Sleepover - parte 2

Um conto erótico de Nill
Categoria: Lésbicas
Contém 1928 palavras
Data: 25/07/2022 23:22:57

Luana:

Eu estava dormindo na casa de Carla junto de minhas amigas. Nós sempre combinavamos essas reuniões para se encontrar e falar da vida. No fim acabavamos sempre ouvindo uma ou outra contar vantagem sobre homem ou emprego, e para ser honesta eu já estava um pouco cansada daquelas conversas.

Conheci as minhas amigas no colégio, naquele tempo éramos todas novas e sempre sem dinheiro pra nada, aquela época parecia ser mais fácil se divertir.

Bianca era de quem eu mais me aproximei, nós sempre estávamos em todas as baladas e festas, sempre fazendo companhia uma para a outra. Depois do ensino médio, eu e Bianca continuamos muito próximas, e se alguma coisa me incomodava, eu sabia que também incomodava ela.

Bianca fez faculdade, eu não. Eu trabalho com estética, Bianca é advogada. Ao mesmo tempo que somos muito diferentes, nossa amizade se completa. Quando começamos a nos reunir com as meninas, comentei com Bianca que não me sentia tão a vontade assim com elas, eu sempre fui próxima só da Bianca, eu era quase que protegida por ela. Quando éramos adolescentes era outra situação, não tinha emprego e namorados, agora tudo parecia competição.

Bianca me disse para não me preocupar com isso, que provavelmente todas elas pensavam a mesma coisa, mas nenhuma delas tinha a sorte de ter uma amizade como a nossa.

Das próximas vezes comecei a me divertir mais, e comecei a explorar um pouco mais minha amizade com a Bianca, se é que me entende.

Virou rotina, sempre que íamos dormir na casa da Carla, ou alguma outra menina, eu e Bianca esperavamos todas as meninas dormirem para começar nossa própria festa, nós nos pegávamos embaixo das cobertas, escondidas no banheiro, na cozinha, fodíamos sempre que tinha uma oportunidade. Na primeira vez, nós duas estávamos tão bêbadas que no outro dia preferimos nem tocar no assunto, mas a situação foi se repetindo, mesmo nas vezes que não bebíamos tanto assim, e nunca conversamos sobre isso, apenas rolava. Era uma coisa que só acontecia nessas ocasiões.

Mas nesse dia em especial, na casa da Carla, o clima entre nós duas estava estranho. Bianca tinha começado a namorar, e eu, morrendo de ciúmes, inventei uma história que também estava saindo com um cara, para ver a reação dela. Mas a verdade era que eu não saía com ninguém, há muito tempo. Bianca era uma pessoa séria, responsável e parecia sempre fazer tudo pensando no futuro, menos quando estava comigo, pois eu era o oposto.

Descontraída, irresponsável, eu sempre procurava me divertir em primeiro lugar, e com Bianca não era diferente, eu sabia que ela nunca ia deixar nada de ruim acontecer com a gente, por isso não me preocupava com nada nunca.

O fato é que pela primeira vez eu estava preocupada, Bianca tinha arrumado um namorado e isso poderia significar um fim em nossas festinhas particulares. De qualquer forma, eu planejava acordar ela no meio da madrugada com um oral bem molhadinho, do jeito que sei que ela gosta, e depois perguntar se estava tudo bem. Primeiro sexo, depois conversa.

Mas o inesperado aconteceu.

Depois de todas as meninas conversarem muito, beber e comer até cansar, e claro, fofocar, resolvemos colocar um filme e deitar para dormir, já era tarde, passava de uma da manhã. Fiquei acordada, mexendo no celular embaixo das cobertas, até uns trinta minutos depois que o filme acabou, queria garantir que todas estivessem dormindo. Bianca estava dormindo ao meu lado, desmaiada depois de tanta cerveja. Ela estava vestindo um pijama comprido, de frio, mas eu, como nunca perco tempo, usava uma camisola curta que deixava quase tudo a mostra. De todas as meninas eu era a mais vaidosa sempre, a que estava sempre maquiada, sempre arrumada, e modéstia a parte sempre fui a mais gostosa também.

Cheguei perto de Bianca, sem fazer muito barulho, e comecei a passar a mão devagar em seu corpo, para ver se ela estava acordada. Ela abriu o olho devagar, me olhando preguiçosamente.

– O que você está fazendo? – Ela começou a questionar, ainda meio sonolenta.

– Shhh.. – Interrompi. – Depois a gente conversa.

Não deixei ela falar nada mais e comecei a desabotoar sua camisa do pijama, deixando os seios a mostra. Aproximei minha boca de seus peitos e dei leves lambidas, deixando seus mamilos rígidos. Ela segurou meu cabelo com força e tentou puxar para cima.

– Luana! – Me chamou, falando baixinho para ninguém ouvir, mas brava.

– Bianca, para... Depois a gente conversa... – Tentei argumentar.

– Não, Luana! Fica quieta! Tem gente acordada! – Ela me interrompeu, tapando a minha boca e me puxando para cima.

Do outro lado da sala, consegui ouvir gemidos baixos, parecia que não éramos as únicas a aprontar, afinal de contas.

– Quem são? – Perguntei, cochichando em seu ouvido.

– Parece a Alice e a Bárbara. A Carla está dormindo sozinha no sofá. – Respondeu.

Paramos por um tempo para tentar entender o que estava acontecendo. As meninas acharam que estávamos dormindo, e podíamos ouvir seus gemidos cada vez mais intensos, não muito alto mas ainda assim era fácil distinguir o que estava acontecendo. Aproveitei a oportunidade para provocar Bianca. Não tinha nada que ela pudesse fazer, ela não podia brigar comigo naquele momento.

Puxei a calça do pijama de Bianca para baixo, junto com a sua calcinha. Ela me olhou séria, tentando fazer com que eu parasse, mas não queria fazer nenhum movimento que chamasse atenção então resolveu ficar parada enquanto eu agia. Coloquei a mão em sua buceta, que para minha surpresa já estava bem molhada. Não pude resistir:

– Tá gostando de ouvir os gemidos das meninas, Bibi? – Disse no seu ouvido, perversa.

– Cala a boca. –Ela respondeu, contrariada. Então dei uma leve mordida em sua orelha.

A Bianca ficar brava comigo era algo comum, que me excitava até. Se não tivéssemos correndo risco de ser descobertas, tenho certeza que ela me daria uns belos de uns tapas por estar provocando ela daquele jeito. Bianca não tinha muita paciência, e eu amava brincar com ela, provocar, levar ela ao limite.

Meus dedos lambuzados deslizavam pelo contorno de sua buceta, esperando ela implorar por mais. Tenho certeza que ela estava se segurando para não se contorcer, gemer alto, ficar de quatro pra mim. Levantei a cabeça discretamente para ver o que estava acontecendo do outro lado da sala. Consegui ver a Alice montada em cima da Bárbara.

– Você tem que ver só como a Alice tá rebolando da cara da Bárbara. – Disse no ouvido de Bianca, provocando. Ela se contorceu em resposta, provavelmente me xingando mentalmente. – Quem sabe quando elas dormirem você não senta na minha cara daquele jeito, bem molhada desse jeitinho que você está.

Ela fechou os olhos com força, e tapou a própria boca, para não fazer barulho. Enquanto isso eu esfregava sua buceta, massageava seu clítoris e ameaçava a penetrar com um dedo vez ou outra. Eu já não estava aguentando muito aquela situação também, tirei minha calcinha, que estava toda molhada, com cuidado para não chamar atenção. Comecei a pressionar minha buceta contra a coxa de Bianca enquanto continuava a masturbando em silêncio, até perceber que as meninas estavam quietas novamente, deviam estar pegando no sono de novo.

Contei uns cinco minutos naquela agonia e tesão insuportáveis, até não escutar mais nenhum som, então levantei devagar e puxei Bianca comigo até a cozinha, que fica em outro cômodo. Ela me seguiu cambaleando pelo escuro e sem roupa, com certeza me odiando por aquilo.

– Você é maluca, só pode. – Disse, com raiva, mas já conseguia ver um indício de malícia em seus olhos.

Ela me empurrou contra o balcão, no meio do escuro, e agarrou meu cabelo com força. Eu ajudei me impulsionando para cima do balcão, sentando e abrindo minhas pernas para ela. Bianca não pensou duas vezes e me penetrou de uma vez só. Colocou primeiro um dedo, depois o outro.

– Era isso que você queria, vadia? – Ela disse enquanto eu ousava gemer um pouquinho mais alto.

– Isso é tudo que você consegue? – Falei em um falso tom de deboche. Queria ver até onde ela iria.

Bianca parou de me foder de repente. Tirou os dedos de dentro de mim e deu um passo para trás, com a fisionomia séria. Ela andou até o armário mais próximo e começou a abrir as gavetas, como se me ignorasse. Depois de umas quatro ou cinco gavetas e portas de armário tirou um rolo de barbante daqueles de usar para cozinhar. Ela chegou perto de mim, puxou meus pulsos e os amarrou em um nó apertado. Tentei protestar, mas ela me interrompeu:

– Você só abre a boca se for para gemer ou para gozar. Senão pode ficar quietinha.

Fiz o que ela mandou.

Bianca me empurrou para trás, me forçando a deitar no balcão largo, então colocou minhas mãos amarradas acima de minha cabeça e levantou minha camisola ate meu pescoço, quase me sufocando. Ela andou até o outro lado da cozinha e pegou uma garrafa de champagne que tinha sido aberta mais cedo, com um resto da bebida.

Bianca se aproximou de mim, devagar, subiu em cima do balcão de pedra ao meu lado e jogou o resto de champagne pelo meu corpo, sem cerimônia. Então começou a me lamber toda, desde meus seios, minha barriga, até minha buceta.

E como prometido mais cedo, ela se virou e sentou no meu rosto, me deixando toda lambuzada enquanto voltava a chupar minha buceta. Ela rebolava e mal me deixava conduzir, ela precisava estar no controle. Enquanto isso me chupava, me fodia e me deixava doida. Minha buceta latejava. A buceta dela molhava todo o meu rosto. Ela começou a me penetrar em um ritmo alucinado, e eu não aguentei mais. Virei a cabeça para o lado e avisei que ia gozar. Ela gozou logo depois, deixando aquele mel todo escorrer na minha boca.

Exausta, ela me desamarrou, deixou eu sair do balcão, me secou e limpou toda a bagunça da cozinha, enquanto eu esperava sentada em uma cadeira, com as pernas bem abertas e a buceta ainda latejando. Ela me chamou para deitar mas eu não tive forças para levantar, e além disso, eu queria mais. Bianca se aproximou de mim e estendeu a mão, eu segurei e a puxei para mais perto, ao invés de levantar da cadeira. Ela ajoelhou na minha frente, cansada, abaixou o olhar para a minha buceta a mostra, pedindo pelo seu contato. Então deu um beijo demorado, algumas lambidas quentes e levantou.

Ela me empurrou para o fundo da cadeira e sentou na minha frente, colocando minhas pernas abertas em cima das suas, fazendo com que nossas bucetas se encostassem. Comecei então a rebolar no seu colo. Devagar. Eu estava tão molhada que dava para ouvir o barulho de nós duas nos esfregando de longe. Bibi começou a gemer baixinho no meu ouvido, ofegante, e cada vez era mais fácil deslizar na sua bucetinha. Sentava cada vez mais rápido e mais forte, conseguia sentir seu clítoris inchado em contato com a minha buceta. Ela segurava meu cabelo e mordia minha boca. Pediu entre respirações abafadas para eu gozar junto com ela, e assim gozamos de novo, deixando a cadeira toda lambuzada.

Fiquei um tempo em seu colo sentindo nosso corpo colado. Bibi me beijava apaixonadamente, e eu só queria viver aquele momento para sempre.

Olhei bem para o seu rosto, e disse:

– Eu amo quando você me xinga, mas quando você é carinhosa eu vou para o céu.

Ela não respondeu nada, só sorriu. Fomos dormir sem acordar ninguém e no outro dia Bibi terminou o seu namoro.

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