Patricia, a piscina, meu apartamento e tapas, muitos tapas

Um conto erótico de DELEGADA44
Categoria: Lésbicas
Contém 589 palavras
Data: 03/09/2022 08:23:40

Agora era somente eu e aquela provocante e petulante garota, Patricia estava deitada na espreguiçadeira com a bunda bem próxima a meu braço, disfarcei não dar atenção a provocação dela, mas de repente ela pega o protetor solar e sem dizer nada, insinua pra eu passar nas costas dela, fui no jogo dela, primeiro no pescoço lentamente e intensificando a força e a puta estava gostando:

- Ai que delicia, adoro mãos fortes

Minha boceta reagiu na hora, desci para as costas, braços e parei, voltando a me sentar na cadeira

- Ohh minha delegada, por que parou, faça o serviço completo, minhas pernas e meu bumbum imploram por suas mãos.

Tudo isso com um sorriso de cantinho de boca, resolvi então tomar conta da situação, fiquei agachada com as pernas abertas e comecei pela bunda e que maravilha era aquela. ela sacaneou e abriu as pernas para que eu também levasse minha mão até lá, percebi que a puta tinha os pelos por fazer, o cu estava peludo e claramente sua boceta também.

- Você não se depila não é? perguntei

- Tem um tempinho que não faço, mas nunca deixo toda lisinha, sempre deixo um pelinho, acho mais bonita assim, você não acha?

Fiquei calada, e terminei voltando para minha cadeira e notei que ela sorria, achando que estava dominando toda aquela conversa.

- Luana me serve outra cerveja.

- acabou.

- Em sua casa tem? posso conhecer seu apartamento?

- Não sei se você vai gostar

- Claro que vou, já gosto de você com essas mãos forte, por que não gostaria de estar num lugar mais discreto e reservado.

- Vamos fiquei curiosa agora.

Peguei minhas coisa e subimos para o apt, ela foi de biquíni mesmo, na minha frente me provocando.

- Abri a porta ela entrou e ao se virar recebeu um belo tapa na cara.

- Que porra é essa? indagou a mimada garota

larguei outro e comecei uma sequencia de tapas na cara arrastando a puta pelos cabelos, coloquei-a no chão travei os braços dela e ordenei que ficasse calada e continuei com os tapas, a cara dela já estava vermelha e no cantinho daquela boca linda que antes me provocava com sorrisinhos, agora descia um filete de sangue.

- Olhe sua puta, nunca mais tente me ordenar algo, aqui quem manda sou eu, para cada palavra que você pronunciar sem minha permissão tomará um tapa, ok?

Algemei a vadia e deixei ela levantar, já não havia mais aquela mulher provocadora, mas sim uma menina com medo e tenho certeza com a boceta molhadinha

Arrastei ela pelos cabelos até a mesa e mostrei a cachorra fotos dela cheirando cocaína e fumando maconha com os amigos, ela ficou estarrecida.

- Como você tirou essas fotos? indagou

Larguei uma bofetada que ela quase cai

- Calada traficante de merda, aqui você só fala quando eu mandar.

- Não sou traficante!

Outro e mais outros tapas

- Vou soltar suas algemas, acho que você já entendeu a situação não é?

Ela acenou positivamente

- Tira o biquíni, fica nua, quero ver e inspecionar minha mercadoria.

A filhinha da magistrada obedeceu prontamente.

- Mercadoria de primeira qualidade, mas vou ajustar algumas coisas aqui, vagabunda insolente, quero você fazendo tudo que eu determinar ou todos irão saber quem é a pati filha da juíza ok piranha?

Novamente acenou afirmando que sim.

Puxei ela pelos pelos da boceta (estava ensopada), até bem próximo de mim e falei:

amanhã você vai nessa depiladora, dê seu nome e ela saberá o que deve ser feito, entendeu?

com lágrimas caindo, respondeu que sim com o mesmo gesto anterior. continua

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