satisfeitos no final. Então eu saí da mesa dizendo que precisava continuar trabalhando e Nicolle me acompanhou nas escadas pois ia tomar um banho e trocar de roupa.

- Triste você ter que ficar preso numa tela, quando tem esse lugar tão incrível para contemplar.

- Faz parte – disse a ela.

Fiquei mais horas ali preparando a apresentação. Ela estava boa, mas parecia precisar de algo...eu não sabia bem explicar. Algo, mais... estético, mais atraente. Fiquei um bom tempo tentando melhorar as imagens, mas não estavam ficando nada interessantes. Enquanto batia minha cabeça tentando achar uma solução, a mais obvia apareceu de repente, quando ouvi a voz de Nicolle conversando com minha esposa lá embaixo.

Ninguém melhor para lidar com imagens do que uma fotógrafa.

Desci e vi as duas assistindo uma novela. Chamei por Nicolle e expliquei o que precisava. Mais do que rápido ela veio. Vestia um cropped bem curto e amarelo e um shorts preto alto, bem justo e apertado, que deixava aparecendo um pouco das suas nádegas embaixo. Ela me ouviu explicando o que precisava e sorriu.

- Isso é fácil – disse ela – pode deixar

Eu fui levantar da cadeira quando ela colocou sua mão sobre meu braço.

- Fica aí mesmo.

Então, para minha loucura, Nicolle sentou encima do meu colo. O computador estava um pouco na frente e ela se esticou para ver, empinando todo seu bumbum. Eu fiquei contemplando aquilo. As costas pequenas, o cheiro delicioso de cabelo recém lavado, a cintura impossível e aquele bumbum enorme que se abria parecendo um coração. O shorts dela foi ainda mais pra dentro. Tive uma ereção na hora.

- Isso aqui é bem fácil sabe – disse ela – O segredo é fazer bem devagar e com jeitinho. Ela começou a roçar o bumbum dela no meu pênis endurecido. Como eu também estava de shorts senti todo o peso da bunda dela sobre ele. Ela fazia movimentos bem devagar, subindo sem pressa e descendo com muita pressão. As vezes ela rebolava afundando o bumbum dela encima da minha virilha. Ela sabia exatamente o que estava fazendo. Num impulso eu peguei a cinturinha dela e forcei ela a sentar com mais força. Ela tirou minhas mãos gentilmente.

- Calma, cunhado. Estou quase terminando.

Depois de alguns segundos ela se levantou, para meu alivio, pois estava quase no êxtase do prazer. Ela deu uma olhada no meu membro que ficara muito saliente e sorriu encantadora.

- Acho que você gostou do que eu fiz não é?

- Gostei muito – respondi ofegante.

- Estou falando da apresentação

- Ah, deixa eu ver.

Por incrível que pareça, a Nicolle deixara minha apresentação com outra cara, muito mais profissional e isso em poucos minutos e me deixando louco no processo.

- Ficou incrível Nicolle – falei admirado – Você é perfeita, obrigado!

Ela colocou a mão dela sobre meu membro ainda duro e me beijou na boca. Lábios molhados e gostosos.

- Isso foi só uma amostra – falou com aquela voz perturbadoramente sedutora – Sei fazer muito mais...

Ela saiu do escritório ajeitando o shorts.

“Essa menina vai me matar” falei pra mim mesmo. E no fundo, eu queria isso. Céus, estava tudo indo por água abaixo. Eu estava perdendo o controle das coisas.

E iria ficar bem pior...

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Comentários

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Ela deve estar armando pra salvar seu casamento, tá interessante, continua....logo, rs...

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Sou muito contra traição mas com uma esposa chata dessa difícil o marido que não sucumbi há tentação.

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A esposa esta escondendo alguma coisa pra ficar evitando o marido dessa forma ja ta dando sinal com suspiros quando o marido que da umazinha kkkkk

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Seu conto esta uma perfeição parabéns amigo

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Muito bom principalmente que vc está traindo a esposa e não foi chamado de mau caráter,desejando seu mal,ou pedindo pra vc se separar pra comer a cunhada sem culpa.

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Eu acho que a esposa está armando essa situação...

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