O sósia do Richarlyson

Um conto erótico de Edmar Borsato
Categoria: Gay
Contém 926 palavras
Data: 05/01/2023 07:00:05
Assuntos: Gay, sósia comedor

​​O Que vou narrar aqui, retrata exatamente o que aconteceu ontem,, como todos os domingos que estou em casa, saio para ir a feira, mas ontem antes de ir a feira dei uma passada na padaria que fica a poucos metros de minha casa, acontece que estão em obras as ruas das imediações de onde eu moro, e muitos tapumes, cones, fazendo que ciclistas se misturem aos carros, apesar de ser domingo, sem trânsito, ao dobrar a rua da padaria, um ciclista entrou na minha frente, eu tendo que fazer uma manobra rápida, não estava correndo, mas ele estava, e me pegou de surpresa, com ele tambem se assustando, e parado no canto, perto de uns cones, abri o vidro do carona, e perguntei se ele estava bem, constatei que ele tinha a aparência do Richarlyson da seleção brasileira, até com o cabelo descolorido e mesmo corte; como ele falou que foi só um susto, eu brinquei, “Deus me livre de atropelar o Richarlyson” , ele riu, parece que gostou da comparação, com certeza gostou, pois rindo comentou que ele não poderia faltar no jogo dessa segunda. Como eu estava indo para a padaria, perguntei se ele queria uma água ou refrigerante, para ajudar a passar o susto, ele aceitou e segui pra lá, ele se apresentou como Ricardo, 23 anos, morador de um bairro próximo ao meu, jogador de futebol nas horas vagas, eu elogiei, por isso o corpo atlético, ciclismo e futebol faz efeito, ele trabalha num supermercado. Eu resolvi continuar o tratando de Richarlyson, tomou um refrigerante, perguntou se poderia comer um salgado, pois estava na broca, eu concordei, pedi o salgado que ele queria, falei para ficar a vontade, quando comentei que estava indo a feira, ele com ar de menino pidão, perguntou se lá na feira tinha a camisa da seleção com o numero 9, eu falei que provavelmente teria, inclusive com o nome do Richarlyson, senti que ele queria ganhar uma, e para compor o figurino com a figura, perguntei se ele queria uma, para torcer no jogo de hoje, o sorriso estampado no rosto, foi a confirmação, como estava de bicicleta, falei para guardá-la em minha casa, na garagem, e seguimos de carro, meus planos para aquela manhã foram alterados, já na feira, conseguimos a tal camisa com o nome e número 9, perguntei se ele iria querer o uniforme completo, pois tinha tambem o shorts, aceitou, e sugeri tomar uma cerveja e comer um churrasquinho de “gato”,aceitou, tomamos uma, duas, três, ele a quarta, comemos alguns espetos, quando estávamos retornando, eu com o carro bem lento, e dando uma volta para retornar pra casa, pousando a mão sobre a coxa dele, sobre a bermuda de tactel, sugeri que ele experimentasse a camisa, quando ele tirou a camisa, deu pra ver que tinha um tanquinho, bem definido, elogiei o tanquinho dele, a pele morena, sem pelos me sugestionou a falar pra ele experimentar o shorts, sem constrangimentos, acredito que por estar sob efeito das cervejas , o desatar do cordão que segura a bermuda foi ágil, e a visão dele sem cueca, um pau moreno, grosso, mesmo mole com uma aparência grandiosa, quando ele se movimentou a jogada de um lado para o outro aos meus olhos foi em câmera lenta, me arrancando uma expressão elogiosa, dizendo que aquilo deveria dar um trabalho danado a mulherada, ele riu, vestindo o shorts, perguntou se eu tinha me esquecido de que ele era o Richarlyson, que sabia dar voleio e conseguia colocar as bolas lá dentro……..ri muito com a metáfora, para provocar, duvidei da potência , dizendo que só conferindo poderia acreditar , que se ele topasse, poderíamos continuar a tomar umas cervejas num local mais tranquilo, até porque eu estava dirigindo, não poderia tomar cerveja em local público, ele entendendo minhas intenções, respondeu que por ele estava de boa, iria comigo onde eu quisesse, retornei o carro imediatamente para rodovia que saia da cidade e entrei no primeiro motel que encontrei. Já na entrada, o rapaz brincou comigo, que eu está duvidando e só de entrar já estava começando a querer dar um voleio, eu disse que queria ver de pertinho.

Já na suíte, sentei me na cama e o chamei, dizendo que o uniforme lhe caiu muito bem, queria ver o que ele tinha pra mim, já enfiando a mão pela perna do shorts e pegando naquele monumento que estava a meia engorda, dei um jeito de endurecer rápido, levei a boca e abocanhei, que delícia aquela piroca grossa, já tomando o formato de um pepino graúdo, aos meus olhos uns 20 cm, chamei o de garoto gostoso, queria ver um voleio dele comigo, coloquei uma camisinha naquela verga, com uma envergadura colossal, untei com bastante ky, fiz o mesmo com meu cuzinho deixando bem escorregadio, me posicionei de quatro sobre a cama e chamei o garoto, que começou a pincelar caçando meu cuzinho , alargando com a cabeçorra, pedi pra vir de cima pra baixo, afundei a cara no travesseiro ele veio apontando, colocando e tirando, abrindo o caminho, até eu sentir as bolas bater na minha bundinha, estava aguentando tudo aquilo, babando e urrando, sem desconforto, só muito tesão e prazer. O garoto me deu uma surra de pica, depois que gozei, pedi pra ele gozar na minha boca, e fui contemplado com uma quantidade de porra que escorreu pelos cantos da boca.

Tomamos mais umas cervejas, dei mais umas chupadas no banho, troca de contato e promessa de repetir a dose num fim de semana qualquer.

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