Meu cu não tinha dono 1

Um conto erótico de Macho Menos Paulista
Categoria: Gay
Contém 964 palavras
Data: 28/08/2022 18:24:41

Eu fui o caçula de quatro irmãos com uma diferença boa na idade , meus irmãos e amigos de escola já tinham pelos na virilha e eu gostava muito de ver eles medindo o pau para ver quem tinha o maior e mais grosso , coisas de adolescentes no início da puberdade.

E quando meus irmãos iam tomar banho , minha mãe mandava eu junto para que dessem banho em mim e ali no meio deles eu ficava admirando suas picas bem maiores do que à minha , e quando um irmão estava esfregando meu corpo e passava à mão na minha bunda , eu ficava de pau duro , era pequeno mas gostava disso , e era zoado pelos outros , e nessas brincadeiras acabou surgindo um tesão dos meus irmãos por mim.

Que devagarinho foram me esfregando e eu com meu pau durinho, e notei que eles também estavam com suas picas duras e deixavam eu pegar e até por na boca se quisesse , o que no começo não foi muito agradável , mas rapidinho passei a gostar e chupava todos eles enquanto era bolinado por eles acariciando meu cusinho e às vezes entrava o dedo ensaboado , doía mas me acostumei rapidinho também e gostava muito daquilo.

Só era instruído à não contar para ninguém , senão nunca mais aconteceria novamente , e isso eu não queria , gostava muito de estar com eles pegando e chupando suas picas grandes para mim e sentir o cusinho sendo invadido pelo dedo muitas vezes durante o banho.

E também lá fora no fundo do quintal que era bem grande , pois morávamos numa chácara e meu pai cultivava várias coisas , de maneira que era quase impossível sermos vistos de longe , e vários amigos de escola apareciam para brincar com meus irmãos e eu era o menorzinho entre todos.

Eles estudavam no período da manhã , e após o almoço sempre tinha amigos ali em casa e minha mãe pedia para que cuidassem de mim , pois ela era costureira e estava sempre trabalhando.

E minha brincadeira preferida era o esconde esconde e eu sempre estava com um irmão e no esconderijo sempre eu chupava o pau dele e era acariciado com o dedo lubrificado com cuspe no meu cusinho e como eu gostava disso. E fazia um rodízio na brincadeira com cada irmão e assim era bolinado pelos três e retribuía chupando o pau deles.

À coisa progrediu quando um irmão na hora do banho , disse que queria comer meu cusinho e eu não sabia o que era dar o cu , então me explicaram que no lugar do dedo , iria por a pica no meu cusinho. Eu concordei na hora , e de quatro recebi o primeiro cacete dentro do meu cu , doeu quando entrou à cabeça , mas logo passou , e com o cusinho amaciado pelos dedos , não foi difícil receber o pau que foi enterrado até o fundo do meu cu. Era uma sensação diferente , sentia o cu cheio , mas era uma delícia dar o cu , e assim para não demorar muito , cada um socava um pouco , terminavamos o banho.

Na primeira vez fiquei com meu cu ardendo um pouquinho , e meus irmãos disseram que era normal e logo passava , e então passei a dar o cu também nas brincadeiras de esconde esconde e ali era mais demorado e recebi o primeiro jato de esperma dentro do meu cu com o irmão mais velho , fiquei assustado , mas ele me explicou que acontecia isso quando fôssemos mais velhos e que comigo ia demorar para acontecer , entendi tudo e foi muito bom sentir o gozo dele no meu cusinho.

Em seguida aconteceu a mesma coisa com o outro irmão que também gozou no meu cusinho que já tinha porra do primeiro , e logo seria à vez do terceiro me comer e gozar dentro do meu cu.

Apesar de tentar soltar o líquido pelo cu , sempre ficava um pouco dentro que ia escorrendo devagar e marcou meu shortinho e um amigo percebeu e chegou no meu irmão mais velho e pediu para que eu fosse esconder com ele , e que sabia que eu estava dando meu cu para os irmãos e mostrou a marca molhada na minha bunda.

Então meus irmãos , me chamaram e explicaram que todos os amigos ali presentes já sabiam que eu estava dando o cu para eles , e que era para fazer assim com todos eles , para o segredo ser guardado.

Eu entendi o que meu irmão tinha falado e disse que iria me esconder com todos eles , e assim à cada etapa da brincadeira eu estava no esconderijo dando meu cu para quem estivesse comigo , e ficou em acordo que era um segredo que não podia ser espalhado em hipótese nenhuma.

Eu experimentei vários tamanhos e grossura de pica naquela tarde mas no geral pouca diferença , e foi a única brincadeira que agora todos queriam , já que tinha um bônus que era o meu cusinho sem dono.

Meus irmãos me chamaram e perguntaram se estava tudo bem e se eu não estava machucado , eu disse que não e que estava gostando muito de estar com eles e também com cada amigo deles e que estava muito feliz e gostando muito de participar.

Mas não tem como esconder um segredo assim , e a cada dia aparecia novos amigos querendo brincar também e assim à cada brincadeira eu estava sendo enrrabado por mais amigos , e também chupava o pau de cada um para lubrificar antes de ser comido.

E assim fui crescendo , no meio da turma de amigos dos meus irmãos , e sempre estava disponível para abaixar meu short e receber um cacete já conhecido ou novo , sempre com a autorização de um dos irmãos , normalmente no fundo do quintal da chácara em que morávamos ali na pequena cidade de Palmeira D'Oeste , interior de SP , final anos 60.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 49 estrelas.
Incentive Macho menos paulista a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Que pena nunca fiz isso quando era pequeno. Lamentável e muita inveja.

1 0
Foto de perfil genérica

Como eu gostaria de ter passado tudo isto que você passou na sua infância (com exceção de zoo).

1 0
Foto de perfil genérica

Nossa que delicia seu conto deu uma vontade louca pra brincar também bater punheta nos meus amigos. Cardosorenato467@gmail.com

0 0
Foto de perfil de Gost46

Delícia! Também fiz muito isso com os coleguinhas de futebol, jogo de bola de gude, esconde e etc. É uma escola de vida, pois prepara para ser o homem feito sem traumas.

2 0