Comi a passageira do Uber

Um conto erótico de Breno
Categoria: Heterossexual
Contém 933 palavras
Data: 19/07/2023 03:48:20

Me chamo Bruno e sou motorista por aplicativos na cidade de são Paulo e região.

Sou branco, 1,97 de altura, 83 kg, cabelos e olhos castanhos. Uso óculos e dizem que tenho cara de nerd.

Certo sábado a noite, a demanda por corridas estava ruim em São Paulo e decidi aceitar uma solicitação de viagem para são Caetano do Sul. Lá chegando, recebi uma outra solicitação para um bairro de classe média em Santo André.

Me dirigi ao local de embarque, (um bar de rock) e me deparei com duas belas mulheres e um rapaz no local. Embarcaram no carro, o rapaz pediu para se assentar a frente comigo, e as duas foram no banco de trás.

Uma delas, exausta da curtição, não conseguia nem falar e a outra, com boa bateria social, começou a desenvolver diálogo comigo e fomos conversando o tempo todo sobre relacionamentos, traição e sexo.

Eram duas paradas. Na primeira, as duas gatas desceram do carro. Eu queria conhecer melhor a que dialogar comigo, mas não tinha observado direito o rosto e corpo dela. Quando ela foi descer, dei uma olhada e vi o rosto perfeito, seios tamanho m totalmente em pé, coxas grossas, quadris largos, cintura fina e bunda empinada. Não resisti e sequei ela.

Vi que a outra moça percebeu, mas eu queria que visse mesmo. Kkkk

Segui o trajeto para o destino do rapaz, e agora conversando com ele. Disse que gostei de falar com a amiga dele e gostaria de conhecer ela melhor. Pedi se poderia passar meu contato pra ela e dizer que se quisesse me conhecer melhor tbm, era para me chamar no whatsapp.

Para minha surpresa, ela me chamou no dia seguinte e seguimos dialogando. Rimos muito de coisas bobas. Chamei ela pra sairmos na quinta feira a noite. Ela aceitou. Passou o endereço e, no horário marcado eu já estava lá.

Começamos a procurar local para comer algo, mas o de íamos tudo estava fechado (23 HS). Acabamos desistindo e andando a esmo pelo ABC e conversando. Parei o carro em local seguro e começamos a nos beijar. Aos poucos, sua respiração foi ficando ofegante e minhas mãos começaram a afagar seus cabelos. Fui descendo pelas costas até chegar na cintura.

O beijo estava muito bom. Eu estava de pau duro e ela visivelmente ficando molhada. Quando tive certeza que ela estava molhadinha, fui subindo as mãos pela barriga, por baixo da blusa, até pegar em seus seios por baixo do soutien! Que sensação do paraíso!

Os seios tamanho médio eram empinados e muito duros! Firmes pelos treinos diários de academia!

Ela parou o beijo, tirou minhas mãos dos peitos e disse pra eu parar pq ela tem muito tesão nos seios e não queria transar comigo pq mal nos conhecíamos.

Disse que tudo bem e voltamos a conversar. Resolvemos ir pra um lugar mais movimentado e encontramos um MC 24 hs. Entramos no estacionamento e, antes de descermos do carro, começamos a nós beijar violentamente. Minhas mãos mais uma vez encontraram seus seios. Desci beijando seu pescoço. Ela se contraia, ofegante. Desci beijando seu pescoço e orelhas enquanto acariciava sua nuca. Num ímpeto, subi sua blusa e cai de boca nos seus seios.

Mais uma vez ela pediu pra parar e disse que tem muito tesão nos seios, que ser chupada a enlouquece completamente.

Convidei-a para ir comigo para o banco de trás do carro. Relutante, ela foi. Nós pegamos ainda com mais vontade e agora, além de chupar seus seios eu já estava acariciando sua bucetinha por fora da calça.

Ela pediu para eu parar de provocar, pois estava há oito meses sem sexo e não conseguiria mais resistir a minhas investidas. Continuei a beijando e agora pus a mão por dentro da calça e calcinha dela. A princípio ela resistiu, mas logo deixou eu sentir que estava totalmente ensopada de tesão. Baixei a calça e calcinha dela e cai de boca naquela bucetinha lisinha, pequena e apertadinha. Minha boca salivava como um animal feroz prestes a devorar uma presa. Quanto mais eu chupava, mais ela se contorcia de tesão e prazer. Me pediu para não comer ela ali, dentro do carro, no estacionamento do McDonald's.

Puxei o pau pra fora da calça, enfiei só a cabecinha na bucetinha dela, ela me olhou espantada perguntando se eu ia a comer ali mesmo. Disse que não. A levaria para um lugar melhor.

Fomos ao motel. Lá, já entramos nos despindo e fui mamando violentamente aqueles seios perfeitos. Seu corpo e o meu estavam em chamas. Pediam sexo com prazer.

Desci beijando aquela barriga chapada, até chegar na buceta e começar a sugar aquele grelinho gostoso com muito tesão e prazer. Inseri um dedinho na bucetinha dela e comecei a tocar seu ponto g enquanto chupava o grelo.

Alguns minutos e ela gozou, mas não foi um gozo qualquer. Foi um squirt delicioso que esguichou em meu queixo, pescoço e escorreu pela minha barba, molhando a cama.

Subi para cima e comecei a comer aquela bucetinha apertada e gostosa. Estávamos desvairados, sem camisinha soquei bem fundo e firme nela até sentir outros squirts saindo daquele corpo perfeito.

Por fim, gozamos juntos como dois desvairados em um quarto de motel. Não sabíamos nada um do outro a não ser o nome, a pretensão de sexo sem compromisso e a profissão.

Foi uma transa incrível, que abriria caminho para outras que passo a relatar em uma série aqui.

Não deixem de acompanhar e deliciar comigo nessas aventuras reais que me dei ao luxo de viver, mesmo sendo casado há 7 anos.

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