A Mãe do Ano 53

Um conto erótico de Lu Cadela
Categoria: Heterossexual
Contém 1368 palavras
Data: 10/07/2023 16:06:19

Oi meus amores, quanto tempo sem postar nenhum conto para vocês. Minha vida continua muito agitada, transando sempre com meu filho Fabrício e agora tendo o prazer de em muitas ocasiões desfrutar da presença da minha filha Priscila.

Para situar quem está lendo um dos meus contos pela primeira vez, eu sou mãe de 4 filhos, sendo que os dois mais novos são frutos do relacionamento incestuoso que mantenho com meu filho Fabrício.

Eu atualmente estou com 51 anos de idade, Fabrício está com 30 anos e Priscila com 21. Já fazem 6 anos desde que tive minha primeira transa com meu filho, já com a minha filha não faz nem 1 ano completo ainda.

Sei que a primeira grande dúvida dos leitores de primeira viagem será “Esses contos são reais ou fictícios?” E já respondendo a dúvida mais comum entre meus leitores, sim, todos os fatos que relato aqui são verídicos, eu realmente sou uma mulher que tive e continuo tendo a coragem/ousadia de dar para o meu próprio filho.

A única ressalva nos meus contos são as quantidades de falas extremamente safadas, algumas falas que contém nos meus contos eu não as disse exatamente durante o episódio que estou narrando, mas sim, em outra foda minha.

Mas escolho colocá-las mesmo assim para apimentar ainda mais os fatos narrados que ocorreram exatamente como eu descrevo, ou seja, os acontecimentos são inteiramente reais e algumas falas são fictícias se assim podemos dizer, pois eu as disse em outras transas.

A razão dessas falas colocadas em um ou outro conto é simples, desde o primeiro conto me empenho muito em compartilhar as minhas aventuras reais, porém sem deixar de entender que estou falando para, e com leitores que estão aqui em busca de histórias bem contadas, bem narradas, textos bem construídos, independente se são verídicos ou fictícios, o prazer de vocês está em uma boa leitura. Justamente por isso, conto minhas histórias reais com as adições necessárias para que seja um texto agradável para os meus leitores e fãs.

Bem, agora já resumi um pouco da minha história, então você que está aqui pela primeira vez, recomendo que leia desde o primeiro conto “A Mãe do Ano”, você irá se envolver na minha história de vida e gozar horrores até chegar novamente neste conto que é o de número 53. Vamos ao conto de hoje!

Já é rotineiro eu ficar em casa completamente a vontade com meus filhos, andando pelo quintal totalmente pelada, inclusive transando bastante com eles na área externa da nossa casa, mas há poucos meses se mudou uma nova família aqui para a casa ao lado.

Então resolvi mudar um pouco meus hábitos, pois a janela de um dos quartos fica de frente ao fundo da minha casa, que é exatamente onde costumo transar, em compensação, a minha varanda fica de frente para o outro quarto, então é uma troca de invasões de privacidade entre nós rsrs.

Começamos a ter contato com nossos novos vizinhos, eles são um casal e tem um único filho. Ela é negra, tem 1,69 altura, cabelos cacheados, tem 38 anos, é dona de casa e seu nome é Beatriz. Já seu marido se chama Oscar, é advogado, branco, careca, um pouco mais alto do que ela e tem 49 anos. O filho do casal tem 16 anos, se chama Bernardo e também é branco igual o pai, mas ele tem cabelos curtos, é magrelo, da mesma estatura que sua mãe.

Eu e ela passamos a ter muito contato porque ficávamos sozinhas em casa, e sempre ela aparecia na janela do seu quarto que dava de frente para o fundo da minha casa e conversávamos pela manhã, período em que seu filho está na escola.

Até aí tudo bem, sempre assuntos aleatórios, principalmente sobre nosso dia a dia cuidando da casa e dos filhos, mal sabia ela que tipo de cuidados eu dou aos meus filhos mais velhos kkk. Passei a evitar ficar pelada do lado de fora e também transar no fundo de casa.

Todas as putarias ficavam restritas da porta para dentro. Já tinha passado mais de um mês desde eles se mudaram para casa nova, e conforme vamos se acostumando com novos vizinhos, vamos nos sentindo mais a vontade né. Então em um dos dias de folga do Fabrício, vimos que a Beatriz havia saído de carro e não estava em casa, por isso decidimos retomar velhos hábitos como transar lá fora.

Meu filho estava com muito tesão por mim e me jogou com tudo no colchão que estendemos no fundo da casa para transar. Eu estava usando apenas um vestido preto, sem nada por baixo e Fabrício logo arrancou ele do meu corpo.

Ele começou chupando meus peitos enormes que ele adora, sempre mordiscando os bicos das minhas tetas, me deixando louca de vontade para fazer o mesmo com seu pau duro. O safado logo partiu para minha buceta, que a essa altura já dava sinais de lubrificação:

Eu - Aí filho, chupa a minha buceta caralho.

Fabrício – Pode deixar minha putinha, vou lambuzar sua xana.

Eu – Isssoooooo, aaahhhhhhh, assim filhooo!

Fabrício – Goza pra mim sua vagabunda, vai mãe, dá melzinho pro seu filho sua puta!

Eu – Ohhh porra, chupa meu grelo que eu gozo rapidinho, vai safadooo.

Ele sabe exatamente o que fazer com a boca na minha pepeka e foi exatamente no meu sininho, bastou o macho me chupar ali que eu gozo na certa, e meu filho sabia exatamente disso, então o desgraçado caprichou na chupada. Não demorou muito e tive meu primeiro orgasmo do dia, agora era a minha vez de retribuir.

Coloquei a boca no cacete do meu menino e mamei gostoso a vara dele, passando a língua pela cabeça da rola e dando beijinhos bem na ponta da lança do meu homem, o safado virava os olhos de tesão.

Ele sempre me dizia a mesma coisa todas as vezes que eu pagava um boquete pra ele, “Não tem coisa melhor do que boquete de mãe”, e realmente ele tem razão, uma mãe é a pessoa mais adequada para chupar a rola do filho com vontade e desejo.

Sempre que estou mamando o Fabrício não consigo resistir a suas bolas, tenho que ao menos dar uma lambida nelas enquanto punheto meu filho, e logo volto a abocanhar cada centímetro de piroca do meu filho.

Fabrício – Nossa mãe, como a senhora chupa gostoso.

Eu – É que seu pau é uma delícia filho.

Fabrício – Vadia gulosa do caralho. Vou te dar leitinho na boca sua puta!

Eu – Goza filho, goza tudo na boquinha da mãe, meu macho pirocudo!

Fabrício – Aaaiii caralho, toma porra sua safada, bebe meu leite vagabunda.

E vieram uma atrás da outra as jatadas de leite do meu filho, todas diretamente na minha boca, fiz meu tradicional gargarejo de porra e depois engoli tudinho. Eu amo a porra do meu filho, minha bebida favorita, afinal não tem outra bebida que uma puta como eu goste mais rs.

Eu continuei mamando a rola do Fabrício até ficar dura novamente e quando eu já estava de quatro para o meu filho, que já tinha posto a ponta do cacete no meu rabo, ouvimos o barulho do portão da casa de Beatriz se abrindo, ela havia retornado.

Na hora tivemos que pegar o colchão e as roupas e correr para dentro de casa. Já na zona de segurança eu resolvi subir até meu quarto para continuar dando para o meu filho, chegando lá eu fui até a varanda ver se conseguia expiar algo do quarto de Beatriz, só para me certificar que era ela mesmo e quando eu olho para dentro da casa dela tenho uma visão surpreendente, que mais para frente seria ainda mais surpreendente. Mas essa visão que fez eu dar o meu cu feito maluca para o meu filho, vocês irão descobrir no próximo conto kkkk.

Continuo com a venda de packs e pacotes de assinaturas que dão benefícios como videochamadas, saber todos os acontecimentos dos contos bem antes deles serem publicados e até um encontro comigo. Para saberem todos os detalhes é só entrar em contato comigo pelo Instagram @Lu_cadela. Por favor só entre em contato se realmente tiver interesse.

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Comentários

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Amei o seu conto e gostaria de saber mais sobre vc e as suas transas. E queria receber fotos sua. Meu e-mail é adriano_sp_pv8@hotmail.com

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