A MADRASTA, PRIMEIRA PARTE

Um conto erótico de Enteado
Categoria: Heterossexual
Contém 3109 palavras
Data: 20/05/2021 17:57:38
Última revisão: 09/07/2021 09:14:07

Aconteceu de maneira trivial, meio na base do sem querer querendo. Não foi premeditado, foi acontecendo e quando nos demos conta, tinha acontecido!

Fui passar um fim de semana acompanhado de meu pai e sua mulher. Isso mesmo, “mulher”, não namorada. Casaram no civil, teve lua de mel, tudo de acordo com o figurino. Coisa séria. Se adivinhasse o que iria acontecer, provavelmente teria evitado. Mas também não teria vivido minha maior aventura, jamais imaginada!...

Meu pai tem 65 anos, 1:84, bronzeado, atlético, aposentado, divorciado de minha mãe – com quem moro; sua agora esposa, Cláudia, 48 anos, sem filhos, professora universitária, bronzeada, alta, 1:73, ex nadadora. Não é atlética como meu pai, mas em forma, destacando-se “pneuzinhos” nos quadris e barriga. Seios médios, suas medidas são bem distribuídas. Olhos grandes e expressivos, cabelos cheios, abundantes, cortados na altura dos ombros. Casaram-se a menos de 1 ano. Mulher de presença, um mulherão...

Compraram uma pequena chácara, a uma hora de São Paulo. Eu ainda não conhecia. Tenho 23 anos, estudo Letras, filho unico. Fomos à chácara comemorar uma reforma que fizeram no local e fizeram questão de minha presença.

Chegando lá, uma surpresa. A reforma não havia terminado. Só estavam prontos o quarto do casal e a cozinha, além do banheiro. Meu pai se aborreceu com o pedreiro, mas nada podia ser feito. Resolvemos limpar, fizemos o possível, mas o quarto onde eu haveria de ficar estava sem condições. Restava o sofá da sala, e já tratei de encontrar lençóis e cobertor, pois estava frio. Enquanto eu procurava no guarda-roupa, vi meu pai e Cláudia conversando. Eu a vira poucas vezes, apesar de ser antiga amiga de meu pai, mas que vivera longe nos últimos 25 anos, desde seu primeiro casamento. Ela se dirigiu a mim, seguida dele.

- Olha Pedrinho, você pode dormir conosco, é uma cama grande. Viemos pra cá apenas para relaxar e esse sofá é muito estreito e desconfortável...

- Imagina – disse eu – é a privacidade de vocês...

- Tudo bem, filho. É uma cama larga. A Cláudia tem razão. É um improviso mesmo.

Eu ia novamente protestar, mas ela interrompeu.

- Então, estamos combinados. Vamos jantar no restaurante perto do Posto e voltamos já, pois estamos famintos e pregados...

E tudo foi a contento. Voltamos mais tarde que o previsto, 22 horas, entretidos em por a conversa em dia e nos habituarmos, uma vez que dormiríamos todos na mesma cama. Foram ambos para o chuveiro, ficaram uns 30 minutos, saíram, ambos já de pijama e se encaminharam rindo para o quarto. Na porta ela se voltou e me disse: - Vai meninão! Não tenha pressa... – e riram. Tudo de boa, estávamos à vontade.

Demorei uns 40 minutos no banho, tempo para eles darem uma confortável rapidinha. Saí do banheiro e estava tudo silencioso. Passei pela sala, apaguei a luz e dirigi-me ao quarto, onde uma fraca luz de abajur estava ligada num canto. Meu pai estava deitado voltado para a parede, aparentemente já dormindo. Ela deitada no meio e a beirada de entrada estava destinada a mim. Ela estava acordada e apontou, sorrindo, o “meu lugar”. Tímido, a principio, sentei na beiradinha. Ela me incentivou:

- Tudo bem, Pedrinho. Tem lugar pra todos, fique a vontade, certo?

- Certo, respondi meio sem jeito. Saber que dormiria a poucos centímetro daquele corpão mexia comigo...

Deitei-me, ainda pouco a vontade ao lado dela que observava o teto, onde pequenas sombras volteavam... Ela chegou a mim, bem perto, e cochichou:

- Pequenas borboletas em torno da lâmpada do abajur... – Senti o hálito quente e olhei aqueles grande olhos que brilhavam na penumbra. Que sorriso simpático, super amigável.

Dava pra perceber que fazia o possível para me deixar a vontade, um cuidado quase maternal... Era notável o esforço dela em me agradar. Ficamos ali, em silencio olhando as sombras alongadas das borboletas e mariposas. Às vezes eu olhava de lado e via seus grandes olhos brilhantes fixando o teto; por vezes se voltavam para meu pai que dormia, outras vezes se voltava para mim. Dali um tempo,disse “boa noite” se virou de lado, de costas para mim, dormindo em seguida. Fiquei meio tenso, a intensidade daqueles olhos me buscando... Demorei a dormir. Olhava para o lado e via o volume de seu quadril sob a coberta. Que bunda tentadora, provocante. Que vontade... Virei as costas e adormeci.

Acordei de madrugada sentindo algo me tocar. Olhei e era ela, que se movendo no sono, encostara sua bunda em mim. Fiquei imóvel uns minutos, sua bunda continuava encostada. Então, toquei nela com meu quadril, mais como um aviso de que ela estava encostada demais em mim e ela não se moveu. Então, muito cautelosamente, virei-me na cama para o seu lado e alisei deliberadamente seu traseiro, sentindo osmúsculos tenros e firmes. Ela não reagiu. Continuava dormindo e eu parei de alisar. Custei a pegar de novo no sono, mas nada mais aconteceu...

Acordei antes dos dois para uma caminhada solitária, precisava espairecer daquela estranheza na madrugada. “Aquilo”, aquela encostada de bunda, teria sido deliberada? Ou mero acaso? Ou seria eu uma espécie de tarado, via coisas? O dia transcorreu normal. Caminhadas, jogos de cartas, almoço, cafér.Filmes, leitura. Veio a noite.

Na segunda noite, fui para a cama por último, como da outra vez, para deixá-los a sós por um tempo. Era quase 2 horas quando decidi ir dormir. Na porta, notei ruídos e olhei com cuidado. Estavam fazendo sexo, ela de quatro, com a bunda arrebitada e meu pai a enrabando metodicamente. Ela, com a cabeça enfiada no travesseiro,dava para perceber que procurava abafar o som que saía de sua boca. Detive o olhar nos quadris e vi que meu pai enfiava o pau em seu cú e ela com a mão esfregava a xana, por baixo. Meu velho deu umas fortes estocadas e ela gemeu, tensa, os membros retesados como se sentisse dor ou outro incomodo, dedos dos pés crispados. A cada estocada firme do velho, ela parecia tremer. Era incrível a cena, que revelava um comportamento dela que jamais tinha imaginado: totalmente submissa, o que não parecia combinar com sua personalidade, altiva e independente. Fascinado, fiquei ali de olhos grudados na cena, bancando o voyeur!

O pinto de meu velho pai entrava e saía, acelerava, diminuía, sem esforço. Era uma dadeira de cú, tão freqüentado como na frente! E eu ali, imóvel, vidrado e de pau duro. Pude ver seu semblante contraído, cerrados os dentes, parecia sentir dor a medida em que ele bombava. Ela procurou ficar mais confortável, arrebitando a bunda e encostando a testa na cana, facilitando a penetração. Cena irresistível, gemeram contidos e ele gozou, tombando de lado, cansado. Mesmo para um atleta, parece ter sido um esforço e tanto. Recuei, voltei para a sala. Meia hora depois voltei, afinal, estava com sono. Meu pai dormia pesadamente. Claudia deitada no meio, com os olhos abertos, fitando o teto. Deitei-me silencioso na parte que me cabia na cama.

- Demorou... Estava lendo? – Perguntou, sem me olhar.

- Sim, estava terminando o livro...

- Bom o livro?

- Sim, muito bom... envolvente. Suspense... – E ela se virou para mim, vi seus olhos brilhando na semi obscuridade e um discreto sorriso se desenhando em seus lábios. Senti o sono ir embora. Movi minha mão esquerda, que esbarrou na mão dela, estirada ao lado de seu corpo. Imediatamente, ela apertou... Fiquei tenso, o coração ecelerou.

Eu pensava no que tinha acabado de ver meia hora antes e fiquei intrigado: estaria me tentando? O que estará pretendendo? Minha cabeça girava, girava. Ergui a cabeça para olhar meu pai, que ressonava profundamente. Ela me cochichou:

- Ele está dormindo pesado. Tem o sono dos inocentes! – Senti novamente seu bafo quente, como na noite passada. Apertava minha mão por baixo do edredon. O que era isso? Carinho? Minha cabeça latejava.

Senti um calor percorrer meu corpo e apertei mais sua mão e ao tocar a palma, notei que estava úmida. Sua respiração alteava e ela voltava a olhar o teto. Soltei-lhe a mão e sem cerimônia deslizei para cima, tateando seu corpo. No primeiro momento, ela estremeceu levemente, se encolheu, esboçando um recuo. Parei e olhei seu rosto e seus grandes olhos se voltaram para mim, enigmáticos, intensos e brilhantes naquela semi-obscuridade, como se me desafiassem. Movi discretamente a mão na direção do centro de sua barriga, o umbigo. Agora estremeceu claramente, abrindo a boca, aparentemente surpresa com minha ousadia. Ao mesmo tempo eu observava meu pai, atento ao menor movimento que ele esboçasse. Fiz movimentos circulares em volta de seu umbigo, quando ela moveu a boca, cochichando. Aproximei o ouvido:

- Cuidado... Não faz isso. É fácil ver o movimento da mão... Seu louco... deixa eu virar, assim não percebe... Mesmo assim, fica atento, de olho em seu pai!...

E, movendo-se lentamente, ficou de lado, voltada para mim. Eu também me ajeitei de lado e pousei a mão direita pouco abaixo do umbigo, deslizando com os dedos. Ela parecia tensa, mas aceitava meus carinhos, com os olhos muito abertos pousados em mim. Como eu, igualmente parecia tensa e curiosa. Eu, com medo e curioso, com uma coragem que nunca pensei... Caramba, a mulher de meu pai! Ele ali, ao lado!... Fui escorregando a mão até alcançar seu pijama, ao que, lenta e cuidadosamente iniciei o delicado movimento de enfiar a mão por dentro... Não enfiei de cara por baixo da calcinha, e sim alisei por cima aquela protuberância. Nossa, que boceta!. Ao mesmo tempo, ela lentamente alisava meu pau, por cima do calção de pijama, como se brincasse. Chamou-me atenção a naturalidade como aquilo tudo acontecia, como se fosse habitual entre nós. Eu mal a conhecia...

Eu estava com medo, ela também, era visível. Mas também tentador, irresistível! Era uma atitude temerária, eu tinha convicção disso, ela idem. Mas não parávamos! Acariciei longamente sua boceta por cima da calcinha varias vezes, de olhos fixos em seu rosto, o coração disparado, mas observando seu respirar arfante. Sua boca semi aberta, os olhos muito abertos tinham algo de insano. O toque mútuo e intimo em nossos genitais e meu pai dormindo profundamente, era algo inacreditável. Enfiei a mão por dentro de sua calcinha, sentindo sua xana encharcada. Ao sentir a umidade, ficamos imobilizados e tudo era silencio. Ela deve ter percebido meu coração batendo forte. ..

Suspirei, lembrando a cena de meu pai a enrabando no cu! Fiz uma estranha relação: ele come o cu e a boceta é minha. Pensamento louco! Tocar a xana, aquela maciez úmida do rêgo entre os chumaços de pelos, deslizei o dedo em sua parte mais intima, nos encarando fixamente. Seu rosto estava transtornado, arregalava os olhos, estava a ponto de gritar! Meu coração batia forte. Enfiei o dedo e acelerei. Ela se retesava a medida em que eu vasculhava sua xana. De repente, ela enfiou a cabeça no travesseiro, mordendo, numa fúria abafada. Seu corpo retesou-se, contraiu num espasmo, a perna de cima dobrou-se sobre a de baixo, prendendo minha mão. Putz!, pensei. Um terremoto e meu pai dormindo!

Continuamos imóveis vários minutos, eu com a mão presa entre suas pernas. Ela relaxou a perna e retirei a mão...

Ela tirou meu pau da cueca e brincava com ele, deslizando a mão suavemente. Punhetava-me, em lentos movimentos. Era gostoso e tenso, eu tinha medo, mas era irresistivel. Continuava de olho em meu pai. Ela me masturbava suavemente, com aquela mãozinha macia carinhosa e eu sentia o gozo chegando, era irresistível! Senti a vista turvar, joguei a cabeça para trás, cerrei os olhos e ejaculei. Uhh! Estava pasmo!

Ela limpou sua mão melecada em minha roupa. Voltou a ficar de barriga para cima. Olhou meu pai, voltou os olhos ao teto. Sentia sua respiração alterada. Eu também olhava as sombras bruxeleantes no teto. Pareciam fantasmas, como se aqueles seres diáfanos nos vigiassem e tinham testemunhado nossa safadeza . Nossos olhos se encontraram. Ela moveu os lábios e aproximei o ouvido:

- Eu te amo...

- Eu te amo. – Repeti, sentindo seu hálito, os lábios a centímetros dos meus, mas não ousamos nos beijar... Seria ir longe demais? Convinha não abusar da sorte!

Acordei antes de todos e fui correr. Voltei pisando em ovos. A medida em que aproximava da casa, o medo acusava. Tinha a impressão que meu pai tinha percebido tudo e ficado quieto. E que agora ao chegar, ele iria dar um puta esporro!

Mas nada disso aconteceu. Foi um dia normal, nos divertimos bastante. Eu ansiava pela noite, mas não via o que ainda poderia rolar. Era evidente a atração sexual entre nós, mas conseguíamos dissimular. Mulher experiente, ela sabia muito bem controlar a situação. Perto de meu pai, ela se mantinha impecável, nada transparecia, era de uma naturalidade assustadora! De minha parte, nenhum constrangimento. Ocorria-me que meu pai era super confiante. Sempre fora um comedor nato, comeu muita mulher de amigo, por isso não me sentia culpado. Eu e sua mulher começamos uma brincadeira e o desfecho seria inevitável, mas eu não tinha a menor idéia de quando aconteceria. Se é que aconteceria...

Veio a noite, a última. Repetimos o padrão, como se fosse um acordo tácito entre nós: eles foram antes para a cama, mas não repetiram a foda. Meu pai tinha caminhado bastante, ela também, estavam cansados. Cerca de 23 horas, aproximei-me da cama. Ele estava deitado virado para a parede e ela de conchinha com ele... Deitei-me discretamente, achando que ela estava dormindo, mas não estava. Logo que me deitei, minutos depois ela se virou de barriga para cima, olhando o teto. Estendi minha mão acariciando seu rosto. Ela se encolheu a principio, mas em seguida e segurou minha mão beijando-a. Depois, esticou o braço e igualmente roçou meu rosto. Beijei sua mão. Ela pôs o indicador nos lábios, pedindo silencio.

Ficamos quieto. Só se ouvia meu pai ressonando. Súbito, ela fez um movimento de sair da cama. Dei espaço, ela saiu muito cuidadosamente, dirigindo-se ao banheiro, adiante... Ela vestia uma camisola bem curta que nada escondia o volume de suas coxas grossas. Ela se foi e fiquei pensando: vou atrás?

Demorou uns minutos, ela não voltava Já tinha ido o tempo de um xixi... Sem refletir direito, levantei-me e caminhei na ponta dos pés... Silencio total na madrugada. Entrei no banheiro e ela estava diante do espelho. Quando entrei, ela disse baixinho:

- Estava pensando nisso. Será que temos tanta coragem? – Fitava-me com aqueles olhos pidões, o que me deu coragem: abracei-a e a beijei na boca.Ela aceitou meu beijo oferecendo sua lingua, que suguei. Apalpei sua bocetona, por cima da roupa, só pra "sentir" o que era "aquilo" que aparecia tão volumosa quando ela punha calça comprida. Eu ainda não a tinha visto de biquini, na piscina, deveria ser um tesão só de olhar. Em resposta à minha apalpada na xana, disse:

- Hummm... gostei! Gosto de homem que sabe o que quer!. - Intensificamos o beijo roçando nossas cinturas, simulando o ato sexual. Que energia!

Seu corpo é firme e macio, delicado e forte. E dela parece brotar uma espécie de eletricidade. Beijava sua boca com sofreguidão, acariciava suas costas. Ansioso e atrapalhado, toquei seus seios, apertei os biquinhos. Ela tirou minha camiseta, jogou ao chão, beijou meu tórax. Sem sutiã, chupei seus peitos, um e outro, alternados.

- Loucura!.. Loucura! Mas eu não resisto..., aiii! Minha perdição! O jeito que me olha! Me deixa molhadinha só com o jeito que me olha..., seu pai que desculpe..., mas... eu... não resisto... - resmungou. E lambeu meu torax, meus mamilos, mordeu minha barriga, meu umbigo, chegou até a cintura. Pôs-se de joelhos e baixou a cueca e meu pau emergiu, apontando, teso, tenso, vibrante. Ela o olhava ávida, eu mal acreditava! Apoiou as mãos em minha cintura e ergueu os olhou, aqueles olhos grandes, a boca entreaberta, aqueles lábios bonitinhos, bem desenhados! Vista de cima para baixo, nossa, que linda ela é!

Meu corpo todo tremia, o coração aos pulos. Seus olhos brilhavam, baixei o rosto, a beijei na boca. Nos sugamos longamente, ela segurou meu pau, alisou minhas bolas. Oh, que delicia! Tonto de tesão, ergui-me para respirar. Ela ria silenciosa, com as mãos pousadas em minha cintura...

E se voltava a meu pau duro, sem tocar a mão nele, parecendo indecisa, hesitante. Então, num gesto decidido, dirigiu a boca para a cabeça do meu pau e começou a chupar a glande lentamente! Foi um momento mágico. Eu delirava, era demais vê-la de cima para baixo engolindo meu pau sem encostar a mão nele, como que buscando um equilibrio! Era lindo, ela com os olhos fechados e sua boquinha doce em volta de meu pau, caprichando! Através do pijama entreaberto eu via seus peitos. Pequenos, peitinhos. São curiosos, pois ela é grande, tem buna grande, mas os seios diminutos, biquinhos duros. Uh, delicia!

Chupava com as mãos apoiadas em meu quadril. Entregou-se aquela tarefa de engolir meu pau aos poucos até que estava todinho em sua boca. Minhas pernas tremiam.

Ah, meu pai! Porra, é sua mulher, velho! Num momento quis afastá-la e voltar pra cama, mas era um prazer tão...Ah, só mais um pouquinho! Afaguei seus vastos cabelos, segurei sua cabeça, ajudando nos movimentos de engolir meu pau todinho! Devia ir até a garganta. Quando estava quase gozando, segurei sua cabeça, ela parou... Acariciei seu rosto e ela, enternecida, olhos fixos em mim, tombou de costas no chão, no pequeno tapete do banheiro.

Entrava luz da rua pela janela. Ela, com as pernas abertas, seu corpo branco e bronzeado resplandecia com a luz da rua, uma chama de fogo branco, de prata! O chumaço escuro no meio das pernas meio dobradas, me chamava e eu fui, cego de paixão e tesão. Deitei-me por cima dela e suas pernas musculosas me enlaçaram fortemente e ficamos nos esfregando vigorosamente e quando nos demos conta, havia penetrado-a. Ela gemia baixinho, contida “uuhhhhh...! e quando encostei meu rosto no dela, estava quente, como tivesse febre. Ela mordeu de leve minha orelha, dizendo “que gostoso...” e enfiei a língua em sua orelha, ela estremeceu “uuuiii”.

Nossos quadris corcoveavam loucamente, os corpos movendo em movimento ondulante, num desespero de medo e tesão que nos tomava. A gente se atracava como se aquela fosse a última vez em nossas vidas. De repente, ela afrouxou o abraço que me enlaçava forte, diminuiu a pressão das pernas... Seguiu-se uns espasmos, seu corpo dobrava-se para cima. Parei as bombadas e reparei como ela mordia o lábio inferior, numa expressão de agonia. Constatar o orgasmo em seu rosto era incrível. Seus grandes olhos castanho-escuros se abriram, ela me encarou e sua boca aberta buscava ar e palavras, mas o som não saía... Nesse momento, tive a impressão de ouvir pancadas leves na porta. Fudeu...

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Comentários

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Muito bom espero a continuação.

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Ótimo relato,estarei esperando pela continuação

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enteado, conto perfeito! sim, erotismo puro, motivador, tesudíssimo ...

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Muito bom relato soldado!!!..... continua queremos saber o desfecho

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