A vingativa

Um conto erótico de enrico
Categoria: Heterossexual
Contém 3281 palavras
Data: 09/12/2022 18:03:14

Eu estava no terceiro ano da faculdade, já não namorava mais com a Camila e tinha pouquíssimo contato com o Pedro quando conheci a Laura (fictício).

Foi na casa do João, meu amigo até hoje, que morava sozinho perto da faculdade em um apartamento de 2 quartos. Seus pais, apesar de serem de São Paulo, moravam no interior e o apartamento, que era deles, estava vago quando João começou a faculdade. Nosso grupo de amigos se reunia muito nesse aprtamento e as vezes João fazia festas em que chamava muita gente da faculdade, sempre conhecíamos alguém nessas festas porque amigos levavam amigos que levavam conhecidos etc.

Laura estava no primeiro ano, baixinha, com 1.60m no máximo, cabelo na altura dos ombros, castanho claro, olhos mel, bochechas bem marcadas, seios grandes e pouco quadril. Conversamos rapidamente durante a festa, ela estava com duas amigas também do primeiro ano. Nosso grupo costumava exagerar bastante no alcool, sempre ficávamos muito bêbados, até inconvenientes algumas vezes. Era comum não socializarmos por muito tempo, porque passávamos a maior parte da festa conversando entre nós, fazendo brincadeiras de bebida e ocasionalmente fumando alguns becks.

Essa noite, porém, eu não estava muito bem, sentia que se continuasse bebendo muito passaria mal rapidamente, então passei a noite apenas com poucas cervejas e fumei muito mais do que bebi, fiquei completamente chapado, a ponto de mal conseguir conversar em alguns momentos da festa.

Já eram quase 3 da manhã, eu estava extremamente relaxado, mas mais controlado do que derrubado pela maconha, ria muito e assistia meus amigos completamente bêbados e, como eu disse, inconvenientes. Laura ainda estava na festa, só que sem a companhia de suas amigas. Ela buscava uma interação com meu grupo de amigos, e eu, o mais sóbrio acabei dando mais atenção para ela.

Fim de festa, João decidiu ir para a cama. Já passava das 4 manhã, algumas amigas do meu grupo estavam dormindo no sofá já, derrotadas. Alguns dos meninos ainda conversavam na cozinha, mas a maioria havia ido embora.

- Você já vai?

Laura me perguntou

- Na verdade vou dormir aqui, tem mais um quarto, não que nem elas

E apontei para o sofá rindo das minhas amigas

- Ah, ia perguntar se podia ir com você, para não pegar táxi sozinha

- Puts, você vai para onde?

- Ia com você

Ela respondeu rindo. Foi só nesse momento que percebi que ela estava realmente a fim de alguma coisa a mais. Mal lembro de nosso diálogo antes desse momento. É verdade que a maconha tem grande culpa nisso, mas de qualquer forma não havia percebido ou notado Laura dessa forma antes.

Rimos os dois e eu disse

- Fica ai então pô.

- Mas o sofá não tem mais espaço não

Ela respondeu rindo. Levantei da poltrona que estava sentado, com muito esforço, pois sentia meu corpo pesado demais. Peguei ela pelo braço/mão e levei até o quarto. Esse com duas camas de solteiro encostadas uma em cada lado das paredes.

- Pode ficar ai, sem nóia

- Os meninos da cozinha também vão dormir aqui?

- Vão nada, daqui a pouco eles vazam, ou até dormem ai, mas vai ser pelo chão da sala mesmo

- Que horror (entre risos).

No terceiro ano da faculdade eu já fazia mais atividades físicas e começava a definir um pouco meu corpo, mas ainda assim, não tinha o corpo que tenho hoje, com mais músculos marcados e definidos no braço e abdomen. O que sempre tive foi um peitoral já bem desenhado. Com relação ao pelos do corpo, que sempre tive muitos, durante eu faculdade eu costumava apará-los mais do que hoje em dia. Nunca depilei totalmente, mas deixava eles bem curtinhos e era assim que estava essa noite. Minha barba ainda era bem curta também, não crescia muito em volume, apesar de eu deixar crescer. Meu cabelo ainda tinha um pouco daquele corte adolescente, mais comprido do que atualmente, liso, sobre parte das orelhas e com franja na testa de lado.

Tirei minha camiseta e deitei na cama, de verdade eu só queria dormir, estava extremamente chapado e derrubado fisicamente. Laura tirou a blusa em seguida e ficou me olhando, com um sorriso fraco no rosto. Ri de volta.

- Estou muito chapado

- Por isso está tão lento né

Ela tirou o sutiã em seguida e continuou ali parada, de pé na minha frente. Retirei forças de algum sub mundo para levantar, sentar na cama e puxá-la para perto de mim. Fui direto beijando seus seios, redondos e grandes, sugando seus mamilos e passando minhas mãos por suas pernas, subindo até a bunda e apertando forte. Ela começou a dar pequenos gemidos, peguei seu corpo quase que inteiro, afinal, ela era bem baixinha e a coloquei deitada na cama. Puxei sua saia já junto com a calcinha, deixando Laura completamente nua e cai de boca para chupá-la. Ela tinha bastante pelo pubiano, porém desenhados de uma forma que era possível perceber que ela aparava, mas não depilava. Seus lábios eram carnudos e protuberantes, uma buceta realmente gostosa de se chupar. Ela já estava molhada quando dei a primeira lambida e com pouco tempo ficou completamente lambuzada, minha cara inteira melada e eu intercalando a lingua entre seu clitóris e a entrada da vagina. Ela gemia e segurava firme meus cabelos. Lembro de gostar bastante dessa chupada, mas novamente a maconha começava a me derrubar, então sai antes que dormisse no meio das pernas de Laura e subi em direção a seu rosto, abrindo a calça e abaixando junto com a cueca. Ela me “ajudava” com as mãos e dizia

- Nunca recebi uma chupada tão gostosa, que delicia, amei essa lingua, você sabe o que faz…

E então ela parou de falar, arregalou os olhos e abriu a boca, eu tinha acabado de penetrá-la, devagar, com cuidado, porém, como ela estava muito molhada mesmo minha rola deslizou quase que inteira dentro dela.

- Desculpa, doeu?

- Um pouco sim, mas não para, ta gostoso

Ela levantou as pernas apoiando as duas na minha lombar e eu comecei a bombar sua buceta melada. Novamente, eu estava ridiculamente chapado, minha sensibilidade estava baixíssima, então eu sentia muito pouco daquele sexo e metia cada vez mais rápido e forte enquanto Laura apertava os olhos, gemia e cravava suas unhas nas minhas costas. Com as estocadas fortes, nas quais eu tirava minha rola praticamente inteira e metia devolta rápido, comecei a sentir a melação da buceta de Laura escorrendo pelas minhas bolas, virilha, pernas. Estávamos os dois completamente melados.

- Ai, acho que vou gozar, ai!

Laura gritou alto no quarto e eu coloquei meu dedão direito inteiro em sua boca e falei em seu ouvido “chupa”. Ela gemia alto enquanto sugava meu dedão e eu mantinha o ritmo acelerado metendo naquela buceta gostosa só pensando em gozar e se iria gozar, e só então me dei conta que estava sem camisinha. Nesse momento fiquei extremamente excitado, imaginando gozar naquela buceta melada, em minha mente criei essa imagem, já que havia chupado ela antes e sabia como ela era, daqeles lábios carnudos pingando minha porra densa, enquanto mais leite saia de dentro dela e escorria direto na cama.

- Aaaiii, caralho seu gostoso!!

Laura gritou muito alto soltando meu dedão e provavelmente gozando nessa hora.

Senti sua buceta apertando minha rola ao mesmo tempo em que nos melávamos ainda mais, tirei rápido minha rola de dentro dela (ainda não sei como pelo estado em que estava) e acabei gozando por cima dos pelos dela e em sua barriga toda. Laura estava com a cabeça caida para fora da cama, eu levantei, perguntei se ela estava bem e ela apenas acenou com a cabeça. Fui para o banheiro me limpar e quanto voltei ela estava na mesma posição.

- Está tudo bem mesmo? Quer que eu pegue uma água?

- Não precisa, você me arrombou inteira isso sim, mas foi o sexo mais gostoso da minha vida

Apenas dei uma risadinha e deitei na outra cama. Estava exausto, completamente morto. Acaboi capotando sem falar e ouvir mais nada. Acordei no dia seguinte e Laura já tinha ido embora, não me lembro que horas eram, em torno de 16h talvez. Sai do quarto e o João também não estava em casa. Tomei uma ducha, voltei pra casa e recebi uma mensagem do João “caralho seu gostoso”. Frase essa que virou uma zoação comigo pro resto da faculdade.

Depois desse dia encontrei com a Laura na faculdade algumas vezes e sempre nos falávamos normalmente. Não tínhamos tanto assunto em comum, mas éramos amigos. Em uma cervejada da faculdade acabamos nos beijando e de novo fomos para a casa do João. Também saimos algumas vezes fora as festas, sempre só para sexo, nunca me envolvi emocionalmente com ela e ela dizia o mesmo, então estávamos apenas nos curtindo, pelo menos eu achava que era só isso. Até o dia em que ela esqueceu o celular no meu carro, depois de irmos no motel e eu deixar ela em casa. Só percebi o celular no banco quando cheguei em casa e não morávamos perto. Levei ele pra cima e minha ideia era entregá-lo no dia seguinte na faculdade. O problema aqui foi que descobri um grande “problema” na relação que estávamos tendo. Assim que deitei na minha cama o celular dela não parava de apitar, recebendo várias mensagens uma atrás da outra. Pensei que poderia ser a própria Laura atrás do celular perdido, então levantei e vi as mensagens pela tela bloqueada:

- Nada a ver em, eu to cansado disso

- Se eu te encontro com esse cara eu quebro a cara dele

- Precisa mesmo disso? Eu vou te bloquear de novo

- Cansado

- Você faz pra me atingir e consegue mesmo, estou pedido por favor para você parar

- Já pedi milhões de desculpas, quero ficar bem, me perdooa

- Estou até sonhando com esse desgraçado, não consigo mais

- Pra que esses detalhes todos? Não quero saber da rola desse fdp e nem como ele te come, eu quero ser seu único de novo

Fiquei bastante chocado com essas mensagens, parecia que era sobre mim, mas não tinha como ter certeza, também não sabia quem era que estava mandando essas mensagens, o nome do contato estava como “Augusto”.

Então o telefone tocou, era o próprio dono das mensagens. Não atendi. Ele ligou de novo. Mutei o celular e larguei ele na minha escrivaninha. Fui dormir e no dia seguinte entreguei para Laura o celular

- Achei que tinha ficado no motel! Acordei desesperada hj, não percebi ontem que não estava na minha bolsa

- Quem é Augusto?

- Como?

- Ontem a noite ele te ligou várias vezes, não atendi porque nada a ver atender seu celular, mas ele metralhou também de mensagens. Li na tela bloqueada porque achei que poderia ser você atrás do celular perdido, mas não entendi. Eu sou o fdp que te come e você conta pra ele?

Laura apenas riu e respondeu calma

- Augusto é meu ex. Ele me traia com uma das minhas melhores amigas. Descobri no dia do trote da faculdade dele, um amigo viu ele com ela e me contou, depois fiquei sabendo que eles estavam juntos desde o colégio. Namoramos desde os 14 anos, tive muita raiva, quis matar os dois, mas eu ainda gosto dele, é muito dificil pra mim.

- Mas e as mensagens?

- Depois que a gente transou a primeira vez naquela festa eu sai com ele pra ir no cinema. Acabei contando que tinha transado com um cara mais velho da faculdade e ele ficou completamente atordoado. Eu amei te conhecer, eu sou completamente louca pra transar com você, mas eu ainda amo ele, ao mesmo tempo em que sinto muita raiva pelo que ele fez comigo. Ver ele desesperado acabou me dando um certo prazer, não sei.

- Então você conta pra ele toda vez que a gente transa?

- Sim, com alguns detalhes. Ele me bloqueou uma vez até e ficou sem falar comigo mais de uma semana por isso. Mas depois acabou voltando.

- Calma, isso é doente. Não to a fim de confusão nenhuma, inclusive você sempre me disse que não tínhamos nada

- Sim, não temos mesmo! Eu só gosto muito do sexo!

- E de se vingar do seu ex me usando!

- Mas ele não sabe quem você é, nunca mostrei nenhuma foto sua, uma única vez ele duvidou muito que eu estava falando a verdade, disse que eu inventava tudo só pra atacar ele e então eu mandei uma foto minha no motel com as suas roupas no chão enquanto você estava no banheiro.

- Cara, to fora. Que loucura.

Estava me sentindo usado é claro, mas também estava achando surreal aquela confusão toda. A última coisa que eu queria era “atacar” alguém e o que ela estava fazendo como ex era muito cruel. Apesar de ele ter sido também com ela, eu não queria fazer parte daquilo.

- Eu entendo, mas a gente não precisa parar. De verdade. Eu ainda gosto do Augusto, mas o sexo com você não tem comparação nenhuma, é muito mais gostoso, inclusive ele nunca tinha me feito gozar como você já fez. Não podemos continuar só com o sexo casual?

- Casual? Casual vingativo você quer dizer né? Desculpa, mas eu não quero isso não, B.O. pra cima de mim, ta maluca.

- Bom, desculpa. Eu entendo que você ta se sentindo usado, não era minha intenção, eu gosto mesmo de dar pra você e estava gostando de castigar meu ex com isso. Sempre quis inclusive tirar algumas fotos ou até fazer um video pra mandar pra ele, mas nunca te pedi por receio.

- Você queria filmar a gente transando pra mandar pro teu ex? Vocé ta maluca? Ele pode até usar isso contra você, espalhando pros seus amigos

- Eu sei, mas eu não me importaria, porque todos saberiam que era uma vingança. O Augusto era muito popularzinho no colegio, nossos amigos zuariam muito com ele se eu aparecesse dando pra outro cara enquanto ele ainda está comigo, seria mais humilhante pra ele do que pra mim.

- Você ta maluca.

Eu ouvia aquelas palavras e ficava perplexo, apesar da ideia de fazer um video comendo ela tenha me excitado, admito.

- Você não toparia? Pode ser uma despedida se você quiser parar de me ver, um último sexo

- Desculpa, não vai rolar. Eu vou pra aula.

Levantei, peguei minhas coisas, dei um beijo no seu rosto e sai. Passei a aula toda pensando naquela conversa absurda, a verdade é que apesar de me sentir muito usado, a parte do video me excitou e eu pensava muito mais nisso do que em ter sido uma peça para causar ciúmes num ex namorado. Pensei que seria minha chance de tirar algum proveito disso tudo também, aceitaria fazer um video, mas teria que ser de algo que ela nunca tinha feito comigo. Escrevi para ela:

- Eu topo, mas não vai ser em motel nenhum. Vai ser aqui no banheiro masculino do terceiro andar quando todo mundo estiver no almoço. Te encontro la.

Ela respondeu com um emoji de diabinho apenas.

O terceiro andar era onde os calouros tinham aula, que acava mais cedo que o restante, então ficava sempre muito vazio na hora do almoço.

Quando cheguei na porta do banheiro ela estava la parada me esperando.

- Amei sua mensagem, to louca pra isso.

Apenas abri a porta e entrei no banheiro, ela me seguiu, fomos para uma das cabines, entrei primeiro e falei pra ela trancar a porta.

- Me da seu celular, a gente filma no seu, assim, se vazar eu não sou o culpado, a responsabilidade é toda sua e do teu ex corno.

Ela sorriu e me entregou o celular. Fui logo abrindo minha calça jeans e mandei a real:

- Só que eu não vou te comer não, só topei porque quero que você me mame gostoso, você nunca me pagou um boquete e hoje é o dia que você vai chupar e levar leitada na cara, tudo gravado pro teu ex.

Ela sorriu, de forma um tanto quanto nervosa, mas obedeceu. Ajoelhou e foi logo colocando meu pau na boca, ele estava meia bomba ainda e foi endurecendo com aquela boca deslizando por ele. Ela era ruim nisso, acho que não estava acostumada nem a chupar o ex, mas tudo que eu queria era ver aquele rosto melado de porra então relevava o boquete meia boca.

Comecei a filmar ela me chupando enquanto falava

- Engole mais, vamos, eu sei que você consegue por inteiro nessa boca

Ela não conseguia, mal engolia metade do meu pau. Apesar de ele ter quase 17cm e ser mais grosso que o padrão, se ela se esforçasse conseguiria engolir pelo menos por poucos segudos.

Comecei a forçar sua cabeça pegando ela pelos cabelos com minha mão esquerda e forçando minha rola contra sua boca, ela começou a engasgar e sair de mim enquanto eu me certificava que estava filmando tudo com o celular na mão direita.

- Calma (tosse), assim eu não aguento (tosse)

- Só engole vai, é grande pra você? Obedece e engole porra

Quanto mais eu mandava ela engolir e mais eu via que esla estava desconfortável com aquela mamada desajeitada, mais excitado eu ficava. Tirava minha rola da sua boca e batia na sua cara inteira, espalhando a baba dela que estava no meu pau e ia direto melar seu rosto. Apoiei minha rola então na sua cara e mandei ela sugar as bolas. Ela sorria com meu pau cobrindo sua cara e chupava bola por bola.

- Eu amo essa pica, é a maior e mais gostosa que eu já provei

- Já levou muito dessa rola né.

- Já sim, e agora eu vou tomar o leite também (rindo)

- Bota as duas bolas na boca vai

E essa hora comecei a punhetar minha pica pra ajudar aquela desajeitada a receber sua recompensa final. Ela até que sugou bem minhas bolas de uma vez só na boca, meti ainda minha rola um pouco mais na sua boca antes de tirar de novo e avisar

- Abre bem essa boca e fica olhando pra mim que eu vou te leitar toda

Ela obedeceu e eu gozei, o primeiro jato saiu mais forte e foi na sua testa os seguintes foram caindo pelo seu rosto, boca, bochechas nariz.. Enfiei meu pau na sua boca quando já não tinha mais leite pra derramar e com a mãe esquerda puxei sua cabeça com força contra meu corpo. Ela engasgou e me empurrou com as duas mãos pra poder sair de mim e me olhou em seguida com certa satisfação e raiva, a cara inteira melada era impagável.

- Gostoso

Ela disse antes de eu desligar o video e entregar o celular pra ela. Levantei minha calça, me ajeitei e disse;

- Pronto, agora é só entre vocês, não faço mais parte disso.

Com um sorriso discreto no rosto ela disse:

- Ta bom, vou me limpar, prometo não te incomodar mais com isso, mas olha, amei mesmo cada sexo que fizemos, foi muito bom te conhecer, se um dia mudar de ideia

Eu sorri pra ela, sai da cabine e fui embora.

Nunca mais falei com a Laura. Também não soube do desfecho do video, se ela usou ou não.. Também não era meu intuito, eu até preferia que ela não enviasse pro cara, só fiz aquilo pra por um ponto final nas vingancinhas dela me usando como objeto.

Um bom tempo depois, Laura namorou com um cara da minha turma, não éramos amigos, não sei nada sobre essa relação, porque não conversávamos, acho até que ele nao sabia que eu já tinha saido com ela. Mas, ao menos, era um sinal de que ela não estava mais com o Augusto e se o motivo foi o video ou não, nunca soube.

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