O corpo perfeito da minha enteada 2

Um conto erótico de Dimas
Categoria: Heterossexual
Contém 3374 palavras
Data: 15/10/2023 10:01:19

Eram quase oito da noite. Minha esposa Miriã e meu genro Jhony estavam sentados na cozinha e queriam saber o porquê eu havia o chamado para conversar. Eu estava prestes a contar que sua namorada, minha enteada Ket, estava-o traindo nas últimas semanas e que, em casa (na minha cama) havia transado com o tal do Begê e perdido a virgindade. Querendo ganhar tempo, eu disse que chamaria Ket para conversarmos.

Subi até o quarto dela e bati na porta. Não demorou muito e ela me atendeu:

- O que foi? - perguntou ela.

- O Jhony tá lá embaixo e nós vamos conversar.

- Tá. E daí? - indagou Ket com ar de tédio.

- Vou contar tudo pra ele - desafiei.

- Não contou ainda? - zombou minha enteada - quer que eu mesma vou lá contar?

- Não não. Pode deixar que eu mesmo conto

- Tá bom. Só não esquece que se você contar eu desço e conto que me chantageou e que quer comer a própria enteada.

Eu não poderia recuar. Resolvi ligar o foda-se e fui em direção à cozinha. Miriã e Jhony riam de alguma coisa. Quando cheguei, perguntaram por Ket e eu disse que ela logo desceria.

- Então. Eu chamei você aqui porque aconteceu algo muito chato hoje aqui nessa casa - comecei - a Ket...

- JHONYYYYY... MEU AMOR! - gritou Ket lá da sala - ela veio correndo e abraçou o namorado. Meu coração acelerou. Por que ela me cortou?

- Oi minha linda - disse ele surpreso - Que bom te ver. O que aconteceu.

Ket me olhou sorrindo e voltou sua atenção pro namorado dizendo:

- Nada. Ele ia te dizer que fiquei enchendo o saco dele pra te deixar vir aqui hoje ficar comigo. Insisti tanto que fiquei insuportável. Ele deixou mas disse que ia reclamar com você. Hahahahaha.

Ket estava mentindo. No último instante apareceu e me impediu de contar a verdade. Aquilo me aliviou e me encheu de esperança. Assim que Jhony fosse embora, eu iria saber o que minha enteada decidira e novamente tentaria algo com ela.

Eles ficaram namorando um bom tempo na sala. Mandei uma msg pelo watts dizendo que mais tarde conversariamos. Jhony foi embora já era quase onze da noite. Minha esposa estava com meu filho e Ket foi tomar banho. Assim que ela terminou, Miriam disse que ia se banhar também (ela gostava de fazer um pouco antes de dormir para deitar-se bem fresquinha); meu filho estava dormindo. Era o momento perfeito para saber o que se passava pela cabeça de Ket.

Bati na porta de seu quarto. Ela abriu; estava de roupão ainda e secava o cabelo.

- E aí?

- E aí o que? - perguntou debochada.

- Decidiu o que?

- A gente pode conversar, por favor? - pediu Ket

- Não- respondi firme - Você já sabe o que eu quero. Ou você aceita ser minha também ou eu jogo tudo no ventilador!

- Você sabe que vai se ferrar também né? - disse ela tentando um último desafio.

- É, eu sei... E tô pouco me fudendo pra isso.

Ela ficou um pouco pensativa. Tinha o semblante triste e sem saída.

- Tá bom - Ket se entregou - Mas como vai ser? Aqui? Agora? Minha mãe tá em casa.

- Amanhã. Você diz que não vai pra escola dominical porque tem tarefa de escola. Quando eu chegar com sua mãe e seu irmão lá na igreja, finjo que esqueci algo e volto pra casa. Venho pro seu quarto e a gente namora.

- Nossa - disse minha enteada - Como você é sujo. Tenho nojo de você.

- Foda-se. Você traiu seu namorado com um cara escroto. Não tem moral pra falar de mim.

- Você deveria estar me ensinando, me repreendendo. E não se aproveitando.

- Não interessa. Amanhã eu tô aqui no seu quarto - falei saindo do quarto dela, mas voltei e completei - Ahhhhh. Quero você com aquela camisolinha roxa. Manda uma foto pra mim antes de dormir com ela. Entendeu?

Sai do quarto dela enquanto Ket balançava a cabeça desacreditada e com o olhar de desprezo pra mim.

Eu duvidei, mas não é que ela mandou uma fotinha dela deitada na cama com a camisolinha roxa, mostrando suas belas pernas até os pezinhos. Só não aparecia o decote e o rosto, mas já estava ótimo pra mim.

No dia seguinte, o cronograma correu perfeito. Me arrumei como se fosse à igreja com minha esposa e meu filho. Minha enteada disse que não iria por ter muito trabalho escolar pra fazer. Fomos de carro e quando chegamos lá, avisei que esqueci minhas coisas em casa. Claro que eu não voltaria, mas depois eu inventaria uma desculpa para Miriã. Cheguei em casa bem ansioso, pronto para realizar uma vontade que a muito tempo eu tinha, porém jamais imaginei que realizaria.

Bati na porta do quarto de Ket, ela abriu. Estava só com a camisolinha roxa e curta. Nova e todinha pra mim. Para me certificar que ela não me prejudicaria, mudei o plano e disse que faríamos no meu quarto e não no dela. Surpresa, pediu para conversarmos primeiro. Eu respondi que já tínhamos conversado muito. Peguei-a pelo braço e a fui arrastando até a minha cama, enquanto ela oferecia um pouco de resistência e insistia para que eu desse ouvidos à ela antes de qualquer coisa.

Ao chegar ao lado da cama trouxe minha enteada junto a mim. Assustada argumentou:

- Olha, vamos conversar... eu juro que não faço mais nada de errado...

Então a beijei. Primeiro ela relutou e por fim aceitou, parecia um pouco receosa ou até com um pouco de nojo. Todavia não me interessava, finalmente eu sentia a maciez dos lábios e da língua de Ket. Seu beijo era doce e delicado, ainda que eu colocasse um tanto de vontade.

- Espera um pouco - pediu Ket - Não tem outro jeito de resolver isso?

- Não! - era claro que ela não queria se deitar com o próprio padrasto e trair assim até a confiança de sua mãe, mas eu estava pouco me importando. Foda-se tudo! A oportunidade estava literalmente no meu colo e eu não ia deixar passar por nada. Minhas mãos já estavam subindo por suas coxas, levantando a camisolinha até o bumbum, onde apertei com muita vontade enquanto beijava novamente a boca gostosa da minha enteada.

Meu pau endureceu e eu o pressionei contra o ventre da filha da minha esposa. Ela foi para trás e sentou na cama enquanto eu ia deitando o meu corpo sobre o dela. Eu percebia que seu corpo estava totalmente contrariado à minha presença, porém a minha confiança era de que eu poderia satisfaze-la. Subi ainda mais sua camisolinha e finalmente desnudei os lindos e durinhos seios da minha enteada. Toquei-os delicadamente mas ainda não os beijei, pois eu ainda me demorava em namorar seu pescocinho e os ombros, com beijos delicados e mordidas. O cheiro da pele dela era maravilhoso como da mãe, porém novinho em folha.

Contudo a minha ansiedade me matava e não demorou muito para eu colocar o bico de seu seio direito entre meus lábios, e logo depois o esquerdo. Chupava devagar e intensificava. Ket permanecia deitada e imóvel, como uma boneca, querendo protestar silenciosamente contra minha ofensiva. Deslizei minha mão e acariciei a barriguinha e a virilha, indo de um lado ao outro, e consegui observar um primeiro arrepio percorrendo sua pela branca e macia.

Fui fazendo e repetindo os gestos. Chupava os seios, mordia os biquinhos e depois seus ombros. Voltava e passeava minha língua em seu colo, subia e beijava seu pescoço. Namorava outra vez seus lábios e voltava aos seios. Minhas mãos percorriam todo o seu ventre e os arrepios se repetiam. Ainda assim Ket permanecia imóvel e quieta, mas desta vez seus olhos estavam fechados e sua boquinha entreaberta. Era um pequeno aviso de esperança, de que aquele momento tinha sua pequena chance de ser extremamente prazeroso pra minha enteada safada.

Eu nem acreditei na própria situação quando desci minha mão pra dentro da calcinha branca de Ket e a ponta dos meus dedos encontraram sua bucetinha que até ontem era virgem. Primeiro passei o indicador e o do meio por toda a extensão e, para minha tristeza, aparentava ainda estar seco. Subi mais um pouco e com o auxílio do polegar peguei em seu grelinho e passei a massagear levemente para frente e para trás, e alternava com movimentos de estalo, como se estivesse contando dinheiro. Ela abriu ainda mais a boca e esticou sua cabeça para trás. Era nítido que finalmente eu achara um ponto de prazer e era aí que eu tinha de explorar. Refiz todo o caminho que já havia feito com minha boca em seus lábios, pescoço, ombros e seios ao mesmo tempo que puxava o clitóris dela pra frente e pra trás suavemente.

Percebi uma lubrificação se iniciando. Era isso que eu queria, que o desejo de minha enteada por mim despertasse de alguma forma. Também notei alguns movimentos de sua cintura de forma involuntária e irregular. Era nítido que a guerra entre sua mente falando Não e seu corpo pedindo Sim estava começando. Olhei toda a extensão do corpo de Ket. Suas coxas iam se fechando sobre minha mão e os dedinhos de seu pezinho se contraiam pra baixo como se quisesse fechar com seus calcanhares. Era hora de descer minha boca mais pra baixo.

Beijei sua barriguinha mas não me demorei muito ali. Chegara a hora de finalmente ver de perto a bucetinha da minha enteada. Peguei sua calcinha em cada lado da sua cintura e baixei devagar. Lá estava ela, com pelinhos aparados mas ainda assim visíveis. Uma pequena parte aparecia daquela carninha apetitosa. Minha boca se encheu de água e me baixei até o centro de sua vagina e coloquei minha língua entre os grandes lábios com delicadeza.

Que delicia. Que delicia. Era o realizar de um sonho, poder chupar a bucetinha da minha enteada. Eu sugava seu grelinho e deslizava minha língua entre as paredes vaginais. Fui com calma mas era difícil controlar a fome que eu tinha da grutinha de Ket. Não resisti e enfiei minha língua em seu canal vaginal. Senti o sabor do melzinho dela. Eu estava penetrando a buceta da minha enteada com a minha língua. E, pela primeira vez, ouvi um pequeno gemido de prazer que ela deixou escapar.

Ket se contorcia. Já não era possível fugir do prazer que sentia com a minha boca passeando no meio de suas pernas. Meus lábios sugavam seu sexo e a minha língua ia pra frente e para trás penetrando-a. Ela não sabia rebolar, mas seu quadril dava voltas, dançando de forma descompassada com minha cabeça. O cheiro de bucetinha nova subia e intensificava minha vontade de chupa-la sem parar. Agora eu poderia dizer que ela estava tão interessada em chegar num intenso orgasmo quanto eu. Estiquei meus braços e toquei seus mamilos acariciando-os enquanto continuava no sexo oral com a filha da minha esposa.

Quando as mãos dela se apoiaram na minha nuca e forçaram contra sua buceta eu sabia que seu orgasmo estava próximo. Mas eu queria mais. Interrompi e sai do meio de suas coxas novinhas e peguei uma camisinha. Ela pensou que eu iria penetra-la, porém encapei um vibrador de minha esposa e comecei a passa-lo pelo grelinho de Ket. Ouço um gemido longo e prolongado e percebo que finalmente posso penetra-la.

Dei o brinquedo na mão dela e em um segundo eu mandava ela tirar; Ket obedecia contrariada e 5 segundos depois eu permitia que voltasse a esfrega-lo nela mesma. Me encaixei entre suas pernas e encaixei a ponta do meu pau na pontinha de entrada da sua grutinha. Assustada, reclamou:

- Espera! Você não vai colocar camisinha em você.

- Ahhhhhh, vou colocar porra nenhuma. Eu ouvi você comentando com aquele gordo do Begê que está para menstruar. Não tá no período fértil.

- Mas ainda assim é perigoso.

- Nem fudendo. Eu também quero gozar dentro, pelo menos nessa primeira vez.

Ela ainda argumentou mais um pouco, porém calei a boca dela com mais um beijo molhado e direcionei a mão dela de volta com o vibrador para seu clitóris. Enfiei a cabeça do meu pau, que entrou com facilidade. Diferente do gordo que tirou sua virgindade, eu a deixei extremamente excitada, cheia de tesão, para depois penetra-la. Fui empurrando e metendo... empurrando e metendo... e logo toda a minha rola estava dentro da bucetinha da minha enteada...

Vai e vem... Vai e vem... Vai e vem... Enquanto isso ela esfregava o vibrador contra o grelinho... aumento a velocidade e sento a rola em Ket. Pela primeira vez ela colocava o mesmo tesão que eu no beijo que estávamos dando um no outro. Notei que, talvez, ela gozasse antes de mim. Coloquei mais intensidade nas minhas investidas. Minha enteada já não segurava os gemidos. Ela ia gozar...

Com sua língua travando uma batalha feroz com a minha, ela gozou... seus movimentos ficaram mais fortes e tensos, seu gemido longo e desesperado. Parei de me segurar e soquei forte meu pênis em sua buceta e também cheguei ao orgasmo, poucos segundos depois dela. Primeiro jato, segundo, terceiro, quarto... tudo dentro da bucetinha de Ket, minha enteada.

O beijo cessou. Ket olhava para baixo e deixava o brinquedo de lado. Respirava ofegante. Ela foi aos poucos pegando suas coisas e evitava me olhar. Sem qualquer palavra correu para o banheiro e lá ligou o chuveiro. Seu banho demorou muito. Saiu da mesma forma direto para seu quarto. Arrumei a bagunça no meu e fui procura-la.

Bati na porta algumas vezes sem resposta. Mas ao perceber minha insistência ela abriu. Seu rosto estava vermelho e inchado de tanto chorar. Me pediu para deixa-la um pouco em paz, que precisava ficar sozinha. Questionei se me odiava pelo o que aconteceu:

- Não sei... só sei que tô morrendo de nojo...

- Pensei que tinha gostado...

- Depois que acabou, me senti suja, imunda... me deixa em paz, por favor.

Ela fechou a porta.

Também tomei um banho e comecei a fazer o almoço. Perto da hora de acabar o culto, fui buscar minha esposa e meu filho. Nem lembro a desculpa que dei por não ter voltado junto deles antes. Ainda assim, por todo o tempo, eu estava num conflito entre a satisfação de ter conseguido comer minha enteada, e a tristeza por ter forçado a situação com ela e também ter traído a minha esposa. Talvez eu fosse uma pessoa muito ruim.

Contudo, no decorrer da semana, só consegui transar uma vez com minha esposa (um verdadeiro feijão e arroz rotineiro). Ket estava no "vermelho". Pelas conversas, Begê estava convencendo-a a se verem de novo. A verdade era que o meu arrependimento já parecia ter cessado conforme minha fome por sexo aumentava durante os dias que se passaram. Voltei a ficar louco de vontade de comer Ket. Quanto à trair minha esposa, um pensamento me confortava:

"Três anos antes dessa história toda, minha esposa estava me traindo com o chefe dela. Nosso casamento estremeceu conforme tudo foi me revelado. Ela me pediu perdão e eu a perdoei por ama-la demais. De lá pra cá ela parecia se manter fiel. Mesmo assim, me agarrei ao pensamento do que aconteceu entre ela e seu supervisor para justificar-me por ter comido sua filha. Quem sabe eu conte essa história um dia.

Fato é que 10 dias depois, Ket foi até a casa de Begê e transou com ele outra vez; mais alguns dias depois e novamente treparam. Eu sabia devido às conversas dos dois pelo watts, que eu continuava espionando pelo meu celular. Enquanto falava sobre igreja e casamento com Jhony, toda certinha; com Begê era só fofoca de amigos em comum, sexo e putaria. Tudo indicava que ela teria um caso com ele e manteria seu namoro com Jhony. Então eu também aproveitaria.

Acordei num sábado bem cedo em que receberíamos Jhony e sua família em casa. Levantei às 6h da manhã cheio de tesão, pensando em Ket. Não aguentava mais, era hora de procura-la novamente.

Mesmo com minha esposa dormindo ao lado, ainda que profundamente, me levantei devagar e fui até o quarto da minha enteada. Bati na porta algumas vezes. Ela demorou, mas me atendeu.

- O que foi? - disse ela esfregando os olhos de sono.

- Eu quero de novo...

- De novo o que? - perguntou assustada.

- Você - respondi tocando em seu seio direito por cima da camisolinha (dessa vez rosa).

- Mas eu já fiz o que você queria. Estamos quites.

- Estamos nada, sua vagabunda - respondi com raiva - segui você essa semana e te vi indo duas vezes na casa daquele gordo...

Ket estava surpresa e assustada. Claro que menti dizendo que a segui para não suspeitar que eu tinha seu watts clonado.

- Tá me seguindo agora? Você trabalha não?

Ela tocou num ponto difícil de explicar. Mas fingi que não ouvi e procurei manter a conversa num campo que eu tivesse controle.

- Não interessa. Agora deixa eu entrar e vamos logo, antes que sua mãe ou seu irmão acorde.

- Aí que saco, tá bom - disse minha enteada deixando eu entrar e fechando a porta - Não posso nem descansar de domingo mais...

- Fica quieta e ajoelha na frente do papai, ajoelha!

- Aff! - exclamou Ket com cara de adolescente aborrecida - Sério isso?

- Vai logo! - aquele dia eu queria mandar um pouco.

Ver minha enteada ajoelhando na minha frente e baixando o meu shorts e a minha cueca não tinha preço.

Meu pau saiu com a ereção matinal característica e pulou perto do rostinho de Ket. Ainda sonolenta ela pegou meu pênis com sua mãozinha macia e levou até sua boquinha gostosa... Fui ao céu... seus lábios macios abraçaram a cabecinha e enfiou deslizando por sua línguinha. Pedi para que fosse devagar e ela chupou bem gostoso.

Meu tesão foi crescendo e eu pouco me importava com o prazer dela naquele momento. Deixei ela chupar meu pênis por uns 10 minutos. Até pensei em gozar na garganta dela, mas eu tinha uma outra vontade pra saciar naquela manhã.

Levantei minha enteada, tirei sua camisolinha, deixeia só de calcinha e a coloquei de quatro, com um joelho e suas mãos apoiados em sua cama e a outra perna esticada com seu pezinho no chão. Ela protestou que iria doer pois estava seca. De quatro mesmo baixei sua calcinha e chupei todo seu bumbum e passei a linguinha no cuzinho dela. Ket disse que não me daria o rabo de jeito nenhum. Porém eu só queria provar o sabor de seu reguinho, não tinha a intenção ainda de viola-la por trás. Enquanto a chupava, manipulava seu clitóris e quando percebi um mínimo de lubrificação, me levantei e penetrei sua bucetinha por trás.

Não nego que forcei um pouco a barra. Ket não estava afim e eu não colaborei com seu prazer. Meu pau entrou com dificuldade e talvez eu tenha a machucado um pouquinho. Mas mesmo com um certo atrito, meu pau atolou todo na buceta de minha enteada e eu bombei gostoso nela. Que metida maravilhosa. A visão de ver Ket toda vulnerável pra mim, com seu corpo nu dando de quatro, fez com que eu não aguentasse nem 5 minutos.

Acelerei e comi ela com força, ainda que por poucos minutos. Arrisquei e esporrei dentro dela de novo. Sabendo dos riscos, prometi a mim mesmo que seria a primeira e última vez que a comeria sem preservativo tão próximo de seu período fértil. Lembrei que quando tentei engravidar minha esposa, fiquei quase um ano tentando. Eu não teria o azar de engravidar minha enteada tão rápido, e nem era minha intenção.

A verdade é que apenas a usei naquela manhã. Gozei e a deixei caída na cama olhando séria pra parede enquanto eu me recompunha. Dei uma última passada de mão em seu bumbum e um cheiro no seu pezinho direito. Para provocar, antes de sair, eu disse que iríamos nos divertir muito ainda e, se ela continuasse a se encontrar com Begê, era este o preço que ela teria que pagar.

O tempo foi passando e o relacionamento entre Ket e Jhony foi evoluindo. Noivaram e em poucos meses se casariam. Enquanto dizia a ele que deveriam se guardar para o casamento, Ket transava comigo e com Begê.

Mais ainda tem mais coisas pra contar. Essa história foi se desenrolando: nem tudo foi flores pra minha enteada e nem pra mim também.

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Comentários

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Não sei o que é pior um conto de chantagem ou os doentes de plantão aplaudindo nos comentários

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A atitude deste padrasto foi completamente horrível!... Qualquer situação(principalmente sexo), que envolva ser forçado(a) seja por quais meios forem é totalmente absurda e abominável! Esta garota é uma verdadeira imbecil—primeiro por deixar-se levar pelo tal do Begê e trair o Johny— e segundo, por permitir à chantagem do padrasto! E à traição da esposa dele, definitivamente não justifica a sua e muitíssimo menos, o fato de que não passa de um aproveitadorzinho barato, que merecia ser dura e cruelmente castigado— que é o que todo tipo de macho ou fêmea(pois, tipinhos assim, jamais devem ser chamados de homens e mulheres!)merecem! Quanto ao autor, parabéns por sua história! Pois, é criativa!Aguardando o desfecho da trama!

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Esse Berlim é do mal mesmo. Vamos as consequências.

Muito bom! Ótimo conto.

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