"Me usa" - Relato de uma noite com um peão do trecho

Um conto erótico de Sub_Ju
Categoria: Heterossexual
Contém 1966 palavras
Data: 02/04/2023 22:07:22

Essa historia é real e me rendeu um exame de dst, um relato de qundo eu era mais novinha e estava aprendendo a provocar um homem.

Durante as minhas férias da faculdade em 2019 eu viajei pela empresa que eu trabalhava para o Mato grosso, para trabalhar em projeto de automação agrícola, na época eu era trainee, pau-mandado da empresa, não mudei muito nos últimos anos, talvez o número de tatuagens, o cabelo que na época usava colorido, minha pele muito clara ficou castigada nos primeiros dias.

Estávamos no interior, mas é bizarro como as pessoas eram ricas, e eu a única mulher da equipe era a carne nova do pedaço, ficamos em um "hotel" velho, que era muito usado pelos piões que trabalhavam no trecho, o quarto tinha cheiro de mofo e de colonia barata de homem, que eu particularmente adoro.

Os dias eram os mesmos, dormir e trabalhar, o auge do entretenimento era a cantoria do dono do bar que ficava embaixo do hotel. Com pouco mais de uma semana lá ninguém tinha tentado nenhuma gracinha comigo e eu já estava me sentindo confortável com eles, mas desde, sei lá, o segundo dia, um cara específico me olhava diferente, ele tinha sempre a cara fechada, tinha o cabelo raspado, pele morena, tinha uma barriguinha de chopp, mas bem alto, deveria ter uns 34 anos e me olhava com olhar esnobe e prepotente, como se soubesse todos os meus segredos, e logico que eu queria dar pra ele.

Como era muito quente, ficávamos até mais tarde sentados no meio fio, contando histórias e rindo das mentiras de nossas vidas entediantes e esse moreno que vou chamar aqui de José nunca estava, infelizmente ele tinha conseguido tomar meus pensamentos e eu não aguentava mais me masturbar pensando nele, sabendo que ele estava a metros de distância, já estava ficando ridículo, eu acompanhava ele com o olhar, sorria quando passava, oferecia ajuda, eu estava no setor dele e dava todos os sinais para ele chegar junto e ele não me dava nem mesmo migalhas de atenção e isso só aumentava o meu tesão, mas eu não estava desistindo, só aumentava minhas investidas. Nesse muquifo tinha uma área comum com máquinas de lavar roupas e varal, por um acaso em uma tarde de domingo finalmente eu consegui ficar sozinha com ele, não me lembro do diálogo direito, mas me lembro de me senti nervosa, como uma adolescente, eu estava estendendo as minhas roupas quando escutei a voz dele:

- Já está acabando ou vai lavar mais roupa? - Ele me perguntou com um balde na mão.

- Eu preciso lavar roupa de cama, mas você pode usar, eu lavo depois.

Não falamos nada pelos próximos minutos, mas todos os olhares que eu queria ao longo dos últimos dias eu ganhei em poucos minutos, quando eu acabei de estender minhas roupas fiquei parada sem graça, finalmente reparando que ele estava me olhando, me comendo com os olhos.

- O que foi? - Perguntei com um sorrisinho torto.

- Você é muito oferecida.

- Você acha? - Respondi incredula.

- Tenho certeza que se eu mandar, você me chupa aqui mesmo. - As palavras dele foram como um murro no meu estômago, eu não sei o que eu estava esperando, mas não era isso, eu estava em transe e com toda certeza eu iria fazer qualquer coisa que ele mandasse. Demorou dois segundos para eu tomar consciência de que ele estava chegando perto de mim, então eu desviei e tentei sair andando, mas ele segurou no meu braço e colocou a bacia em cima maquina.

- Onde você vai? Não quer ficar mais um pouquinho?

- Vou para meu quarto, amanha eu acordo cedo. - Respondi incrédula com a situação, mas percebi estar iniciando um joguinho.

- E vai me deixar assim. - Ele diz atraindo a atenção para seu pau começando a marcar a bermuda de moletom que ele usava. - Sem chupar esse seu peitinho durinho. - Diz olhando para meus peitos que quase passavam desapercebido sem sutiã na blusa do Atletico-MG que eu usava.

Ele colocou a mão na minha coxa apertando de leve, usando seu corpo para me fazer andar pra trás até bater na parede.

- O que foi? Agora vai ficar caladinha? - Ele me perguntou com cinismo.

- Se você tentar alguma coisa eu vou gritar. - Respondi com um sorrisinho permissivo.

- Sem problema, eu adoro quando gritam.

Começamos a nos beijar, um beijo da minha parte com muito desejo e ele com muita agressividade, e um segundo depois sua mão já estava dentro da minha blusa brincando com o bico do peito, me deixando louca com aquele pau sarrando em mim, eu estava louca de tesão e pronta para foder ali mesmo, mas era um espaço de uso comum. Eu não sei de onde tirei forças para falar que deveríamos sair dali e sugeri irmos para meu quarto e ele aceitou, mas antes passou no quarto dele, e apareceu 5 min depois, tinha tomado uma ducha e tinha uma garrafa nas mãos.

- Você já bebeu cachaça de banana? - Fiz que sim com a cabeça. - Essa aqui é docinha, fácil de beber. - Ele disse abrindo a tampa e virando um pouco dentro da boca, eu percebi que ele estava nervoso, usou toda coragem minutos atrás, que delicia, não é por que sou submissa que não gosto de estar com lobinhos medrosos e bancar a maldosa de vez em quando, eu bebi uma dose "só pra não fazer desfeita" e resolvi brincar com ele um pouquinho.

- E aquele papo, de você mandar e eu obedecer? - Ele riu sem graça, o clima agora era outro, fiz um sinal com os dedos para ele se aproximar. - Cade toda aquela coragem? - Falei baixinho esperando ele se aproximar, o beijo esquentou tão rápido quanto da última vez, mas dessa vez nossas blusas foram rapidamente para o chão, antes dele eu comecei a beijar seu peito subindo pelo seu pescoço até o lóbulo da sua orelha, onde chupei fazendo ele gemer, ele respondeu passando a mão pelos fios do meu cabelo puxando com força, descendo para meu pescoço causando uma dor prazerosa, e eu quase pedi para ele apertar mais forte, mas não queria assustar.

Ele foi pra cama me puxando junto, me fazendo sentar no colo dele, mas não sem antes tirar meu short. Senti suas mãos passearem por meu corpo, me apertando de forma tão gostosa quanto possessiva, ele começou a me torturar, passando os dedos pelo fino tecido da minha calcinha, me fazendo suspirar.

- Você está tão molhada.

- Culpa sua. - Respondi rebolando de leve nos seus dedos, sentindo aquele carinho gostoso, rapidamente ele afastou o tecido me deixando exposta, deslizando os dedos, sentindo a minha umidade, até maltratar meu clitóris, eu queria não me entregar tão fácil, mas não consigo, sentir o desejo do meu parceiro é meu ponto fraco, e ver como ele ficava louco, movendo os dedos mais rápidos quando meus gemidos aumentavam, ele tirou os dedos da minha buceta, passando no meu peito, onde ele fez questão de passar a língua me fazendo arrepiar e sonhar com aquela língua em outro lugar.

- Você esta gemendo muito alto. - Eu não consegui responder, sentir ele me chupando naquele momento era a única coisa que consegui me concentrar, ele era tão diferente de todos os homens com quem estive, me possui-a de uma forma tão diferente, era como se quisesse me impressionar, enquanto ele me chupava eu fui instruindo ele, pedindo pra chupar mais rápido ou devagar, nossos olhares se encontravam, me fazendo vez ou outra rebolar e sentindo aquela linguinha desenhar o meu prazer, gozar na sua boca foi sensacional, só não foi melhor que tentar sem sucesso afastar sua cabeça e sentir ele se recusando a afastar sua língua da minha buceta, começando tudo novamente, me fazendo perder o controle da minha voz, do meu corpo, ao gozar pela segunda vez, meu corpo ficou tão sensível que ao mínimo toque dele eu me arrepiava inteira e ele aproveitou da sua força para subir beijando meu corpo, rindo do meu desespero.

- Agora eu quero a sua boquinha no meu pau.

E naquele momento tão entorpecida eu estava disposta a dar o melhor boquete da vida dele, sem pestanejar um segundo eu me ajoelhei, ajudando ele a tirar a bermuda, pra no segundo seguinte ver aquele pau duríssimo na altura da minha boca, e eu lambi, toda a base, voltando a minha atenção para o seu saco, os seus gemidos estavam mais pra rosnados, volto a passa a língua por toda a extensão do seu pau e engolindo ele todo de uma vez, em movimentos rápidos enquanto olho pra ele, não consigo resistir e uso uma das minhas mãos para me tocar, sentindo ele mais entregue, quando sinto que ele vai gozar deixo que ele dite o ritmo, rápido e forte, forçando na minha garganta sem reclamar, ao seu sinal para me afastar é a minha vez de forçar até a base do seu pau, ouvindo seus gemidos aumentarem, obrigando ele a gozar gostoso na minha boca, enquanto me olha engolir um segundo depois.

Ele me puxa pra cima, fazendo o trabalho que eu estava fazendo antes, me tocando e colocando dois dedos em movimentos rápidos, sentir seus olhos que eu tanto desejei era o céu e eu precisava falar isso pra ele.

- To adorando você me olhando assim, me comendo com os olhos. - Disse entre gemidos, sussurrando entre a sua boca e a minha, aumentei os movimentos no seu pau quando senti um sinal, ele chupava tão forte meus seios que o prazer se confundia com a dor, eu guiei uma de duas mãos até meu pescoço e ele fez uma pressão gostosa, mas suave.

- Aperta. - Ele apertou. - Mais forte. - Os seus olhos curiosos nas reações do meu corpo fizeram ele entender. - Mais forte. - Ele estava adorando, sorrindo.

- Assim? - Eu confirmei, com as nossas respirações descontroladas.

- Sem soltar, por favor, me fode. - A minha voz quase não saiu.

- Pede de novo. - Eu pedi, implorei pra sentir ele dentro de mim.

Quando ele direcionou o pau para a minha buceta eu tive um segundo de sanidade.

- Camisinha. - Ele me olhou meio sem graça, me soltando, fazendo um sinal negativo com a cabeça.

- Eu tbm to sem. - As nossas respirações juntas, meu corpo pedindo o dele, aproveito o momento para ficar por cima dele, posicionando o pau dele na minha buceta, iniciando um movimento delicioso, ele sorri, os nossos gemidos se misturando, mas eu precisava de mais, mais força, mais desejo, mais raiva, eu estava esperando por isso a dias, enquanto cavalgava forte no pau dele, movida pelas suas mãos, sentido toda luxuria nos olhos deles, eu paro, deixando o pau dele todo dentro de mim e começo a rebolar no meu ritmo, ele faz um sinal negativo com cabeça, e sem pensar eu dou um tapa forte na sua cara, no desejo do pior, ele devolve o tapa.

- Só isso? - Falo rindo.

- Então você gosta de apanhar? - Faço que sim e diminuo os movimentos novamente. - E como é isso?

- Faz o que você quiser, me usa. - Seu olhar muda imediatamente e ele pede para que eu fique de quatro, assim fica fácil pra ele me foder no seu ritmo, os tapas iniciam tímidos, mas ele entende rápido que pode ir além, fodendo forte, ele parece gostar e até a sua voz fica mais ousada falando que eu era a sua putinha e eu respondia que era dele, bem... ao menos aquela noite eu fui, e algumas outras noites também, nos mantivemos o contato por muito tempo, às vezes rolava umas fotos, uns vídeos curtos, ou ele me ligava bêbado dizendo estar com saudade, nunca mais nos encontramos, mas isso não quer dizer que não tenha rolado prazer, mesmo a distância.

Quem quiser trocar uma figurinha pode tentar o contato subju043@gmail.com, geralmente eu respondo bem boazinha.

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Comentários

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Coitada da Sub_Ju, logo agora que ela começou a mostrar seu lado devasso e putinha de verdade, sem as frescuras dos primeiros contos, os leitores não estão prestigiando e valorizando seu esforço em revelar suas reais preferências, eu sou solidário com você Ju, mesmo porquê essa aventura foi mais espontânea, sem cenas combinadas e cheias de regras, pra quê regras não é? Elas tiram o tesão do momento, aqui a Ju agiu, seduziu e teve o que queria e gosta, ser usada e abusada feito uma vadia e gozar gostoso, sem camisinha, por um peão chucro, que mal sabia se articular, curto e grosso, mas não importa, cumpriu de forma eficiente seu papel, dar orgasmos de virar olhinhos para a menininha de BH.

A história é muito boa Ju.

Não fica triste Ju, você tem meu apoio e merece sentar no colo e ganhar cafuné na cabeça! Só não chora, que aí é forçar muito a barra, e não combina com você! Kkkkkk

Abraço "Fofinha"!

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Todo comentário seu é uma crítica disfarçada, incrível kk mas não posso reclamar se tratando do meu fã n1°! Dia 28 eu pouso no galeão, quem sabe eu não te dou um autógrafo!

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Anotado na minha agenda, buscar a Ju no Galeão, alugar Limousine rosa, fazer reserva Hotel apropriado. Copacabana Palace é do seu agrado?

Obs. Vai querer conhecer o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor?

Para minha Idola, tenho que me esmerar, tudo tem que estar perfeito como ela gosta e mwrece.

Abraço Fofinha!

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