UM PRESENTE PARA MINHA ESPOSA

Um conto erótico de ASSISOLIVEIRA
Categoria: Heterossexual
Contém 1442 palavras
Data: 13/02/2023 18:27:23

Elen cruzou as pernas, ajeitando o vestido apertado. Suas pernas eram longas com coxas bem torneadas, mesmo estando presas no tecido azul translúcido das meias. Roger sempre teve algo que beirava o fetiche pelas coxas e pernas de sua esposa e ela sabia disso, por isso sempre usava meias e saltos altos que as deixavam ainda mais atraentes ao olhar.

O Single Bar do hotel onde estávamos era amplo e suficientemente iluminado para ver todos os presentes, e um lugar em especial estava sobre o olhar atento de Elen. Como os dois sabiam, era lá que se encontrava os rapazes disponíveis, com o devido pagamento, para uma noite de sexo sem compromisso.

- Você escolheu?

- O mais alto, de gravata escura.

- O homem negro?

- É

- Você não acha que vais ser desconfortável?

Elen bebeu um gole da sua taça de champanhe, sorriu e respondeu

- Não é meu presente de aniversário?

Roger chamou o garçom e indicou o homem sentado à uma mesa. Ele falou algo em seu ouvido e o entregou um envelope lacrado.

- Feito!

Roger se levantou e observou seu mensageiro entregando o envelope ao homem indicado

- A chave querida. Eu esperarei você nosso quarto. Não demore. Ele disse entregando a chave e caminhando silenciosamente em direção aos elevadores. Deu tempo de ver o homem de terno indo em direção a sua esposa. “Está feito”, ele pensou enquanto a porta do elevador se fechava.

******

Elen estendeu o braço e passou a chave eletrônica na placa de metal. Um clic foi ouvido e aporta se abriu. Os dois entraram e Elen acendeu as luzes da suíte.

- Se quiser tomar banho, sinta-se em casa. Eu espero você.

O homem de quase 1,80m sorriu, afrouxou a grava e tirou o paletó entrando em seguida no banheiro. Elen sentou na cama tirou os sapatos e a meias ficando com a cintas ligas, vestido e calcinha.

O som da água não demorou muito no banheiro. A porta foi destrancada e o homem negro enorme saiu dela. Elen respirou fundo preparando-se e antecipando em sua imaginação o que estava prestes a acontecer. Ela estava feliz e apreensiva embora não fosse essa a primeira vez que estava com outro homem que não era seu marido. Era a primeira vez com seu consentimento. Ele disse que Elen podia escolher seu presente de aniversário de 38 anos e ela sabia que essa era sua fantasia por causa das incontáveis vezes em que ele a fodeu enquanto fazia ela se imaginar com outro homem. E ela escolheu. Apenas escondeu dele que queria fazer isso com um negro e esperava que ele tivesse o maior pau que ela já tivesse fodido na vida. Seus olhos brilharam e ela sorriu quando o homem caminhou em sua direção. O peito nu molhado e a cintura coberta por uma toalha branca, os pés descalços.

- Posso ver... ela não sabia seu nome

- Brian, Senhora.

O pau preto caiu a altura dos joelhos quando ele se livrou da toalha.

- Uau! É grande Brian... muito grande

- Isso é o que a senhora comprou.

- Posso? Elen disse com a mão a meio caminho de tocar seu pau

- Claro.

Ela segurou o enorme pau ficando ciente que nunca havia visto algo tão grande. Elen sentiu seu peso e textura. Ela apertou, alisou, viu o pau quase dobrar de tamanho entre seus dedos delicados. Depois sentiu as bolas do homens em seus dedos, a pele agradavelmente enrugada, elas estavam cheias.

- Perfeito, do jeito que eu esperava.

- Então. Como a senhora que que seja?

- Acho que vou precisar lubrificar ele um pouco primeiro. Elen disse enquanto segurava seu pau e sentia seu peso enorme, muito além do que ela esparva que um pau fosse pesado

Elen segurou o pau em frente ao seu rosto. Ela fechou os olhos e abriu a boca, sentiu o calor da cabeça entrando em sua boca. Ela deixou se sua boca fosse preenchida. Ela chupou com força, lambeu, sentindo a textura da pele esticada. Ela empurrou o máximo que podia espalhando sua saliva o máximo que podia no pau.

- Delicioso. Parabéns, Brian

Elen pegou um sachê de cima do criado mudo da cama, rasgou a ponta e espalhou o liquido visco em seu pau e secou o resto das mãos em seu saco.

- E agora? Disse Brian

- Acho melhor eu ficar de costas, como uma cachorrinha. Será mais fácil de você me penetrar.

Elen disse enquanto se virava tirando o vestido e ficando de quatro. Deixou a calcinha para ele tirar. As mãos grandes dele se encarregaram de tirá-la com força jogando-a no tapete da suíte. Sem nenhuma cerimonia ela sentiu seu pau afundar entre os lábios de sua buceta. Elen estremeceu ao sentir o longo bastão abrindo sua carne. Ela suportou a dor, apenas porque havia muito prazer naquilo. Foi prazeroso romper esse limite, ela nunca tinha sido penetrada por um pau tão grande como aquele, mas era o que ela e o marido queriam com aquela aventura inédita em suas vidas. Brian entrou com metade do seu pau em sua buceta que felizmente estava suficientemente melada para recebê-lo até mesmo do modo violento que ele fez. Ela gostou da sensação quase violadora daquele pau assaltando sua buceta. Ele a invadiu, a longa tromba sumindo e esticando seus lábios e vagina ao nível máximo.

- Oh meu Deus!! Briannn! Devagar querido. Ela protestou sem muita convicção. Não querendo na verdade que ele parasse, apenas tivesse mais cuidado enquanto saia e entrava de dentro dela.

- Seu marido escreveu que queria que eu fosse rápido, que não deveríamos perder tempo.

- Não Brian, essa coisa é muito longa! Não sei se vou aguentar tudo.

- Então você não vai querer colocar em sua bunda?

- Claro que quero que você foda meu cú, mas quero que você encha minha buceta com sua porra, mas encha mesmo. Você consegue?

- Se consigo? Você vai ter toda a porra que desejar e muito mais. Por quê?

- Uma surpresa para meu corno

***

Elen entrou no quarto tirando o salto e o vestido quase o arrancando do corpo. A cintura sinuosa apareceu e as coxas deliciosas também. Dava para ver sua buceta escorrendo prazer que acontecera em outro quarto daquele hotel.

- Ele fez tudo que você pediu?

Ela riu, enrolando a mecha de cabelo dourado encaracolado nos dedos da mão direita, acenou com a cabeça em um gesto de sim.

- Mostre-me o que ele fez.

Elen saltou na cama ficando de quatro, como uma cachorrinha pela segunda vez naquela noite. As mão espalmada na cama. Os quadris largos levantados na altura certa. Ela ouviu os passos do marido se aproximando por trás, sentiu o toque firme das mãos dele em sua bunda. A carícia em sua pele, o aperto dos glúteos pelos fortes dedos do seu homem que agora era também oficialmente seu corno.

- Sua buceta está muito vermelha, ele te machucou.

- A cabeça do pau era muito larga e o tronco da sua pica era longo e grosso. Um monstro. Foi difícil receber ele todo dentro da buceta, mas eu dei conta de tudo. Você ficaria orgulhoso se tivesse visto o que sua putinha aguentou.

- Foi você que o escolheu. Achei o outro mais adequado.

- O cara era um pervertido e muito insaciável, Era maior do que eu esperava.

- Você esguichou? Ele disse mexendo ainda mexendo na sua bunda

- Várias vezes. Me deixou exausta.

Ele deu um tapa na bunda dela. Ela gemeu com os olhos fechados, do jeito que ele gostava, imaginando seu pau duro ainda preso na calça.

- Eu trouxe uma coisa para você. Você vai gostar.

- Eu não pedi nada. Eu o contratei para você.

- Quer provar? Eu guardei para você.

Roger beijou seu quadril. Deu para sentir o cheiro pujante da porra do amante e do próprio cheiro dela que ele conhecia e apreciava. Se pau crescendo dentro da calça cheio de tesão e clamando por liberdade. Ele sentiu sua língua tremer loucamente, lambendo sua bunda até sua buceta, perfurando seu buraco. Suas carnes voltaram a pulsar como antes, uma memória do pau enorme que acabara de fodê-la sem piedade,

- Então me mostre. Eu quero ver

Elen mordeu os lábios e apertou os músculos da buceta, foi o suficiente para uma generosa porção da porra cremosa que seu amante negro havia deixado dentro dela escorresse pelos lábios da buceta.

- Ele encheu você com isso?

- Em todos os meus buracos.

Ela sentiu os lábios de Roger lambendo sua buceta e limpando o anel do seu cuzinho. Riu, apertando os dedos na fronha. E Roger provou-a novamente o prazer que outro homem depositou dentro da sua adorada esposa.

Ele deu um tapa na bunda dela

- Você é uma vadia!

- Nós somos, querido! Nós... somos.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 13 estrelas.
Incentive assisoliveira a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Listas em que este conto está presente

Fantasias fetiche
Muito excitante