Um dia inusitado na fazenda (parte 1)

Um conto erótico de esmagador-de-bagos
Categoria: Gay
Contém 1496 palavras
Data: 09/09/2023 18:34:48
Última revisão: 23/09/2023 20:15:18

A fazenda da família Martins sempre foi um lugar de tranquilidade e harmonia, um refúgio longe das preocupações da vida da cidade grande. Os irmãos Fernando (20 anos) e Guilherme (19 anos) e seu pai, Sr. Martins, eram os principais responsáveis por cuidar da propriedade. O que os irmãos nunca imaginariam é que uma experiência inusitada, louca e excitante estava prestes a acontecer.

Em uma tarde de muito sol, enquanto o pai estava ocupado verificando a cerca do pasto, os irmãos Fernando e Guilherme decidiram explorar a fazenda e aproveitar o tempo livre. Eles vagavam pelo pasto, apreciando a beleza natural ao seu redor, até que avistaram algo que os deixou completamente surpresos.

Cleilton, o caseiro, era um homem alto, com os braços e pernas fortes e definidos, fruto do trabalho manual. Quando, em inúmeras ocasiões, Fernando e Guilherme o encontravam durante a noite, após o trabalho, usando apenas roupas casuais, que ficavam justas em seu corpo, os irmãos não podiam deixar de notar seus atributos físicos. Era impossível não olhar para a cabeça de sua piroca, visivelmente marcada em seus shorts quando ele não usava cuecas, ou para suas coxas grossas, quase os convidando para sentar em seu colo.

Cleilton era um ótimo caseiro, conhecido pelo seu excelente trabalho. No entanto, o que chamou a atenção de Fernando e Guilherme não foi o trabalho rotineiro que ele estava desempenhando, mas sim a cena peculiar diante deles.

O caseiro estava em pé, sem camisa, com músculos suados brilhando sob o sol, enquanto alguém estava de com as pernas afastadas e de joelhos na frente dele, parecendo estar fazendo algo bastante inusitado. À medida que Fernando e Guilherme se aproximavam e observavam atentamente, a realidade começou a se desenrolar diante de seus olhos.

Fernando, sussurrando, disse:

— O que... o que está acontecendo ali?

Guilherme, incrédulo:

— Eu não tenho certeza, mas parece que o caseiro está fazendo algo bastante dolorido com os ovinhos de alguém.

Os dois irmãos se entreolharam, sem acreditar no que estavam testemunhando. Eles decidiram se aproximar mais um pouco, cautelosamente escondendo-se atrás de uma árvore para obter uma visão melhor da cena. Quando chegaram mais perto, o choque tomou conta de suas mentes.

A pessoa de pernas afastadas e de joelhos em frente ao caseiro era seu pai. E, de fato, o caseiro estava deliberadamente chutando, e esmagando, os bagos do Sr. Martins. E ele parecia estar gostando muito da sensação.

Sr. Martins, com uma expressão que misturava dor e êxtase:

— Isso mesmo, desse jeito, esmague bem... é assim que eu gosto!

Fernando e Guilherme trocaram olhares perplexos, incapazes de acreditar no que estavam presenciando. A cena parecia irreal e surreal, mas estava acontecendo bem diante deles. Seu pai realmente estava tendo o saco chutado pelo caseiro gostoso da fazenda e estava pedindo por mais.

O caseiro, com sua voz grave:

— Pode deixar comigo. É um prazer poder esmagar as bolas do patrão.

O caseiro parecia estar extremamente envolvido na experiência, e suas palavras ecoavam nos ouvidos atônitos de Fernando e Guilherme.

Fernando, sussurrando, incrédulo:

— Isso é... isso é real? Estamos realmente vendo isso? O Papai está realmente pedindo pra levar porrada nos seus coquinhos?

Guilherme, com um olhar atônito:

— Eu não sei, mas... parece que sim.

Enquanto a cena continuava, uma mistura de choque e curiosidade preenchia os irmãos. Eles não conseguiam entender completamente o que estava acontecendo, mas a visão os intrigava de maneira incrível. A cada chute que seu pai recebia no saco o volume em seus shorts aumentava. Sr. Martins gemia de dor, se curvando para frente e protegia os seus ovinhos com as mãos, para logo em seguida pedir por mais chutes.

— Pode chutar com gosto. Mete força nesse chute. Meus bagos estão aqui pra isso.

— É você que está pedindo.

Cleilton se afasta um pouco, ergue sua perna direita e acerta outro chute. O mais forte até agora. Sr. Martins se curva e vai ao chão protegendo, inutilmente, as suas partes baixas. O gemido de dor de seu pai toma conta do pasto.

— Caralho Cleilton, esse chute foi chute de boleiro. Acertou em cheio nas duas bolinhas.

A cada segundo que se passava, a cena, que deveria ser estranha, deixava os irmãos ainda mais intrigados e excitados. Suas pirocas já estavam babando.

Fernando, com um olhar travesso:

— Parece que você tá gostando de ver o papai levar no saco.

Fernando diz e aperta o volume que o pau do irmão faz no shorts.

— Você não pode dizer nada, olha pra sua jeba, dura e babando.

Guilherme diz apontando e agarrando a cabeça do pau de Fernando, que olha para ele com um sorrizinho.

— Sabe de uma coisa, Guilherme? Isso parece... interessante.

Guilherme, rindo:

— Você está pensando o que eu estou pensando?

— Acho que sim. Talvez seja hora de nossos ovinhos também serem esmagados.

Com um olhar cúmplice, Fernando e Guilherme decidiram dar um passo ousado. Eles se aproximaram do caseiro e de seu pai. Seus shorts não ofereciam nenhuma proteção para seus paus duros e ficaram quase visíveis através do tecido fino.

Caseiro, surpreso:

— Bem, bem, olha só quem decidiu se juntar à brincadeira! Mais bagos para os meus pés esmagarem, não é?

Fernando, rindo:

— Parece que sim! Quem diria que teríamos essa experiência única aqui na fazenda.

Guilherme, brincando:

— Pai, estamos prontos para sentir como é ter nossos ovinhos esmagados!

— Pela bela barraca armada de vocês dá pra ver que estão realmente animados. Mas vou logo avisando, o nosso caseiro aqui é um tremendo esmagador-de-bagos! Meus ovos inchados que o digam.

Fernando e Guilherme se posicionaram ao lado do pai. Se ajoelharam e abriram as pernas, deixando seus sacos vulneráveis. Agora, mais de perto, puderam perceber que o pai também estava com a piroca dura.

— Olha só! - Diz o pai — A família inteira com o bilau duraço e babando, implorando pra ser arrebentado.

— Que maravilha. Vou poder esmagar os ovos da família toda.

— Vai ser uma honra ter nossos cocos chutados por você, Cleilton. - Diz Guilherme.

— Vamos lá então, pode começar esmagando o saco dos meus filhos, pra eles irem se acostumando.

Cleilton se aproxima de Fernando e com um sorriso no rosto desfere um belíssimo chute nos seus bagos. Os outros riem enquanto Fernando cai, tentando proteger seus ovos com as mãos e gemendo de dor.

— Porra doi pra caralho. Mas parece que minha piroca ficou ainda mais dura.

Era a vez de Guilherme. Ele se preparou para o impacto mas de nada isso serviu. Quando o pé de Cleilton atingiu em cheio as suas bolas a sua reação foi a mesma de Fernando. A cada chute o caseiro podia sentir perfeitamente o formato das bolas do patrão e de seus filhos. Ele se divertia com os gemidos de dor. O pau de Fernando e Guilherme pulava para cima e para baixo a cada chute e suas bolas ficavam cada vez mais inchadas.

— Vamos apimentar mais a brincadeira. - Disse o caseiro. — Tirem as roupas. Eu quero ver o saco de vocês ficarem cada vez maiores.

Os três não perderam tempo e começaram a ficar nus no meio do pasto. Fernando e Guilherme já haviam batido punheta juntos inúmeras vezes e conheciam bem o pau um do outro. Mas eles estavam estranhamente ansiosos para ver o bilau do pai e não conseguiam desviar os olhos.

— Estão curiosos para dar uma olhada na piroca do papai ou pra ver como o meu saco já apanhou muito hoje?

— Os dois. — Responderam os irmãos em uníssono.

Quando o pai arriou a cueca e deixou seu pau amostra seus filhos não puderam deixar de soltar uma expressão surpresa.

— Nossa. Seu saco foi realmente bem castigado né pai? — Diz Guilherme, rindo.

— E o pau também! Ou ele é grande assim naturalmente. — Brinca Fernando.

— Gostaram? Depois da nossa sessão de esmagamento de bagos a gente brinca um pouco com ele. A piroca de vocês também estão de parabéns, cabeça rosinha, o saco ficando inchado, que coisa linda.

Agora sem roupa e ainda mais vulneráveis, Cleilton não pega leve com os bagos à mostra. Cada chute é certeiro e a dor aguda atinge os ovinhos, se espalhando pela barriga. Enquanto eles rolam de dor pelo chão, Cleilton ri da situação, fazendo várias piadinhas à custa dos ovinhos amassados dos homens a sua frente.

— Bolas de patrão e patrãozinhos foram feitas para serem chutadas, não é mesmo? E vocês tem duas penduradas no meio das pernas! É meu dever chutá-las.

Ele ri e volta a chutar.

A brincadeira inusitada continuou. Enquanto Fernando e Guilherme experimentavam uma experiência que eles nunca imaginaram que teriam, o sol se pôs e eles voltaram para a sede da fazenda. Ainda pelados e de pau duro, mas agora com os ovinhos inchados, eles sentam no banco da varanda.

— Pai, isso foi incrível. Quem diria que levar porrada nos bagos seria tão divertido.

— Que bom que vocês gostaram. A gente pode repetir isso sempre que vocês quiserem.

— Vamos querer com certeza!

(continua...)

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Comentários

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O melhor conto de Ballbusting que eu já li em português.

Você acertou em cheio nesse conto, tem alguma coisa muito erótica em ter todos os homens de uma família terem as bolas esmagadas pelo caseiro.

Muito bom! Espero que tenha continuação.

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Cleilton, parece ser um Caseiro perfeito...

... sua história é muito excitante, amigo... sou o Betto e meu desejo é ser BETE (tudo no armário, trancado a 7 chaves)... Bem, Amo sexo anal e tenho fetiches por zoo, INVERSÃO, etc, etc, etc.

V O T A D O !!!! Caso você (que estiver lendo meu comentário) e esteja com "desejos" de "comer um cuzinho amigo", ou conheça um amigo ativo no ES, coloco-me à disposição (Como viado - de cueca, ou putinha - de calcinha). Sigilo absoluto. Me apresento: Sou casado, esposa não sabe de meus devaneios, branco, liso, 55ª X 182 X 80 kg, grisalho, bi-passivo (curto mamar e dar meu cuzinho). Moro em Guarapari-ES (dias úteis trabalho em Vitória). Contato : Betto_vix48@hotmail. Repito: SIGILO ABSOLUTO!

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BRINCADEIRA NÉ? EM VEZ DE TRANSAR LEVAR CHUTE NO SACO É DEMAIS. LAMENTÁVEL.

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