Tia Emma - Parte 04

Um conto erótico de Jennifer
Categoria: Lésbicas
Contém 2072 palavras
Data: 15/07/2022 08:55:20

Parte 04: Tentações

– VOCÊ É RETARDADA? – Eu tive que remover o telefone do meu ouvido para evitar que seus gritos rasgassem meus tímpanos – POSSO SABER O QUE O INFERNO A PRODUÇÃO DO FILME TE DISSE?

– O que? – gaguejei, tentando descobrir o que estava acontecendo.

A resposta da minha mãe foi muito mais aliviada, mas conhecendo–a muito bem, eu sabia perfeitamente que ela era muito mais perigosa quando não gritava.

– O meu agente conheceu por acaso um dos produtores e esse cavalheiro lhe disse que ainda não conseguiu o papel no filme, mas apenas a possibilidade de fazer uma audição final. E sabe quem é a outra garota que vai defender o papel com você?

"Eu não consegui o papel? Mas isso é absurdo", pensei com perplexidade, mas então eu me apressei a responder antes de aborrecer minha mãe ainda mais.

– Quem? – perguntei, já sabendo a resposta, havia apenas uma pessoa que poderia fazer minha mãe reagir dessa maneira.

– Sua prima Kaley – disse, confirmando meus medos. Então, antes que eu pudesse pensar em algo a dizer, ela continuou: a audição final será entre vinte e dois dias e não preciso dizer que o papel não deve acabar nas mãos da sua prima nunca, nunca. Então, prepare–se para a audição, dia e noite, se necessário, e esqueça de tudo porque, para você, não há nada mais importante no mundo além da audição.

Eu queria responder que a audição era a coisa mais importante do mundo para ela e não para mim. Era ela que sempre quis que eu atuasse desde criança, especialmente quando descobriu que minha tia havia contratado um tutor para ensinar drama a sua filha. É verdade que, com o passar do tempo comecei a gostar do teatro, mas certamente não conseguia dizer que a atuação era minha maior paixão, na verdade, nunca perderia um jogo de futebol por uma peça de teatro. Minha mãe desligou o telefone sem ao menos se despedir. Eu estava tão irritada e triste que estava prestes a chorar.

O meu mau humor tinha que ser muito óbvio porque, assim que entrei na cozinha, minha tia me perguntou imediatamente:

– Jen, há algo errado?

Eu olhei atentamente aqueles maravilhosos olhos verdes e aquele sorriso terno, lembrando das palavras da minha mãe, disse a mim mesma que, para mim, definitivamente havia algo mais importante no mundo do que a audição e estava bem na minha frente.

– Não tia, está tudo bem – eu disse, finalmente sorrindo.

– Tudo bem – ela disse, talvez não totalmente convencida. Então a tia Emma disse: – Algum plano para hoje?

– Nenhum tia, e você?

– Eu tenho que organizar meu armário, mas suponho que você não queria ajudar sua tia em algo tão chato. Na verdade, você só devia segurar a escada enquanto eu retiro as caixas de cima do armário.

Eu não pude deixar de pensar que, segurando a escada, eu teria uma visão perfeita da sua bunda e, depois de dar uma olhada nas calças apertadas que minha tia estava vestindo, eu me apressei em responder.

– Eu ficarei mais do que feliz em ajudá–la, tia.

O quarto principal era muito grande e elegantemente decorado, quando meus olhos caíram em um par de chinelos no pé da cama king–size, quase derrubei a escada que trouxe do andar de baixo.

– Estou tão feliz por você estar aqui, querida. Eu implorei a sua prima para me ajudar com esse trabalho faz semanas. Estou quase arrependida de ter decidido não contratar uma nova empregada - disse a tia, colocando uma mão no meu ombro.

– Por que você fez essa escolha? Minha mãe não sobreviveria mais de uma semana sem Mary.

– Você sabe, Jen, uma vez que você chegar em minha idade, você entenderá que o corpo de uma mulher precisa de muito trabalho para ficar em forma. Nunca fui amante dos ginásios e, quando Josephine se demitiu, me pareceu a oportunidade perfeita para me manter apta. Como você sabe, adoro cozinhar e fazer as outras tarefas domésticas como uma dona de casa comum, não é tão ruim. Você deveria tentar.

Enquanto na minha mente passava muitas imagens de mim vestida como uma criada francesa, lavando os pisos e limpando o banheiro, eu simplesmente não conseguia imaginar minha tia fazendo trabalhos tão humildes, não parecia certo para mim que uma pessoa tão linda tivesse que fazê–los. Todos os meus pensamentos foram empurrados quando vi o que minha tia estava fazendo. A tia Emma estava tirando seus tênis e minha boca caiu quando vi que ela não estava usando meias. Por um momento, eu a ouvi rir e imediatamente olhei para o rosto dela, mas felizmente ela estava olhando dentro do armário.

– Ok, Jen, agora segure a escada.

Eu estava quase petrificada quando seus pés descalços começaram a subir cuidadosamente. Quando ela estava quase no topo, seus pés estavam na altura do meu rosto, minha boca já estava babando ao ver algo tão maravilhoso. Os pés da tia Emma eram perfeitos, não muito grandes (tamanho 37, com arcos magníficos). Seus dedos eram lindos e pareciam muito saborosos. Ela estava com esmalte preto nos pés que deixava, como se fosse possível, ainda mais lindos aqueles pés, que pareciam de uma deusa e não de um ser humano. Então, de repente, eu a vi dobrar ligeiramente sua perna e seu pé esquerdo saiu do degrau, com espanto, eu vi ele se aproximar do meu rosto.

– Jennifer! - quase não ouvi minha tia quando estava me chamando, dando um leve chute no meu rosto com o pé para chamar minha atenção.

Quando sua sola macia tocou meu rosto, entrei em outro mundo, e a voz da minha tia parecia tão longe. Só depois de dois pequenos chutes, eu respondi, seu pé ainda descansava no meu rosto.

– Sim, tia? – Eu perguntei atordoada.

– Agora vou te entregar essas caixas, tenha cuidado porque são pesadas - disse ela, tirando o pé do meu rosto, e levando de volta ao degrau da escada, para a minha decepção.

As caixas eram muito pesadas, mas naquele momento eu estava muito distraída para sentir a fadiga, distraída demais pensando que alguns momentos antes, eu tive o pé da minha tia no meu rosto e naquele preciso momento, percebi qual era o meu lugar no mundo.

Enquanto minha tia estava varrendo em cima do armário, aproximei cada vez mais meu rosto dos seus pés, e quando seu cheiro veio ao meu nariz, quase pressionei meu rosto contra eles. O cheiro era incrível, muito mais intenso que na noite anterior, aparentemente seus pés haviam suado muito no tempo que ficaram preso dentro dos tênis sem meias.

Minha tia ainda estava ocupada e, então, tentei tirar proveito desse tempo o máximo possível. Meu nariz se moveu ao longo de todo o pé dela, quase tocando sua pele delicada. Quando cheguei perto dos dedos dos pés, eles se moveram e quase enterrei meu nariz entre o dedão e o segundo dedo. Como eu queria tocá–los, como eu queria colocar minha boca neles, como eu queria lamber o suor dos pés dela, passando minha língua entre aqueles dedos suculentos e cobrindo suas solas com minha saliva.

A escada balançava perigosamente quando minha tia se moveu para limpar um local difícil de alcançar. Eu reforçei meu controle sobre a escada e vi que minha tia estava na ponta dos pés e as solas estavam completamente expostas. Meu nariz estava a poucos milímetros de seu calcanhar, que parecia incrivelmente macio. Eu queria cheirar suas solas por muito mais tempo, mas minha tia se moveu de novo e suas solas estavam de novo no degrau da escada. Enquanto minha buceta estava explodindo em tesão, eu lutava para segurar minha língua dentro da minha boca, esperando que minha tia terminasse seu trabalho logo. Minha resistência estava entrando em colapso.

Foram mais cinco minutos para ela terminar o trabalho e eu estava exausta como se eu tivesse corrido por horas. Tia Emma olhou–me atentamente por um momento, talvez se perguntando por que eu estava tão suada, afinal de contas, ela estava fazendo todo o trabalho. Então, com um sorriso, ela disse:

– Muito obrigada por me ajudar, Jen.

– Foi um prazer - eu disse, pensando em minha buceta molhada, e pensando que com a palavra "prazer" eu quis dizer literalmente prazer.

– Ok, Jen, tenho que trabalhar um pouco no escritório agora. Você sabe que eu escrevo artigos para uma revista de moda, não é? Então, o que você quer fazer enquanto isso?

– Eu não sei.

– Você poderia assistir a um filme na sala de estar ou se você não querer ficar sozinha, pode relaxar em uma poltrona no meu escritório e ler um livro enquanto trabalho.

– Acho que vou ler o livro - respondi, na esperança de ver mais os seus pés.

O quarto que minha tia usava como escritório não era muito grande, mas a vista da janela atrás da mesa era incrível e você podia ver o mar a distância. A tia Emma trabalhou no computador por quase dez minutos, mas eu ainda não tinha lido uma página do meu livro, porque esperava ver mais dos seus pés descalços. No entanto, eles permaneceram escondidos em baixo da mesa. Quando eu estava no meio do primeiro capítulo, tia Emma disse:

– Querida, você me pegaria uma limonada? Esse trabalho deixou minha boca seca.

– Claro, tia – eu disse, levantando me rapidamente.

Quando voltei com a limonada, quase derrubei das minhas mãos quando vi que minha tia havia posto os pés descalços em cima da mesa, com as pernas cruzadas no tornozelo. Não havia chance alguma de eu ter terminar de ler o capítulo, distraída com aqueles maravilhosos pés, com as solas macias . Durante quase meia hora, continuei a fingir ler, mas não fazia nada além de observar os pés da minha tia, assim como um cachorro olha para um osso.

Toda vez que ela mexia os dedos, sentia um frio na barriga e, quando minha tia pegou uma caneta com os dedos dos pés, prendendo–a entre o dedão e o segundo dedo, quase tive um orgasmo na mesma hora, imaginando que fosse minha língua entre os dedos dos pés dela e não a caneta. Continuei a observar a dança da caneta entre os dedos da minha tia que continuavam escrevendo no computador sem parar, enquanto meu rosto estava escorrendo suor. Em algum momento, minha tia levantou e disse que tinha que ir ao banheiro por um momento, e assim que ela saiu da sala, corri para a mesa e troquei a caneta, que estava entre os dedos dos pés, com uma idêntica que havia encontrado em uma gaveta.

Voltei para o meu lugar com a caneta como se fosse um troféu. Quando minha tia voltou ao quarto, ela colocou os pés na mesa de novo e, com o rosto escondido atrás do meu livro, comecei a cheirar intensamente aquela caneta, distinguindo bem o cheiro do pé da minha tia.Coloquei a caneta nos meus lábios e comecei a lamber como um cachorro.

– Jennifer - minha tia disse de repente.

– Sim, tia? - perguntei, escondendo a caneta e abaixando o livro que escondeu meu rosto.

– Você está gostando do livro?

– Ah, sim, é muito legal - respondi, implorando a todos os deuses que não me perguntasse nada sobre a história, sem ter lido quase nada.

– Eu estava pensando, já que da última vez você gostou... Você me faria outra massagem nos pés enquanto eu trabalho?

Não consegui acreditar nos meus ouvidos e quase saltei de alegria. Tentando manter um mínimo de comportamento, respondi.

– É claro que tia, estou feliz em ser útil enquanto trabalha.

A tia Emma tirou os pés da mesa e percebi que eu tinha que ficar no chão durante a massagem. Então me arrastei para debaixo da escrivaninha, ansiosa por finalmente poder tocar pela primeira vez seus pés descalços. A tia Emma afastou levemente a cadeira da mesa para me dar mais espaço, depois de joelhos enquanto eu começava a massagear o pé esquerdo, ela descansou o outro pé no meu ombro, usando–me como uma espécie de banquinho para os pés. Minha buceta estava em chamas e eu me perguntei, mais uma vez, por que eu estava tão excitada. Eu não podia acreditar como seus pés me seduziram. Além disso, ser usada como um “banquinho de pés” teve um efeito incrível sobre mim, foi algo incrivelmente humilhante, mas, enquanto eu me sentia tão humilhada, eu era a pessoa mais feliz do mundo.

Continua...

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