MINHA SEGUNDA VEZ

Um conto erótico de NATY
Categoria: Heterossexual
Contém 1254 palavras
Data: 25/03/2022 20:22:00
Assuntos: Heterossexual

Bernardo estava nervoso. Suas mãos tremiam um pouco enquanto ele tentava colocar a camisinha. Eu estava nervosa também, seria nossa primeira transa depois de dois meses de namoro, mas eu já tinha mais experiência do que o virgem na minha frente.

– Deixa que eu ajudo. – Eu disse tirando a camisinha das mãos dele e segurando sua rola com carinho. Então, fui devagarinho desenrolando a camisinha sobre seu pau, era a primeira vez que eu fazia isso também. Eu já não era mais virgem, mas ele não sabia disso.

O rapaz era um ano mais velho do que eu e estava eufórico. Sua família estava fora de casa e tínhamos uma tarde inteira de sábado para curtirmos um ao outro.

Assim que cheguei, nos jogamos nos braços um do outro e rolamos pelo sofá da sala em um longo beijo. Senti a excitação dele, dentro da bermuda, crescendo a medida em que suas mãos apertavam minha bunda e pressionavam meu corpo contra o dele. Eu aproveitava para mover o quadril, provocando-o enquanto me encaixava melhor sobre seu volume.

E ficamos assim, nos comendo ainda vestidos, até que Bernardo sugeriu irmos para o quarto dele. Eu sabia o que ele queria. Eu também desejava tirar logo a roupa dele e matar minha curiosidade. Então aceitei o convite. Nos levantamos e o rapaz nem disfarçou a barraca armada em sua bermuda. Eu achei graça.

– Hmmm, você já está pronto, né!? – Eu disse passando a mão em cima da barraca e sentindo que a roupa dele ali já estava úmida.

– Quer ver o quanto estou pronto? – Ele perguntou assim que chegamos no quarto. Lógico que respondi que sim.

Me sentei na cama dele e fiquei esperando Bernardo me mostrar. De pé na minha frente, vermelho de vergonha, ele abaixou a bermuda e a cueca, mas eu não pude ver nada, pois sua camiseta era comprida e ficou cobrindo seu pau. Fui ver com as mãos então, colocando-as debaixo da roupa dele e sentindo sua rola melada pulsar na minha mão.

Era o segundo pau que eu segurava na minha vida. Não era grande como o primeiro, do meu primo Pedro que descrevi em outros contos, mas eu não ligava para isso, meu desejo era tanto que eu só pensava em chupar o Bernardo.

Ele tirou a camisa para poder ver também e me viu com uma mão fechada sobre sua rola, batendo uma punheta para ele, enquanto que com a outra eu passava o dedo na cabecinha, sentindo o quanto ela já estava meladinha. E o provoquei passando o dedo lambuzado em minha língua.

– Já chupou um pau? – Ele perguntou sussurrando, bem tímido.

– Não! – Eu menti. Já havia mamado meu primo dezenas de vezes.

– Quer chupar? – Ele sorria com esperança.

– Quero! – Eu disse, me aproximando, tocando meus lábios da pontinha do pau dele, indo devagarinho, como se fosse minha primeira vez. Aos pouquinhos fui abrindo a boca e envolvendo toda a cabecinha com ela, e suguei sua gosminha, lambendo meus lábios e começando tudo novamente e indo cada vez mais fundo.

O rapaz respirava fundo e gemia um pouquinho também. Tocava meus cabelos e acariciava meu rosto, até que ele começou a segurar minha cabeça e a mover o quadril como se estivesse penetrando minha boca. Seus movimentos ficaram mais rápidos e desconfiei que ele ia gozar.

Não deu outra. Bernardo tentou tirar da minha boca, mas eu não o deixei, o segurei e ele ejaculou tudo em minha língua. Só então o soltei e acabei babando um pouquinho. Ele pedia desculpas pra mim, preocupado, mas eu fazia sinal para ele esperar, enquanto eu engolia sua porra.

– Tudo bem! – Eu disse – Tava curiosa, queria ver como era… – E o agarrei, derrubando em sua cama e subi sobre seu corpo nu para beijá-lo. O fiz sentir seu próprio gosto.

Suas mãos subiram por dentro da minha camisa, buscando meus seios. Eu o ajudei me livrando dela e do meu sutiã. Bernardo os encarou como se visse um par de peitos pela primeira vez na vida. Se bem que eu acho que era a primeira vez que ele via, ao vivo. Ele se levantou para beijá-los e chupá-los depois de muito apalpá-los. Eu fechava meus olhos e curtia o toque dele, dos dedos, lábios e língua. Ele me deixava arrepiada.

Então o rapaz tímido ganhou coragem e tomou a iniciativa de me virar na cama e jogar seu corpo sobre o meu. Seus beijos desceram dos meus seios para meu umbigo e minhas coxas. Só parou quando resolveu tirar os meus shorts, levantando minhas pernas para o alto e puxando-os para cima. Depois tirou minha calcinha e mais uma vez ficou ali, entre minhas pernas, admirando meu corpo nu e tocando meus pentelhinhos com carinho.

– Me chupa! – Eu mandei. Ele obedeceu enfiando a língua em minha xaninha, beijando-a com fome e sugando com força. Eu gemia alto, como sempre. Bernardo era virgem, mas parecia saber o que estava fazendo. Eu estava adorando. Queria que ele ficasse a tarde inteira ali, brincando com a boca em minha boceta, chupando meu clitóris, mas dos meus lábios escapou um “me come”.

Bernardo parou de me chupar, olhou para mim feliz da vida.

– Quer mesmo fazer isso? – Ele perguntou achando que eu era virgem também.

– Quero! – Eu disse – Tem camisinha?

Ele, frustrado, disse que não, mas que o irmão deveria ter. E o rapaz se levantou e foi pelado, de pau duro, até o quarto ao lado para procurar. Eu fiquei ali, na cama, de pernas abertas, me tocando, esperando Bernardo voltar. Apenas o ouvia abrindo e fechando gavetas, batendo com força e xingando por não estar encontrando.

Me levantei e fui, nua, até o quarto ao lado, para ajudá-lo a procurar, mas Bernardo já havia encontrado.

– Tô com sede! Posso tomar um pouco de água. – Eu pedi. E fomos até a cozinha de mãos dadas, matar a sede e aproveitamos para dar mais uns amassos. Que sensação gostosa, poder andar pelada pela casa e fazer coisas triviais como beber um copo d’água, ser abraçada e beijada sem nenhuma roupa. Estávamos indo para nossa primeira transa, mas esses momentos na cozinha foram tão íntimos quanto.

De volta para o quarto, já com a camisinha no pau, Bernardo deitou sobre mim e me penetrou devagarinho, com medo de me machucar. Eu estava adorando esse carinho todo, mas sentia também um tesão descontrolado, uma vontade enorme de mudar de posição e cavalgar na rola dele, mas deixei Bernardo no comando, pelo menos no começo.

Depois de alguns minutinhos, quando as investidas dele já estavam mais fortes e meus gemidos bem mais altos, eu o agarrei com força, quase arranhando suas costas e o virei na cama, sem deixar ele sair de dentro de mim. Peguei suas mãos e o fiz agarrar meus peitos enquanto eu pulava sobre sua rola.

Pulei até cansar. E gozei relaxando meu corpo sobre o dele, mas ainda com sua rola dura dentro de mim. Bernardo gozou em seguida e o ajudei a tirar a camisinha cheia. Beijei seu pau mais uma vez, para sentir seu gostinho e depois ficamos deitados, abraçados por quase uma hora, com ele me perguntando se eu havia gostado e dizendo que para ele havia sido muito bom!

Antes de ir embora, naquela tarde de sábado, fomos mais uma vez até a cozinha completamente nus, fazer um lanche. Depois dessa experiência passei a usar menos roupas em casa. Bom, pelo menos quando estou sozinha ou com amigos bem íntimos.

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